Introdução
Nosso
interesse é demonstrar se a “Inteligência Emocional”, é mais
um modismo ou um contribuição
efetiva à gestão empresarial.
Para que
pudéssemos demonstrar, usamos várias referências como
revistar, livros e sites na Internet.
Queremos
demonstrar da forma mais simples possível, o que é
inteligência emocional e qual a verdade sobre seu uso.
Inteligência Emocional é mais um modismo ou é uma
contribuição efetiva à gestão empresarial?
O que é inteligência emocional?
Não existe uma definição para inteligência
emocional, mas podemos dizer que está relacionada a
habilidades tais como motivar-se
a si mesmo e persistir em face a frustrações; controlar
impulsos, canalizando emoções para situações apropriadas;
praticar gratificação prorrogada; motivar pessoas,
ajudando-as a liberarem seus melhores talentos, e conseguir
seu engajamento a objetivos de interesses comuns.
Segundo Daniel Goleman, pai do termo
Inteligência Emocional, mais importante do que ter
um Q.I. elevado, é saber
controlar as suas próprias emoções, e deixando assim de lado
a tese de que a capacidade intelectual é um fator
fundamental para o sucesso, seja ele profissional ou
acadêmico. Seria algo como: o mundo ganharia mais
pessoas equilibradas e medianas do que com gênios
neuróticos. Goleman quer provar que o controle emocional de
uma pessoa é que vai determinar sua inteligência.
Para que
chegue a esse nível seria preciso trabalhar o emocional,
algo precisa ser feito desde a infância. A relação família
educação que a criança recebe na escola são fundamentais na
busca desse controle. Importante também que a criança tenha
uma infância tranqüila e bem estimulada e levar em conta as
aptidões individuais de cada um. É nesse ponto que
relacionam os conceitos de inteligência
múltipla e emocionais.
Há quem é contra as teorias de Goleman, um
deles é o doutor em Psicologia Escolar Fernando Becker.
Segundo ele Goleman desenterra conceitos amplamente
criticados e faz uma grande salada para vender. Diz também
que Goleman faz uma sinfonia das velharias da psicologia,
junta tendências antagônicas, os ignorando os confrontos
entre elas, não em nome de teoria cientifica, no ponto de
vista cientifico é uma obra equivocada.
Os
conceitos antagônicos são testes de Q.I., e faz entender que
inteligência é aquilo que o teste de Q.I. mede, sendo que
uma das primeiras coisas que Piaget (educador suíço,
1896-1980), fez foi afirmar, que testes de Q.I. não
permitiam pesquisa consistente sobre o desenvolvimento da
mente. Os testes de Q.I. provem de uma concepção de que o
ser humano tem dimensões afetivas e cognitivas inatas que se
mantém por toda vida como um software básico. E quando
Goleman fala de aprendizagem, resgata outra velharia que é o
Behaviorismo, que diz que os processos de
aprendizagem se dão por repetição, o que é condenada pelos
psicólogos não só por ser inocula, mas prejudicial.
Becker diz que não sabe de onde as pessoas
tiram que as relações humanas pode ser um mar de rosas
sempre. Segundo ele isso não existe, pelo contrário, os
ambientes onde os diálogos são francos muitas vezes ásperos,
são muito mais saudáveis. Não existe camuflagem.
O livro de Goleman mostra ao leigo que a
inteligência emocional é importante para ter sucesso na
vida, o que é uma perspectiva utilitarista, segundo Becker,
porque inteligência emocional é saber coordenar a vida em
integração com uma determinada sociedade. O máximo da
inteligência emocional é colocar como objetivo o bem-estar
coletivo. Quando se trata do julgamento moral na criança,
Piaget coloca a autonomia como o máximo do desenvolvimento.
É um salto de qualidade na visão de indivíduo e de
sociedade. Goleman pega o conceito e reduz para: “Você
pode se dar bem mesmo que todo mundo se rale”.
Conclusão
A Inteligência Emocional,
é a combinação de emoção, razão e cérebro, e conforme
demonstrado chegamos a definição de que a
Inteligência Emocional é uma contribuição
efetiva à gestão empresarial.
Uma pessoa que está de bem consigo mesma,
pode render muito mais a uma empresa do que uma pessoa que
traz todos os seus problemas para a empresa, fazendo com que
sua produção caia, e conseqüentemente atrapalhando a todos
os outros que trabalhem com essa pessoa. Então,
trabalhando-se essa inteligência, a pessoa iria canalizar as
emoções para os momentos apropriados, ela aprenderia a lidar
com sua emoções e deixar a razão
acima de tudo isso.
Para que se possa estimular deve ser feito um
projeto de ajuda para a interação entre o meio físico e
social, ou seja, estimulando desde de pequeno, na escola, em
casa, na rua, etc.
Poderia se dizer que a Inteligência Emocional,
poderia ser um modismo, pois é uma coisa nova, e que
em nosso ponto de vista deveria ser introduzida no mercado
de trabalho.