Filo Echinodermata
1. INTRODUÇÃO.
O filo Echinodermata é constituído por cerca
de 7.000 espécies distribuídas em seis classes: Crinoidea,
Asteroidea, Ophiuroidea, Echinoidea, Holothuroidea e
Concentricycloidea.
O nome do grupo é derivado de duas palavras
gregas: echinos, que significa ouriço, e derma, que
significa pele, e se refere às projeções em forma de
espinhos ou tubérculos presentes na superfície do corpo.
2. CARACTERÍSTICAS.
Trata-se de um grupo muito antigo,
filogeneticamente relacionado aos Chordata. Há indícios de
um longo histórico pré-cambriano, pois parecem ter sido
comuns em alguns habitats já no início do Cambriano, há
cerca de 600 milhões de anos. É deste período que datam os
primeiros registros fósseis do filo, baseados nos restos de
um animal pequeno, bentônico, bilateralmente simétrico e que
provavelmente se alimentava de material em suspensão na água
do mar.
Deste ancestral primitivo, teriam se
originado dois outros grupos, hoje extintos: os carpóides e
os helicoplacóides, estes últimos, precursores das formas
atuais.
As classes de Echinodermata divergiram
evolutivamente ainda no Pré-Cambriano, sendo que as atuais
surgiram no início do Paleozóico, há cerca de 550-450
milhões de anos. O registro fóssil do grupo conta atualmente
com cerca de 16 classes e mais de 13.000 espécies extintas.
Todos os representantes do filo são de vida
livre, sendo raras as espécies comensais. Em geral, os sexos
são separados, sem dimorfismo sexual externo, com exceção
dos Concentricycloidea, que apresentam, inclusive, órgão
copulatório. Algumas espécies passam por um estádio larval
planctônico, enquanto outras são vivíparas. Apesar de raro
entre os Echinodermata, o hermafroditismo tem sido relatado
em algumas espécies.
O alto poder de regeneração dos integrantes
deste filo confere a algumas espécies a capacidade de se
reproduzir assexuadamente por fissão, um processo de divisão
do corpo que resulta em novos indivíduos completos e
funcionais.
3. HABITAT.
Embora a grande maioria das espécies seja
marinha, algumas toleram a água salobra. Podem ser
encontradas em todos os oceanos, latitudes e profundidades,
da zona entremarés às regiões abissais, sendo mais
abundantes na região tropical do que nas águas polares.
São predominantemente bentônicos, ocupando
diversos tipos de substrato. Umas poucas espécies de
holotúrias, porém, são pelágicas. Tendem a apresentar
distribuição agregada, sendo encontradas em altas
densidades. Em locais onde as condições são favoráveis, o
substrato pode ficar totalmente coberto por ouriços-do-mar,
ofiuróides ou estrelas-do-mar. Constituem o grupo mais
abundante de animais dos fundos marinhos, chegando a compor
90% da biomassa total nas regiões abissais.
Muitos são adaptados para se fixar a
substratos rochosos, enquanto outros vivem em substratos
lodosos, arenosos, em madeira submersa ou em epibiose.
4. ORGANIZAÇÃO ESTRUTURAL.
A estrutura corporal dos equinodermas
baseia-se na existência do sistema ambulacrário. Tomando
como exemplo a estrela-do-mar, a face do corpo voltada para
o solo ou outro substrato é a face oral; a oposta é a face
aboral, onde está o ânus e a placa madrepórica. Essa placa é
perfurada e permite a entrada de água do mar, que preenche
todo o sistema. Pelo canal madrepórico, a água alcança o
canal circular, onde existem dilatações chamadas vesículas
de Poli. Dessas vesículas, saem cinco canais radiais, que se
dirigem para os braços.
Ao longo desses canais radiais, há centenas
de pequenas bolsas, chamadas ampolas, de onde partem os pés
ambulacrários. As contrações da ampola forçam a água para
dentro do pé ambulacrário, que então se distende e
projeta-se para fora do corpo através de pequenos orifícios
do esqueleto. Quando a ampola relaxa, o pé correspondente
contrai e expulsa a água do seu interior, retraindo-se.
A contração e a retração contínuas e
coordenadas dos pés ambulacrários permitem que a
estrela-do-mar se locomova e use os pés com pequenas
ventosas, podendo capturar alimentos, fixar-se a um
substrato, abrir conchas de moluscos, etc.
5. SISTEMA DIGESTIVO E NUTRIÇÃO.
É completo. Os ouriços-do-mar possuem, na
boca, uma estrutura raspadora chamada
lanterna-de-Aristóteles. As estrelas-do-mar são capazes de
everter o seu estômato, introduzindo-o no interior de
conchas de moluscos, digeridos ainda vivos.
6. SISTEMA CIRCULATÓRIO E EXCRETOR.
Ausente ou é rudimentar, e a distribuição de
materiais faz-se através da cavidade celomática. A excreção
é feita diretamente através da água que ocupa o sistema
ambulacrário, não havendo nenhuma outra estrutura excretora
especializada.
7. SISTEMA NERVOSO.
Formado por nervo anelar ao redor da faringe
e nervos radiais, é rudimentar e não apresenta cefalização.
Há células táteis e olfativas em toda a superfície do corpo.
As estrelas-do-mar possuem células fotorreceptoras nas
extremidades dos braços.
8. SISTEMA RESPIRATÓRIO.
Ocorre por difusão, entre a água do mar e a
que ocupa o sistema ambulacrário. Nos pepinos-do-mar, há uma
série de filamentos ao redor da boca, pelos quais passa o
líquido celomático, que funcionam como brânquias. Não há
pigmentos transportadores de oxigênio. Os ouriços-do-mar
possuem brânquias dérmicas, análogas às brânquias periorais
dos pepinos-do-mar e também ocupadas por líquido celomático.
Entre as brânquias dérmicas e os numerosos
espinhos, os ouriços-do-mar possuem apêndices chamados
pedicelárias, dotados de pinças nas extremidades e
empregados na limpeza de detritos que se depositam no corpo.
Em algumas espécies, essas pedicelárias inoculam veneno.
9. SISTEMA ESQUELÉTICO.
O endoesqueleto é constituído por placas
calcárias, distribuídas em cinco zonas ambulacrais
alternadas com cinco zonas interambulacrais. As zonas
ambulacrais possuem numerosos orifícios, por onde se
projetam os pés ambulacrais, estruturas relacionadas com a
locomoção. Na face dorsal do esqueleto há uma placa central
ou disco (onde se abre o ânus), rodeada por cinco placas,
cada uma com um orifício genital. Uma dessas placas exibe,
além do orifício genital, numerosos poros ligados ao sistema
ambulacral: trata-se da placa madrepórica. Assentados sobre
as placas estão os espinhos, dotados de mobilidade graças
aos músculos presentes em sua base. Entre os espinhos,
pequenas estruturas com a extremidade em forma de pinça, as
pedicelárias, constituídas por dois ou três artículos, com
funções de defesa e limpeza da superfície corporal.
O esqueleto é interno (endoesqueleto
mesodermal), recoberto pela epiderme. O esqueleto é formado
por placas calcárias fixas ou articuladas (móveis). As
placas podem ter espinhos (daí o nome do filo) que se movem
por meio de músculos e ainda pedicelárias que fazem à
limpeza e defesa do corpo.
10. SISTEMA REPRODUTOR.
Na reprodução sexuada os animais são dióicos
e de fecundação externa. Nos ouriços-do-mar a larva é
equinoplúteus, enquanto nas estrelas-do-mar as larvas são
bipinária e braquiolária. São animais muito usados para
estudos do desenvolvimento embrionário e partenogênese.

A regeneração é muito intensa. Na
estrela-do-mar, além de regenerar os braços, se dividida em
várias partes, cada parte dará um novo indivíduo e podemos
então falar em reprodução assexuada. Os pepinos-do-mar,
quando perseguidos, podem eliminar parte de suas vísceras e
depois regenerá-las.
O desenvolvimento é indireto, com passagem
por estágios larvais, como as larvas plúteo e bipinária,
todas de vida livre e nadantes.
Por serem móveis, as larvas representam a
principal forma de dispersão desses animais, podendo
deslocar-se dos ancestrais e ocuparem locais afastados
deles.
11. SISTEMA AMBULACRAL - RESPIRAÇÃO,
LOCOMOÇÃO E CIRCULAÇÃO.
É uma exclusividade dos equinodermatas. Este
sistema se acha constituído por um conjunto de canais que
delimitam espaço celomáticos no interior. Apresentam função
de: respiração, locomoção e circulação.
No sistema ambulacrário distinguimos uma
abertura parecida com uma peneira denominada placa
madrepórica ou madreporito, que fica em contato com o meio
exterior, por onde a água pode entrar. Segue-se um canal
orientado dorsoventralmente denominado canal pétreo que vai
se abrir num canal circular ao redor do aparelho digestivo;
desse canal circular saem 5 canais radiais que tomam a
direção dos braços do animal terminando nas extremidades do
mesmo.
De cada canal radial partem uma sucessão de
canais laterais formando nas extremidades os pés
ambulacrários, que se apresentam formados por um tubo
fechado nas duas extremidades, possuindo internamente uma
dilatação, a ampola, e externamente uma formação que
funciona como ventosa. Os pés ambulacrários nas
estrelas-do-mar servem para prendê-las as substrato, para
locomoção, captura e manuseio de alimentos.
A coordenação dos movimentos dos pés
ambulacrais promove o lento deslocamento desses animais
sobre os substratos marinhos.
12. CLASSE HOLOTHUROIDEA.
Os Holothuroidea são encontrados tanto em
praias rasas como em profundidades de até 10.200m. Apenas
algumas espécies da ordem Apodida são habitantes permanentes
da meiofauna. A maioria é bentônica, encontrada em fundos
não consolidados de areia e argila, mas algumas espécies
vivem em substratos constituídos por rochas, seixos,
cascalho, ou sobre animais ou vegetais. Algumas espécies de
Aspidochirotida são pelágicas.
São conhecidos popularmente como
"pepinos-do-mar"; ao contrário dos outros equinodermatas,
eles apresentam o corpo cilíndrico e alongado, com tegumento
mole abaixo do qual se acham espalhadas placas calcárias
microscópicas que funcionam como endoesqueleto. A boca é
situada numa das extremidades do corpo, e é rodeada por
tentáculos ramificados que são modificações dos pés
ambulacrários. O ânus situa na extremidade oposta.
Na parte posterior do intestino encontramos
formações características que são os hidropulmões ou árvores
respiratórias que estende para frente da cloaca. Admite-se
que exerçam funções respiratórias e excretoras.
Certas espécies de holotúrias, algumas das
quais existem no Brasil, quando molestada, eliminam pela
cloaca uma porção de filamentos brancos e viscosos (órgão de
Cuvirer) que são segregados por glândulas próximas ao ânus.
Esse comportamento representa um meio de defesa.
Nos "pepinos-do-mar" o lado dorsal é
representado por duas zonas longitudinais, enquanto que o
lado ventral apresenta três zonas longitudinais (pés
ambulacrários).
O alimento dos adultos é representado por
detritos orgânicos ou plâncton que o animal em mucos
existentes nos tentáculos.
13. CLASSE ECHINOIDEA.
Os Echinoidea se distribuem desde a região
entremarés até cerca de 4.800m de profundidade. Os ouriços
regulares vivem especialmente sobre fundos consolidados, mas
ocorrem, também, em fundos não consolidados. Já os
irregulares são típicos de fundos não consolidados,
existindo, inclusive, algumas espécies que vivem enterradas
na areia.
Reúne espécies apresentando forma hemisférica
globosa, representado pelos ouriços-do-mar, e pelas formas
discóides achatadas como a bolacha-do-mar.
Nos ouriços do mar, o corpo é formado
externamente por uma grande carapaça dividida em uma parte
central denominada roseta apical situada no dorso do animal,
e a corona que compreende o resto da carapaça.
A roseta apical é formada por numerosas
placas organizadas; distinguindo-se uma central onde se abre
o ânus do animal, e cinco placas genitais onde se abre o
orifício externo da cada gônada. Uma dessas placas; e mais
desenvolvida e constitui a placa madrepórica que corresponde
à abertura externa do sistema ambulacrário.
Por entre as placas genitais, existem 05
pequenas placas intergenitais. De cada placa da roseta
apical, parte perfeitamente delimitada que caminhando pela
corona, vai terminar na face ventral, junto à boca.
Essas áreas são divididas em dois tipos de
zonas: temos 05 zonas ambulacrais, cada partindo de uma
placa intergenital; nessas zonas se localizam os chamados
pés ambulacrários. De cada placa genital parte uma zona
inter-ambulacraia, onde se acham localizados os espinhos do
animal.
A boca dos equinóides está situada na
superfície ventral e é circundada por dentes de vértices
voltados para baixo. Estes dentes são suportados por uma
estrutura muscular complexa de cinco lados dentro da
carapaça, que é conhecida como "Lanterna de Aristóteles".
Os ouriços vivem em rochas, cavando-o as
através de um desgaste provocado por um continuo movimento
rotatório dos espinhos. Podem ainda ser encontrado no lado
das praias e no fundo do mar, alimentando-se de plantas
marinhas, matéria animal morta e matéria orgânica contida na
areia.
Os ouriços fornecem o material preferido para
experiências embriológicas, pois o desenvolvimento desses
animais podem ser facilmente acompanhados desde a forma do
ovo até a fase de larva.
14. CLASSE OPHIUROIDEA.
Os Ophiuroidea ocorrem desde as regiões
rasas, no médio e infralitoral, até as regiões abissais.
Algumas espécies vivem em regiões estuarinas. Vivem
abrigados em fendas de rochas, ou sob elas, sobre algas, ou
no interior de estruturas animais, como esponjas e tubos de
poliquetos. A maioria das espécies, entretanto, é encontrada
em areia, lodo e algas, podendo ocorrer, também, em cascalho
biodetrítico e corais.
Animais conhecidos como serpentes-do-mar,
apresentam o corpo estrelado, mas diferem dos asteróides,
por apresentarem o disco central bem diferenciado dos
braços. Estes, em numero de 05, são cilíndricos, delgados,
simples ou ramificados. Quando vivos, apresentam movimentos
serpenteantes, dai o seu nome.
Não possuem pedicelas, e seu sistema
digestivo é incompleto, faltando reto e ânus.
Os restos de alimentos, depois da absorção e
assimilação são eliminados através da própria boca porque o
intestino, sempre muito curto e rudimentar, é fechado na
extremidade posterior.
Os adultos são encontrados geralmente em
baixo de pedras e cascalho, levemente enterrados, ou dentro
de esponjas.
São carnívoros, alimentando-se de pequenos
animais marinhos como: crustáceos, vermes e restos de outros
alimentos.
15. CLASSE CRINOIDEA.
Os Crinoidea ocorrem do Ártico à Antártica, e
em todas as profundidades. As espécies não pedunculadas
vivem sobre substrato consolidado, ou são epibiontes de
antozoários e algas, por exemplo.
Já os pedunculados podem ser encontrados em
todos os tipos de substrato. Nessa classe encontramos
animais conhecidos vulgarmente como "lírios-do-mar". Possuem
o corpo caliciforme, munidos ou não de pedúnculo. As formas
pedunculadas possuem uma haste com a qual se fixam a um
suporte qualquer. No topo do pedúnculo encontram-se peças
calcárias formando o cálice no interior do qual se abrigam
às partes moles do animal. Das margens do cálice partem os
braços com numerosas ramificações laterais, chamadas pínulas
que se estende por todo o comprimento do braço. Boca e ânus
estão na superfície superior do disco, o ânus freqüentemente
em um cone elevado.
Os crinóides não pedunculados são de
movimentação livre isto é, são capazes de nadar. O alimento
é constituído principalmente de plâncton, colhidos pelos
tentáculos e dirigidos pelos cílios à boca.
Não há madreporito. A larva é denominada
Dolidaria. Essas classe é considerada a mais primitiva dos
Echinodermatas embora atualmente existem poucas espécies,
forma muito abundantes em eras geológicas remotas.
16. CLASSE ASTEROIDEA.
Os Asteroidea ocorrem em quase todas as
latitudes e profundidades, podendo ser encontrados até a
9.100m de profundidade. Ocupam uma grande variedade de
substratos, como rochas, algas, cascalho, sedimento arenoso
ou recifes de coral. Ocorrem, também, em ambientes
caracterizados por um alto estresse ambiental, como poças de
maré, o limite superior da região entremarés e praias e
costões sujeitos a um alto hidrodinamismo.
Enquadram nessa classe, os animais conhecidos
como estrelas-do-mar. Geralmente possuem 05 braços, mas
existem algumas espécies com um número maior, porém, sempre
múltiplo de cinco.

No dorso distingue-se uma parte central
denominada disco, do qual partem cinco prolongamentos
idênticos denominados braços. Mais ou menos no centro do
disco e ainda na superfície dorsal, aparece o ânus, e na sua
proximidade distinguimos o madreporito que constitui a
abertura externa do sistema ambulacrário.
A superfície do disco e braços é densamente
revestida por pequenos espinhos e irregularmente
distribuída; apenas na linha mediana dos braços aparecem
espinhos disposto em fileiras longitudinais.
Entre os espinhos encontram-se as pápulas
(com função de respiração e excreção) e, as pedicelas que
são formações constituídas por duas lâminas que se dispõe
como pinças móveis que mantém a superfície do corpo livre de
detritos e pode auxiliar na captura de pequenos organismos.
Na extremidade de cada braços, encontra-se um
tentáculo com função sensitiva. Na face ventral, abre-se a
boca colocada no centro do disco, de onde partem 05 sulcos
denominados canais ambulacrários que tomam a mesma direção
dos braços. Lateralmente a estes canais, ocorrem numerosos
pés ambulacrário.
A fecundação na estrela-do-mar é externa. Os
adultos são carnívoros, alimentando-se principalmente de
crustáceos, verme tubícolas e moluscos, causando nesse caso,
grandes danos à ostreicultura.
Sua capacidade de regeneração é bastante
grande, podendo um fragmento de braço produzir um novo
indivíduo completo.
17. CLASSE CONCENTRICYCLOIDEA.
A classe Concentricycloidea, descrita em
1986, ainda é pouco conhecida. Os primeiros espécimes foram
descobertos no início da década de 80, em madeira submersa,
entre 1.058 e 1.208m de profundidade, ao largo da Nova
Zelândia, e a cerca de 2.000m de profundidade ao largo da
Ilha Andros, no Caribe (Rowe et al., 1991). Aparentemente, a
distribuição é cosmopolita, ligada à madeira submersa
encharcada, o único hábitat onde foram encontradas as duas
espécies descritas até o momento.
18. BIBLIOGRAFIA.
Biologia Programa Completo.
Autor: Sergio Linhares.
Editora: Ática.
Edição: 18 / 1999.
Biologia - Série Brasil Vol. Único.
Autor: Fernando Gewandsznajder e Sergio
Linhares.
Editora: Ática.
Edição: 1 / 2003.
Biologia Atual - Seres Vivos.
Autor: Wilson Roberto e Paulino.
Editora: Ática.
Edição: 1996.
Biologia Vol. Único.
Autor: Demetrio Gowdak.
Editora: Ftd.