Como ser um bom
executivo?
Com o processo de
globalização mundial, a informatização e reengenharia das
empresas, cada vez mais um grande número de pessoas está
sentindo a necessidade de ter uma segunda atividade
econômica, pois já não há empregos seguros e nem mesmo
negócios próprios tradicionais 100% isentos dos perigos das
mudanças da economia.
A tecnologia está mudando
os sistemas de distribuição em todo o mundo, e cada vez mais
as pessoas se sentem inclinadas a recusarem fórmulas cheias
de atravessadores que só encarecem os produtos.
É dentro desta realidade
que as vendas diretas tem apresentado uma explosão de
crescimento em todo o mundo, por oferecer uma oportunidade
de negócios, com baixo investimento, horário flexível e sem
limite de fronteiras. No Brasil este é um mercado que
movimenta US$ 4,04 bilhões.
E sabe o que é melhor? Este
é um mercado cheio de revendedores e pequenos distribuidores
independentes, mas com uma vastidão de espaço para pessoas
de visão empreendedora que querem na verdade supervisionar
grandes equipes aproveitando-se de sua formação escolar e
profissional para alavancar grandes rendas.
No Brasil a figura do dono
se confunde com a função de executivo. Seja pelo porte da
empresa, seja porque o controle é familiar, ou mesmo pelas
características de evolução e crescimento, a maioria das
empresas nacionais são administradas por seus principais
acionistas.
Tal situação gera uma série
de inconvenientes na administração das empresas, pois a
visão e objetivos do dono muitas vezes são conflitantes com
o cotidiano das empresas, que é condicionado pelas
exigências do mercado, entre as quais destacaríamos os
desejos do cliente, a agressividade da concorrência, as
normas e leis e, ultimamente, o capital externo.
Esse conflito de interesses
sempre existiu, mas estava camuflado por um artifício único
no mundo dos negócios, só existente no Brasil. Estamos nos
referindo à famigerada correção monetária que, aliada ao
mercado fechado e protecionista, garantia às nossas empresas
a ilusão de que competir para sobreviver seria uma
necessidade das empresas de além-mar.
Nesse cenário, que durou
cerca de trinta anos, as questões do dia-a-dia foram sempre
postergadas em relação às questões financeiras de curto
prazo, necessárias para garantir os lucros não operacionais.
Ou seja, as empresas viviam da ciranda financeira e se
exigiam pouco em relação à ações gerenciais comuns no
exterior, tais como identificar a satisfação do cliente,
desenvolver a capacitação técnica dos funcionários, melhorar
a qualidade dos produtos ( fossem bens ou serviços) e
administrar os custos visando reduzi-los sempre.
Hoje, tudo mudou. Não vale
mais "fazer o preço" em função dos custos e o cliente que
pague a diferença. Agora, o mercado dita o preço e a empresa
que quiser sobreviver tem que evoluir. Nesse momento, o
conflito surge na sua forma mais avassaladora, tendo como
principal característica a "falta de":
-
falta de planejamento e
controles;
-
falta de informações;
-
falta de estratégia;
-
falta de processo
decisório;
-
falta de tecnologia;
-
falta de métodos;
-
falta de gerenciamento
em todos os níveis.
Enfim falta de tudo que
permita à empresa se tornar competitiva. Para piorar, as
empresas foram administradas durante anos pelas mesmas
pessoas, que entendem a necessidade de mudar mas não sabem
como. Algumas desistem e saem de cena. Outras procuram ajuda
na família, buscando entre seus membros, aquele cujo perfil
técnico possa contribuir para a virada. Outras mais
contratam profissionais para ajudá-las a comandar. Todas,
porém, não modificam a forma de comandar. O resultado tem
sido sempre o mesmo: a venda da organização em situação
desfavorável.
A solução passa pela
profissionalização da organização. Ou seja, o papel do
acionista é traçar diretrizes e exigir resultados, tomando o
cuidado de ter como base de análise e avaliação, dados e
fatos trazidos por quem entende. A partir daí, a
responsabilidade pelo sucesso deve ser atribuída a
profissionais, isto é por pessoas que são reconhecidamente
competentes para entender as diretrizes, planejar as metas
necessárias e alcançar os resultados exigidos. E aí não
importa se é da família ou não, pois o requisito é a
competência adquirida e confirmada.
Porém, como se agiria nas
pequenas e médias empresas, onde executivo e dono se
confundem, por força dos limites de recursos? Simples.
Implantando método de gestão empresarial que possibilite a
separação dos papéis em questão.
Afinal, hoje existem
somente dois modelos de administração testados no mercado,
ou sejam o do dono e a Gestão pela Qualidade Total.
SIGA SUA NATUREZA: SEJA
EXECUTIVO
Este texto é um depoimento
de um executivo bem sucedido:
Tenho alguns amigos que
prezo muito e que sempre me dizem sem o menor preconceito :"
nasci mesmo é para ser empregado! Não tem coisa melhor ! Só
faço o que me mandam e tiro férias todo ano. Saio do
trabalho às 6 da noite e não penso em mais nada até às 8 da
manhã do dia seguinte, sem contar o sabadão e domingão
inteirinhos dedicados à cervejinha, "farofada" e pescaria.
Tenho família, casa própria, plano de saúde completo e me
aposento com salário integral daqui a 18 anos. O que é que
eu posso mais querer da vida?". Com toda certeza a maioria
deles fala a verdade e é realmente feliz. Isso é bom para
eles e para o Brasil, que também precisa de gente assim.
Invejo, no bom sentido,
esses cidadãos. Assim como eu, devem existir milhares de
pessoas, sempre inquietas e que nunca se adaptariam às
rotinas de trabalho diárias de uma empresa comum. E por isso
estão sempre criando, ou pelo menos tentando criar, novas
formas de vencer na vida. É especialmente para essas pessoas
que hoje dirijo as minhas palavras...
As mais recentes pesquisas
desenvolvidas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ) em
escolas de nível superior revelam que um número cada vez
maior de alunos (cerca de 40%) pretende abrir os seus
próprios negócios após se formarem.
Aleluia! Pelo menos algumas
pessoas já estão mudando a sua mentalidade e voltando-se
para a idéia de que pequenos empreendimentos geram empregos,
distribuem riquezas, criam divisas, incrementam a economia
formal, aumentam o PIB, eliminam as injustiças sociais e,
por fim, transformam todo um país.
Sou o maior incentivador da
criação de novas empresas e frentes de trabalho, porém faço
sempre a seguinte advertência: ser empresário,
principalmente no Brasil, não é um "mar de rosas" e, para se
obter sucesso, dentre outros requisitos, necessita-se de um
apurado senso de oportunismo, um incessante trabalho de
preparação, uma vontade férrea de vencer, alguns
conhecimentos básicos de administração e, é claro, a
conivência da "Dona Sorte", que não podemos dispensar nem
quando vamos atravessar a rua. Quando ela resolve juntar a
"oportunidade" com a "preparação", as coisas sempre dão
certo nas nossas vidas.
Foi-se o tempo em que eram
aceitas as justificativas de receosos dizendo que estavam
esperando o país melhorar e que aquela não era uma boa hora
para iniciarem seus negócios. "Desculpa de Amarelão" !
Balela! Quem assim pensava com certeza não mudou de opinião.
O Brasil, sim. É outro. Como era de se esperar, possui novas
oportunidades e, consequentemente, apresenta-se com novos
problemas.
Basta encarar desta forma:
não se pretende incentivar a venda de botinas num lugar onde
todos andem calçados e usem sapatos italianos. Parecerá um
problema, mas é pura oportunidade. Que tal procurar um lugar
onde as pessoas necessitem dessas botinas e costumem andar
descalças ? Solução ! As pessoas precisam entender que
oportunidades existem aos montes, esperando serem
descobertas e exploradas. Observem que nada tem a ver com
conjuntura política ou econômica e sim com o fato de se
colocar em prática uma idéia aparentemente boa. Toda ação
gera uma reação. E, nesse caso, poderá ser a sua empresa!
Quando digo ser difícil
montar negócios (...e mantê-los por pelo menos 1 ano !)
refiro-me não à falta de oportunidades e sim ao caminhão de
exigências solicitadas pelo fisco desde a abertura até o
funcionamento da empresa, culminando com o emaranhado de
leis que resulta em alta carga tributária e só faz afugentar
aquele pretendente a executivo.
Neste ponto, concordo que o
Governo poderia dar mais apoio, criando leis que de fato
favorecessem o surgimento de pequenas empresas e novos
negócios. Se aprovado o novo Estatuto da Pequena e
Microempresa que tramita no Congresso, as coisas hão de
melhorar. Enquanto não é aprovado, é agir com o que se tem
em mãos!
Contudo, antes disso, como
consultor, posso dar algumas dicas, do ponto de vista
psicológico, que serão úteis no planejamento e na formação
da sua empresa.
Para tanto, dividiria o
processo de constituição empresarial em 5 fases distintas:
Germinação, Estudo, Estruturação, Ensaio e Manutenção.
Na Germinação,
ocorrem os "insights", as idéias e os caminhos por onde
deverão ser exploradas as oportunidades. É aquela fase em
que se pensa em mil coisas a fazer simultaneamente,
chegando-se a acordar de madrugada para anotar a enésima
idéia naquele caderninho da cabeceira. Embora difícil, o bom
é que se consiga, pelo bom senso, intuição e viabilidade de
conclusão, filtrar no máximo três idéias, a princípio, a
partir das quais serão feitos os estudos, para enfim
definir-se o negócio. A grande quantidade de objetivos tende
a enfraquecer as ações, daí a necessidade de se chegar a um
único objetivo (negócio) o quanto antes, e trabalhá-lo com
afinco.
O Estudo, como o
próprio nome diz, sugere que sejam feitas pesquisas de
mercado, para se saber o grau de aceitação da sua idéia pelo
público, qual será seu público-alvo e também quais as suas
chances de ser competitivo, no caso de já haver
concorrência. NUNCA abra um negócio sem antes fazer
essa pesquisa. Acredite, 95 % dos casos de negócios mal
sucedidos foram abertos porque seus sócios só tinham ouvido
falar do ramo ou achavam que seria uma boa oportunidade, ou
só queriam ver, no escuro e sem óculos infra-vermelho, no
que ia dar. E viram: entraram para a estatística dos
insucessos empresariais. Existem empresas que fazem essas
pesquisas de mercado. Caso não possa pagar, não lamente,
faça você mesmo. Algum dado haverá de ser melhor que nenhum!
Esta é também uma boa fase para se reconhecer que a idéia
não é boa e partir logo para outra. O trauma é quase
inexistente e evita-se perder mais tempo e dinheiro.
Se você chegou até a
Estruturação é porque o seu negócio é esse mesmo. Então
parta logo para a escolha do local onde se estabelecerá o
empreendimento. (Não serve qualquer lugar, ou a sua própria
casa. Quem define isso é a Prefeitura local, permitindo ou
não o seu negócio no lugar que escolheu. Daí ser a escolha
da sede o primeiro passo prático na abertura da sua
empresa.). Depois de escolhida a sede, é momento de fazer
algumas contas e verificar quanto será necessário para
montar a estrutura básica do negócio. Telefone, energia
elétrica, mesa, cadeira, fax, computador, salário de
empregados, consultoria contábil, aluguel, condomínio,
enfim, tudo que será custo na criação e manutenção da sua
nova empresa. O valor total apurado deverá ser,
aproximadamente, o necessário como Capital Inicial do seu
ramo de negócio nas proporções que escolheu.
Na fase de Ensaio,
preferencialmente com a ajuda de um profissional (contador),
você deverá familiarizar-se ao máximo com o negócio
escolhido e projetado. Isso funciona mais ou menos assim:
simula-se o funcionamento do seu negócio de várias formas
diferentes, indo da condição mais pessimista à mais
otimista, criando, com isso, curvas de estudo que lhe
possibilitarão "conhecer" melhor as possíveis reações da sua
empresa, em relação aos mais diversos estímulos recebidos.
Tudo isso ainda em laboratório, evitando possíveis e
desastrosas surpresas na vida real. Ainda nesta fase,
devem-se saber todos os tipos de tributos e encargos sociais
a que estará sujeito, a forma de tributação, as alíquotas,
as bases de cálculo e as formas possíveis de se amenizar o
impacto tributário. É também importante conhecer o "Break-point",
ou ponto de equilíbrio, que seria o limite mínimo de venda
de mercadorias ou serviços exigido de forma a não se ter
prejuízo. Tem gente que até hoje não sabe o quanto sua
empresa precisa faturar para pagar as contas no fim do mês,
ou se está dando lucro ou prejuízo. Essa é a forma mais
amadorística e arriscada de se ter o próprio negócio. É como
dirigir numa estrada escura com os faróis apontados para
trás. Você só sabe que passou num buraco porque o carro
balançou e você confirmou olhando pelo retrovisor. A
Falência é só uma questão de tamanho do buraco. Assim, nada
se pode fazer como planejamento. É péssimo!
Chegando à fase da
Manutenção, você já está suficientemente treinado a
lidar com a sua própria empresa e só precisará agora de um
treinamento na área administrativa (consulte seu contador, e
ele terá prazer em treiná-lo). São noções básicas que vão do
conhecimento de documentos de caixa (notas fiscais, recibos,
cópia-cheque, extratos, faturas, duplicatas, guias, etc...)
até o preenchimento simplificado de um boletim de caixa para
controle interno gerencial. Esse pequeno, porém
imprescindível aprendizado dará uma noção aos futuros
empreendedores de como é o funcionamento de uma empresa,
suas implicações e conseqüências. Isso evitará problemas
futuros e fará com que você, empreendedor, não fique
inteiramente nas mãos de terceiros, podendo opinar e até
ajudar na resolução de pequenos problemas, comuns no
dia-a-dia de todo executivo.
Quando sua empresa estiver
em pleno funcionamento, verá que o lado bom de ser dono é
saborear a indescritível sensação de trabalhar e construir
algo inteiramente para você, e ser o único responsável pelos
sucessos ou fracassos apresentados. É ter sempre uma nova
chance, implantando idéias criativas (numa estatal ou grande
empresa demorariam meses para serem aprovadas) que poderão
ser a diferença no lucro ou no prejuízo. É, acima de tudo,
um exercício de responsabilidade e humanidade, ao saber
estar lidando com a vida de pessoas e suas famílias que, a
partir de então, são dependentes do negócio gerenciado por
você.
Fecha-se o ciclo básico da
economia de um país. Agora, você como empresário poderá ter
de trabalhar até as dez da noite de segunda a segunda e só
tirar férias a cada 10 anos. Vai ficar muitas vezes sem
dormir, pensando em quanto terá de vender para pagar aos
funcionários e enfrentar as altas taxas de juros daquele
empréstimo que fez para ampliar sua sede. Mesmo assim,
estará feliz e realizado, tanto quanto aquele seu empregado
que já começa a segunda-feira, sorridente, queimado de sol e
contando mentira de pescador. Faz parte da vida. A única
diferença é a natureza de cada um.
O EMPRESÁRIO DEVE PRESERVAR
A VOCAÇÃO
Terminou o ciclo das
enormes facilidades de ganho rápido do &ldquoEldorado
financeiro&rdquo em que as empresas aplicavam no mercado de
capitais todos os recursos disponíveis, em detrimento dos
necessários investimentos no próprio negócio. Com a relativa
estabilidade econômica, a rentabilidade das aplicações
financeiras não é mais tão compensadora e também
reduziram-se as margens de lucro na atividade produtiva, que
devem agora ser estabelecidas com muito critério, tendo em
conta a constante ameaça da concorrência e a postura do novo
e exigente consumidor de valorizar ao máximo o dinheiro que
tem na mão. Tanto os novos quanto o executivo de um negócio
de 30 ou 50 anos devem questionar a própria gestão &ndash se
tem alcançado os melhores resultados, se os processos não se
tornaram, velozmente, antiquados &ndash e até o seu negócio
&ndash, se continua viável em presença de novas condições de
mercado, de modernização e abertura da economia, enfim, se o
custo-benefício compensa os esforços despendidos.
QUESTIONAR-SE SEMPRE
Os executivos não podem
acomodar-se em seu segmento, questionando-se, com
freqüência, se ele ainda continua atraente e lucrativo ou se
devem partir em busca de outro nicho de mercado. Caso
contrário, a exemplo de muitas, sua empresa simplesmente
desaparecerá... Nenhuma aventura empresarial, hoje, tem
possibilidades de sobreviver. Ele precisa conhecer, em
profundidade, o nível de aceitação (ou recusa) de seu
produto no mercado, se oferece boa margem relativa de
rentabilidade e quais as condições de sobrevivência em
função das competições interna e externa. Avaliar se os
concorrentes já fizeram racionalização dos processos,
elevando a produtividade, e saber quem são eles; como está a
sua política de mercado, se oferece um bom serviço ao
cliente, se o produto por si só é suficiente para interessar
os consumidores e justificar a compra.
O executivo tem de
questionar sempre , e automaticamente , a empresa. Por
exemplo: se as tecnologias que estão chegando vão eliminar
seu produto, ou se ele é ótimo, necessitando apenas de
alguma melhora tecnológica ou de automatização do processo.&rdquo
NÃO ESQUECER O QUE É SER
EMPRESÁRIO
Facilidades geram comodismo
e fraqueza, na falsa certeza de que tal situação nunca terá
fim. Este é comportamento próprio da natureza humana. Quando
sobrevêm as dificuldades e os obstáculos, o indivíduo
sente-se desamparado, inseguro, sem saber como agir. Assim
acontece também com o executivo. A facilidade das
remarcações de preços , permitindo-lhe &lsquoganhar quanto
quiser&rsquo , e as distorções inflacionárias fizeram-no
esquecer o que é ser executivo, isto é, aquele que é,
fundamentalmente, responsável pelo bom funcionamento da
empresa, não obstante todos os riscos e problemas que, com
certeza, enfrentará. Devido conviver diuturnamente com os
riscos, e principalmente vencê-los ,sua justa e legítima
remuneração é o lucro. Em outras palavras, ser executivo é
dispor-se a, permanentemente e com determinação, correr
riscos sem nenhum temor, ser impulsionado por uma força
interior a concretizar idéias e planos que concebeu.&rdquo
INDIVIDUALISMO E OMISSÃO
Devem ser completamente
esquecidos esses tempos de &lsquofacilidades&rsquo que
também se refletiram na fraca ou quase nenhuma capacidade de
união e de mobilização, mesmo em favor de pleitos
importantes para a categoria, na falta de arrojo, afastando
o executivo das entidades representativas, preferindo a
omissão, o cômodo individualismo e, por exemplo, os fins de
semana de lazer na chácara ou no sítio... Trata-se de
comportamento oposto ao demonstrado pelos empresários dos &lsquoTigres
Asiáticos&rsquo e exaustivamente comprovado pelo sucesso em
abocanhar mercados, incluindo o nosso. Também notava que, há
cinco ou seis anos, as entidades das classes empresariais só
a muito custo conseguiam interessar os associados na
participação nas reuniões. Hoje, felizmente, está havendo a
reversão dessa situação: as reuniões na sede central ou na
nossa Distrital da Mooca são muito concorridas,
caracterizando-se pela alta objetividade, revelando
satisfatório nível de aglutinação.
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Deixe
seu mal humor em casa |
Existem dias que a
gente acorda com mal humor, não querendo ser agradável
com ninguém.
Mas para quem trabalha lidando diariamente com o
público ,isso é imperdoável.
Afinal, ninguém tem nada a ver com seus problemas.
Problemas, problemas. Negócios à parte.
Você já parou para pensar se a sua cara ou expressão é
ideal para o tipo de trabalho que exerce,
principalmente se você for um vendedor, uma
recepcionista, um chefe,etc...
Para você meu amigo, que já foi mal humorado alguma
vez em seu trabalho aqui vão algumas dicas:
-
Atenda bem o
cliente, esse simples gesto é uma arma poderosa para
a realização de bons negócios;
-
Crie um clima de
respeitabilidade e credibilidade;
-
Seja educado e
sorria.
De acordo com o provérbio chinês:
"Quem não sabe sorrir
não deve abrir uma loja."
Com certeza seus
negócios agradecerão após essa mudança de atitude.
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