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Matérias :: Diversos
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Autoria:
Márcia Regina
Conationi |
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Gastronomia
A descoberta do fogo num
passado remoto permitiu, entre outras coisas, que o ser
humano realizasse pela primeira vez uma transformação
sistemática dos alimentos, que antes ingeria crus. O fogo
facilitou a digestibilidade dos alimentos e possibilitou que
se diversificasse seu preparo. A criatividade humana fez
surgir progressivamente uma infinidade de comidas
diferentes, tanto que cada povo, nação, cultura e até
religião tem seus pratos próprios.
A gastronomia ou arte
culinária compreende todos os métodos, técnicas e processos
utilizados para preparar, transformar e temperar os
alimentos que a natureza oferece, e para apresentá-los de
maneira que constituam um prazer para o paladar, além de
agradar aos olhos e ter aroma apetecível.
Matérias-primas e
elaboração. As matérias-primas ou alimentos, que constituem
o ponto de partida da arte culinária, provêm dos reinos
mineral, vegetal e animal. Ao primeiro pertencem a água e o
sal. Do reino vegetal incluem-se principalmente as
hortaliças, legumes, cereais, diversos tipos de semente,
frutos secos, frutas, especiarias, vinagres, óleos, açúcar,
chocolate, baunilha etc. Os vegetais servem de base também
para bebidas alcoólicas, sucos, refrescos, café, chá e
outras infusões. Os produtos animais compreendem carnes,
peixes, mariscos (crustáceos e moluscos), leite e derivados
(manteiga e queijo), ovos, mel, miúdos (rins, moela, fígado
etc.).
A cocção dos alimentos
promove uma transformação nas proteínas, gorduras e
açúcares, que em estado cru são, em geral, difíceis de
digerir, em substâncias mais facilmente assimiláveis pelo
organismo e mais saborosas. Os alimentos podem ser cozidos
em água, imersos no líquido, ou de forma indireta, segundo o
processo conhecido como banho-maria; em óleo ou outras
gorduras, cuja quantidade faz com que assuma a forma de
fritura (cocção intensa a alta temperatura), refogado
(fritura suave) ou grelhado (com pouca gordura); em calor
seco, em grelhas ou fornos (assados); ou ao vapor.
Dos cereais moídos obtêm-se
as farinhas, ingrediente básico, entre outros, de pães,
massas e bolos. Os preparados líquidos ou pastosos dão lugar
a caldos, sopas, consomês, purês, cremes e molhos. Estes
últimos são utilizados para temperar sobretudo carnes,
peixes e massas. Entre os molhos mais conhecidos estão a
maionese (elaborada com gemas de ovo, azeite e limão) e suas
variações (molho tártaro, molho rosê); o bechamel, ou molho
branco, preparado com farinha tostada dissolvida em leite; o
molho de tomate, próprio para acompanhar massas; o molho à
campanha, para temperar churrasco, etc.
Os legumes e verduras se
consomem tanto crus como cozidos. Quando frios, constituem
saladas, temperadas com azeite, sal e vinagre, geralmente
servidas como primeiro prato ou entrada. Refogadas, servem
como acompanhamento quente a carnes e peixes. No Ocidente,
carnes, aves, peixes e frutos do mar são servidos assados,
grelhados, cozidos, fritos ou empanados.
Também importantes na
gastronomia são as bebidas, servidas como aperitivos, como
acompanhamento de pratos ou digestivos; os condimentos ou
temperos, que realçam o sabor dos pratos; e as sobremesas,
que podem constituir-se de frutas in natura ou preparadas,
doces, bolos e sorvetes.
Pratos nacionais. Em função
das matérias-primas disponíveis em cada lugar, dos gostos e
preferências de seus habitantes e mesmo do clima, da
temperatura e de muitos outros fatores, existe uma imensa
variedade de pratos e preparados culinários originais e
típicos de um país ou região, alguns mundialmente
conhecidos.
Entre os países europeus, a
França se destaca pela variedade e qualidade de sua cozinha.
Além de pratos de carne e aves, apresenta uma enorme
diversidade de queijos e vinhos, molhos, cremes e doces
requintados (como o célebre marrom-glacê, de castanhas
confeitadas).
A Itália é notável por suas
massas (espaguete, lasanha, pizza), vinhos e sorvetes, entre
outros produtos. O Reino Unido destaca-se pelos assados
(rosbife) e doces, como o plumcake (bolo com passas) e os
pudins. A Espanha possui uma rica e variada cozinha
regional, que abarca a paella valenciana, a escudella i carn
d'olla catalã, o cozido castelhano, o bacalhau ao pil pil
biscainho e o gaspacho andaluz.
Outros pratos típicos de
diversos países europeus são o Labskaus (guisado de carne
bovina) e Sauerkraut (chucrute) na Alemanha; a fondue suíça,
que consiste em queijo gruyère derretido com temperos; o
Rijsttafel (guisado de carne e peixe com legumes e arroz)
holandês; a Gansesuppe (sopa de ganso) austríaca; os
kalvekyllinger (rolinhos de vitela ao forno) na Suécia e o
roket fisk (peixe defumado com creme ou nata) da Noruega.
Destacam-se também o barszcz (caldo de carne e legumes com
creme ou nata) da Polônia; o caviar (ovas de esturjão), a
koulebiaka (pastel de peixe) e os pirojki (pasteizinhos de
carne e peixe) russos.
Do norte do continente
africano são apreciados internacionalmente o cuscuz de
carneiro (Tunísia), de carne de vaca (Argélia) e de frango
(Marrocos). Na África central consome-se galinha, carneiro,
animais selvagens e mesmo formigas, no Congo. Na África do
Sul a cozinha adotou hábitos do colonizador holandês e
britânico, com tempero de influência indiana.
A Ásia apresenta três
cozinhas importantes. A do Japão possui variadíssimos
pratos, como o sashimi (peixe cru marinado em limão) e o
sushi (arroz cozido envolvido em alga); temperos como o
molho de soja e a raiz-forte; e bebidas como o vinho de
arroz, ou saquê. Na cozinha indiana predominam os vegetais e
nela as especiarias desempenham papel importantíssimo: o
curry (caril) é internacionalmente conhecido, assim como o
chutney, conserva de frutas ao vinagre. A cozinha chinesa
está entre as mais variadas do mundo, com dezenas de
receitas para preparar pato, peixe, porco e frango. Entre os
vegetais, emprega com abundância o arroz, brotos de bambu e
de feijão, cogumelos, gengibre, castanhas, amêndoas, alho
etc.
Não existe uma cozinha
nacional nos Estados Unidos. Pratos de preparo rápido, como
o frango frito e o hambúrguer, são consumidos em todo o país
e se popularizaram no exterior. Cada região americana,
porém, possui pratos característicos, como a espessa sopa de
amêijoa da Nova Inglaterra ou o gumbo (sopa de quiabo) da
Louisiana. A variada cozinha mexicana inclui, entre muitos
outros, pratos como o mole (um molho com chocolate que se
serve sobre frango e outras carnes brancas), o peixe à
veracruzana (com molho de tomate, cebola e pimenta) e os
tradicionais tacos, sopes, gorditas e chalupas, que utilizam
a tortilha de milho em várias formas. No Chile é tradicional
o charquicán (guisado com carne-seca e verduras) e
apreciadíssimos os frutos do mar. Na Argentina, o churrasco
de carne bovina é o prato mais apreciado.
Cozinha brasileira. A
gastronomia brasileira é variada, devido à extensão
territorial e à formação étnica, basicamente indígena,
africana e portuguesa, com influências das correntes
migratórias, na região litorânea, e hispano-americanas, nas
fronteiras.
A culinária amazônica ou
nortista, de influência indígena, utiliza os peixes de água
doce da bacia local, como pirarucu, tucunaré e tambaqui.
Característicos dessa área são o pato ao tucupi, refogados e
sopas de carne de tartaruga, casquinhas de muçuã, feijão de
coco, caldeirada de peixe, tacacá e refresco de açaí.
No Nordeste a marca
africana é profunda, sobretudo na Bahia, em pratos como
vatapá, caruru, efó, acarajé e bobó, com largo uso de
azeite-de-dendê, leite de coco e pimenta. São ainda dessa
região a carne-de-sol, o feijão-de-corda, o arroz-de-cuxá,
as frigideiras de peixe e a carne-seca com abóbora, sempre
acompanhados de muita farinha de mandioca.
No Sudeste a culinária é
tradicionalmente portuguesa, com os acréscimos das correntes
migratórias italiana, japonesa e árabe. Destacam-se o cuscuz
paulista, o feijão-tropeiro, o pernil à mineira, o leitão à
pururuca e as moquecas capixabas. A feijoada carioca, de
origem negra, é o mais tipicamente brasileiro dos pratos. Na
cozinha dos estados do Sul influi a proximidade com
argentinos e uruguaios e as migrações alemã, italiana e
polonesa: predominam os churrascos, os assados de charque, o
arroz-de-carreteiro, o caldo de camarão catarinense e o
barreado paranaense. As bebidas prediletas são o vinho e o
chimarrão.
No Centro-Oeste predominam
os peixes de água doce, como dourado e pacu, e as caças,
como costeletas de caititu, perdizes e codornas assadas e
jacaré frito. Há ainda em Goiás o arroz de pequi, a
guariroba, espécie de palmito amargo, a galinhada e o arroz
de suã, feito com a vértebra do porco.
A doçaria do Brasil é
fundamentalmente portuguesa, com outras influências
européias, sobretudo na confeitaria. A variedade das frutas
favoreceu a fabricação de compotas e licores. O café é a
bebida nacional por excelência, ao lado da cachaça
(aguardente da cana-de-açúcar) e da cerveja.
Gastronomia
A descoberta do fogo num
passado remoto permitiu, entre outras coisas, que o ser
humano realizasse pela primeira vez uma transformação
sistemática dos alimentos, que antes ingeria crus. O fogo
facilitou a digestibilidade dos alimentos e possibilitou que
se diversificasse seu preparo. A criatividade humana fez
surgir progressivamente uma infinidade de comidas
diferentes, tanto que cada povo, nação, cultura e até
religião tem seus pratos próprios.
A gastronomia ou arte
culinária compreende todos os métodos, técnicas e processos
utilizados para preparar, transformar e temperar os
alimentos que a natureza oferece, e para apresentá-los de
maneira que constituam um prazer para o paladar, além de
agradar aos olhos e ter aroma apetecível.
Matérias-primas e
elaboração. As matérias-primas ou alimentos, que constituem
o ponto de partida da arte culinária, provêm dos reinos
mineral, vegetal e animal. Ao primeiro pertencem a água e o
sal. Do reino vegetal incluem-se principalmente as
hortaliças, legumes, cereais, diversos tipos de semente,
frutos secos, frutas, especiarias, vinagres, óleos, açúcar,
chocolate, baunilha etc. Os vegetais servem de base também
para bebidas alcoólicas, sucos, refrescos, café, chá e
outras infusões. Os produtos animais compreendem carnes,
peixes, mariscos (crustáceos e moluscos), leite e derivados
(manteiga e queijo), ovos, mel, miúdos (rins, moela, fígado
etc.).
A cocção dos alimentos
promove uma transformação nas proteínas, gorduras e
açúcares, que em estado cru são, em geral, difíceis de
digerir, em substâncias mais facilmente assimiláveis pelo
organismo e mais saborosas. Os alimentos podem ser cozidos
em água, imersos no líquido, ou de forma indireta, segundo o
processo conhecido como banho-maria; em óleo ou outras
gorduras, cuja quantidade faz com que assuma a forma de
fritura (cocção intensa a alta temperatura), refogado
(fritura suave) ou grelhado (com pouca gordura); em calor
seco, em grelhas ou fornos (assados); ou ao vapor.
Dos cereais moídos obtêm-se
as farinhas, ingrediente básico, entre outros, de pães,
massas e bolos. Os preparados líquidos ou pastosos dão lugar
a caldos, sopas, consomês, purês, cremes e molhos. Estes
últimos são utilizados para temperar sobretudo carnes,
peixes e massas. Entre os molhos mais conhecidos estão a
maionese (elaborada com gemas de ovo, azeite e limão) e suas
variações (molho tártaro, molho rosê); o bechamel, ou molho
branco, preparado com farinha tostada dissolvida em leite; o
molho de tomate, próprio para acompanhar massas; o molho à
campanha, para temperar churrasco, etc.
Os legumes e verduras se
consomem tanto crus como cozidos. Quando frios, constituem
saladas, temperadas com azeite, sal e vinagre, geralmente
servidas como primeiro prato ou entrada. Refogadas, servem
como acompanhamento quente a carnes e peixes. No Ocidente,
carnes, aves, peixes e frutos do mar são servidos assados,
grelhados, cozidos, fritos ou empanados.
Também importantes na
gastronomia são as bebidas, servidas como aperitivos, como
acompanhamento de pratos ou digestivos; os condimentos ou
temperos, que realçam o sabor dos pratos; e as sobremesas,
que podem constituir-se de frutas in natura ou preparadas,
doces, bolos e sorvetes.
Pratos nacionais. Em função
das matérias-primas disponíveis em cada lugar, dos gostos e
preferências de seus habitantes e mesmo do clima, da
temperatura e de muitos outros fatores, existe uma imensa
variedade de pratos e preparados culinários originais e
típicos de um país ou região, alguns mundialmente
conhecidos.
Entre os países europeus, a
França se destaca pela variedade e qualidade de sua cozinha.
Além de pratos de carne e aves, apresenta uma enorme
diversidade de queijos e vinhos, molhos, cremes e doces
requintados (como o célebre marrom-glacê, de castanhas
confeitadas).
A Itália é notável por suas
massas (espaguete, lasanha, pizza), vinhos e sorvetes, entre
outros produtos. O Reino Unido destaca-se pelos assados
(rosbife) e doces, como o plumcake (bolo com passas) e os
pudins. A Espanha possui uma rica e variada cozinha
regional, que abarca a paella valenciana, a escudella i carn
d'olla catalã, o cozido castelhano, o bacalhau ao pil pil
biscainho e o gaspacho andaluz.
Outros pratos típicos de
diversos países europeus são o Labskaus (guisado de carne
bovina) e Sauerkraut (chucrute) na Alemanha; a fondue suíça,
que consiste em queijo gruyère derretido com temperos; o
Rijsttafel (guisado de carne e peixe com legumes e arroz)
holandês; a Gansesuppe (sopa de ganso) austríaca; os
kalvekyllinger (rolinhos de vitela ao forno) na Suécia e o
roket fisk (peixe defumado com creme ou nata) da Noruega.
Destacam-se também o barszcz (caldo de carne e legumes com
creme ou nata) da Polônia; o caviar (ovas de esturjão), a
koulebiaka (pastel de peixe) e os pirojki (pasteizinhos de
carne e peixe) russos.
Do norte do continente
africano são apreciados internacionalmente o cuscuz de
carneiro (Tunísia), de carne de vaca (Argélia) e de frango
(Marrocos). Na África central consome-se galinha, carneiro,
animais selvagens e mesmo formigas, no Congo. Na África do
Sul a cozinha adotou hábitos do colonizador holandês e
britânico, com tempero de influência indiana.
A Ásia apresenta três
cozinhas importantes. A do Japão possui variadíssimos
pratos, como o sashimi (peixe cru marinado em limão) e o
sushi (arroz cozido envolvido em alga); temperos como o
molho de soja e a raiz-forte; e bebidas como o vinho de
arroz, ou saquê. Na cozinha indiana predominam os vegetais e
nela as especiarias desempenham papel importantíssimo: o
curry (caril) é internacionalmente conhecido, assim como o
chutney, conserva de frutas ao vinagre. A cozinha chinesa
está entre as mais variadas do mundo, com dezenas de
receitas para preparar pato, peixe, porco e frango. Entre os
vegetais, emprega com abundância o arroz, brotos de bambu e
de feijão, cogumelos, gengibre, castanhas, amêndoas, alho
etc.
Não existe uma cozinha
nacional nos Estados Unidos. Pratos de preparo rápido, como
o frango frito e o hambúrguer, são consumidos em todo o país
e se popularizaram no exterior. Cada região americana,
porém, possui pratos característicos, como a espessa sopa de
amêijoa da Nova Inglaterra ou o gumbo (sopa de quiabo) da
Louisiana. A variada cozinha mexicana inclui, entre muitos
outros, pratos como o mole (um molho com chocolate que se
serve sobre frango e outras carnes brancas), o peixe à
veracruzana (com molho de tomate, cebola e pimenta) e os
tradicionais tacos, sopes, gorditas e chalupas, que utilizam
a tortilha de milho em várias formas. No Chile é tradicional
o charquicán (guisado com carne-seca e verduras) e
apreciadíssimos os frutos do mar. Na Argentina, o churrasco
de carne bovina é o prato mais apreciado.
Cozinha brasileira. A
gastronomia brasileira é variada, devido à extensão
territorial e à formação étnica, basicamente indígena,
africana e portuguesa, com influências das correntes
migratórias, na região litorânea, e hispano-americanas, nas
fronteiras.
A culinária amazônica ou
nortista, de influência indígena, utiliza os peixes de água
doce da bacia local, como pirarucu, tucunaré e tambaqui.
Característicos dessa área são o pato ao tucupi, refogados e
sopas de carne de tartaruga, casquinhas de muçuã, feijão de
coco, caldeirada de peixe, tacacá e refresco de açaí.
No Nordeste a marca
africana é profunda, sobretudo na Bahia, em pratos como
vatapá, caruru, efó, acarajé e bobó, com largo uso de
azeite-de-dendê, leite de coco e pimenta. São ainda dessa
região a carne-de-sol, o feijão-de-corda, o arroz-de-cuxá,
as frigideiras de peixe e a carne-seca com abóbora, sempre
acompanhados de muita farinha de mandioca.
No Sudeste a culinária é
tradicionalmente portuguesa, com os acréscimos das correntes
migratórias italiana, japonesa e árabe. Destacam-se o cuscuz
paulista, o feijão-tropeiro, o pernil à mineira, o leitão à
pururuca e as moquecas capixabas. A feijoada carioca, de
origem negra, é o mais tipicamente brasileiro dos pratos. Na
cozinha dos estados do Sul influi a proximidade com
argentinos e uruguaios e as migrações alemã, italiana e
polonesa: predominam os churrascos, os assados de charque, o
arroz-de-carreteiro, o caldo de camarão catarinense e o
barreado paranaense. As bebidas prediletas são o vinho e o
chimarrão.
No Centro-Oeste predominam
os peixes de água doce, como dourado e pacu, e as caças,
como costeletas de caititu, perdizes e codornas assadas e
jacaré frito. Há ainda em Goiás o arroz de pequi, a
guariroba, espécie de palmito amargo, a galinhada e o arroz
de suã, feito com a vértebra do porco.
A doçaria do Brasil é
fundamentalmente portuguesa, com outras influências
européias, sobretudo na confeitaria. A variedade das frutas
favoreceu a fabricação de compotas e licores. O café é a
bebida nacional por excelência, ao lado da cachaça
(aguardente da cana-de-açúcar) e da cerveja.
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