Índia o país do Hinduísmo
Um reporte brasileiro chamado Marcelo, foi a Índia fazer uma
reportagem sobre o Hinduísmo (religião predominante da
Índia).
Marcelo não gosto muito da idéia gostaria ir para Egito
falar sobre as pirâmides.
Marcelo o que lhe vem a cabeça sobre a Índia ? O belíssimo
Taj Mahal ? Elefantes, tigres e najas ? Vacas sagradas?
Plantas exóticas como o baniano ? Faquires serpentes ?
Índia
Segundo país mais populoso do mundo, a Índia ocupa, no
entanto, um lugar modesto quanto ao seu desenvolvimento
econômico. Pertence, tipicamente, ao grupo dos países que
integram o chamado Terceiro Mundo. Sua agricultura, apesar
de absorver c. 60% da população ativa, não produz o
suficiente ao contigente populacional. A industria é
diversifica, mas desenvolvimento limitado, em parte pela
falta de recursos técnicos e de matérias primas, em parte
reduzido pelo mercado interno, condicionado pelo padrão de
vida extremamente baixo da maioria da população.
O território de Índia abrange, ao N, a cordilheira
do Himalaia; o centro vital do país situa – se na vasta
planície do rio Ganges, sob influência do clima de monções
(chuvas de junho a setembro), menos abundantes ao sul, na
região que corresponde ao interior do Decã (protegida pela
barreira dos Gates Ocidentais).
Mais de 50% da superfície do país é cultivada e a
irrigação, nas regiões de menor pluviosidade, permite uma
segunda colheita. O trigo (54Mt) é o principal produto do
médio e do alto vale do Ganges. O arroz (107.5Mt) é
produzido nas regiões mais úmidas – baixo vale do Ganges,
Bengala, costa do Decã. Esses cereais (sobre tudo o arroz)
constituem a base da alimentação da enorme população. As
grandes culturas comerciais, na maior parte herdadas do
período colonial, são amendoim (8Mt), algodão (1.5Mt), juta
(1.4Mt), tabaco e chá (650.000t, primeiro produtor mundial).
No total, a produção agrícola aumentou em 65% na década de
80, embora permaneçam problemas como a insuficiência de
mecanização e de adubos. Além disso a produção agrícola
ainda sofre grandes oscilações, em função das variações
climáticas.
A Índia possui o maior rebanho bovino do mundo (195M
de cabeças), que no entanto, não é explorado por motivos
religiosos, decorrentes da preponderância do hinduísmo (mais
de 80% da população, que também inclui pouco mais de 10%de
muçulmanos). O consumo de proteínas é oriundos da pesca (3Mt
anuais).
Os recursos naturais são relativamente abundantes
e favorecem o setor industrial: hulha, petróleo (cuja
produção crescente ainda não satisfaz a demanda) e um
pequeno volume de gás natural. O potencial hidrelétrico é
significativo, e já existem algumas centrais nucleares que
contribuem para a produção de eletricidade (a produção
global é de c. 240 bilhões de kWh). O subsolo fornece
bauxita, manganês e minério de ferro, que juntamente com o
carvão constitui a base de uma siderurgia que alimenta o
setor de metalurgia de transformação, principal ramo
industrial além do têxtil e do químico. A indústria
(incluindo o setor de mineração) emprega c. 25% da população
ativa e está orientada quase exclusivamente para a produção
de bens de consumo, tendo crescido sob os efeitos de uma
política protecionista. O relativo desenvolvimento da Índia
em certos setores econômicos está longe de resolver o grande
problema do desemprego, continuamente alimentado pela
pressão demográfico e pela própria limitação do crescimento
industrial. País essencialmente rural (com c. 700 mil
aldeias), um dos grandes problemas é insuficiência de terras
utilizáveis em relação ao número de pessoas que delas
dependem. Com o aumento da fragmentação da propriedade da
terra (apenas 20% dos camponeses possuem mais de 2ha) e do
entanto endividamento dos produtores rurais, cresce o
Êxodo para
as cidades. Estas agrupam mais de 25% da população total
(índice baixo para os padrões ocidentais), mas quase sempre
oferecem condições precárias para a maior parte de seus
habitantes (multiplicação descontrolado das favelas). Mais
de uma dezena de centros urbanos, entre os quais maiores são
de Calcutá, Bombaim, Deli e Madras, ultrapassam 1.000.000 de
habitantes.
O
comércio externo é relativamente reduzido (menos de 10% do
PIB). Os países integrantes da EU, os EUA e o Japão são os
países com os quais a Índia mantém maior intercâmbio
comercial. Os produtos indianos exportáveis são poucos e
essencialmente oriundos do setor primário: chá, algodão,
juta, couro, tecidos, etc., enquanto as importações
compreendem matérias e mesmo gêneros alimentícios.
Chegando a Índia, achou aquele lugar maravilhoso (mas é
claro tirando os miseráveis que se encontravam pedido
dinheiro) com cigarros com sabor de cravo, cangas coloridas,
roupas lindas, dançarina sensuais, um costume bem
diferente, mais muito lindo. Isso corresponde só uma coisa
o hinduísmo (religião predominante da Índia). Vamos saber
mais sobre essa religião.
Hinduísmo
Religião tradicional da Índia, que se traduz num sistema
muito complexo de divisão das diversas castas sociais.
Adotados pelos castas populares, o hinduísmo aceita como
fatos verdadeiros as origem mitológicas e ar
explicosmológica que constituem os seus ensinamentos, o que
não sucede com o bramanismo. Este que é uma forma mais
requintada do hinduísmo, apenas aceita mitológicos como
fundamento de determinadas verdades espirituais. A origem do
hinduísmo se encontra num sincretismo da religião védica,
trazida para a Índia há mais de 3 mil anos, por povos cuja
origem é incerta, e crenças já existentes nesse país. Os
Vedas constituem os livros sagrados de a religião védica. O
Rig Veda é o livro sagrado dos sacerdotes hindus, o primeiro
e o mais importante de todos os textos sagrados.
Os hinduísmo prega a existência de um número
imenso de deuses embora considere Brama, o primeiro “grande
deus”, de onde provêm outros milhares de deuses. Quando a
origem dos seres e do próprio Brama, segundo o ensinamento
do hinduísmo, chegado aos tempos modernos apenas através de
fragmentos de livros sagrados, havia antes o mundo, submerso
na escuridão e um perceptível, sem atributo, sem poder ser
descoberto pelo raciocínio nem revelados, e como que
entregue inteiramente ao sono. Então o “Senhor” existente
por si mesmo e que não está ao alcance dos sentidos externos
dissipou as escuridão, ou aquele que só o espírito pode
percebe, que não tem partes visíveis, eterno alma, de todos
os deres, desprendeu seu próprio esplendor, e daí fez
emanar de sua substância as diversas criaturas;
-
produziu primeiro as águas e depositou nelas um germe. “O
germe se tornou ovo, na qual o mesmo ser supremo nasceu sob
a forma de Brama”e após “haver permanecido nesse ovo de
Brama, o senhor, unicamente por obra de seu pensamento,
separou esse ovo em duas partes”. Tais são as palavras do
primeiro grande Manu, autor dos Vedas legislado supremo
chamado shet, filho natural do primeiro homem e da primeira
mulher. Os Vedas apresentam relatos semelhantes aso
existentes na Bíblia. Além de Brama, existem Siva e Vishnu,
os quais foram a trindade de hindu ou Trimurti.
No hinduísmo a natureza dos deuses é muito
variável, isto é determinado deus pode ser hoje bondoso ou
favorável, em outra circunstância, violenta e cruel. Vishnu
é tido como “conservador” e Siva como destruidor, podendo
ambos tomar formas de frentes, nobres, formosas ou
terríveis. Em relação aos animais, as crenças hinduista são
complexas na consideração de seu caráter sagrado. Umas,
utilizando – nos para sacrifícios, outras, consideram suas
vidas intocáveis, as vacas, sem exceção, das diferentes
seitas, são tidas como sagradas, não podem ser mortas nem
comidas até o começo deste século, alguns ramos do hinduísmo
dinda ofereciam aos deuses sacrifício humanos.
Durante o ano, multidão de peregrinos visitam o
Ganges, que é o rio sagrado de religião hinduístas, banhando
– se nas suas águas: a semelhança do budismo, o hinduísmo
acredita na reencarnação: a alma pode passar de um ser para
outro aperfeiçoando –se, ou melhor, aquele que praticou boas
ações renascer após a morte noutra forma superior, ou terá
em caso contrário, que renascer inúmeros vezes para alcançar
a Moksha que é uma espécie de libertação das novas
reencarnação, porque nascer outra vez é ter outro
sofrimento.
Viver é sofrer -, e deixar de viver é alcançar a
paz eterna do Nirvana. Nesse contínuo renascer para muitos
hinduístas, há uma lei fatal, a leido Karma (destino). O
hinduísmo admite estátuas, algumas delas providas de muitos
membros, para indicar o poder dos deuses. A crença popular
as tem como representa verdadeiras. Para os hindus mais
cultos os deuses não podem ser representada. Por último, o
hinduísmo é uma religião de castas ou classe perfeitamente
definidas. Os sacerdotes védicos ou brâmanes, a fim de
conservarem o poder, dizem – se os mais virtuosos,
merecedores de culto semelhante aso deuses. Constituem a
casta superior. A seguir, vem a casta dos guerreiros os
xátrias, depois a dos comerciantes e agricultores – são os
vaisjas, e finalmente, as castas mais baixas a dos sudras e
dos pátrias (haviwans), considerado impuros e obrigados por
toda a vida servirem as castas superiores. A eles está
afetoo trabalho braçal modernamente, existem duas castas: a
dos brâmanes, ou casta dominante, e a, dos sudras,
representado as castas menores, mas a modernização econômica
do país tende a extingui – las.
A diferença fundamental entre casta e classe
social está em que aquela é fechada e está aberta. Pode – se
passar de classe social para outra, o que não acontece com o
regime de casta, onde o indivíduo nasce, casa e morre
obrigatoriamente na mesma casta.
Obs.:
hindus devotos banham – se nas águas sagradas do Ganges. O
festivas tem lugar em Haridwar, a cada seis anos.
Marcelo perguntou para o guia o que é sistema de castas ?
O
guia respondeu para o Marcelo. Na era védica, a classe a que
uma pessoa pertencia tornou – se um dado muito importante.
Essas classes foram a base do sistema de castas, que ainda
hoje existe. As três classe mais altas eram a dos sacerdotes
(os brâmanes), a dos guerreiros e nobres (os xátrias) e a
dos mercadores (os vaixiás). Uma quarta classe, a dos sudras,
era formada dos povos não arais que viviam nas regiões
invadidas pelo árias. Os sudras eram, em geral lavradores O
Rig Veda contém um relato de como sistema de casta foi por
Purusha, um ser cósmico: os brâmanes saíram de sua boca, os
xátrias de seus braços, os vaixiás de suas coxas, e os
sudras de seus pés
Marcelo que casta você pertence
O
guia respondeu eu sou do Paquistão, estou morando aqui na
Índia porque me apaixonei por esse lugar.
Cheguei em um rio e vi milhares de pessoa tomando banho
pensei que fosse uma diversão todos nadando, velhos, novos,
tinha a gente até lavando roupa e perguntei para o guia o
que isso ?
O
guia responde, aquele rio é um lugar sagrado, esse evento
acontece cada seis anos!, Marcelo perguntou mas o que há de
tão especial para todos ficaram contente ?
O guia respondeu novamente calma deixe eu termina de falar,
o rio é sagrado é todos hindus acreditam que as águas do
rios espanta os males espíritos, por isso todos se banho
contente é felizes.
Marcelo
fala para o guia, o hinduísmo é uma religião que acredita
em vário deuses, me fale um pouco desses deuses ?
O
guia responde, você é católico acredita em vários deuses ,
pronto a semelhança para por ai, nos acreditamos em vários
deuses, mas as forças deles vem da natureza !
A
extensão da crenças e da prática assim abrangida é muito
grande pois, vai desde cultos das deusas da aldeias, como o
de Manasa, que protege contra as cobras (Durga), até os dos
gurus modernos, como sai Baba, e as doutrinas filósofos
clássico como Shankara. Falou o guia.
Marcelo pergunta para o guia, eu gostaria de saber o que é O
Rig Veda?
O
guia responde O Rig Veda é umas das principais fontes de
informação ária é uma coletânea de 1.028 hinos que se chama
Rig Veda. Esse hinos eram recitados pelo sacerdotes durante
e outras cerimônias.
Alguns deles eram dirigidos a deuses específicos. Também
havia hinos de batalha, observações e diálogos. Os árias
falavam sânscrito e transmitiam os hinos oralmente. Para
produzir efeito, um hino precisava ser recitado de forma
absolutamente perfeita. Só depois de muitos séculos ‘q que
esse hinos forma registrados por escrito. O Rig Veda ainda é
um dos textos mais sagrados do hinduísmo, e seus hinos são
cantados em casamento e funerais.
Marcelo fala para o guia dá para você cantar um hino ?
Lógico disse o guia e começou a cantar,.
NANDA
DULAL YADU NANDA DULAL
VRINDAVANA GOVINDA GOPAL
RHADA –
MADHAVA DINA DAYAL
VRINDAVANA GOVINDA GOPAL
Marcelo e aquele deus do fogo é verdade, porque dizem que é
uma lenda, como ele se chama.
O
guia respondeu esse deus do fogo é verdade, Agni, o deus
ária do fogo sagrado essencial a muitos rituais religiosos
árias.
Acreditava – se que ele ligasse a terra ao Céu, levando os
sacrifícios das pessoas até os deuses.
Eu sempre tive curiosidade o que era a religião ária disse o
Marcelo ?
O
guia respondeu e disse. Os árias muitas divindades, em
especial as relacionados com a natureza. Seu deus mais
importantes era Indra, senhor do céu, da chuva, do trovão e
da guerra.
Outros deuses importantes eram Varuna, o controlador do
Universo; Surya, o deus – sol; Agni, o deus do fogo; e Yama,
o deus da morte. Para ganhar as graças dos deuses, os árias
lhes ofereciam sacrifícios, muitas vezes de animais. Essas
oferendas eram colocadas num fogo sagrado, que deveria leva
– las aos deuses. Os sacerdotes que conduziam os sacrifícios
e rituais estavam entre os membros mais importantes da
sociedade ária.
A
mescla de idéias das religiões dos árias e do vale do Indo
acabou dando origem ao hinduísmo.
Já era a noite, o guia cansado falou para o Marcelo, amanhã
o senhor continua a reportagem. Marcelo tudo bem.
Marcelo deitou na cama e pensou até dormir.
Bem cedo o guia vai até o quarto do Marcelo, chama – lo
para, tomar café, em quanto toma café pensa o roteiro do
dia.
O
guia por onde podemos começar o senhor que decide.
O
Marcelo gostaria de saber sobre os povos de antigamente.
O
guia fala, eu não tenho certeza mas acredita – se que
duzentos ou quatrocentos mil anos atrás, havia ali dois
grupos distintos de povos, que falavam línguas diferentes, e
usavam ferramentas de pedra lascada e polida.
A
esse período seguiu a grande civilização do Indo, que
começou em 3.000 a.C. e durante quatro mil anos. Muitas
etnias, tribos e grupos diferentes vivem hoje na Índia.
Diversos povos tribais, como os najas das servas do nordeste
indiano, têm suas próprias reservas.
Marcelo ficou impressionado, nossa essa religião é muito
velha, fala para o guia então foi que influenciou bastante
para essa religião se espalhar muito rápido.
Marcelo um dos melhores repórteres, do Brasil, já viajou
pelo mundo inteiro, fez muitas reportagem, mas nunca foi a
Índia só conhecia de nome nunca imaginou que uma religião
como essa seria tão fascinante.
O
guia perguntou você está bem Marcelo ?
Disse estou, só estava pensando um pouco !
O
Marcelo nunca estive num lugar tão maravilhoso e de pensar
que eu não gostaria de estar aqui, essa religião só conhecia
de nome mas quando você sabe pouco mais quer sabe de tudo.
O
guia já estava morrendo de fome e falou para o Marcelo que
tal almoçarmos. Marcelo concordou.
Então vamos ao restaurante disse o guia. Estava no caminho
do restaurante quando viu um Faquires de serpentes ficou,
espantado porque pensava isso só existissem em cinemas ficou
com medo mas passou, porque tanta curiosidade de ver que
até esqueceu.
O
guia com tanta fome falou vamos longo senhor estou com muita
fome!
Depois do almoço, com a pança cheia os dois foram a uma rua,
lá viu duas lindas dançarinas, mas que roupas lindas, que
danças sensual, que perfume, disse o Marcelo.
Marcelo perguntou para o guia, e o santuário Kailasa
bramânico em Elora ?
Guia responde esse santuário não fica muito longe do
Aurangabad (Maharashtra), a aldeia de Elora é um dos
importantes locais artísticos da Índia. Foi entre os séculos
V e IX que 34 santuários rupestres aí foram escavados. O
budismo de inspiração mahaiânica está representando pelas
cavernas mais antigas (n.º 1 a 12), escavadas ao sul do
sítio e com frente para o norte. As mais célebres são: a nº
10, dita Visvakarma, a n.º 11, dita (dorib Thab, e a n.º 12,
dita Tin Thal. O conjunto bramânico, um pouco mais recente,
se estende ao centro pôr aproximadamente 2km, e compreende
17 cavernas abertas para oeste sendo as mais destacadas a
n.º 14, Ravana Ka Khai, a n.º 15 dita Das Avatara, a n.º 21,
dita Ramesvara, a n.º 29, Dumar Len, e sobretudo a n.º 16,
dita Kailasa. No extremo norte do sítios, as 5 cavernas
jainistas, mais tardias, abrem – se para a face sul,
especialmente a n.º 3, Chota Kailasa (Pequena Kailasa), a
n.º 32, Indra Sabha, e a n.º 33, Jaganat Sabha.
Acredita – se que a escavação da Kailasa tenha sido
realizada no reinado (756 773) de Krisham I, soberano da
dinastia Rastrakuta. Inteiramente talhada na rocha vulcânica
em dois andares penhasco, é um complexo religioso consagrado
a Shinva, com suas dependência e seu templo principal. Este
admirável monólito retomou o plano já clássico no estilo
palavra, com seus órgãos essenciais: gopura, pátio,
ardhamandapa (pórtico), mandapa e garbhagrha, ou cela. O
santuário principal, do tipo vimana, eleva – se a 33 m de
altura. Na cela, um linda colossal personifica Shiva.
Verdadeiro ponto alto de arte rupestre da Índia, o Kailasa é
uma obra – prima de equilíbrio e dinamismo, em que
arquitetura participa da escultura. Concebido como o monte
cósmico, coroado de lótus, como o centro do universo,
residência de Shinva e de Parvati, sua esposa, o monumento
corresponde à cosmologia divina dos textos religiosos. Esse
últimos são ilustrado pôr notáveis relevos que também
traduzem, com ritmo e entusiasmo, o poder divino.
Marcelo , essa civilização antiga, mais existe outro templo
disse o guia.
Marcelo falou para o guia, me fale então desse templo.
O
guia calma primeiro vou falar como ele foi construido.
O
guia falou, esse templo se chama Taj Mahal.
Marcelo já ouvi falar nesse nome, acho que foi em alguma
reportagem.
O
guia disse esse templo é o mais importante da Índia.
Tudo começou quando Shah Jahan reinou de 1627 a 1658. É mais
lembrado pêlos grandiosos edifícios que construi, como o
Forte Vermelho de Delhi, o Forte de Agra e, naturalmente, o
Taj Mahal. O Taj Mahal foi construído para servir se
mausoléu a Mumtaz Mahal, ou “Favorito do Palácio”, uma das
mulheres de Shah Jahan, que a desposara em 1612. Com a morte
de Mumtaz em 1631, depois do nascimento de seu décimo
quarto filho, Shah Jahan ficou desolado e permaneceu de luto
pôr dois anos.
Deixou para os filhos a tarefa de guerrear e se dedicou a
sua paixão pela arquitetura. Também adorava jóias e
brilhantes. Seu trono era o fabuloso “Trono Pavão”. O toldo
sobre o trono era sustentado por doze colunas de esmeraldas;
no alto de cada coluna havia dois pavões, que por sua vez,
ladeavam uma árvore incrustada de rubis, pérolas e
diamantes.
Em 1658, Shar Jahan adoeceu. Seu terceiro filho, Aurangzeb,
matou os irmãos mais velhos, prendeu o pai no Forte Agra e
se declarou imperador.
Shah Jahan morreu em 1666.
Marcelo falou, nossa que história fabulosa, por isso o filho
matou pai, mas então ele ficou com o Taj Mahal.
O
guia calma Marcelo vou falar mais um pouco sobre Taj Mahal.
O
Taj Mahal fica na margem oeste do rio Yamuna, perto de Agra.
Shar Jahan convocou arquitetos e artesãos de todo o império
Mogol, e também do exterior, para que construíssem esse
mausoléu a Mumtaz. Vários projetos foram submetidos ao
imperador e fez – se uma maquete de cada um deles. O projeto
definitivo foi provavelmente uma mistura de todas essas
idéias e das de Shah Jahan. As obras se iniciaram em 1632 e
levaram cerca de vinte anos para se construindo. O Taj Mahal
é construído de mármore branco e, originalmente, tinha
decoração de pedras preciosas. Em seu interior, ficam as
tumbas de Mumtaz Mahal e Shah Jahan. Segundo a lenda, o
imperador pretendia erguer como seu próprio mausoléu uma
réplica do Taj Mahal em mármore negro na outra margem do
rio, mais foi aprisionado por Aurangzeb antes que pudesse
colocar esse plano em prática.
Marcelo então disse ele queria fazer uma cópia Taj Mahal
para ser seu túmulo.
Marcelo pergunta para o guia, como foi o império do
Aurangzeb ?
O
guia responde, disse que o Aurangzeb, recebeu numa bandeja a
cabeça de um dos irmãos, seus principal rivais ao trono.
Quando se tornou imperador. Aurangzeb se fez chamar Alamgir
o conquistador do mundo.
Marcelo esse Aurangzeb era muito mal é o império dele foi
com sucesso? Perguntou para o guia .
O
guia começou a falar.
No reinado de Aurangzeb, que foi último dos grão – mogóis, o
império atingiu sua maxima extensão. Mas esse reinado também
prenunciou o fim dos magóis. Aurangzeb não seguiu a política
de tolerância e igualdade religiosa DE Akbar, a sua crença
fanática no islã fez muita gente perde a confiança no
imperador. Isso resultou em várias rebeliões, incluindo as
dos siques (sirhs), dos rajputes e dos maratas Aurangzeb
tornou aplicar impostos especiais aos não – muçulmanos e
destrui muitos templos hindus, freqüentemente construindo
mesquita em seu lugar.
Aurangzeb morreu em 1707. Logo depois, Império Mogol
começou a se desintegra, enfraquecido por invasões e
disputas internas. Ainda houve imperadores até 1857, mas não
governaram de fato. Em 1858 os britânicos exilaram o último
deles que se intitulavam rei de Délhi.
Marcelo foi então que a Inglaterra tomou posse da Índia.
Disse o guia isso mesmo.
Marcelo perguntou para, o guia como foi a independência da
Índia/
O
guia respondeu, depois da Segunda Guerra Mundial, ficou
óbvio que os britânicos não poderiam justificar por muito
mais tempo sua presença na Índia. Assim, ganhou ímpeto a
campanha para que a Grã – Bretanha, desistisse da colônia.
Em 1947, o governo britânico nomeou um novo vice – rei,
lorde Mounbatten, que deveria coordenar o processo de
descolonização. Em 15 de agosto daquele ano, a Índia se
tornou uma país independente, tendo como primeiro – ministro
Jawaharlal Nehru, o maior dos seguidores de Gandhi. Mas a
liberdade teve um preço. A liga muçulmana vinha fazendo
campanha pelo estabelecimento do Paquistão, que incluiria,
entre outras regiões, uma parte do Punjab no oeste e bengala
no leste Milhões de Pessoas foram forçadas a deixar suas
casas e outros milhões foram mortos na violência que seguiu.
Gandhi também se tornou vítima rivalidade entre hindus e
muçulmanos: em janeiro de 1948, foi assassinado por hindu
que se ressenta da preocupação do Mahatma com os muçulmanos.
Nehru continuou como primeiro ministro até morrer em 1964.
A
Índia conseguiu ser uma país independente, mas com muito
problemas, analfabetismo, super população etc., disse o
Marcelo.
Como a Índia está se preparando, para o futuro perguntou
para o guia.
O
guia respondeu.
A
índia fez grandes progressos desde que se tornou
independente, em 1947. É a maior democracia do mundo,
desempenhando importante papel nos assuntos asiáticos e
mundiais como membro da Commonwealth, da Organização das
Nações Unidas (ONU) e do Movimento dos não alinhados (países
que não estavam estreitamente ligados nem aos Estados Unidos
nem a antiga União Soviética). A indústria pesada cresceu
bastante durante quase cinqüenta anos planificado econômico,
é o país e hoje um grande produtor de ferro, aço e carvão.
Seus tecidos de algodão e seda ainda são muitos procurados,
tal como têm sido há milhares de anos. A produção agriçola
aumentou rapidamente, mas a Índia ainda não consegue
produzir toda a quantidade de alimentos de que necessita.
Ela continua a ser uma país de grande contrastes, onde
coexistem o tradicional e o moderno. Há milhares de pequenas
indústria artesanais por toda a Índia, produzindo artigos de
papel machê entalhos de madeira, ornamentos de bronze
batique, etc.
Um dos principais problemas enfrentados pela Índia e o
crescimento demográfico: já tem mais de 950 milhões de
habitantes. Isso exige demais dos recursos do país, e o
governo também encontra muita dificuldades para fazer frente
expansão populacional nas cidades. Por tudo isso, as pessoas
estão sendo encorajadas a Ter menos filhos. Aliás, há um
projeto de lei no Parlamento que limita a no máximo dois
numero de filhos dos deputados, para dar o exemplo!
Por outro lado, a Índia e o Paquistão ainda disputam a
Caxemira, um dos antigos principados do tempo do Raj, e em
diversos lugares da Índia tem havido violentos confrontos
entre hindus e muçulmanos. Muitos siques querem criar seu
próprio Estado independente, o Calistão, no Punjab. Em 1984,
a primeira – ministra Indira Gandhi (ilha de Nehru) foi
mostra por seus próprios seguranças siques. Seu filho e
sucessor, Rajiv Gandhi, também acabou assassinado.
Marcelo terminou a sua reportagem, na Índia, é foi direto
para o Brasil. Seis meses depois ganhou o prêmio da melhor
reportagem do ano.
Marcelo escreveu um livro Índia Hinduístas, vendeu milhares
de exemplares.
Voltou para Índia e lá se casou com uma indiana, hoje já é
aposentado, defende a paz entre Paquistão e Índia na
Caxemira.