PODER INVISÍVEL,
GUERRA FINANCEIRA E PAZ GLOBAL
A REVOLUÇÃO DA VIDA
O MAIOR ESCÂNDALO FINANCEIRO E POLÍTICO DA
HISTÓRIA
PODE TRANSFORMAR-SE NA MELHOR OPORTUNIDADE DE MELHORAR
A SITUAÇÃO DE TODOS OS POVOS.
Neste
final de século toda a humanidade poderia estar usufruindo
de bem estar e vida digna. A tecnologia atual e aquela que
pode ser desenvolvida a curto prazo, podem transformar a
Terra em um paraíso. Todavia, “os donos deste mundo” pessoas
extremamente ávidas e poderosas, desprovidas de
solidariedade social, impedem que isto aconteça.
Este
artigo revela fatos muito graves, difíceis de acreditar.
Mas, creio chegado o momento de revelar a todos os cidadãos
do mundo os vergonhosos acontecimentos financeiros e
políticos aqui relatados para que se possa reorganizar de
imediato as finanças, a economia, a política e a cidadania
global, não mais pelos marionetes dos megafinancistas
(burocratas, banqueiros e governantes de nações) mas por
seres humanos sábios, fraternos e eficazes, por empresários
e por representantes das associações produtivas e
educacionais.
É
imprescindível, para melhoria e engrandecimento da sociedade
humana que ao redor de 20.000 pessoas sejam afastadas do
poder político, econômico e financeiro! E que outras 200,
incrivelmente ricas e poderosas sejam obrigadas a reorientar
suas atividades e riquezas para o bem estar de toda a
humanidade. Isto pode e deve ser feito sem armas e sem
sangue.
Para agir com objetividade e eficácia, precisamos perceber
como e quanto nossas mentes estão escravizadas por falsos
valores e como foram manipuladas pela massificação e
robotização que caracteriza o comportamento da maioria dos
cidadãos norte-americanos. Precisamos minimizar o consumismo
do supérfluo, e terminar de vez com o nacionalismo tribal e
com o sectarismo fanático. Precisamos entender que o
moralmente inaceitável é um prática diária dos mais
poderosos e que a megaespeculação financeira, a manipulação
dogmática e as falsidades ideológicas transformaram nossos
irmãos em nossos inimigos, por conseqüência, em inimigos de
si mesmos. Esta declaração, neste momento difícil da
história é feita em louvor de tantos que foram levados a
morrer em tantas lutas inglórias.
Há
milhares de anos que as doenças culturais dos povos
disseminam preconceitos, fanatismos, carências e violências.
A história da humanidade é a história da força das armas e
da manipulação, religiosa e ideológica. É uma história onde
predominam a loucura, a avidez e a crueldade. A conquista de
territórios, os nacionalismos, as ideologias e os
sectarismos justificaram a Inquisição, o Colonialismo, a
Escravidão, a Primeira e a Segunda Guerra Mundial. A
história humana é uma história de guerras que registra nossa
incrível capacidade de cometer, justificar e abençoar as
piores atrocidades físicas e morais.
Eis a
última que supera todas: a partir de 1973, frente a
possibilidade de transformar a Guerra Fria em um holocausto
global; um pequeno grupo anglo-americano de pessoas que se
julgam donos do poder mundial reorientaram sua estratégia
imperialista concentrando-se no condicionamento cultural dos
povos, na conquista de novos mercados e no acumulo de
capital transnacional. De lá até o presente, criou-se uma
distância abismal entre os fenômenos econômicos e os
fenômenos financeiros.
Em
surdina, lentamente, a partir de 1975, foi iniciada a
Terceira Guerra Mundial. Uma guerra financeira que logo de
início, foi acelerada pela Crise do Petróleo
convenientemente provocada para justificar atividades
emergenciais favoráveis à segurança nacional dos USA e da
Europa. Alem das tradicionais atividades de estimulo à
desunião entre os povos, como decorrência de um plano de
conquista sem o desgaste das guerras declaradas - que
poderiam provocar o cataclismo nuclear - foram emitidos a
partir de 1975, dezenas de bilhões de dólares sem o registro
convencional no Fed. Federal Reserve Banco Central dos USA e
sem o conhecimento do Congresso dos USA; para fins políticos
visando a realização de planos estratégicos e políticos que
assegurassem a supremacia norte-americana e européia e
esvaziassem a influência da URSS.
Os maiores
beneficiados com este poder, que decorre de gerenciar estas
atividades nada ortodoxas, foram os dirigentes das
organizações de inteligência, investigações e espionagem dos
USA, da Inglaterra, da Suíça, de Israel e da África do Sul e
algumas poucas dezenas de políticos, militares, agentes e
intermediários. Estas pessoas ganharam posições chaves no
sistema de poder dos USA e do Reino Unido e dinheiro
suficientes para garantir o mais longo e caro silêncio.
Os países
que mais se beneficiaram com o dinheiro obtido foram a
Inglaterra (que estava falida) e Israel (que exigia dos
ricos correligionários de Nova York e Londres o direito de
sobreviver e manter a presença dos USA no Oriente Médio) e
ainda diversos ditadores de direita, organizações religiosas
e agentes aliados aos interesses patrióticos dos líderes
mais conservadores dos USA, a maioria do Partido
Republicano.
De lá até
hoje, num crescente vertiginoso, a guerra financeira
transformou-se na pior e mais disfarçada de todas as
violências cometidas contra a humanidade. Nenhuma outra
guerra, nenhum cataclismo registrou tamanho número de
vítimas. Mais de 200 milhões de mortes silenciosas, ao redor
de 600 milhões de inválidos e quase toda a humanidade, 6
bilhões de seres humanos - sofrendo todo tipo de violências,
angustias, carências, pobreza, poluição e miséria.
Nenhum
outro fenômeno histórico expandiu e disseminou mais os
fanatismos, as síndromes doentias dos povos e as sociopatias
dos falsos líderes. As moedas, os títulos das dívidas
públicas e as ações de empresas (papeis com valor virtual e
mais recentemente impulsos eletrônicos) transformaram-se no
verdadeiro deus dos homens. Um predador transparente e
mortal. Um deus cada vez mais falso e cruel!
As
terríveis e silenciosas armas da megaespeculação e da
falsidade monetária comprovaram ser mais eficazes do que
bombas atômicas; não queimam, não explodem, nem são
radioativas. A enorme maioria das pessoas, inclusive as mais
bem informadas, e os meios de comunicação, não podem
identificar os verdadeiros inimigos da humanidade e os
confundem com governantes, empresários, ditadores e
banqueiros que são apenas, e em pequeno número,
privilegiados marionetes daquele grupo de 200 paranóicos que
se consideram senhores de todos nós, rebanho servil que deve
atender seus desejos.
Há muito
tempo que o poder do mundo não está mais nas mãos dos
presidentes e das personalidades que atuam sob as luzes da
mídia. Está em mãos de pessoas invisíveis aos meios de
comunicação! São essas pessoas quem elegem, reelegem e podem
banir. São essas pessoas quem podem transferir ou retirar o
poder dos políticos, são elas quem preservam inimigos para
sustentar investimentos guerreiros, são elas quem organizam
ou desorganizam economias nacionais, regionais e
continentais.
Essas
pessoas existem e estão defrontando-se com um problema
crítico: O VERTIGINOSO E DESCONTROLADO CRESCIMENTO DO IMENSO
VOLUME DE MOEDAS E TÍTULOS FINANCEIROS QUE POSSUEM E SUA
PRÓPRIA INCAPACIDADE DE CONTROLAR O PROCESSO QUE CRIARAM.
Tal qual aprendizes de feiticeiros, sua avidez paranóica
criou um monstro invisível que pode comer todos seus
recursos e por conseqüência, seu poder. A situação real é
muito diferente da que é contabilizada pelos estados
nacionais.
A situação
é a seguinte:
US$ 6
trilhões de dívidas do Governo dos USA, mais US$ 6 trilhões
de capitais especulativos em mãos de capitalistas privados,
mais US$ 6 trilhões de moedas fortes falsificadas com
perfeição (aquelas que não são falsificadas com perfeição
pelos inimigos dos USA, são as únicas que os serviços de
inteligência combatem - a maioria das moedas falsificadas
são US$Dollars).
O GOLPE
DOS CONSERVADORES FANÁTICOS DOS USA E DA INGLATERRA SOBRE
TODOS OS POVOS DO MUNDO, TOTALIZA US$ 18 TRILHÕES OU SEJA
US$ 3.000 POR PESSOA. Se excluirmos a China, os países da
antiga URSS e alguns países do Oriente Médio que até pouco
não sofriam diretamente a influência da megaespeculação, o
valor seria de US$ 4.000 por pessoa.
O golpe
foi inicialmente orquestrado pelos líderes republicanos dos
Estados Unidos, os mesmos que desejam retornar à presidência
dos USA, e que por isso, planejaram e financiam a atual
campanha de desmoralização e impeachment de Bill Clinton.
Os
programas foram e são realizados, com sofisticada
habilidade, por agentes de banqueiros ingleses, que usam
cinco centrais em modernos edifícios localizados em locais
estratégicos (onde trabalham centenas de jovens e ingênuos
executivos) para compra e venda de títulos financeiros.
Estas centrais estão localizadas de tal forma, quanto a
fusos horários, que se torna possível realizar em 24 horas,
até 10 operações cruzadas com os mesmos títulos, moedas e
valores. Os principais agentes de captação estão em Londres,
Canada, Nova Zelândia, Nova York e Hong Kong, muitos são
assessores de ex-dirigentes de Bancos Centrais Europeus, e
outros atuam na implantação, manutenção e controle dos
sistemas de comunicação e transferência de valores
interbancários.
Os bancos
que monetizam o casino mundial (usam títulos como garantia
para obter dólares em moeda) hoje são apenas seis, (já foram
doze) todos europeus. Os recursos favorecem pessoas e
instituições do G-7 Grupo dos Sete Países mais ricos do
mundo e muitos governos e amigos de países emergentes na
base de não menos de 1% para os governantes e seus ministros
da área econômica que facilitam financiamentos de curto
prazo e liberdade para especular nas bolsas.
Nesta
altura é importante destacar que há importantes dissidentes
do sistema de megaespeculação que desde 1995, alertam quanto
ao risco de colapso financeiro e ameaça de descontrole do
arsenal de armamentos atômicos (este artigo não teria sido
escrito, com suficientes detalhes sem a colaboração destas
pessoas, todas com mais de 70 anos) que em certos momentos,
constrangidas com a situação, ou interessadas em ganhos
adicionais para financiar a reorganização do sistema
financeiro internacional em bases mais saudáveis, têm
oferecido ajuda a países emergentes e a instituições
humanitárias.
Por
exemplo, em agosto de 1996 com base nas minhas relações como
escritor e conferencista, tive a oportunidade de recomendar
a oferta de um programa especial criado para o Brasil que
foi encaminhado diretamente e por carta oficial ao
Presidente Fernando Henrique Cardoso, através do qual seriam
gerados e transferidos para o Brasil US$ 100 bilhões (sem
juros ou despesas uma simples transferência dos lucros
gerados pela megaespeculação dos donos do poder, que nesta
operação seriam coagidos a apoiar o desenvolvimento
acelerado do Brasil). A operação formal seria coordenada e
monetizada em 30 dias por três dos maiores bancos do mundo
com o OK do FMI e do Banco Mundial, que se comprometiam a
gerar caixa suficiente para autoliquidar a operação em um
ano. A única exigência é que este capital estratégico fosse
aplicado em programas de desenvolvimento que tivessem como
única meta o apoio a projetos de implantação e modernização
de empresas privadas bem administradas e potencialmente
lucrativas que gerassem empregos, (10 a 15 milhões de novos
empregos metade no nordeste e centro-oeste e metade no
sudeste e sul do Brasil).
A enorme
expansão da atividade econômica contribuiria para reduzir de
vez a dívida externa e os graves problemas sociais que se
previa aconteceriam em 1998 em decorrência dos ataques que
seriam feitos à expansão do Japão na Ásia e que provocariam
uma grave crise que infelizmente aconteceu. O dinheiro
sanearia de vez a dependência do Brasil dos capitais
especulativos, transformando-o em um poderoso interlocutor
do G 7. Infelizmente, o Presidente do Brasil e seus
ministros não consideraram a oferta.
Hoje os
resultados acumulados da megaespeculacão podem ser
contabilizados assim: 45% para pessoas e instituições dos
USA e Canada, 35% para pessoas e instituições do Reino Unido
e 15% para pessoas e instituições dos demais países do G 7
ou seja para a França, Alemanha, Canada e Itália, 4,5% para
o Japão e demais tigres asiáticos e apenas 0,5% para
pessoas, aliados e agentes em diversos países inclusive na
Argentina que atrelou sua economia ao dólar.
Indiretamente, também foram recompensados por sua
colaboração na queda do Império Soviético, a Igreja
Católica, os judeus ortodoxos de Nova York, a Igreja
Ortodoxa Grega e outras organizações religiosas e sociais
que também estavam com enorme falta de liquidez.
Recentemente, bancos espanhóis, franceses, holandeses e
italianos estão investindo capitais originados de recursos
de clientes especiais que atuam nessas atividades e no
fantástico estoque de capitais que há nos paraísos fiscais.
Uma enorme fortuna vai ser aplicada no combate a expansão na
América Latina da seitas evangélicas. Em quase todas as
operações houve participação de elementos chaves do FMI e do
Banco Mundial (ambas as organizações a serviço do G-7). Os
recursos pertencem ou são administrados, por pessoas e
instituições acima de qualquer suspeita que indiretamente
são controladas pelos verdadeiros donos do poder mundial!
Por isso,
as principais afirmativas relatadas neste documento serão
repudiadas como meras fantasias, mesmo porque a maior parte
dos bancos do mundo estão fora da megaespeculação e seus
executivos, subservientes ao status, não têm suficientes
informações, nem podem questionar. Os únicos que conhecem o
que realmente acontece são os presidentes e alguns poucos
assessores diretos, dos 15 maiores bancos da Europa e dos 5
maiores bancos dos USA, os presidentes e assessores dos
principais bancos centrais da Europa, o Federal Reserve dos
USA, o Banco Mundial e o FMI, bem como os agentes
diretamente credenciados (ao redor de 50 pessoas em todo o
mundo) e os agentes intermediários (ao redor de 2000
pessoas) sendo que destes últimos, a maioria desconhece o
conjunto das informações e apenas está interessada em ganhar
polpudas comissões.
O golpe
financeiro da megaespeculação rende:
a - 6% ao
ano, em média, sobre US$ 6 trilhões para os menos ricos (6
milhões de pessoas, alguns governos e instituições) o que
corresponde a US$ 360 bilhões por ano;
b 15% ao
ano, em média, sobre US$ 6 trilhões para aqueles um pouco
mais poderosos
(2 milhões de pessoas e empresas com ações em bolsas); o que
corresponde a US$ 900 bilhões por ano, e,
c 60% ao
ano, em média (sim, em média, sessenta por cento ao ano)
pois chega-se em algumas operações a 500% ou mais) sobre US$
6 trilhões para os donos do poder (1000 pessoas, incluindo
os megaespeculadores, os bancos e seus parceiros diretos nos
USA e nos quatro cantos da Terra), o que corresponde a US$
3.600 bilhões por ano.
Conclusão:
Os homens mais ricos do mundo e os governos que sustentam,
ganharão no ano de 1998, US$ 4,86 trilhões através da
megaespeculação. Papeis gerando papeis, ou melhor impulsos
eletrônicos gerando mais e mais impulsos eletrônicos. Um
verdadeiro casino onde os jogadores sempre ganham moedas que
não se desvalorizam e sobre as quais não se paga impostos,
pois circulam através dos paraísos fiscais, e são
contabilizadas, em parte, apenas nos USA e na Europa, o que
corresponde a menos de 1/4 dos impostos.
É evidente
que não há governos nem economias que possam resistir aos
fluxos de poder alimentados por este capital. O Oriente
Médio, a Federação Russa, a África do Sul, o México, a Ásia
e a América Latina sentem dramaticamente seu poder. Os
japoneses desconcertados pela crise interna (fruto da guerra
externa) sob a inércia de 30 anos de sucesso, ainda não
reagiram aos ataques financeiros dos megaespeculadores
anglo-americanos na Ásia. Sabem que, sendo os maiores
tomadores dos Títulos da Dívida Pública dos Estados Unidos,
podem, desencadear uma crise incontrolável na América e
Europa. Entretanto logo devem estabelecer acordos
estratégicos com a China, a Alemanha, alguns outros países
emergentes e os próprios Estados Unidos e Inglaterra para
evitar uma catástrofe, inclusive exigindo a redução da
produção de armamentos e a manutenção de exércitos que
custam a humanidade não menos de US$ 1,8 trilhões ano.
Sabendo
destes fenômenos os principais grupos mafiosos que durante
algum tempo aplicavam seus capitais legalizados, junto com o
Vaticano, nos três maiores bancos da Itália, e nos Estados
Unidos, através dos cinco maiores bancos dos USA, têm
incentivado a expansão do tráfico de drogas e outros crimes
que são realizados por novas quadrilhas asiáticas e
latino-americanas.
Para
completar este quadro, os maiores inimigos declarados dos
USA, os ditadores do Iraque e da Líbia (que convém aos donos
do poder permaneçam vivos e ativos), bem como outros grupos
e países: na África em especial a Nigéria, na América Latina
em especial o Paraguai e no Panamá, e na Ásia em especial
navios em águas internacionais com bandeira múltipla,
produzem e colocam todos os meses no mercado,
descaradamente, milhões de dólares falsos que são injetados
na economia através de três Bancos Ingleses.
As Nações
Unidas, o FMI e o Banco Mundial são totalmente subservientes
aos países controladores os Estados Unidos e o Reino Unido.
Este último é a maior ameaça a paz. Como exemplo: quando a
princesa Diana, casualmente, através de suas atividades de
benemerência, soube que recursos gerados pela especulação
financeira anglo-americana haviam servido para a compra de
armas, em especial minas que mutilaram milhares de crianças,
tornou-se uma ameaça para os sócios daquele restrito clube
onde se deve doar, (para ser aceito como associado) uma obra
de arte com o valor mínimo de 50 milhões de libras. A partir
deste momento, tornou-se não só ameaça para a decadente
monarquia britânica como para a estratégia dos
megaespeculadores ingleses.
A economia
do Reino Unido parece forte, mas está falida, e a integração
com a Europa, através de uma moeda comum vai revelar este
fato. A única escapatória dos megafinancistas ingleses é a
concentração de recursos em seus bancos, por isso é vital
que a capital da especulação financeira do mundo continue
sendo Londres e a capital da especulação com ações Nova
York. A França está fragilizada e a Rússia falida está em
mãos de novos capitalistas selvagens e corruptos. A China, o
maior e mais disputado mercado potencial do mundo, entrou na
luta neo-capitalista que enfraquece o Japão e pode permitir
que a China exerça no Século 21 liderança sobre a Coréia,
Tailândia, Taiwan, Singapura e Indonésia. Michel Camdesus,
presidente do FMI, a serviço dos Estados Unidos e do Reino
Unido, foi considerado em 1998 o homem mais poderoso da
Ásia!
A Alemanha
e o Japão que não pertencem ao grupo dos controladores da
ONU estão relutantes em entrar na guerra financeira. A
Alemanha têm o enorme encargo de desenvolver a antiga
Alemanha Oriental e os Bancos alemães são os maiores
financiadores da Federação Russa que acaba de entrar em
moratória; e o Japão, deve reorganizar seu sistema bancário
para poder socorrer adequadamente os fortes aliados que têm
na Ásia. Ambos, Alemanha e Japão, neste momento, estão
perdendo a guerra financeira, mas vão reagir defendendo o
iene e o marco o que pode resultar em tenebrosa recessão na
América Latina que, exceto a Argentina e o Chile, (atuais
protetorados dos líderes mais conservadores dos USA) é
explorada não só pela megaespeculação, como por barreiras
alfandegárias de US$ 1 trilhão de subsídios que protegem os
produtores europeus e norte-americanos.
A
decadência moral da civilização megafinanceira é de
estarrecer. A falsa liberdade demagógica, os maus exemplos
dos poderosos e o mau uso do dinheiro através dos meios de
comunicação estimularam a libertinagem doentia, a
hipocrisia, a corrupção e a violência. Uma imensa vergonha
social.
O futuro
dos povos são as crianças, mas a maioria dos governantes
atuais são marionetes e pouco pensam no futuro. Pensam sim,
e sem a menor vergonha, nos conluios de hoje, em alianças
amorais com quaisquer amigos ou inimigos que possam
facilitar suas ambições pessoais, sua eleição, ou reeleição,
e a de seus prepostos. Estes são seus verdadeiros limites.
Os donos do mundo são indiferentes às crianças, alguns têm
personalidades visivelmente patológicas. Por isso, são
pessoas que odeiam a criança morta que carregam dentro de
seus cérebros. Por isso lhes é indiferente que nos países
mais pobres as crianças vivam abandonadas, drogadas e
prostituídas.
Controlando os principais meios de comunicação insistem em
degradar a sexualidade da mulher, e também a do homem.
Invadem a vida privada das pessoas, não respeitam
sentimentos. Julgam e comparam as pessoas cometendo atos
indignos de seres que se julgam civilizados. Seus lacaios em
inúmeros países emergentes, fantasiam e faturam sem pudor, a
degradação, a ambição e a necessidade de muitos. Através da
televisão comercial desajustam as relações familiares. Um
meio tão poderoso que muito pode educar, mas que de fato
pouco eleva os valores humanos e muito estimula
comportamentos distorcidos. Não respeitam os cidadãos dos
povos e raças que consideram inferiores, pouco vale ser
civilizado e inteligente, se você não atende seus doentios
estereótipos de superioridade. A pessoa honesta, franca,
educada e gentil é entendida como fraca, estúpida,
vulnerável e perdedora. Estes valores anti-humanos, se
disseminam na Sociedade Humana. A maior parte dos donos do
poder são anti-homens.
Os
governantes das nações mais poderosas do mundo estão
divididos, concentram-se em administrar o poder, e pouco
pensam no desenvolvimento harmônico e integrado da
humanidade - são falsos líderes inadequados para os desafios
da atualidade, pessoas fracas com sérios desvios
comportamentais. Precisam ser afastadas dos governos. O
mesmo deve ser feito com os anacrônicos reis e príncipes de
monarquias e com os donos de ilhas de especulação
financeira. Suas arrogantes ambições egocêntricas e
nacionalistas contaminam todos seus atos, por isso são
incapazes de estancar a gigantesca sangria de riquezas e
vidas humanas que estão sendo consumidas para alimentar os
impérios do desperdício, da hipocrisia, da pompa, das armas
e da avidez desmedida. Nesta guerra financeira dezenas de
milhões de irmãos morrem todos os anos sem honra e sem
glória. Pois até isto lhes foi retirado por aqueles que
abominam educação para a liberdade.
Por outro
lado, este nosso mundo que é objeto de exploração vil, vive
um período de profundas transformações pessoais,
organizacionais e sociais. Novos valores, paradigmas e
processos de interação na educação e na vida profissional
estão sendo adotados por um número crescente de pessoas nos
mais diversos campos de atividades. Milhões de seres humanos
caminham juntos, na mesma direção, sem saber da existência
uns dos outros. Pessoas unidas por um novo estado de
consciência desencadeiam forças inovadoras e transformações
de enorme poder multiplicador. Estas forças se alimentam e
se manifestam por expansivos desejos de liberdade, progresso
e paz incluindo a preservação e o aperfeiçoamento de tudo
quanto significa Ser Vivo.
Esta
acontecendo um megafenômeno cheio de paradoxos, pragmático e
transcendental, científico e religioso, ameaçador e defensor
da vida. Algo simultaneamente político e apolítico que une
pessoas das mais diferentes tendências. Um fenômeno que
afeta as instituições em campos tão diversos como economia e
negócios, saúde, cidadania, comportamento e educação. Um
processo vivo de renovação que valoriza tanto descobertas
quanto mistérios e que se desenvolve com muita rapidez.
Se de um
lado o poder deste mundo permanece nas mãos de poucos
milhares de anti-homens que continuam disseminando
sofrimento e morte, em cenários onde o dinheiro e o medo são
idolatrados como os verdadeiros deuses dos corpos, das almas
e dos atos da Humanidade; do outro acontecem mudanças na
percepção e na consciência de muitos. Temos denominado o
processo em curso de Revolução da Vida e sobre o mesmo
escrevemos em 1997 o livro Chaves para Liberdade o Progresso
e a Paz Global - Keys for Global Freedom, Progress and
Peace. Lá afirmamos que para construir uma nova ordem
econômica, cultural e social num mundo assolado pelo
conflito global entre os donos do mundo, pelas crises de
valores e de lideranças, pela expansão da manipulação
religiosa e ideológica, pela subversão armada a serviço das
lutas imperialistas, pela fraqueza e deterioração dos
governos nacionais, pela louca concentração do capital, não
podemos adotar soluções contemporizadoras.
Três ações
precisam ser tomadas quanto antes:
Primeira -
Uma auditoria internacional, realizada sob a supervisão dos
países emergentes que verifique a quantidade e o uso das
principais moedas e títulos emitidos pelos governos dos
países que constituem o G 7, bem como as regras e as
operações do mercado financeiro global e os valores
patrimoniais e de comércio nas bolsas de valores, das ações
das principais empresas do mundo. Esta auditoria deve correr
em paralelo com a reorganização do sistema financeiro
internacional e com a criação de uma única moeda, papel (com
a tecnologia usada para produzir a Libra) e eletrônica (com
a leitura fotográfica e genética) comum a todos os países;
isto deve ser feito conscientizando todas as pessoas de que
estamos no meio de uma mórbida guerra financeira. Explicando
como os desmandos perpetrados durante duas décadas pelos
megafinancistas do Primeiro Mundo, aliados a muitos
políticos do Primeiro e do Terceiro mundo podem levar-nos a
uma terceira guerra mundial.
Deve ser
explicado a todas as pessoas, governos e instituições
mundiais, o que são, como funcionam e a quem beneficiam os
programas anglo-americanos denominados HYIP, MTNs, Yield
Enhancement Programs, Asset Trading Programs, etc., que
geram lucros em dólar, da ordem de 60%, 300% e 1000% ao ano.
As lideranças devem saber como têm sido viabilizados estes
programas e como atuam os agentes e procuradores dos maiores
complexos financeiros anglo-americanos envolvendo o FMI e o
Banco Mundial, mais ainda todos precisamos saber o uso que
foi dado aos recursos recebidos por seculares, renomadas e
tradicionais instituições mundiais e por políticos, empresas
e governantes.
É MINHA
PREVISÃO QUE CADA SER HUMANO DE QUALQUER POVO DO PLANETA
RECEBA UMA INDENIZAÇÃO MÍNIMA DE US$ 3.000,00. Este dinheiro
que foi roubado dos povos é suficiente para sanear,
democratizar e reorientar toda a economia global. Por
exemplo, o Brasil que têm 160 Milhões de cidadãos deveria
receber o que lhe foi roubado e isto corresponde a
160Milhões de habitantes x US$3.000 = US$ 480Bilhões.
Este
dinheiro viabiliza uma verdadeira democracia econômica
global, por isso deve chegar diretamente às mãos de cada
cidadão sob a forma de moedas, poupança com valor garantido
ou ações com valor correspondente ao patrimônio liquido das
empresas. Um colegiado composto por associações de empresas
privadas, sindicatos independentes de governos, sustentados
por contribuições de trabalhadores, associações de
instituições educacionais privadas, ONGs - associações não
governamentais e representantes da ONU, devem administrar o
pagamento desta indenização. Os bancos privados, os
governos, o FMI, o Banco Mundial, os Bancos Internacionais
de Fomento e as Instituições internacionais que congregam
ex-burocratas de governos apenas deveriam assessorar.
Segunda -
Promover um movimento transnacional de libertação humana,
posicionado acima de quaisquer fronteiras que exija a
criação da Assembléia e do Governo Mundial da Confederação
dos Povos, a Cidadania Mundial para todos os seres humanos;
o fim do imperialismo econômico e militar, o desmembramento
político e econômico das potências e dos estados nacionais
em municípios, pequenas comunidades e pequenos estados de
minorias étnicas e culturais, e em pequenos estados com
cultura própria; todos independentes e confederados através
da nova Assembléia Mundial dos Povos que substitua a
contaminada Organização das Nações Unidas. Pois, quem manda
hoje na ONU?
Dos 192
países do mundo, 185 estão representados na ONU (ao menos
sentam nas cadeiras e fazem bonitos discursos na Assembléia
Geral). Mas, destes, apenas 15 países constituem o Conselho
de Segurança e 5 têm cadeiras permanentes e o decisivo poder
de veto: Estados Unidos, Reino Unido, França, Federação
Russa e China. O orçamento da ONU que era de apenas US$
2,7Bilhões em 1996/7, deveria ser coberto pelas
contribuições dos membros, todavia os Estados Unidos são o
país que mais devia à ONU, e que por isso foi levada a uma
séria crise de caixa quando as dívidas dos países com a ONU
chegaram a US$ 3,3Bilhões. Para manter a nova Assembléia
Mundial dos Povos bastaria que cada cidadão do mundo
contribuísse através do governo de seu município com apenas
1 USDollar por ano, ou seja US$ 6Bilhões anuais.
Terceira
Promover um revolução educacional e cultural voltada para a
integração e o desenvolvimento pessoal, profissional,
empresarial e social de todos os seres humanos, que
considere todas as necessidades de conscientização e
capacitação para a vida plena. Ou seja, a transformação de
centenas de milhões de cidadãos do mundo em seres humanos,
livres e ativos, capazes de adquirir e usufruir tudo o que
de bom e útil o desenvolvimento coloca no mercado global.
Uma revolução que identifique novas lideranças, estadistas e
homens sábios. Esta necessidade é vital, pois a comunicação
global e a cibernética desmoronaram padrões e modelos há
muito estabelecidos. Entre eles três antigos paradigmas: a
educação como necessidade temporária para exercer papeis e
profissões específicas, os currículos educacionais rígidos
incompatíveis com às rápidas mudanças das comunidades e a
preocupação com normas e compartimentos em termos de idade e
conhecimentos. Estes modelos estão sendo substituídos pela
educação global, que é ao mesmo tempo generalista e
profissional especializada, que contém sabedoria e que pode
ser obtida in-house, in class-room, in workshop e in office
como um processo integrado e pró-ativo que se estende todos
os dias, pela vida toda.
Um
processo global on-line de contínua e acelerada amplificação
da percepção, que integre e desenvolva o livre arbítrio, a
felicidade e a harmonia daqueles que descobrem Deus, o
infinito e o impossível dentro de si mesmos. O novo ser
humano global precisa ter consciência universal e por isso
todos se constituem em permanentes estudantes. Todos
precisamos de crescente e permanente informação, atualização
e capacitação para lidar com um planeta supranacional rico
de belezas naturais, de cores culturais, de tradições e
folclore e com um infinito universo científico que se
expande de forma extraordinária exigindo aceleradas e
profundas mudanças cada vez mais interdependentes quanto a
conteúdo, forma e extensão.
Tutorada
ou não, a educação tende a ser, cada vez mais, um movimento
global que ultrapassa os muros das escolas, um processo
aberto que atenda as necessidades de todos os cidadãos e que
não mais se sujeite aos interesses ideológicos e econômicos
de um determinado poder nacional ou religioso. Alem do mais
para que o sistema tenha verdadeira independência cada
unidade e faculdade educacional deve ser autosustentada e
inserida adequadamente no sistema empresarial e econômico de
cada um e de todos os povos. Deve estar além e acima dos
sistemas financeiros e políticos que comandam os interesses
infanto-juvenís da maioria dos governantes da atualidade.
Os mais
sábios e capacitados mestres devem transformar-se em
tutores, educadores e consultores da juventude e de todos os
homens e mulheres de qualquer idade e profissão que
trabalham em benefício da humanidade, incluindo executivos,
dirigentes, empresários e novos políticos e administradores
de comunidades, que para isso, devem amplificar sua ação e
instrumentos provocando a maior e mais abrangente revolução
de todos os tempos: a revolução que liberta as consciências
da velha educação patológica que escravizou tantas mentes,
que condicionou neuroses, dogmas, preconceitos, racismos e
sectarismos de toda ordem. Para realizar esta revolução
educacional e cultural, bastaria que cada cidadão do mundo
contribuísse através do governo de seu município com apenas
1 USDollar por mês, ou seja US$ 72Bilhões anuais.
Para os
donos das moedas do mundo, os países emergentes são apenas
uma reserva estratégica de insumos, território, influência
política regional e mercados futuros. São considerados povos
facilmente manipuláveis que devem ser tutelados para que não
destruam seus próprios recursos naturais. No mercado
internacional as moedas dos países emergentes só valem para
especular, são fichas com que se joga no cassino da
megaespeculação a despeito de muitas moedas desses países
serem muito menos falsas do que o Dólar dos Estados Unidos.
O dólar e muito fácil de falsificar, mas a libra muito
difícil. Por que?
Como os
países emergentes não participam da espoliação financeira
internacional, ainda têm moral, recursos ecológicos e
recursos naturais para liderar um processo de transformação
que ressoe nos quatro cantos da terra. Isto deve ser feito
através de suas entidades empresariais e profissionais, das
lideranças municipais e regionais, das organizações
religiosas e das organizações não governamentais que tratam
da melhoria do ser humano e da preservação ecológica de
todas as formas de vida.
As
riquezas geradas pelo trabalho de todos os seres humanos
devem ser democratizadas através de uma escala de salários e
remuneração que não ultrapasse a relação 1 para o menor
salário e 10 para o maior, excluído desse cálculo a
participação dos empregados nos lucros das empresas; crédito
a juros abaixo de 12% ao ano; casas baratas e de excelente
qualidade, financiadas em 25 ou 30 anos, com juros de 4 a 7%
ao ano, como se faz nos países onde se pratica a democracia
econômica; terras agrícolas financiadas em 25 ou 30 anos,
com carência de 2 a 4 anos, com o imprescindível apoio
técnico aos colonos e os meios para otimizar e comercializar
a produção; e ainda, capital de risco para que milhões de
novos empreendedores possam criar e expandir com sucesso
pequenas empresas, negócios e serviços.
O cidadão
não pode perder sua condição básica de cidadania, a
sociedade não pode segregar as pessoas à condição de
desempregados, pobres e miseráveis. O sofrimento de um único
cidadão deve ser sentido por toda a humanidade. Aí sim,
poderemos caminhar com orgulho em direção a outros planetas
e civilizações.
É
imprescindível que aconteça um movimento de mutação na
consciência humana com o lema: A PIOR ESCRAVIDÃO É AQUELA
QUE ESTÁ IMPLANTADA EM NOSSOS CÉREBROS. PARA LIBERTAR-NOS,
PRECISAMOS PERCEBER, SENTIR, PENSAR E AGIR ALÉM DOS NOSSOS
CONDICIONAMENTOS; PRECISAMOS ACORDAR O ESPÍRITO E APRENDER A
USAR A MENTE LIVRE NOS MAIS ELEVADOS NÍVEIS DE CONSCIÊNCIA.
Mente livre é aquela que está livre de preconceitos, que não
está escravizada a uma falsa escala de valores, que está
acima de qualquer nacionalismo, racismo, dogmatismo
religioso ou ideologia sectária, e que por isso, pode
procurar e compreender o Verdadeiro.
Concluímos, reiterando que a sobrevivência e o sucesso dos
povos, implica em UM MOVIMENTO GLOBAL DE LIBERTAÇÃO HUMANA e
em uma nova moral sem preconceitos hipócritas, sem gurús e
sem pastores, uma nova sociedade que facilite a cada ser
humano descobrir que dentro dele se encontram o partido
político individual, todas as respostas e o poder universal,
enfim que o homem e a mulher são deuses ainda crianças,
destinados ao amor, à liberdade e ao mais infinito
progresso. Não podemos esquecer que os homens e os governos
passam, mas a energia daqueles que lutam pela liberdade
humana permanece entre nós, iluminando o cenário onde todos
os dias se renova o desafio de criar e construir mais e
melhor para o bem da civilização. NESSE CENÁRIO, A LIBERDADE
ESTÁ NO COMEÇO E NÃO NO FIM.
O começo é
o ser humano pensar por si mesmo. Deve perceber que não
pertence a um rebanho, que é um ser livre e que a auto-revelação
e o autoconhecimento acontecem quando estamos em contato com
tudo e todos, com a realidade interna e externa. Não podemos
furtar-nos à escola da vida pois a verdade acontece nas
relações, bem além e acima de todas as filosofias,
ideologias e especulações do pensamento. Para conhece-la,
temos que vencer os medos mais íntimos, nossa própria
mediocridade, nossos condicionamentos, ampliando nossa
percepção, descobrindo dentro de nós o infinito, a sabedoria
e o tempo. Ai o amor pode chegar, o estado definitivo de
consciência universal que liberta da avidez, da atrofia e da
acomodação realizando a maior de todas as revoluções: A
REVOLUÇÃO DA VIDA!
O artigo
Poder invisível, guerra financeira e paz global, foi escrito
originalmente, em novembro de 1997. Daquela data até hoje
não foi autorizada sua publicação. Foi atualizado em 7 de
setembro de 1998. A partir de 22 de setembro de 1998
autorizo a reprodução, tradução e divulgação do mesmo, por
qualquer meio e veículo de comunicação. Ele está baseado em
minha viv6encia pessoal e nos
seguintes informes e documentos:
Como
compreender os programas internacionais de comércio de
capitais
(papeis financeiros) JK to FJOC.
NY August
98.
Understanding trading programs - John E. Burke -
confidential.
Program I overview
Procedures and participation for amounts of US$100Million to
US$400Million
Program to President Fernando Henrique Cardoso Government.
High yield investment program flow process.
Best Efforts Capital Enhancement Programme.
Federal Reserve USA Bulletin 79/8/93 Board of Governors.
Anatony of Medium Term Note
Market.
Public Debt USA Frauds, Phonies and Scams, June 15, 1998.
FBI Federal Bureau of Investigation - Operation Rogue
Brokers Economic Crimes Unit
Financial Crimes Section.
Mais de 1000 páginas de documentos
financeiros e de documentos de importantes
organizações internacionais.