Cosmologia
introdução
A
Astronomia é a mais antiga das ciências. Os Maias, os
Gregos, os Babilônios e outras civilizações antigas já
usavam calendários baseados no céu, 4000 anos atrás. Hoje, a
Astronomia é muito mais avançada. Os astrônomos podem ver os
astros através de potentes telescópios e sondas espaciais,
por meio de poderosos computadores. Este trabalho abordará
o tema de Cosmologia, falará sobre a formação das estrelas e
do universo.
I
– Os Planetas
Os
planetas se movimentam no céu em relação às estrelas. Esse
movimento é bem mais lento que o movimento diurno, e por
isso só o percebemos depois de alguns dias. Este
deslocamento se dá entre as constelações zodiacais, ou seja,
próximo da eclítica, já que os planos das órbitas dos
planetas são diferenciados por apenas alguns graus. Não é
muito difícil distinguir um planeta de uma estrela: o
primeiro raramente cintila, seu brilho é praticamente
constante, ao contrário da estrela que pisca constantemente
(na verdade, isto é um efeito da nossa atmosfera, não do
astro).
Os planetas descrevem órbitas elípticas em torno das
estrelas, não é obrigatório que um planeta tenha uma
atmosfera, corpos que giram em torno dos planetas são
chamados de Luas, ou satélites.O satélite natural da terra é
a lua, veja no próximo tópico algo mais detalhado sobre ela.
II – A Lua
A Lua é o satélite natural da Terra, e tem um
diâmetro de 3.476 quilômetros. Ela gira na órbita da Terra a
uma distância média de 384.400 quilômetros, a cada 27,3
dias. A lua também gira sobre seu próprio eixo nesse
período, o que faz com que ela mantenha um lado
permanentemente voltado para a Terra. Os astrônomos acham
muito provável que a Lua tenha se formado em órbita ao redor
da Terra, embora possa ter sido um corpo independente
capturado pela gravidade terrestre.
Até
recentemente pouco se conhecia sobre ela. Uma extensa
exploração foi inicialmente realizada por sondas
não-tripuladas. A sonda soviética Luna2 foi a primeira a
alcançar a Lua, em 1959, e, em 1966, a Luna9 transmitiu as
primeiras imagens da superfície. Uma das mais sofisticadas
sondas lunares não-tripuladas foi o veículo soviético
comandado por controle remoto, Lunokhod1, que percorreu a
superfície lunar transmitindo imagens de televisão e
analisando o solo.
Os
primeiros homens a descer na Lua faziam parte da Missão
Apolo11, dos EUA, em 20 de julho de 1969. A Apolo11 tinha
três componentes: Um módulo de comando, um módulo de serviço
e um módulo lunar. Depois de girar em órbita ao redor da
Lua, o módulo lunar desceu sobre sua superfície com dois
astronautas (Neil Armstrong e Edwin "Buzz" Aldrin) a bordo.
Os astronautas coletaram amostras de rochas, tiraram
fotografia e instalaram os equipamentos de pesquisa. Eles
decolaram da Lua no módulo do estágio de ascensão, o qual se
acoplou ao módulo de comando antes de viajar de volta a
Terra. Mais de 10 astronautas norte-americanos exploraram a
Lua antes de o programa Apolo terminar em 1972. Desde então,
somente um pequeno número de espaçonaves não-tripuladas
desceu na Lua.
Veja
abaixo os tipos de lua:
Lua
Nova:
Ela está entre a Terra e o Sol, sendo impossível vê-la.
Lua
Crescente:
Ela é parcialmente vista, pois só vemos uma parte da face
iluminada pelo Sol. É chamado de Quarto Crescente o auge
desta fase, onde vemos exatamente metade da Lua.
Lua
Cheia:
Vemos o lado da Lua que está totalmente iluminado.
Lua
Minguante:
É o mesmo que a Crescente, mas ao invés de ser iluminada
cada vez mais durante os dias, ela é obscurecida. O auge é o
Quarto Minguante, onde vemos exatamente a outra metade da
Lua, que estava obscurecida no Quarto Crescente.
III – Estrelas
1.
O que são:
Segundo os
dicionários, Estrela é um astro que tem luz e calor próprio
e que apresenta um brilho cintilante; nome comum aos astros
luminosos que mantêm praticamente as mesmas posições
relativas na esfera celeste, e que, observados a olho nu,
apresentam cintilação. Mas por trás disso, existem
explicações mais científicas: Cada Estrela é na verdade, uma
violenta bola giratória de gás luminoso e quente. A
quantidade de gás que uma Estrela contém é muito importante,
uma vez que influencia a gravidade, a temperatura, a
pressão, a densidade e o tamanho da Estrela. As Estrelas
nascem em grupos, a maior parte dos quais se divide, mas
outras são mantidas juntas pela gravidade. O resto da vida
de uma Estrela depende da sua massa. Quanto mais massa, mais
curta e tempestuosa é sua vida. Algumas são simplesmente tão
enormes que explodem. Mas a maioria tem um tempo estável de
vida, brilhando firmemente. Com a mudança de estações, novas
Estrelas aparecem, sendo 6.000 o total visível durante o ano
todo. As Estrelas diferem muito em cor e brilho. Algumas são
amarelas, outras vermelhas (mais frias), outras azuis (mais
quentes). Algumas brilham intensamente, outras brilham
pouco, a ponto de não enxergarmos da superfície terrestre.
2 . A vida de uma
estrela:
Todas as Estrelas começam da mesma maneira. O espaço
existente entre elas não é inteiramente vazio. Nuvens de
poeira e gás Hidrogênio flutuam aqui e ali, às vezes tão
espessas que obscurecem nossa visão das Estrelas. É por esse
motivo que não podemos ver o centro da nossa galáxia. Mas em
alguns locais as nuvens começam a se condensar, ficando cada
vez mais espessas. Isso acontece porque as partículas da
nuvem são atraídas umas contra as outras pela sua própria
gravidade. Conforme a nuvem se condensa, começa a esquentar.
Durante um período de milhões de anos ela acaba por se
transformar numa bola de gás Hidrogênio; essa bola se
esquenta de tal maneira que atinge cerca de 1.100.000 graus
Celsius e começam a ocorrer reações termonucleares, nas
quais o Hidrogênio começa a se transformar em Hélio (foto),
com grande liberação de energia. A radiação resultante é
intensa, o suficiente para impedir que a bola de gás
continue a se contrair, e assim a Estrela assume um tamanho
estável e, ao mesmo tempo, passa a brilhar de maneira
uniforme. Logo que começa a brilhar, a Estrela inicia uma
mudança lenta. A velocidade com que ela muda depende da
rapidez do processo de produção de energia nuclear em seu
interior. A velocidade desse processo, por sua vez, depende
da massa da Estrela. Quanto maior a massa da Estrela, maior
sua luminosidade e temperatura, e mais rápida é a sua
mudança.
Uma Estrela muda porque sua reserva de Hidrogênio decresce.
O centro de uma Estrela se contrai, e a temperatura e
pressão no centro se elevam. Ao mesmo tempo, a temperatura
da camada externa cai gradualmente. A Estrela se expande
muito e transforma-se numa Gigante Vermelha. Com o tempo, a
Gigante Vermelha começa a perder material de sua superfície.
A força da gravidade na Estrela ultrapassa a pressão no seu
interior, e a Estrela começa a entrar em colapso, ou a
desmoronar internamente. As Estrelas grandes queimam a uma
temperatura muito alta, consumindo rapidamente seu
combustível, por isso vivem apenas alguns milhões de anos.
Quando o combustível acaba, as Estrelas tornam-se instáveis
e desaparecem numa enorme explosão, transformando-se em
Supernovas. A Estrela pode finalmente tornar-se uma Anã
Branca, talvez o último estágio de uma Estrela.
O material que forma uma Anã Branca é tão compactado que a
Estrela pode ter apenas o tamanho da Terra ou menos. A
Estrela pode então esfriar lentamente ou contrair-se ainda
mais. Se ela se contrair, ela pode tornar-se ou uma estrela
de nêutrons ou uma estrela colapsada chamada Buraco negro.
Essas catástrofes não são freqüentes, ocorrendo
aproximadamente uma vez em cada século em nossa galáxia. Mas
elas não passaram despercebidas, pois as Estrelas que
sofreram essas explosões tornam-se tão brilhantes que podem
ser vistas durante o dia. Quando a Estrela desprende suas
camadas externas ou explode, lança elementos no espaço, sob
a forma de gás e poeira. Esse gás e essa poeira podem
eventualmente tornar-se parte de uma nuvem que os condensam
numa nova Estrela. Dessa forma, átomos dos vários elementos
podem ser reciclados em todo Universo. Alguns dos átomos que
constituem os nossos corpos e o nosso mundo podem ter
nascido da morte de Estrelas remotas
2 . Tipos de
Estrela
Anã branca:
Estrela pequena e quente, que se acredita assinalar o
estágio final de evolução de uma Estrela como o Sol. Uma Anã
branca é mais ou menos do tamanho da Terra, embora contenha
tanta matéria quanto o Sol. Essa matéria compacta é tão
densa que um dedal dela pesaria uma tonelada ou mais. As
Anãs brancas são tão fracas que mesmo as mais próximas de
nós, que giram em torno de Sirius e de Procyon, só são
vistas com telescópio.
Anã vermelha: Estrela fria e
fraca, de massa menor que a do Sol. As Anãs vermelhas são
provavelmente as Estrelas mais abundantes em nossa galáxia,
embora seja difícil observá-las em virtude de seu brilho
fraco. Mesmo as Anãs vermelhas mais próximas, Próxima
Centauri e a Estrela de Barnard, são invisíveis sem
telescópio.
Binária Eclipsante:
Par de Estrelas que giram em órbitas uma da outra. Assim,
periodicamente uma delas passa em frente da outra para o
observador na Terra. A primeira binária eclipsante
descoberta foi Algol.
Estrela binária (ou Estrela dupla):
Par de Estrelas que giram uma ao redor da outra. A maioria
das binárias dá, a olho nu, a impressão de ser uma Estrela
simples. Algumas dessas Estrelas estão tão próximas entre si
que sua existência só pode ser deduzida a partir da análise
espectroscópica da luz que emitem. Em algumas binárias uma
Estrela eclipsa periodicamente a outra.
Estrela de nêutrons: Pequena
Estrela densa, que se acredita assinalar o ponto final da
evolução de Estrelas com massa maior que o Sol. Uma Estrela
de nêutrons tem diâmetro de apenas cerca de 15 quilômetro,
embora contenha tanta matéria quanto nosso Sol. Essa matéria
está comprimida de tal maneira que um dedal pesaria milhares
de milhões de toneladas. Acredita-se que os pulsares,
poderosas fontes de ondas de rádio, sejam Estrela de
nêutrons.
Estrela variável: Estrela cuja
produção de luz apresenta variações. Algumas variam de
tamanho, como as variáveis cefeídas; outras são Estrelas
duplas próximas, que periodicamente se eclipsam. Em 1975,
mais de 25.000 Estrelas foram classificadas em nossa
galáxia.
Gigantes Vermelhas: Estrelas
maiores que o Sol, e de temperatura mais baixa. Acredita-se
que o estágio de gigante vermelha seja alcançado próximo ao
fim do ciclo de existência de uma Estrela, quando ela se
expande por força da pressão da radiação produzida pelas
reações termonucleares ocorridas em seu núcleo. O Sol deverá
se transformar numa gigante vermelha semelhante a Arcturus,
dentro de mais ou menos 5.000 milhões de anos. As Estrelas
que se tornam dezenas ou centenas de vezes maiores do que o
Sol são chamadas supergigantes.
Nebulosa:
Massa de poeira e gás em nossa galáxia. Algumas nebulosas
são brilhantes, o que resulta da difusão da luz de Estrelas
situadas em seu interior. Outras são mais escuras.
Nebulosa planetária:
Massa esférica de gás que, vista através de um pequeno
telescópio, apresenta um disco, semelhante a um planeta, o
que explica o seu nome. De fato, essas nebulosas nada têm a
ver com planetas; acredita-se que sejam as camadas externas
de antigas Estrelas gigantes vermelhas que passaram a vagar
no espaço; seus núcleos teriam se transformado em anãs
brancas.
Nova: Estrela que está
explodindo. Em um único dia, seu brilho aumenta 10.000 vezes
ou mais, para depois esmaecer lentamente num período de
semanas ou meses. Acredita-se que as novas sejam sistemas de
Estrelas duplas nas quais o gás flui de uma Estrela para uma
anã branca irmã. Esse gás se inflama e é expelido da anã
branca, causando a erupção de brilho. Uma Estrela não é
devastada por uma explosão de nova; assim o processo pode se
repetir, ao contrário do que se acredita que ocorra com as
supernovas.
Pulsar: Fonte de rádio de
pulsação rápida que se acredita ser uma Estrela de nêutrons
giratória e que emite um feixe de radiação semelhante à luz
de um farol. Os pulsares foram descobertos em 1967, e hoje
já são conhecidos cerca de 150 pulsares. O pulsar mais
rápido pulsa 30 vezes por segundo (centro da nebulosa do
Caranguejo) e os mais lentos pulsam uma vez em cada 3
segundos, mais ou menos.
Quasar: Objeto de grande
intensidade de brilho, situado num ponto remoto do espaço, e
que se acredita ser o centro de uma galáxia em formação. Os
quasares são tão pequenos que parecem Estrelas mesmo nos
maiores telescópios; mas eles produzem milhares de vezes
mais energia do que uma galáxia como a Via-Láctea. Talvez
sua energia se origine de um buraco negro gigante existente
em seu centro.
Supernova: Explosão brilhante
de uma Estrela de massa elevada, no fim de sua existência.
Numa supernova a Estrela brilha com uma intensidade milhões
de vezes maiores do que o seu brilho normal. As camadas
exteriores da Estrela são expelidas, formando um objeto como
a nebulosa do Caranguejo; o núcleo da Estrela pode se
transformar numa Estrela de nêutrons, ou mesmo num buraco
negro.
Variável cefeída: Tipo de
Estrela cuja produção de luz varia regularmente, à medida
que se contrai e se expande. Trata-se de Estrelas gigantes,
dezenas de vezes maiores que o Sol, e centenas de milhares
de vezes mais brilhantes. A variáveis cefeídas são
importantes indicadores de distância na astronomia.
3 . O Buraco Negro:
Os Buracos Negros se formam dos caroços
estelares que restam da explosão das supernovas. Se o caroço
remanescente for superior a três massas solares, ele irá se
contrair para formar um buraco negro, caso contrário, ele se
tornará uma estrela de nêutrons. Os buracos negros são
caracterizados por sua gravidade extremamente forte, tão
poderosa que nem mesmo a luz pode escapar à sua atração; em
conseqüência, é impossível ver um buraco negro. No entanto,
podem ser detectados se possuírem uma Estrela companheira
muito próxima: a gravidade do buraco negro atrai gás da
outra Estrela, formando um disco de acreção que gira ao
redor do buraco negro em alta velocidade, aquecendo-se e
emitindo radiação. Eventualmente, a matéria espirala e
atravessa o horizonte de eventos (o limite do buraco negro),
e, desse modo, desaparece do Universo visível. Caso uma
explosão inicial (O "Big Bang") tenha marcado a origem do
Universo, buracos negros muito menores devem ter se formado
nas condições de alta densidade e pressão que a ela se
seguiram. Não existem no momento evidências conclusivas para
a existência de buracos negros.
IV – Cometas
Cometas
são corpos celestes compostos de poeira e gás, que se
movimentam em volta do Sol. As órbitas dos cometas muitas
vezes exigem milhares de anos para serem completadas. Alguns
cometas percorrem órbitas menores, de maneira que reaparecem
a intervalos mais freqüentes, como o famoso Cometa Halley.
Aproximadamente uma dezena de cometas podem ser observados
durante um ano, mas poucos apresentam brilho suficiente para
serem vistos a olho nu. Mesmo os maiores cometas não têm
mais do que a milionésima parte do peso da Terra. A
luminosidade dos cometas diminui de intensidade e acaba por
desaparecer, à medida que envelhecem e perdem o gás e a
poeira.
Cometa
Halley: Descreve uma órbita ao redor do Sol a cada 76
anos. Deve seu nome a Edmund Halley, que calculou sua órbita
em 1705. Em seu ponto mais próximo do Sol passa entre as
órbitas de Mercúrio e Vênus; em seu ponto mais distante
regride além da órbita de Netuno. Há notícias do
aparecimento desse cometa desde 466 a.C. Sua passagem pela
Terra em 1985-86 foi observada por cinco sondas espaciais
não tripuladas. Duas do Japão (Sagigake e Suisei), duas da
URSS (Vega1 e Vega2) e a sonda Giotto, da Europa, que passou
a 600 km do Halley e conseguiu fotografar o seu núcleo (é a
única foto do núcleo de um cometa). A cauda do cometa é uma
nuvem de poeira de gás constituída principalmente de átomos
de hidrogênio, carbono, nitrogênio e oxigênio. Pela primeira
vez a rotação do Cometa (período de 52 horas) pôde ser
observada diretamente.
V
– Galáxias
Galáxia é
uma enorme massa de Estrelas, nebulosas e matéria
interestelar. As menores galáxias contêm cerca de 100 mil
Estrelas, enquanto as maiores contêm mais de três trilhões.
Existem três principais tipos de galáxias, classificadas de
acordo com a sua forma: elíptica, que possui uma forma oval;
espiral, que tem braços espiralados exteriores à
protuberância central; e irregular, que não possui forma
definida. Algumas vezes, a forma de uma galáxia é distorcida
pela colisão com outra galáxia.
Galáxias
ativas, tais como as galáxias Seyfert e as radiogaláxias,
emitem intensa radiação. Em uma galáxia Seyfert, a radiação
provém do núcleo galáctico; em uma radiogaláxia, ela provém
também dos enormes lobos laterais. A radiação de galáxias
ativas parece ter sua origem em um buraco negro.
Via
Láctea
A Via
Láctea é o nome dado à fraca faixa de luz que se estende
através do céu noturno. Sua luz provém das Estrelas e
nebulosas em nossa galáxia, conhecida como Galáxia Via
Láctea ou simplesmente "a Galáxia". A Via Láctea tem a forma
de uma espiral, com um denso bojo central cercado por quatro
braços espiralando pra fora, contidos num halo maior e menos
denso. Não podemos observar a forma espiral porque o Sistema
Solar está em um dos braços espirais, o braço de Órion. De
nossa posição, o centro da Galáxia está completamente
encoberto por nuvens de poeira; em conseqüência, os mapas
ópticos fornecem apenas uma vista limitada da Galáxia.
Entretanto, um mapa mais completo pode ser obtido pelo
estudo de ondas de rádio, infravermelhas e outras. O bojo
central da Galáxia é relativamente pequeno, denso e
esférico, contendo principalmente Estrelas mais velhas,
vermelhas e amarelas. O halo é a região de menor densidade,
no qual as Estrelas mais velhas estão situadas; algumas
destas Estrelas podem ser tão velhas como a própria Galáxia
(possivelmente 15 bilhões de anos). Os brasões espirais
contêm principalmente Estrelas azuis, quentes e jovens,
assim como nebulosas. A Galáxia é enorme: cerca de 100 mil
anos-luz de diâmetro (um ano luz é aproximadamente 9.460
bilhões de quilômetros); em comparação, o Sistema Solar
parece pequeno: cerca de 12 horas-luz de diâmetro (13
bilhões de quilômetros). Toda a Galáxia gira no espaço,
sendo que as Estrelas interiores se deslocam mais rápido do
que as exteriores. O Sol, que está à cerca de dois terços do
centro, completa uma volta ao redor do centro da Galáxia a
cada 220 milhões de anos.
VI – O Cobe
Em 18 de novembro de 1989, a NASA lançou um satélite chamado
Cosmic Background Explorer (COBE), para analisar
detalhadamente a radiação do fundo do universo,
operando na faixa de microondas. Como planetas, estrelas,
galáxias e nuvens de gás emitem muito pouco microondas, o
satélite pode enxergar diretamente a luz que o Universo
emitiu quando passou de opaco para transparente, na chamada
época da recombinação, cerca de 300 mil anos depois
do Big Bang.
Os dados obtidos pelo COBE fitam
perfeitamente um corpo negro com temperatura de 2,735 K, com
uma incerteza menor que 1%, valor exato da radiação predita
para o gás quente de quando o Universo se formou, visto com
um avermelhamento correspondente; a expansão do Universo
estica o comprimento de onda pelo mesmo fator que o Universo
se expande entre a emissão e a observação. Se o Big Bang
tivesse sido caótico, por exemplo, o espectro observado não
seria perfeitamente o de um corpo negro, mas seria
distorcido para o azul, pelo decaimento das estruturas
caóticas.
A radiação do fundo do Universo mostra suas condições 300
mil anos após o Big Bang, quando o Universo era dominado por
radiação. Nesta época a temperatura do Universo caiu para
cerca de 3000 K, suficiente para que os prótons e as
partículas-alfa, formadas nos três primeiros minutos do
Universo, começassem a capturar elétrons, e formar átomos de
hidrogênio e hélio neutros.
CONCLUSÃO
Com esse trabalho eu pude
concluir o quanto é complexo e difícil de entender o
universo, em minha pesquisa percebi que existem cálculos
nesse ramo da cosmologia que parecem ser irreais não os
botei nesse trabalho, pois não achei que fossem relevantes
com o tema principal.O trabalho me ajudou bastante a
conhecer melhor o universo e os planetas, nesse trabalho não
botei o tópico: “Big Bang:” pois é uma coisa que todos
conhecem já o necessário: foi uma explosão que gerou o
universo` os dados que eu achei a respeito são muito
cientifico e específicos como a que temperatura estava tal
coisa a 0,001 s depois da explosão...
Espero que tenha
gostado do trabalho.
Referências
Microsoft
Enciclopédia Encarta 2001
SITE DA INTERNET
http://www.terra.com.br/fisica
http://www.universitários.net/cosmologia
Ministério da
Educação. Nota explicativa sobre Estrelas.Vitória.Nota
1999/02