... Página inicial- FAQ / Ajuda- Add Favoritos


  Bibliotecas
  Biografias autores
  Dicas de estudo
  Dicionários
  Exercícios Prontos
  Mapas
  Personalidades
  Saiba fazer
  Sites de buscas
  Tradutores
  Universidades
  Vestibular
  Administração
  Artes
  Astronomia
  Biologia
  Contabilidade
  Corpo humano
  Direito
  Diversos
  Economia
  Educação física
  Engenharia
  Filosofia
  Física
  Geografia
  História
  Informática
  Inglês
  Matemática
  Medicina
  Português
  Psicologia
  Química
  Religião
  Sociologia
  Completos
  Resumos


BUSCA

 


Publicidade


Recomende


Sobre o site

Contato
-----------------------
Créditos
----------------------- Na mídia
----------------------- Objetivos
----------------------- Parceiros
----------------------- P. de privacidade
-----------------------
Publicidade


  Matérias :: Física :: Material didático

  Autoria: Eloi Batista


 


Dilatação

O estudo da dilatação dos sólidos possui importantes aplicações práticas, como a compensação da dilatação dos pêndulos, a dilatação dos trilhos e das pontes (e o conseqüente cálculo da separação entre os segmentos) ou o fabrico da vidraria de laboratório resistente ao calor.

Chama-se dilatação todo acréscimo às dimensões de um corpo por influência do calor que lhe é transmitido. O fenômeno é explicado pela variação das distâncias relativas entre as moléculas, associada ao aumento de temperatura. Normalmente, são estudadas em separado a dilatação dos sólidos, a dos líquidos e a dos gases, distinguindo-se, no caso dos sólidos, a dilatação linear, a superficial e a volumétrica.

Os estudos teóricos partem do conceito de coeficiente de dilatação, definido como o aumento de volume, área ou comprimento experimentado pela unidade de volume (área ou comprimento) quando a temperatura varia de 1o C. Ao denominar-se   o coeficiente, se a temperatura varia de tO C, o aumento será  ; se o volume inicial era vo, o aumento total será  , de forma que o volume v após a dilatação pode ser escrito como  .

De modo geral, os sólidos se dilatam menos do que os líquidos e estes menos do que os gases. Uma barra de ferro com um metro de comprimento a 0o C dilata-se apenas 1,2mm se a temperatura aumenta para 100o C (seu coeficiente de dilatação linear é, portanto, 1,2 x 10-5). Caso se deseje alongar a mesma barra por meio de uma força de tração, para idêntico acréscimo de comprimento seria necessário aplicar-lhe uma força de 2.400kg por unidade de área. Pode-se introduzir um conceito um pouco mais rigoroso de coeficiente de dilatação. Chamando de  , respectivamente, os coeficientes linear, superficial e volumétrico, ter-se-ia:

Um fio de aço apresenta curiosa anormalidade de dilatação, pois quando a temperatura atinge cerca de 700o C o fio experimenta uma contração para voltar a dilatar-se pouco depois. O fenômeno, reversível, denomina-se recalescência. As ligas de aço-níquel dilatam-se muito pouco e o coeficiente de dilatação   varia com a maior ou menor percentagem de níquel nelas contida. O menor valor de   corresponde a 36% de níquel, sendo a liga denominada invar; para 46% de níquel, esse coeficiente torna-se igual a 0,9 x 10-5, valor igual ao da platina e ao do vidro comum, sendo a liga denominada platinite.

Alguns corpos como a borracha e a argila contraem-se quando a temperatura se eleva. Esses corpos se aquecem quando são alongados por uma força de tração, ao contrário dos demais, que têm sua temperatura reduzida. A água dilata-se irregularmente. Um volume de água aquecido a partir de 0o C se contrai até 4o C; aí começa a dilatar-se. A água a 4o C possui, portanto, sua maior densidade, sendo tomada como unidade. Por isso as camadas profundas de mares e lagos estão à temperatura constante de 4o C.

 
 

<-Anterior

Página 1
Próxima->

 

Cola da Web.: É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, exceto em trabalhos escolares.