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Floresta
Amazônica
CARACTERÍSTICAS GERAIS
A
floresta Amazônica está localizada a norte do continente
sul-americano. Aproximadamente 67% de sua área pertence ao
Brasil, sendo o restante distribuído entre a Venezuela,
Suriname, Guianas, Bolívia, Colômbia, Peru e Equador. A
formação vegetal está dividida em três principais tipos de
mata: igapó, várzea e mata de terra-firme. A mata de igapó é
inundada permanentemente, a várzea é inundada somente nos
períodos de cheia e a mata de terra-firme, normalmente não é
inundada. Há também uma diversidade dos rios. Podemos
considerar como principais representantes o Rio Negro (de
águas negras), o Rio Solimões, Madeira e Amazonas( águas
barrentas ou amarelas) e o Rio Tapajós ( de águas claras ou
transparentes). Apesar dos solos amazônicos serem
estruturalmente pobres, nas várzeas - por receberem matéria
orgânica e minerais trazidos na época das cheias -
encontramos maior fertilidade do que no restante da
floresta. Estes solos nos períodos secos, são utilizados
pela população ribeirinha para o cultivo, que geralmente é
de subsistência. Uma característica marcante da Amazônia é o
equilíbrio entre a floresta e a sua mata fechada e bem
variada; a rica hidrografia, com a mais densa bacia fluvial
do mundo; o clima quente e úmido e os solos em geral pobres,
mas que recebem grande quantidade de matéria orgânica
proveniente da própria floresta que aliada aos fatores
acima, forma um intrínseco ciclo de nutrientes, contribuindo
assim para sua subsistência e exuberância.
FLORESTA
É a maior Floresta Tropical Úmida do planeta,
considerada por muitos como o "pulmão do mundo" . Ocupa
38,5% do território nacional e sua superfície é de,
aproximadamente, 3.300.000 km2 , compreendendo os estados do
Maranhão, Pará, Tocantins, Amapá, Amazonas, Acre, Roraima,
Rondônia e Mato Grosso. Possui três tipos de vegetação,
classificadas de acordo com a proximidade em relação aos
rios:
• mata de igapó: floresta submersa, permanentemente alagada
pelos rios. Ex.: vitória-régia;
• mata de várzea: mata de inundação temporária, de
composição vegetal variável. Ex.: seringueira, jatobá e
maçaranduba;
• mata de terra firme: ocupam a maior parte
da região e não são inundadas pelas cheias dos rios. É uma
formação densa, úmida e escura (a copa das árvores forma um
telhado que pode reter até 95% da luz solar). Ex.:
castanha-do-pará, caucho e guaraná.
Também é considerada a mais rica em biodiversidade: em uma
área de 2km2 de mata chegam a ser encontradas 300 espécies
vegetais diferentes.
A maioria
dos 7 milhões de km2 da Floresta Amazônica é
constituída por uma floresta de terra firme. Esta é uma
floresta que nunca é alagada e se espalha sobre uma grande
planície de até 130-200 metros de altitude, até os sopés das
montanhas. A grande planície corresponde aos sedimentos
deixados pelo lago "Belterra", que ocupou a maior parte da
bacia Amazônica durante o Mioceno e o Plioceno, entre 25 mil
e 1,8 milhão de anos atrás. O silte e as argilas depositados
neste antigo lago foram submetidos a um suave movimento de
elevação epirogenético, enquanto os Andes se ergueram e os
modernos rios começaram a cavar os seus leitos. Assim
surgiram os três tipos de florestas amazônicas: as florestas
montanhosas Andinas, as florestas de terra firme e as
florestas fluviais alagadas, as duas últimas na Amazônia
brasileira.
As
flutuações climáticas do Pleistoceno se manifestaram numa
sucessão repetida de climas frio-seco - quente-úmido -
quente-seco. A última fase fria-seca data de 18 mil a 12 mil
anos atrás, quando o clima da Amazônia era semi-árido, com
temperatura média rebaixada por até 5ºC. Em seguida, houve o
retorno do clima quente-úmido, que chega ao máximo em torno
de 7 mil anos atrás. Desde então, e com várias oscilações de
menor porte, vivemos um clima relativamente quente-seco.

Muito
importante foi o fato de que durante as fases semi-áridas, a
grande floresta de terra firme se encontrava dividida e
fragmentada por formações vegetais abertas, do tipo
cerrados,
caatingas
e campinaranas, todas melhor adaptadas ao clima seco. A
floresta sobrevivia em "refúgios", situados nas áreas de
solos mais altos e com melhor abastecimento hídrico. Ao
voltar o clima mais úmido, a floresta expandiu-se novamente,
em detrimento da vegetação dos cerrados. Hoje em dia, o
cerrado sobrevive em seus próprios "refúgios", dentro da
imensidade das matas de terra firme. Este processo flutuante
vai se repetir sem dúvida, a não ser que o homem interfira
na situação.
A floresta
de terra firme tem inúmeras adaptações à pobreza em
nutrientes dos seus solos argilosos e podzólicos. As árvores
que a compõem são capazes de se abastecer com nitratos
através de bactérias fixadoras de nitrogênio, que estão
ligadas às suas raízes. Além disso, uma grande variedade de
fungos também simbiontes das raízes, chamados micorrizas,
reciclam rapidamente o material orgânico antes deste ser
lixiviado. A serrapilheira (formada por folhas e outros
detritos vegetais que caem ao solo) é reciclada rapidamente
pela fauna rica de insetos, especialmente besouros, formigas
e cupins. Os insetos constituem a maioria da biomassa animal
na floresta de terra firme.
Esta
floresta, especialmente rica em aráceas epífitas, é,
comparada à
Mata
Atlântica, relativamente pobre em
bromélias e orquídeas. Entre estas plantas epífitas estão as
mirmecófitas, plantas que vivem em estreita simbiose com as
formigas. No sub-bosque da floresta destacam-se
especialmente as palmeiras e os cipós. As grandes samambaias
são raras.
As
florestas alagadas estão ao alcance das enchentes anuais do
rio Amazonas e de seus tributários mais próximos. As
flutuações do nível da água podem chegar a 10 metros ou
mais. De março a setembro, grandes trechos de floresta
ribeirinha são alagados. As plantas e os animais da floresta
alagada amazônica vivem em função das suas diversas
adaptações especiais para sobreviver durante as enchentes.
AS ÁGUAS
As águas
amazônicas possuem características diferentes, resultantes
da geologia das suas bacias fluviais. Os rios chamados de
rios de água branca ou turva, como o Solimões ou o Madeira,
percorrem terras ricas em minerais e suspensões orgânicas.
Os rios chamados de água preta, como o Negro, oriundos de
terras arenosas pobres em minerais, são transparentes e
coloridos em marrom pelas substâncias húmicas. Existem
também rios de águas claras, como o Tapajós, que nascem nas
áreas dos antigos escudos continentais, também pobres em
minerais e nutrientes.

As matas
banhadas pelas águas brancas costumam ser chamadas de
florestas de várzea e as banhadas pelas águas pretas e
claras, de florestas de igapós. A vegetação da várzea
é muito mais rica do que a vegetação dos igapós, por causa
da fertilidade das águas brancas e dos solos aluvionais por
elas trazidos. O mesmo se constata com a fauna dos dois
tipos de florestas, especialmente com a biota aquática. Os
rios de água branca são ricos em peixes, enquanto os rios de
água preta são "rios da fome". As áreas onde os dois tipos
de águas se misturam, como a área perto de Manaus, são
consideradas especialmente ricas.
As árvores
das matas alagadas têm várias adaptações morfológicas e
fisiológicas para viverem parcialmente submersas, como
raízes respiratórias e sapopembas. As árvores são pobres em
plantas epífitas e o sub-bosque praticamente inexiste. Em
seu lugar existe uma rica flora herbácea, como o capim-mori,
a canarana e o arroz selvagem. Na estação das enchentes, o
capim se destaca e forma verdadeiras ilhas flutuantes.
Outras plantas flutuantes, tais como a vitória-régia e o
aguapé, também acompanham o nível das águas.
“NOSSOS QUERIDOS ANIMAIS”
A macrofauna do chão da floresta é
relativamente pobre. Os vários sapos e pererecas ali
encontrados apresentam diversas adaptações para garantir a
água necessária para o desenvolvimento dos girinos. Alguns
grandes mamíferos, tais como as antas, o cateto e a
queixada, assim como os mutuns e os inhambus, entre as aves
do chão, merecem destaque. Perto do chão da floresta
encontram-se também muitas aves "papa-formigas", que tiram
proveito das enormes migrações de formigas de correição.
A grande diversidade animal encontra-se nas
copas das árvores entre 30 e 50 metros de altura, um
ambiente de difícil acesso para o pesquisador. Ali é rica a
fauna de aves, como papagaios, tucanos e pica-paus.
Especialmente vistosos são o pavãozinho do Pará e a cigana.
Entre os mamíferos das copas predominam os marsupiais, os
morcegos, os roedores e os macacos. Os primatas possuem
nichos bem diferenciados. O bugio é diurno e se alimenta de
preferência com folhas. O macaco da noite Aotus é o
único macaco ativo durante a noite. Os sauins, insetívoros
vorazes, possuem várias espécies e subespécies que se
diferenciam pelo colorido e forma das faces. Ao lado dos
polinizadores clássicos - abelhas, borboletas e aves - os
macacos da Floresta Amazônica têm também um papel de
destaque como polinizadores. As aves, os morcegos e os
macacos frugívoros da mata de terra firme têm um importante
papel de disseminar os frutos e sementes das árvores.
As
espécies e subespécies de macacos, preguiças, esquilos e
outras são freqüentemente separadas pelos grandes rios
tributários do rio Amazonas. As unidades biogeográficas
formadas pelas bacias destes rios explicam em parte a grande
biodiversidade da biota amazônica. Além
disso, podemos sobressaltar áreas de floresta que serviram
de refúgio às várias populações diferenciadas durante os
períodos de clima árido do passado, acima mencionados,
quando grandes áreas de cerrado fragmentavam a Floresta
Amazônica. Hoje em dia, o desmatamento descontrolado está
fragmentando a floresta de terra firme. Sem os cuidados
necessários, províncias faunísticas inteiras e antigos
centros de especiação correm o risco de serem obliterados
para sempre.
Os
mamíferos das matas alagadas - antas, capivaras e outros -
são todos bons nadadores. Até as preguiças são capazes de
nadar. A fauna de macacos e de outros mamíferos arborícolas
em geral é pobre, comparada com a fauna da terra firme. Nos
rios de várzea encontram-se, porém, várias espécies de
mamíferos aquáticos, como os botos, o peixe boi, a ariranha
e as lontras. A fauna de primatas é muito reduzida. O
vegetariano peixe boi e os botos predadores são, entretanto,
muito raros nas águas pretas e claras dos igapós, pobres em
vegetação aquática e pouco piscosas.
Na
avifauna relativamente pobre das florestas de igapós
predominam as aves aquáticas, tais como as garças, biguás,
jaçanãs, mucurungos e patos.
As águas
das florestas alagadas são ricas em répteis aquáticos. As
tartarugas são importantes herbívoros da vegetação aquática
e são muito caçadas. A tartaruga verdadeira (Podocnemis
expansa) está em perigo de extinção; a cabeçuda (P.
dumeriliana) e a tracajá (P.unifilis) são também
muito apreciadas pelos caçadores. Os cágados Phrynops
são encontrados com mais freqüência nas corredeiras. Entre
os jacarés, o jacaretinga (Palaeosuchus trigonatus),
gênero com uma única espécie endêmica na Amazônia, está
ameaçado de extinção. O jacaré-açu (Melanosuchus niger)
é o jacaré comum na área. Vários autores atribuem aos
jacarés predadores um importante papel de "reguladores" na
várzea. A grande jibóia amazônica merece também ser
mencionada.
Na
Amazônia vivem em torno de 10 mil espécies de peixes. Aqui,
mencionamos apenas algumas espécies ligadas à floresta de
inundação. São estas os peixes frugívoros que evoluíram em
estreita co-evolução com as árvores e arbustos amazônicos:
as frutas caem na água, são engolidas pelos peixes e as
sementes resistentes às enzimas gástricas são transportadas
para longe. Vários peixes, especialmente os da grande ordem
dos Characinoidea, apresentam dentições
especializadas para certos tipos de frutas. O tambaqui (Collosoma
macropomum) é um comedor especialista das frutas da
Hevea spruceana. Pacus, dos gêneros Mylossoma, Myleus
e Broco, são também comedores importantes de frutas de
palmeiras, embaúbas e outras árvores. A piranheira é uma
planta preferida por algumas espécies de piranhas. A
dispersão das plantas pelos peixes da várzea e dos igapós
tem uma importância comparável à da dispersão clássica de
sementes pelas aves e mamíferos nas florestas de terra
firme. O tambaqui e os pacus, bem como o pirarucu (Arapaima
gigas), são os peixes de maior importância comercial na
Amazônia. Nada ilustra melhor o papel ecológico importante
da frugivoria dos peixes. O tambaqui é muito procurado por
pescadores turísticos.
Os peixes
frugívoros constituem somente um dos tipos de peixes na
várzea, mas o papel deles é particularmente importante nas
águas pretas e claras. Devido à pobreza excessiva dessas
águas em fito e zooplâncton, são as árvores que fornecem a
maioria dos alimentos. Mesmo assim, os peixes do rio Negro
são de tamanhos menores do que os seus coespecíficos no rio
Solimões. Os cardumes também são menores.
A fauna de
insetos é principalmente ligada à vegetação flutuante. As
poucas espécies de cupins e de formigas acompanham a subida
e a descida das águas ao longo dos troncos das árvores.
Vários tipos de insetos vivem sobre a vegetação flutuante,
enquanto nas águas criam-se enormes populações de mosquitos
e outros dipterros irritantes. Os rios de água preta são
isentos deste flagelo.
As matas
alagadas contêm várias espécies de árvores de utilidade
econômica, além de madeiras de lei. A seringueira, a sorva,
a andiouba, a macaranduba, o buriti e o tiucum produzem
borracha, alimentos, óleos, resinas e fibras de importância
econômica. As várzeas são especialmente ricas e produtivas.
Ali se encontravam as grandes concentrações indígenas e
atualmente são desenvolvidos grandes projetos agro-pecuários
e industriais.
Específicas dos igapós de solos arenosos e de água preta são
a piranheira (Piranhea trifoliata), a oeirana (Alchornea
castaniifolia), várias espécies de Inga e de
Eugenia, as palmeiras Copaifera martii (copaíba)
e a Leopoldinia. Algumas árvores têm grande
resistência às enchentes prolongadas, tais como a
Myrciaria dubia, a Eugenia inundata (araçá de
igapó) e, finalmente, a Salix humboldtiana, que
sobrevivem a vários anos de submersão permanente.
Muitas
espécies da várzea estão ameaçadas de extinção devido ao
rápido desenvolvimento das áreas urbanas, da construção de
represas, da poluição com o mercúrio dos garimpos etc. A
caça e a pesca desregulada na várzea já colocaram em risco a
existência de vários vertebrados aquáticos de grande porte.
A lista das espécies em extinção é encabeçada pelos botos,
peixe boi, ariranha, tartaruga verdadeira, jacaretinga e
outros. Entre os peixes ameaçados destacamos o pirarucu, o
maior peixe de água doce do mundo.
MARGENS
A alta
produtividade da várzea possibilitou
uma
povoação
indígena densa à época da descoberta. As
margens do grande rio abrigaram muitas aldeias com milhares
de habitantes. A densidade populacional alcançava 14,6
pessoas por quilômetro quadrado. Os ribeirinhos cultivavam
milho e mandioca no rico solo aluvional, coletavam arroz
selvagem e usufruíam de pesca rica. Estes índios tinham uma
organização de classes sociais e utilizavam trabalho de
escravos.
Os rios de
água preta, pelo contrário, considerados "rios de fome",
foram historicamente pouco habitados. Porém, pela falta de
dípteros molestadores, como mosquitos, borrachudos e
mutucas, os novos colonizadores preferiam morar nas margens
dos rios de água preta. Por um curto período, a capital da
região foi para Barcelos, no médio rio Negro, mas mudou
rapidamente para Manaus, perto da várzea rica em peixes.
Ainda é preciso considerar que os solos férteis na Amazônia
são os solos de várzea, justamente onde os grandes centros
urbanos tendem a se localizar, junto com as suas bases de
abastecimento.
Uma
estação ecológica está situada por inteiro no ambiente dos
igapós: é a Estação Ecológica Federal do arquipélago
de
Anavilhanas, no baixo rio Negro. Nas
enchentes, o arquipélago de centenas de ilhas é praticamente
submerso. O laboratório de pesquisa da Estação fica em casas
flutuantes que acompanham também o nível das águas. Uma
outra estação, Mamirauá, está situada na várzea, perto de
Tefé. O grande centro de pesquisas da Amazônia (INPA), em
Manaus, e o Museu Goeldi, em Belém, mantêm várias reservas e
áreas de pesquisa nas matas de terra firme. Em Santarém
encontra-se um grande centro de pesquisas piscívoras.
EXTRAINDO A MAIOR RIQUEZA
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É
a maior floresta tropical remanescente do mundo,
representando cerca de 40% das florestas tropicais
do planeta. Em terrítório brasileiro cobre uma área
de 3,7 milhões de Km². É o bioma brasileiro com
maior porcentagem de área em Unidades de Conservação
(10%). Cerca de 15% da área total foi removida
devido a construçã de rodovias que abriram caminho
para atividades mineradoras, colonização, avanço da
fronteira agrícola e exploração madereira. (I
Relatório para a Convenção sobre Diversidade
Biológica do Brasil - 1998)
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O solo
coberto por essa floresta não serve para a exploração
agrícola intensa ou para a pecuária, já que rapidamente
perde a fertilidade após a derrubada da vegetação. A região
é cortada pelo rio Amazonas, que nasce no Peru, na
cordilheira dos Andes, e deságua no Atlântico, depois de
cruzar todo o norte do Brasil. Com 6.868 km, ele é o maior
rio do mundo , superando em extensão e volume de água o rio
Nilo.
A Amazônia
vem sendo degradada desde a colonização do Brasil de várias
maneiras, de acordo com a disponibilidade dos seus recursos
naturais e da necessidade econômica em cada etapa deste
processo. Houve contudo, uma intensificação a partir da
década de 70 com maior ocupação e extração mineral e
vegetal. Atualmente, os principais processos de degradação
são: desmatamento: para agropecuária, extração de madeira e
ocupação; mineração: para a exploração de principalmente de
ferro, cassiterita, bauxita e ouro; as queimadas: para
formação de pastagens, abertura de estradas, etc. Desta
forma, há uma sensível alteração do ciclo de nutrientes da
floresta, abalando os fatores que a mantém.
O
extrativismo é a principal atividade econômica. Da
seringueira e do caucho, abundantes na floresta, é extraída
a borracha.. São coletados também castanha-do-pará, goma,
guaraná, babaçu e muitos outros vegetais. Há reservas de
ferro, bauxita, sal-gema, manganês, calcário, cassiterita,
gipsita, linhita, cobre, estanho, chumbo, caulim, diamante,
níquel e ouro.
O impacto
ambiental de maior escala em toda a Amazônia tem sido a
destruição de extensas áreas, por meio de desmatamentos e
queimadas, para a prática de agricultura e pecuária. A
floresta também sofre os efeitos do corte indiscriminado da
madeira.
Desenvolvimento sustentado – Para estimular o
desenvolvimento da região de forma a preservar o meio
ambiente e garantir a melhoria da qualidade de vida da
população, o Conselho Nacional da Amazônia Legal aprovou, em
julho de 1997, a Política Nacional Integrada para a Amazônia
Legal. Ela prevê renovação tecnológica de atividades como
mineração, garimpo, exploração de madeira e pecuária e
modernização de atividades tradicionais, como a pesca, o
extrativismo, a agricultura e a navegação fluvial.
Atividades como o ecoturismo, a silvicultura e a
bioindústria devem ter seu potencial mais bem explorado.
Essa política também reconhece a necessidade de
investimentos para melhorar o acesso à saúde, ao saneamento
básico e à habitação nos centros urbanos.
Para a
defesa da parte brasileira da região, o governo criou o
Sistema Integrado de Vigilância da Amazônia (Sivam). Esse
projeto, que teve os primeiros financiamentos internacionais
liberados em 1997, prevê o processamento de imagens obtidas
por satélites e radares para a fiscalização do tráfego aéreo
e do meio ambiente e o mapeamento das riquezas minerais
CONCLUSÃO
Ainda a tempo de salvá-la, mantê-la, o grande
problema é que termos que mudar abetos que, de certa forma
necessitamos, mas que não são crucias, como o desmatamento,
queimadas, biopirataria, exploração dos minérios, caça ou
contrabando de animais e plantas, isso é só uma parte do que
é essencial para a reestruturação da floresta Amazônica, de
que tanto exercemos um imperialismo, que não deveríamos
impor sob algo que nem nos pertence, e sim aos povos
nativos, animais, plantas, rios e costumes que não temos
direito de destruir com tanta crueldade e falta de
planejamento do futuro que dura a mais de 500 anos contínuos
e sem pausa.
A grande jogada seria envenenar a toda a
humanidade, mas como não sou legal, devo colocar os planos
de pacifistas que acham melhor a reconstrução da floresta,
conscientizado a todos nativos e “parasitas”,
reflorestamento, vigilância tanto por parte do governa
quanto por parte do exercito,e muitas mais .
Então concluo que a floresta Amazônica é
realmente sensacional sem igual e devemos cuidar dela porque
ela é vida.
Principais Regiões Fitogeográficas do Brasil
 
apenas floresta Amazônica
BIBLIOGRAFIA
www.coltec.ufmg.br/coltec/ensino/ciencsoc/geografia/amazonia.htm
www.ronzani.hpg.com.br/mata1.htm
www.mre.gov.br/cdbrasil/itamaraty/ web/port/meioamb/ecossist/amazon/apresent.htm
www.bdt.fat.org.br/sci?sci.biom.amaz
http://www.florestabrasil.com.br/
www.ema.com.br/portugues/brasil/amazonia.html
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