... Página inicial- FAQ / Ajuda- Add Favoritos


  Bibliotecas
  Biografias autores
  Dicas de estudo
  Dicionários
  Exercícios Prontos
  Mapas
  Personalidades
  Saiba fazer
  Sites de buscas
  Tradutores
  Universidades
  Vestibular
  Administração
  Artes
  Astronomia
  Biologia
  Contabilidade
  Corpo humano
  Direito
  Diversos
  Economia
  Educação física
  Engenharia
  Filosofia
  Física
  Geografia
  História
  Informática
  Inglês
  Matemática
  Medicina
  Português
  Psicologia
  Química
  Religião
  Sociologia
  Completos
  Resumos


BUSCA

 


Publicidade


Recomende


Sobre o site

Contato
-----------------------
Créditos
----------------------- Na mídia
----------------------- Objetivos
----------------------- Parceiros
----------------------- P. de privacidade
-----------------------
Publicidade


  Matérias :: Geografia :: Brasil

  Autoria: Sandro Vieira Guimarães


 


[Continuação]

Período de transição.

No final do século XVIII o comércio se ressentiu da decadência geral que estreitou cada vez mais o mercado consumidor. Houve breves períodos de reação, em que a exportação excedeu a importação e as estatísticas revelaram saldo favorável, mas tornaram-se cada vez mais raras.

As vilas pouco evoluíram em relação ao período inicial. Mesmo Vila Boa, mais próspera, carecia de boas casas, de condições sanitárias e de conforto. O ensino era precário, tanto em sentido quantitativo quanto qualitativo: somente em 1788 chegaram os primeiros professores, três de primeiras letras, para Vila Boa, Meia Ponte e Pilar, dois de cultura latina e um de retórica. A decadência dos arraiais mineiros provocou a ruralização da vida, já presente à época do governo de Cunha Meneses.

O desenvolvimento da agricultura tornou-se imperioso, não só para abastecer o mercado interno, despojado de condições para importação, mas também como veículo de intensificação do comércio externo, capaz de dar combate à estagnação da capitania. O comércio era dificultado pelos transportes deficientes e pelos impostos. A partir da década de 1780, quando caíram as barreiras restritivas, a navegação fluvial apresentou-se como meio capaz de propiciar novas condições de vida, fundamentadas no intercâmbio mais efetivo com o exterior, mas de resultados pouco compensadores.

Da instalação da corte portuguesa no Rio de Janeiro à independência (1808-1822), a política governamental delineou-se rumo à integração e valorização dos domínios portugueses. Objetivava-se então reerguer as capitanias do Centro-Oeste por meio do aproveitamento técnico das vias fluviais, da renovação das técnicas agropecuárias e da pacificação e utilização do indígena como mão-de-obra.

Iniciou-se então um novo surto de expansão territorial, determinado por algumas novas descobertas auríferas, pelo progresso da pecuária e pela necessidade de conter o indígena, um dos principais entraves ao estabelecimento regular da navegação e do comércio fluviais. Fracassaram as sucessivas tentativas de incremento das sociedades mercantis, quer pelas dificuldades geográficas, quer pela natureza dos produtos agropecuários exportáveis, que não atraíam os comerciantes paraenses mais interessados no ouro, já então inexistente.


Movimentos separatistas.

No início do século XIX, Goiás foi obrigado a ceder áreas de seu território às províncias do Maranhão e de Minas Gerais. Pelo alvará de 18 de março de 1809, o norte foi desmembrado da ouvidoria sediada em Vila Boa e constituiu-se em comarca, com sede em São João das Duas Barras. O isolamento levou-o a desligar-se paulatinamente do sul e a vincular-se comercialmente ao Maranhão e ao Pará. A tendência à secessão, já latente, materializou-se após a revolução constitucionalista do Porto, que chegou ao conhecimento dos goianos em 24 de abril de 1821.

Em Natividade, em 14 de setembro, foi proclamada uma junta provisória, que se recusou a aceitar ordens de Vila Boa. Aderiram os antigos arraiais de mineração do norte, cujos eleitores não compareceram para a escolha do governo provisório, em 8 de abril de 1822, em Vila Boa. A junta de Natividade considerou ilegal o novo governo. Palma, alegando ter sido sempre abandonada pelo sul, constituiu-se em província autônoma. As lutas pela liderança do movimento provocaram cisão entre Palma e Natividade e enfraqueceram o movimento, que acabou por ser debelado em 1823.

As características mais relevantes do período monárquico foram a busca de soluções para os problemas econômico-financeiros e para a pacificação social. O comércio fluvial e as atividades agrárias foram incentivados. A pecuária passou a representar o sustentáculo econômico da província, motivando a penetração de novas levas humanas no território goiano: baianos, maranhenses, piauienses, mineiros e paulistas. A agricultura, até a segunda metade do século, tinha ocupado posição secundária. Foram exceções as culturas do fumo, de Natividade e Meia Ponte, e do café, em diversas regiões. Desenvolveu-se a indústria de couros. Até o final da quarta década, a província experimentou um lento progresso, que não chegou a representar dinamização em sentido global.

Caetano Maria Lopes Gama foi o primeiro presidente de Goiás nomeado pelo imperador (1824). Seu sucessor, Miguel Lino de Morais (1827), ao ver que nada era possível realizar por falta de recursos, incentivou o desenvolvimento da agricultura e da pecuária. Graças a essa medida, houve produção em larga escala de algodão, fato que levou o presidente à criação, em 1828, de uma fábrica de tecidos, primeiro estabelecimento manufatureiro de Goiás.

Logo em seguida, com o objetivo de facilitar a aquisição de instrumentos agrícolas, Lino de Morais incrementou o estabelecimento de uma fábrica de ferro em São José de Mossâmedes. Mandou à pacificação dos indígenas, principalmente caiapós e canoeiros, a índia Damiana da Cunha, que se tornou famosa por seu heroísmo e abnegação nas lutas pela catequese.


Lutas regionais.

Foi Lino de Morais o primeiro a compreender e expor, por ocasião da instalação do Conselho Geral em 1830, a necessidade de mudança da capital goiana, o que só veio a efetivar-se um século depois. Isso foi causa de animosidades e conspirações contra seu governo, que terminaram com sua deposição, em 14 de agosto de 1831, por um golpe político-militar.

Nos governos seguintes, pela primeira vez ocupados por goianos -- José Rodrigues Jardim, padre Luís Gonzaga de Camargo Fleury e José de Assis Mascarenhas -- especial atenção foi dada ao problema da instrução pública. Multiplicou-se a partir de então o número de escolas primárias em todo o território da província. Em 1835 iniciou-se a publicação do Correio Oficial, que por mais de um século divulgou os atos governamentais e matérias de interesse geral. Antes desse jornal, havia circulado em Meia Ponte, durante mais de três anos, o Matutina Meia-Pontense, primeiro órgão da imprensa goiana, fundado em 1830.

A elevação paralela do nível educacional preparou o ambiente para a criação, em 1846, do Liceu de Goiás. Tais empreendimentos foram prova do esforço dos presidentes da antiga província, dos quais há que destacar, além dos citados, o comendador Antônio de Pádua Fleury, Olímpio Machado, José Martins Pereira de Alencastre e João Bonifácio Gomes de Siqueira. Percebe-se, porém, por seus relatórios e memoriais, que se obstinavam em impulsionar a navegação do Araguaia (da mesma forma que antes os sucessivos governadores da capitania teimavam em incrementar a exploração do ouro) em detrimento de outras medidas administrativas.

A população, que no final do século XVIII se mostrava estacionária e que em 1837 fora estimada em 117.000 habitantes, atingiu em 1872 a casa de 160.000. A progressiva decadência de Vila Boa após o surto mineratório levou o presidente José Vieira Couto de Magalhães a defender a mudança da capital para a região do Araguaia (Leopoldina), em 1863. Graças a sua atuação, concretizou-se o intercâmbio regular com o Pará, com o estabelecimento da navegação a vapor do Araguaia, em 1868 e, posteriormente, do Tocantins, até Belém.

Em 1865, Goiás se viu na contingência de enviar tropas ao sul de Mato Grosso, então invadido pelo exército paraguaio. Goiás participou ativamente da guerra do Paraguai, na condição de fornecedora de tropas e de víveres para os combatentes.

O presidente Augusto Ferreira França mandou para o campo de guerra um batalhão de infantaria, um esquadrão de cavalaria e ainda um batalhão de voluntários goianos. Terminada a guerra, seguiu-se, até a proclamação da república, um período sem acontecimentos merecedores de menção, em vista da descontinuidade administrativa ocasionada pela sucessiva mudança de quadros dirigentes, como resultado da instabilidade da política liberal e conservadora que caracterizou os últimos anos do segundo império. Em compensação, a partir de 1870 houve um florescimento das atividades literárias e jornalísticas, graças à atuação de Félix de Bulhões, poeta, jornalista e líder abolicionista.

A partir da década de 1860 a província progrediu também economicamente, devido sobretudo ao crescimento do rebanho bovino e à expansão da agricultura. A indústria de couros prosperou, juntamente com o início da fabricação de tecidos de algodão, graças à abundância de matéria-prima. Existiam já em 1861 cerca de 1.500 teares. No município de Formosa, começaram a ser fabricados implementos agrícolas de ferro.


Primeira república.

A república não trouxe modificação sensível ao panorama geral da vida goiana. Logo depois da promulgação da constituição de 1891, uma expedição chefiada por Luís Cruls demarcou uma área pertencente ao estado de Goiás, no planalto central, como ponto ideal para a localização da sede do governo brasileiro. O grande estado mediterrâneo, quase isolado do resto do país, tinha sua principal fonte de riqueza na atividade agropecuária, que não se arruinara ou se modificara com a deficiência de braços resultante da abolição da escravatura.

Do final do período monárquico até 1930, o povoamento se intensificou graças à atividade rural e à expansão das ferrovias, que facilitaram o intercâmbio comercial com o sul e contribuíram para o povoamento das regiões sul, sudeste e sudoeste do estado. Novos povoados se formaram a partir de 1888 e, até 1930, constituíram-se 12 novos municípios.

A população, que em 1890 era de 225.000 almas, duplicou em trinta anos. O norte ainda era a região menos povoada. Em 1924 foi tentada pela primeira vez, embora sem sucesso, a colonização européia, com o estabelecimento da colônia alemã de Uvá e Itapirapuã. A navegação fluvial, que havia prosperado no século anterior, ainda foi intensa nos primeiros anos da república, principalmente em função do abastecimento dos seringais da Amazônia. As comunicações com o sul melhoraram à medida que se expandiam os trilhos. Até o final da primeira década do século, o intercâmbio se fazia por Araguari, para onde os produtos goianos eram levados em lombo de burros.

Em 1913 Goiandira passou a ser servida pela estrada de ferro, mas somente em 1930 esta se estendeu até Bonfim (Silvânia). Em 1926, um século após a construção do Hospital São Pedro de Alcântara de Vila Boa (1825), foi instalado o segundo hospital do estado, em Anápolis (Hospital Evangélico Goiano).


Coronelismo.

Em decorrência da agropecuária extensiva formaram-se os latifúndios, com suas implicações econômicas e sociais. No campo predominaram características semifeudais. No norte, região mais desabitada, reinou certa instabilidade, motivada pelo banditismo de jagunços e pela luta dos coronéis.

Com a república, os clãs que se formaram ao longo do império, já então depositários do poder econômico, dominaram a vida política. Os vícios eleitorais e o coronelismo, decorrentes da estrutura econômica e social, somados à "política dos governadores" implantada por Campos Sales, deram origem às oligarquias dos coronéis, já consolidadas em 1920 e que se sucederam até 1930: José Leopoldo de Bulhões Jardim, José Xavier de Almeida, Eugênio Rodrigues Jardim e Antônio Ramos Caiado. O personalismo desses chefes, que se sobrepunham aos poderes legislativo e judiciário, e as relações de vassalagem pelo voto caracterizam a política da época. A oposição se estruturou em função das contradições interpartidárias, da reação no plano nacional, pelos movimentos de 1922 e 1924 e do contato com o tenentismo do sudoeste goiano. Sua liderança foi assumida por intelectuais e liberais aliados aos políticos dissidentes. Coligaram-se os movimentos aliancistas, e, com a vitória da revolução de 1930, a máquina eleitoral e administrativa cheia de falhas, que dominava o estado havia mais de trinta anos, começou a ser desarticulada. A intensificação da interiorização e a dinamização econômica caracterizaram o período posterior a 1930.


Nova capital.

A partir da década de 1930, o estado entrou numa fase de real prosperidade. O novo governo, chefiado por Pedro Ludovico Teixeira, escolheu como meta inicial a mudança da capital do estado. Em dezembro de 1932 foi decretada a mudança de sede do governo para um local próximo da cidade de Anápolis, que iria receber em breve a Estrada de Ferro de Goiás.

Com poucos recursos, baseada num empréstimo concedido pelo Banco do Brasil, iniciou-se a construção da nova capital, a que foi dado o nome de Goiânia, de acordo com projeto do engenheiro Atílio Correia Lima e do urbanista Armando de Godói. Em março de 1937, já concluídos os principais edifícios públicos e algumas casas de moradia, foi decretada a transferência da capital, inaugurada em 1942.

A construção de Goiânia coincidiu com a instalação, pelo governo federal, de colônias agrícolas em várias regiões do estado, como decorrência da política da marcha para o oeste. Desse modo, constituíram-se cidades novas como Ceres, Rialma, Uruana, Britânia e outras, as duas primeiras fundadas pelo engenheiro Bernardo Saião Carvalho Araújo, que foi mais tarde encarregado pelo presidente Juscelino Kubitschek de comandar a construção de Brasília.


Modernização.

A transferência da capital do estado para Goiânia; a chegada da estrada de ferro a Anápolis, permitindo o adensamento populacional do sul; a programação da expansão agrícola pelo governo federal com a criação da Colônia Agrícola Nacional de Goiás, em 1941; e a escolha do planalto central, por determinação da constituição de 1946, para sede da nova capital do Brasil, concretizada com a inauguração de Brasília -- tudo isso representa alguns dos condicionamentos mais relevantes do processo de modernização de Goiás.

A eletrificação, empreendida pela Celg com recursos do estado, contribuiu para o aceleramento da urbanização e o início da industrialização, bem como trouxe novos atores à cena política, embora predominasse ainda a liderança da agropecuária na representação legislativa e executiva. Eleito em 1961, Mauro Borges Teixeira, filho de Pedro Ludovico Teixeira e militar de carreira, foi o primeiro governante goiano a tentar o planejamento econômico e administrativo do estado. O plano tinha como bases a exploração do potencial mineralógico, por meio da Metais de Goiás S.A. (Metago); o aproveitamento industrial das riquezas extrativas e dos produtos agrícolas; e o aumento da produtividade agrícola mediante o aprimoramento técnico.

Como tivesse participado da resistência ao golpe militar de 1964, Mauro Borges teve seu mandato cassado, foi reformado no posto de coronel e viu seus direitos políticos suspensos por dez anos. O governo do estado ficou entregue, até 1965, a um interventor, o coronel Carlos Meira Matos. Sucederam-se os governos de Otávio Laje de Siqueira, Leonino de Ramos Caiado, Irapuã Costa Júnior e Ari Ribeiro Valadão. Em 1983, Íris Resende Machado retomou a política inaugurada por Mauro Borges, de grandes obras de infra-estrutura como condição para propiciar a entrada de investimentos e dinamizar a extração de riquezas minerais, multiplicar a produção agrícola e fomentar a industrialização do estado. No governo de seu sucessor, Henrique Santillo, ocorreu em Goiânia o trágico episódio da abertura clandestina de uma cápsula de césio 137, que provocou a morte de quatro pessoas e contaminou centenas de outras. No ano seguinte, a Assembléia Nacional Constituinte criou o estado de Tocantins por desmembramento do norte do estado de Goiás, que assim perdeu 277.322km2 de seu território.

Em 1991, Íris Resende assumiu pela segunda vez o governo do estado e obteve do governo federal, pelo patrimônio transferido para o estado de Tocantins, uma indenização que foi investida na construção de casas populares e na recuperação de estradas vicinais. Por decisão da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), o lixo radioativo proveniente do acidente radiológico passou a ser guardado em depósito especial, construído no município de Abadia, a vinte quilômetros de Goiânia.


Cultura


Entidades culturais.

O estado conta com duas grandes instituições de ensino superior: a Universidade Federal de Goiás e a Universidade Católica de Goiás, ambas sediadas na capital. Entre as entidades culturais, destacam-se a Academia Goiana de Letras, fundada em 1930, a seção goiana da União Brasileira de Escritores, a Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, a Agremiação Goiana de Teatro e o Instituto


Histórico e Geográfico de Goiás.

Dentre as bibliotecas existentes no estado, destacam-se as da Universidade Federal de Goiás, a maior das quais é a da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Das bibliotecas mantidas pelas entidades culturais, a mais importante é a do Instituto Histórico e Geográfico. O Departamento Estadual de Estatística e a Delegação da Fundação IBGE mantêm bibliotecas especializadas, e a Prefeitura de Goiânia, a Biblioteca Pública Municipal.


Museus.

Entre os museus destacam-se, em Goiânia, o Museu Professor Zoroastro Artiaga, pertencente ao estado, com coleções de zoologia, mineralogia e peças indígenas; o Museu Antropológico do Instituto de Ciências Humanas e Letras, com peças indígenas, especialmente das tribos carajás, craôs e caiapós; e o Museu Ornitológico, particular, que dispõe de peças provenientes de outros países. A prefeitura municipal de Cristalina mantém um pequeno museu com exemplares de minérios, animais e madeiras da região, no qual se destacam as pedras preciosas e semipreciosas, em bruto e lapidadas pelos alunos da escola existente na cidade.


Acervo arquitetônico.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional tombou praticamente todo o conjunto arquitetônico da cidade de Goiás, na qual se destaca a praça Monsenhor Confúcio, os antigos Paço Municipal e Palácio dos Governadores, várias igrejas e capelas. Entre outros monumentos importantes figuram, em Niquelândia, a igreja de Nossa Senhora do Rosário; em Pilar de Goiás, o conjunto arquitetônico e paisagístico da cidade; e em Pirenópolis, a matriz de Nossa Senhora do Rosário (1728).


Folclore.

Entre os festejos folclóricos tradicionais do estado, destacam-se as festas do Divino Espírito Santo, de Santana, do Senhor Bom Jesus da Lapa e de Nossa Senhora do Rosário. Entre as danças populares, o congado (auto popular), o cururu (dança com canto em desafio), o maribondo, o quebra-machado e o recortado (dança popular sapateada).


Turismo.

As principais atrações para apreciadores de arte e arquitetura estão nas cidades de Goiás, antiga capital do estado, Pilar de Goiás, Pirenópolis e Goiânia. Caldas Novas, estância hidromineral muito procurada, apresenta piscinas naturais, grutas e uma lagoa com água à temperatura de 38o a 42o C.

No município de Paraúna, no sudoeste do estado, encontram-se na serra do Caiapó extensas muralhas de pedra, trabalhadas pelo vento, que simulam grandiosa cidade em ruína. Outros pontos de interesse são as minas de cristal-de-rocha de Cristalina, bem como, para os apreciadores da caça e da pesca, certos trechos do rio Araguaia com torneio de pesca; o lago Azul, na represa do rio Paranaíba, no município de Três Ranchos; as termas de Cachoeira Dourada e o centro de lazer de Pico dos Pireneus.

 
 

<-Anterior

Página 2
Próxima->

Geografia geral - Geografia do Brasil - Exercícios resolvidos

 

Cola da Web.: É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, exceto em trabalhos escolares.