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  Matérias :: Geografia :: Geral

  Autoria: Jéssica Fernanda


 


América Latina e seus componentes

 

Vamos percorrer alguns países que tem muita coisa em comum com o Brasil. São os nossos vizinhos da América Latina.

Os países Latino-americanos estão bastante ligados entre si por laços semelhantes de cultura:

 

          Línguas Faladas: Espanhol e Português;

          Principal Religião: Catolicismo;

          Civilização: De origem européia, que se impôs aos motivos do Novo Continente.

 

Estes países formam uma grande família, que vai desde o México (na América do Norte), passa pela América Central e termina no Extremo Sul da América do Sul.

Para  facilitar seu estudo, vamos dividi-la em:

 

ü América Platina: Abrange os países que estão mais ligados à Bacia Platina (rios Panamá, Paraguai e Uruguai).

ü América Andina: Abrange os países que estão ligados à Cordilheira dos Andes.

ü Guianas: Localizadas ao norte da América do Sul.

ü América Central: abrange o trecho do Istmo e as Antilhas.

ü México.

ü Brasil.

 

América Latina: Países Lutam

Pelo Desenvolvimento

 

 

           Agora vamos percorrer alguns países que tem muitas coisas em comum com o nosso  país. São os nossos vizinhos, que juntamente com o Brasil, formam um conjunto.

          Esse conjunto é assim denominado porque toda essa vasta área de Terra foi colonizada por povos latinos – principalmente portugueses e espanhóis.

          A América Latina abrange o México/na América do Norte/ a América Central e a América do Sul.

          Os países Latinos Americanos estão bastante ligados entre si por laços históricos, problemas e cultura.

 

Ø Línguas faladas: Espanhol e Português

Ø Religião Principal: Catolicismo (cristã)

Ø Civilização: De origem européia que se impôs aos nativos de novo Continente.

 

 

A grande família Latino-Americana 

 

          Os países latino-americanos têm uma história em comum.

          Em 1797, pouco depois do descobrimento da América representante de Portugal o da Espanha reuniram-se em Tordesilhas (Espanha) e assinaram um documento que recebeu o nome de Tratado de Tordesilhas.

 

A formação Histórica

 

O principal ponto de união entre os países que constituem a América latina é sua formação histórica, ou seja,  o tipo de colonização a que foram submetidos, a partir do século XVI, por potências européias da época.

          A colonização da América Latina foi diferente da Que se deu na América Anglo-saxônica, isto é, nos Estados Unidos e no Canadá. Nestes dois países prevaleceu o que chamamos de colônias de povoamento, ao passo que na América Latina predominaram as colônias de exploração.

          A função das colônias, portanto, era a de fornecer abaixo do preço produtos minerais ou gêneros agrícolas. Como se tratava de produzir bens primários, isto é, produtos como o açúcar,ouro, prata, diamante, madeira, etc.- a baixíssimos custos o trabalho utilizado era aquele que recebia pouco e trabalhava bastante – Assim, escravizaram o indígena e, especialmente, e negro africano, para serem usados como mão de obra barata.

          Nas colônias de povoamento, que eram em número bem menor que as de exploração o objetivo era outro. Nesse caso, os colonizadores vinham para as novas terras, não para as novas terras não para se enriquecer e voltar para a metrópole, mas sim para em busca de uma nova pátria, de um novo lugar para moradia permanente.

 

América Latina

 

 

1.Características Gerais 

 

          A América Latina estende-se desde o México até a Terra do Fogo, no extremo sul da América. Totaliza aproximadamente 20,5 milhões de Km, ou seja, 13,7 % das Terras emersas do Globo, com uma população de 350 milhões de habitantes.

 

2. Paisagens Naturais

 

          a)Norte: Serra Madre Ocidental, Planalto Mexicano.

          b)Oeste: Cordilheira dos Andes.

          c)Leste: Planalto das Guianas e Planalto Brasileiro.

          d)Centro: Planície do Orenoco, Planície Amazônica, Planície Platina.

 

3.Hidrografia

 

          Bacia do Orenoco, Bacia Amazônica, Bacia Platina. 

 

 

4.Paisagens Clima-Botânicos

 

          A América Latina se situa na zona intertropical, predominaram os climas quentes, salvo no extremo sul (Argentina e Chile) e nas áreas montanhosas (Andes).

          Destacam-se as principais paisagens vegetais: Floresta Amazônica, Cerrado, Caatinga, Pampa ou Estepes e desertos             (México, Atacama, Patagônia).

 

5.População Latino Americanas

 

a)     Elevado crescimento vegetativo, devido à alta motarlidade.

b)    Predomínio de jovens, o que representa pesado encargo para os Estados Unidos.

c)     Predomínio de mestiços e população rural.

d)    Maiores concentrações demográficas: litoral brasileiro, estuário do Prata, Caracas, Santiago, Litoral do Pacífico de Bogotá a Lima, América Central.

e)     Principais vazios demográficos estão no interior da América do Sul, como Amazônia e trechos acidentados dos Andes e Patagônia.

 

6.Economia Latino Americana

 

a)     A agricultura é a base econômica latino-americana, principalmente da América Central, Equador, Colômbia.

b)    A América Latina possui grandes riquezas do subsolo, destacando-se o Brasil, o México, e países Andinos.

c)     O desenvolvimento industrial vem se fazendo lentamente e de maneira desigual entre os diversos países. Brasil, México, Argentina,Venezuela, Chile estão na vandaguarda industrial.

d)    Os produtos agrícolas e minerais representam, em geral, mais de 90% do valor das exportações dos países latino-americanos. As importações são, principalmente, de produtos manufaturados.

 

 

América Latina Científica

 

A América Latina tem muito a oferecer para o processo da divulgação científica mundial.Esse foi o saldo da “8a Reunião da Rede de Popularização da Ciência e da Tecnologia para a América Latina e o Caribe (Red-Pop)”, que ocorreu simultaneamente ao “12o Congresso da Sociedade Mexicana para a Divulgação da Ciência e da Técnica (Somedicyt)”.

Elaine Reynoso, presidente da Somedicyt, achou boa a participação do continente, mas lamentou a ausência de muitos representantes. Depois do México (156), o Brasil foi o país com maior número de participantes (20), seguido da Colômbia (10), Chile (4), Equador, Argentina e Espanha (3), e Estados Unidos (2). O congresso também contou com representantes do Uruguai, Bolívia, Venezuela, Guatemala, Costa Rica, Panamá, Bélgica, África do Sul, Austrália, Finlândia e França.

 

O Brasil foi escolhido pela Scania para iniciar suas atividades na América Latina em 1957. Construída oficialmente como Scania-Vabis do Brasil Motores Diesel, produziu seu primeiro caminhão em 1958. No ano seguinte, saiu das linhas de montagem o primeiro motor a diesel brasileiro para caminhões.

Em 1962, a fábrica da Scania foi transferida do bairro do Ipiranga, em São Paulo, para a cidade de São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Em 1974, a Scania lançou no mercado os caminhões LK140, equipados com motor V8.


O lançamento do modelo L111 para caminhões em 1976, marca a introdução da Série 1 no mercado brasileiro. Em 1989, a Scania lança a linha HW e EW para caminhões, equipados com motores de até 411 cavalos, os mais potentes do mercado brasileiro na época.


No ano seguinte, a produção de caminhões Scania no mundo atinge a marca de 600.000 unidades. O veículo foi produzido no Brasil. Dois anos mais tarde, ocorre o lançamento da cabine modelo "Top Line", admirada por muitos fãs da marca. No ano seguinte, a Scania lança no mercado os veículos da Série 4. Com ela chegam também os motores eletrônicos de 12 litros. O bloco do motor foi fabricado pela Scania do Brasil. Em 2001, a Scania retoma a produção de caminhões equipados com motor V8 ao lançar o "Rei da Estrada", o mais potente do mercado brasileiro, com 480 cavalos.

Em 2 de julho de 2002, a Scania comemorou 45 anos de atividades no Brasil.

 A agricultura, a pecuária e a extração dos recursos naturais, tanto minerais como vegetais, constituem atividades econômicas mais importantes para a maioria da população ativa em todas as nações Latino-Americanas.

 

Principais Produtos de Exportações

País

Produtos

Argentina

Carnes, Cereais e lã.

Bolívia

Estanho, petróleo, Tungstênio, prata e chumbo.

Brasil

Café, soja, ferro, algodão e açúcar.

Equador

Banana, café, petróleo e açúcar.

México

Prata, algodão, açúcar, café, sebo, zinco e combustível.

Paraguai

Carne e madeira.

 

 

A independência Latino-americana e evolução política

 

As lutas pela independência durante o século XIX e a crise econômico-social fizeram com que se acentuas sem as diferenças entre os Estados Unidos, que no final do século já eram  uma potência econômica, enquanto a América Latina ficava falada ao subdesenvolvimento no século XX.

          Embora a independência brasileira tem sido um processo mais rápido e com pouco derramamento de sangue, as lutas pela independência dos países da América espanhola penduraram por vários anos, muito sangrentas e levaram à desorganização da produção e da vida social. 

Os brancos formaram uma elite preocupada, acima de tudo, com a liberdade econômica, ascensão social e política os indígenas negros e mestiços, tiveram pouca participação no processo e continuavam  inferiorizados.

Os crioulos conseguiram  fragmentar a América Espanhola em vários países  que continuaram exportadores de matérias primas.

Conseguira se livrar da dominação colonial da Espanha e caíram sob o domínio econômico inglês.

Outro fator que facilitou a fragmentação pode ser buscado na própria política colonial espanhola, que já havia dividido a América em 8 partes.

O território era dividido economicamente em  áreas de agricultura tropical e de clima temperado e as de criação de gado.

A população escassa e mal distribuída pelo território formava “ilhas de população” separadas por distâncias muito grandes. Devemos nos lembrar que a política da Inglaterra era favorável à divisão territorial, como forma de dominar as jovens nações.

 

Fragmentação da América Espanhola

 

O vice-reinado do prata dividiu-se no Paraguai, banda ocidental (Uruguai e a própria Argentina, que ficou ameaçada de subdividir em suas províncias logo após a independência).

A antiga capitania geral do Chile conseguiu permanecer integrada, formando o Chile.

Bolívia e Peru tentaram formar a confederação do grande Peru, o que despertou o medo do Chile e da Argentina de possuírem um estado muito poderoso em suas fronteiras.

Isso facilitou a entrada em cena dos Estados Unidos, que estabeleceram a Doutrina Monroe, impedindo qualquer atividade recolonizadora européia em terras Americanas.

 

A economia neocolonial

 

Com a independência, a situação econômica latino-americana pouco se alterou durante os séculos XIX e XX.

          As metrópoles estabeleciam o livre comercio com os centros mais dinâmicos do capitalismo internacional: Inglaterra, França, e Estados Unidos.

          Em relação ao capitalismo internacional, a América Latina continuou desempenhado o papel de produtora e exportadora de matérias-primas e importadora de produtos manufaturados. Acrescenta-se ainda o recebimento de investimento de capitais excedentes da Europa e dos Estados Unidos.

           Os empréstimos  fornecidos principalmente pela Inglaterra, a juros exorbitantes, ás novas nações, fizeram com que elas se tornasse individuais e, não podendo pagar os juros, procuravam novos empréstimos, fazendo com que a dependência aumentasse e perdurasse até hoje.

 

A predominância do setor primário

 

A América Latina ficou dividida economicamente em: paises exportadores de produtos de clima temperado como a Argentina  e o Uruguai (trigo, carnes e lã); os países exportadores dos produtos tropicais como o Brasil, Colômbia, Equador, Venezuela, México, e América Central (café, cacau, banana, cana e outros) e países exportadores de produtos minerais como o Chile (cobre, salitre), Bolívia (estanho), Peru (petróleo, prata) Venezuela (petróleo) e México (prata, petróleo).

          A grande propriedade monocultura predominava. As técnicas primitivas também. A mão-de-obra era basicamente escrava. Os trabalhadores agrícolas livres recebiam salários em espécie, pagos através de produtos dos armazéns do latifundiário, ficando sempre endividados. Para desempenhar o trabalho agropecuário não havia necessidade de instrução, resultando um altíssimo índice de analfabetismo.

          O comercio continuou nas dos antigos comerciantes das ex-metrópoles que, aos poucos foram sendo substituídos  pelos comerciantes ingleses.

          Como as importações eram maiores que as exportações, os déficits de balança comercial iam se acumulando para pagar o exterior muitas vezes faltava moeda para o mercado interno, tendo os governos que emitirem moeda de pouco valor perpetuando a inflação.

 

 

A organização social

 

Em um século, de 1800 a 1900, a população cresceu de 20 para 70 milhões de pessoas. A maior parte dela era rural, com poucas cidade importantes.

          Em alguns países, as campanhas de extermínio foram realizadas por parte dos colonos e dos exércitos nacionais, como o Chile e na Argentina. Concorreram ainda para a exploração indígena: os baixos salários, os trabalhos pesados nas minas e o analfabetismo.

Com a abolição, os negros continuaram a desempenhar funções de baixa remuneração como trabalhadores rurais, estivadores ou trabalhadores domésticos, nas cidades.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A América Subdesenvolvida

A Dívida Externa na América Latina

 

Entre as características dos países subdesenvolvidos destaca-se a dependência que eles possuem em relação aos desenvolvidos.

A dependência se dá em vários campos: Cultural , tecnológico e financeiro. Na prática, uma das formas de dependência é representada pelos investimentos realizados pelas empresas multinacionais e pelo empréstimos concedidos pelos governos e bancos dos países desenvolvidos.

Os empréstimos mais os juros cobrados pelos governos e bancos do exterior recebem o nome de dívida externa.

Os países Latino-Americanos devem somas consideráveis aos países desenvolvidos, estando algumas delas entre as maiores do mundo.

 

A origem da dívida externa Latino-americana

 

                Quando se tornaram independente politicamente já tinham dívidas com outros países, principalmente com a Inglaterra, não dispondo de recursos para promover seu desenvolvimento.

          Desta forma, ficava a questão: Como seguir o modelo de desenvolvimento dos países centrais, que tem por base a industrialização, sem dispor de recursos e de capital ?

          A saída encontrada pelos classes dirigentes dos países latino-americanos foi recorrer aos empréstimos externos.

         

                            17 Países muito endividados *
 

         Argentina

          Brasil

          Bolívia

          Chile

          Colômbia

    Costa do Marfim

          Costa Rica

          Equador

          Filipinas

          Iugoslávia

          Jamaica

          México

          Nigéria

          Peru

          Uruguai

          Venezuela

                                                         

*Países que tiveram graves dificuldades com as obrigações de pagamentos de juros e do valor principal da dívida externa.

A dívida cresceu muito

 

Boa parte do dinheiro emprestado para promover o desenvolvimento das nações latino-americanas foi utilizada em obras de infra-estrutura:Construção de usinas hidrelétricas, rodovias, siderúrgicas, estradas de ferro, edifícios públicos, etc.

          É o caso do Brasil, que investiu grade parte dos recursos obtidos na rodovia Transamazônica e na ferrovia de Asso, por exemplo. Em 1990, na Transamazônica encontrava-se em estado de completa destruição, e a ferrovia do Asso, construída a um custo de cerca de 2,8 bilhões de dólares, tinha túneis e viadutos abandonados, devido a alterações em seu traçado.

          A partir da década de 70, o valor da dívida desses países aumentou consideravelmente .

          Os países endividados acabaram fazendo novos para pagar as parcelas da dívida ou apenas os juros que vão se acumulando. Em1989, por exemplo, 28 bilhões de dólares foram transferidos da América Latina aos países desenvolvidos, como pagamento da dívida.

 

1-Explosão demográfica

 

          Os anos 50 marcaram o início de maior aceleração populacional. O crescimento vegetativo da população latino-americana era moderado, havia o chamado Equilíbrio Primitivo, isto significa, altas taxas de mortalidade compensando a elevada mortalidade. Isso estava associado a uma economia pouco desenvolvida, de tal modo que havia um equilíbrio entre a população e os recursos econômicos.

          Essa situação se alterou bruscamente em meados dos anos 50 e na década de 60. Os países latino-americanos passaram a receber dos países desenvolvidos uma expressiva ajuda no campo sanitário, tanto diretamente como através de organismos internacionais, como a ONU.

          Grandes laboratórios farmacêuticos estrangeiros instalaram-se em vários países da América Latina, desta forma poderiam produzir medicamentos a preços baixos, ao contrário dos medicamentos que eram importados.

          Com as conquistas médicas e sanitárias na América Latina houve uma melhora considerável nos padrões de saúde publica.

          Com a diminuição da mortalidade e a manutenção de taxas elevadas de mortalidade levaram a uma verdadeira Explosão demográfica . Ela atingiu o apogeu  em meados da década de 1960, quando o crescimento da população da América Latina alcançou uma taxa anual de 3,3%.

          Segundo estudiosos, o forte crescimento demográficos e uma expansão relativamente baixa dos recursos disponíveis para a população seriam a raiz do subdesenvolvimento.

          A pobreza resultante da explosão demográfica seria responsável pela manutenção da alta natalidade, que por sua vez aceleraria o crescimento da população.

 

Transição demográfica e subdesenvolvimento

 

          Diante de tantos problemas, alguns países adotaram práticas de controle de natalidade, isto é, puseram em prática medidas para reduzir o número de filhos por casal.

          O declínio do crescimento natural da população começou a ocorrer de forma intrusa em alguns países, a partir da década de 70. Os efeitos do crescimento econômico de alguns países subdesenvolvidos em todo o mundo, sobretudo a urbanização, contribuíram para a redução da taxa de fecundade.

          Hoje em dia dizemos que muitos países do mundo subdesenvolvidos estão passando pelo processo de transição demográfica.

          Apesar do crescimento populacional mais baixo, esses países continuaram a apresentar as demais condições de subdesenvolvimento citadas anteriormente.

Desemprego na América Latina

 

Países                     1990       1995       1999       2000(1)               

Argentina              7,5          17,5        14,3        15,4               

Brasil     4,3          4,6          7,6          7,1         

Chile                     7,4       6,6                9,7       9,4               

Colômbia              10,5        8,8          19,4        20,4               

México                  2,8          6,2          2,5          2               

Panamá                 20,0        16,4        11,6        —               

Perú       8,3          7,9          8,6          —           

Uruguai                  9,2          10,8        11,8        12               

Venezuela             11,0        10,3        15,3        14,6               

           A questão central não é o desequilíbrio entre um forte crescimento da população e uma pequena expansão dos recursos econômicos, mas fundamentalmente a desigual destruição desses recursos.   

 

         

 

 

 

 

 

 

Países exportadores de produtos primários e industrializados: com a estrada da capital externa e das multinacionais, principalmente a partir da década de 50, alguns países alcançaram maior crescimento industrial. Os países latino – americanos são :

O Brasil, o México e a Argentina .

 

México: Devido ao processo de industrialização, que teve início logo após a Segunda guerra mundial, e às reformas em sua economia nos últimos anos na década de 80, o México é um dos países latino – americanos que vem apresentando rápido crescimento econômico.

 

·       População: Com 83 milhões de habitantes (1990), os Estados Unidos mexicanos (nome oficial) é o segundo país mais populoso da América Latina, sendo superado apenas pelo Brasil.

·       Economia: A abundância de prata, petróleo e outros minerais, aliado à expansão de produção de energia elétrica, das industrias petroquímicas, siderúrgicas, automobilísticas, favoreceu a construção de mais rápido crescimento do terceiro mundo.

·       Agricultura: Por volta de 1910 a maior parte das terras agrícolas mexicanas estava dividida em cerca de 9000 latifúndios.

Após a revolução mexicana, teve início o processo de reforma agrária (1934) democrática entre os camponeses . Os grandes latifúndios confiscados foram divididos em pequenas propriedades dominadas aldeias comunitárias. Nessas aldeias, cada família cultiva um a pequena parte da terra ou trabalha coletivamente, recebendo assistência financeira e técnica do governo. apesar disso, o espaço agrícola do país não é totalmente aproveitado, sendo necessário importar alimentos.

 

Argentina: Durante a década de 40 até o início dos os anos 50, os argentinos gozaram de um elevado padrão de vida, comparado inclusive ao das nações mais desenvolvidas do globo. Na década de 60, viram esse padrão cair. Os problemas internos, como na administração pública corrupção e o aumento sensível de sua dívida externa, quase agravou nos anos 70 e 80, chegando a aproximadamente 60 bilhões de dólares em 1990.

 

·       População: Com 32 milhões de habitantes, a Argentina possui a terceira maior população da América latina. Na sua composição étnica predominam os brancos de origem européia (97%) , principalmente espanhóis e italianos.

·       Agropecuária: O território argentino subdivide-se em quatro regiões :

Pampo, Chanco, Patagônia e região Andiano .

No Pampo encontra-se intensa atividade agrícola, sendo uma das mais desenvolvidas do globo, ao lado de uma excelente criação de bovinos e ovinos.

  

                              América Latina    

                               Línguas oficiais

 

Existem países no continente americano que, embora tenham como língua oficial o inglês ou o holandês, devem ser considerados pertencentes à América latina. È o caso da República da Guiana, de Trindade e Tobago, de Antiga e do Suriname.

Em virtude de suas características, esses países se assemelham mais aos países da América Latina. Entre essas características, destacam-se seu passado colonial e o tipo de colonização neles implantado – A colonização de exportação.

Esse tipo de colonização, caracterizou-se pela exportação de tudo que a terra pudesse oferecer para o enriquecimento do colonizador, pela introdução do negro africano para servir como mão – de – obra escrava e pela grande propriedade rural – o latifúndio, como uma agricultura comercial destinada exportação. Os países latino americanos ainda não se libertaram de outro tipo de dominação (econômica, cultural e política) exercida pelos países desenvolvidos e por suas classes dominantes. Essa dominação não deixa de ser um tipo de colonialismo.

             

 

 

 

A fragmentação da América latina 

Embora existiam alguns territórios coloniais na América, como a Guiana francesa (América do sul) e diversas ilhas do Caribe              (América central), e vários países só tenham se tornado independência mais recentemente, como:

Belize, Jamaica ou Bahamas (América central), o fato é que a maioria dos países latino-americanos tornaram-se independentes já na primeira metade do século passado.

 

A formação dos países americanos 

A partir do século XVIII e XIX, o que se na América é ao declínio da ocupação européia, pois esse correspondente exatamente ao momento em que a maior parte d