América Latina e seus componentes
Vamos percorrer alguns países que tem
muita coisa em comum com o Brasil. São os nossos vizinhos da
América Latina.
Os países
Latino-americanos estão bastante ligados entre si por laços
semelhantes de cultura:
Línguas Faladas: Espanhol e Português;
Principal Religião: Catolicismo;
Civilização: De origem européia, que se impôs aos motivos do
Novo Continente.
Estes
países formam uma grande família, que vai desde o México (na
América do Norte), passa pela América Central e termina no
Extremo Sul da América do Sul.
Para
facilitar seu estudo, vamos dividi-la em:
ü
América Platina: Abrange os países que
estão mais ligados à Bacia Platina (rios Panamá, Paraguai e
Uruguai).
ü
América Andina: Abrange os países que
estão ligados à Cordilheira dos Andes.
ü
Guianas: Localizadas ao norte da América
do Sul.
ü
América Central: abrange o trecho do
Istmo e as Antilhas.
ü
México.
ü
Brasil.
América Latina: Países Lutam
Pelo Desenvolvimento
Agora vamos percorrer alguns países que tem muitas coisas
em comum com o nosso país. São os nossos vizinhos, que
juntamente com o Brasil, formam um conjunto.
Esse conjunto é assim denominado porque toda essa vasta área
de Terra foi colonizada por povos latinos – principalmente
portugueses e espanhóis.
A
América Latina abrange o México/na América do Norte/ a
América Central e a América do Sul.
Os países Latinos Americanos estão bastante ligados entre
si por laços históricos, problemas e cultura.
Ø
Línguas faladas: Espanhol e Português
Ø
Religião Principal: Catolicismo (cristã)
Ø
Civilização: De origem européia que se
impôs aos nativos de novo Continente.
A grande família Latino-Americana
Os países latino-americanos têm uma história em comum.
Em 1797, pouco depois do descobrimento da América
representante de Portugal o da Espanha reuniram-se em
Tordesilhas (Espanha) e assinaram um documento que recebeu o
nome de Tratado de Tordesilhas.
A formação Histórica
O principal
ponto de união entre os países que constituem a América
latina é sua formação histórica, ou seja, o tipo de
colonização a que foram submetidos, a partir do século XVI,
por potências européias da época.
A
colonização da América Latina foi diferente da Que se deu na
América Anglo-saxônica, isto é, nos Estados Unidos e no
Canadá. Nestes dois países prevaleceu o que chamamos de
colônias de povoamento, ao passo que na América Latina
predominaram as colônias de exploração.
A
função das colônias, portanto, era a de fornecer abaixo do
preço produtos minerais ou gêneros agrícolas. Como se
tratava de produzir bens primários, isto é, produtos como o
açúcar,ouro, prata, diamante, madeira, etc.- a baixíssimos
custos o trabalho utilizado era aquele que recebia pouco e
trabalhava bastante – Assim, escravizaram o indígena e,
especialmente, e negro africano, para serem usados como mão
de obra barata.
Nas colônias de povoamento, que eram em número bem menor que
as de exploração o objetivo era outro. Nesse caso, os
colonizadores vinham para as novas terras, não para as novas
terras não para se enriquecer e voltar para a metrópole, mas
sim para em busca de uma nova pátria, de um novo lugar para
moradia permanente.
América Latina
1.Características Gerais
A
América Latina estende-se desde o México até a Terra do
Fogo, no extremo sul da América. Totaliza aproximadamente
20,5 milhões de Km, ou seja, 13,7 % das Terras emersas do
Globo, com uma população de 350 milhões de habitantes.
2.
Paisagens Naturais
a)Norte: Serra Madre Ocidental, Planalto Mexicano.
b)Oeste: Cordilheira dos Andes.
c)Leste: Planalto das Guianas e Planalto Brasileiro.
d)Centro: Planície do Orenoco, Planície Amazônica,
Planície Platina.
3.Hidrografia
Bacia do Orenoco, Bacia Amazônica, Bacia Platina.
4.Paisagens Clima-Botânicos
A
América Latina se situa na zona intertropical, predominaram
os climas quentes, salvo no extremo sul (Argentina e Chile)
e nas áreas montanhosas (Andes).
Destacam-se as principais paisagens vegetais: Floresta
Amazônica, Cerrado, Caatinga, Pampa ou Estepes e
desertos (México, Atacama, Patagônia).
5.População Latino Americanas
a)
Elevado
crescimento vegetativo, devido à alta motarlidade.
b)
Predomínio de
jovens, o que representa pesado encargo para os Estados
Unidos.
c)
Predomínio de
mestiços e população rural.
d)
Maiores
concentrações demográficas: litoral brasileiro, estuário do
Prata, Caracas, Santiago, Litoral do Pacífico de Bogotá a
Lima, América Central.
e)
Principais
vazios demográficos estão no interior da América do Sul,
como Amazônia e trechos acidentados dos Andes e Patagônia.
6.Economia Latino Americana
a)
A agricultura é
a base econômica latino-americana, principalmente da América
Central, Equador, Colômbia.
b)
A América Latina
possui grandes riquezas do subsolo, destacando-se o Brasil,
o México, e países Andinos.
c)
O
desenvolvimento industrial vem se fazendo lentamente e de
maneira desigual entre os diversos países. Brasil, México,
Argentina,Venezuela, Chile estão na vandaguarda industrial.
d)
Os produtos
agrícolas e minerais representam, em geral, mais de 90% do
valor das exportações dos países latino-americanos. As
importações são, principalmente, de produtos manufaturados.
América Latina Científica
A América Latina tem muito a oferecer para o
processo da divulgação científica mundial.Esse foi o saldo
da “8a Reunião da Rede de Popularização da Ciência e da
Tecnologia para a América Latina e o Caribe (Red-Pop)”, que
ocorreu simultaneamente ao “12o Congresso da Sociedade
Mexicana para a Divulgação da Ciência e da Técnica (Somedicyt)”.
Elaine Reynoso, presidente da Somedicyt,
achou boa a participação do continente, mas lamentou a
ausência de muitos representantes. Depois do México (156), o
Brasil foi o país com maior número de participantes (20),
seguido da Colômbia (10), Chile (4), Equador, Argentina e
Espanha (3), e Estados Unidos (2). O congresso também contou
com representantes do Uruguai, Bolívia, Venezuela,
Guatemala, Costa Rica, Panamá, Bélgica, África do Sul,
Austrália, Finlândia e França.
O Brasil foi escolhido pela Scania para
iniciar suas atividades na América Latina em 1957.
Construída oficialmente como Scania-Vabis do Brasil Motores
Diesel, produziu seu primeiro caminhão em 1958. No ano
seguinte, saiu das linhas de montagem o primeiro motor a
diesel brasileiro para caminhões.
Em 1962, a fábrica da Scania foi transferida
do bairro do Ipiranga, em São Paulo, para a cidade de São
Bernardo do Campo, no ABC paulista. Em 1974, a Scania lançou
no mercado os caminhões LK140, equipados com motor V8.
O lançamento do modelo L111 para caminhões em 1976, marca a
introdução da Série 1 no mercado brasileiro. Em 1989, a
Scania lança a linha HW e EW para caminhões, equipados com
motores de até 411 cavalos, os mais potentes do mercado
brasileiro na época.
No ano seguinte, a produção de caminhões Scania no mundo
atinge a marca de 600.000 unidades. O veículo foi produzido
no Brasil. Dois anos mais tarde, ocorre o lançamento da
cabine modelo "Top Line", admirada por muitos fãs da marca.
No ano seguinte, a Scania lança no mercado os veículos da
Série 4. Com ela chegam também os motores eletrônicos de 12
litros. O bloco do motor foi fabricado pela Scania do
Brasil. Em 2001, a Scania retoma a produção de caminhões
equipados com motor V8 ao lançar o "Rei da Estrada", o mais
potente do mercado brasileiro, com 480 cavalos.
Em 2 de julho de 2002, a Scania comemorou 45
anos de atividades no Brasil.
A
agricultura, a pecuária e a extração dos recursos naturais,
tanto minerais como vegetais, constituem atividades
econômicas mais importantes para a maioria da população
ativa em todas as nações Latino-Americanas.
|
Principais Produtos de Exportações |
|
País |
Produtos |
|
Argentina |
Carnes, Cereais e lã. |
|
Bolívia |
Estanho, petróleo, Tungstênio, prata e chumbo. |
|
Brasil |
Café, soja, ferro, algodão e açúcar. |
|
Equador |
Banana, café, petróleo e açúcar. |
|
México |
Prata, algodão, açúcar, café, sebo, zinco e
combustível. |
|
Paraguai |
Carne e madeira. |
A
independência Latino-americana e evolução política
As lutas pela independência durante o século XIX e a crise
econômico-social fizeram com que se acentuas sem as
diferenças entre os Estados Unidos, que no final do século
já eram uma potência econômica, enquanto a América Latina
ficava falada ao subdesenvolvimento no século XX.
Embora a independência brasileira tem sido um
processo mais rápido e com pouco derramamento de sangue, as
lutas pela independência dos países da América espanhola
penduraram por vários anos, muito sangrentas e levaram à
desorganização da produção e da vida social.
Os brancos formaram uma elite preocupada, acima de tudo, com
a liberdade econômica, ascensão social e política os
indígenas negros e mestiços, tiveram pouca participação no
processo e continuavam inferiorizados.
Os crioulos conseguiram fragmentar a América Espanhola em
vários países que continuaram exportadores de matérias
primas.
Conseguira se livrar da dominação colonial da Espanha e
caíram sob o domínio econômico inglês.
Outro fator que facilitou a fragmentação pode ser buscado na
própria política colonial espanhola, que já havia dividido a
América em 8 partes.
O território era dividido economicamente em áreas de
agricultura tropical e de clima temperado e as de criação de
gado.
A população escassa e mal distribuída pelo território
formava “ilhas de população” separadas por distâncias muito
grandes. Devemos nos lembrar que a política da Inglaterra
era favorável à divisão territorial, como forma de dominar
as jovens nações.
Fragmentação da América Espanhola
O vice-reinado do prata dividiu-se no Paraguai, banda
ocidental (Uruguai e a própria Argentina, que ficou ameaçada
de subdividir em suas províncias logo após a independência).
A antiga capitania geral do Chile conseguiu permanecer
integrada, formando o Chile.
Bolívia e Peru tentaram formar a confederação do grande
Peru, o que despertou o medo do Chile e da Argentina de
possuírem um estado muito poderoso em suas fronteiras.
Isso facilitou a entrada em cena dos Estados Unidos, que
estabeleceram a Doutrina Monroe, impedindo qualquer
atividade recolonizadora européia em terras Americanas.
A economia
neocolonial
Com a independência, a situação econômica latino-americana
pouco se alterou durante os séculos XIX e XX.
As metrópoles estabeleciam o livre comercio com os
centros mais dinâmicos do capitalismo internacional:
Inglaterra, França, e Estados Unidos.
Em relação ao capitalismo internacional, a América
Latina continuou desempenhado o papel de produtora e
exportadora de matérias-primas e importadora de produtos
manufaturados. Acrescenta-se ainda o recebimento de
investimento de capitais excedentes da Europa e dos Estados
Unidos.
Os empréstimos fornecidos principalmente pela
Inglaterra, a juros exorbitantes, ás novas nações, fizeram
com que elas se tornasse individuais e, não podendo pagar os
juros, procuravam novos empréstimos, fazendo com que a
dependência aumentasse e perdurasse até hoje.
A
predominância do setor primário
A América Latina ficou dividida economicamente em: paises
exportadores de produtos de clima temperado como a
Argentina e o Uruguai (trigo, carnes e lã); os países
exportadores dos produtos tropicais como o Brasil, Colômbia,
Equador, Venezuela, México, e América Central (café, cacau,
banana, cana e outros) e países exportadores de produtos
minerais como o Chile (cobre, salitre), Bolívia (estanho),
Peru (petróleo, prata) Venezuela (petróleo) e México (prata,
petróleo).
A grande propriedade monocultura predominava. As
técnicas primitivas também. A mão-de-obra era basicamente
escrava. Os trabalhadores agrícolas livres recebiam salários
em espécie, pagos através de produtos dos armazéns do
latifundiário, ficando sempre endividados. Para desempenhar
o trabalho agropecuário não havia necessidade de instrução,
resultando um altíssimo índice de analfabetismo.
O comercio continuou nas dos antigos comerciantes
das ex-metrópoles que, aos poucos foram sendo substituídos
pelos comerciantes ingleses.
Como as importações eram maiores que as
exportações, os déficits de balança comercial iam se
acumulando para pagar o exterior muitas vezes faltava moeda
para o mercado interno, tendo os governos que emitirem moeda
de pouco valor perpetuando a inflação.
A
organização social
Em um século, de 1800 a 1900, a população cresceu de 20 para
70 milhões de pessoas. A maior parte dela era rural, com
poucas cidade importantes.
Em alguns países, as campanhas de extermínio foram
realizadas por parte dos colonos e dos exércitos nacionais,
como o Chile e na Argentina. Concorreram ainda para a
exploração indígena: os baixos salários, os trabalhos
pesados nas minas e o analfabetismo.
Com a abolição, os negros continuaram a desempenhar funções
de baixa remuneração como trabalhadores rurais, estivadores
ou trabalhadores domésticos, nas cidades.

A América
Subdesenvolvida
A Dívida
Externa na América Latina
Entre as
características dos países subdesenvolvidos destaca-se a
dependência que eles possuem em relação aos desenvolvidos.
A
dependência se dá em vários campos: Cultural , tecnológico e
financeiro. Na prática, uma das formas de dependência é
representada pelos investimentos realizados pelas empresas
multinacionais e pelo empréstimos concedidos pelos governos
e bancos dos países desenvolvidos.
Os
empréstimos mais os juros cobrados pelos governos e bancos
do exterior recebem o nome de dívida externa.
Os países
Latino-Americanos devem somas consideráveis aos países
desenvolvidos, estando algumas delas entre as maiores do
mundo.
A
origem da dívida externa Latino-americana
Quando se
tornaram independente politicamente já tinham dívidas com
outros países, principalmente com a Inglaterra, não dispondo
de recursos para promover seu desenvolvimento.
Desta forma, ficava a questão: Como seguir o modelo de
desenvolvimento dos países centrais, que tem por base a
industrialização, sem dispor de recursos e de capital ?
A
saída encontrada pelos classes dirigentes dos países
latino-americanos foi recorrer aos empréstimos externos.
17 Países muito endividados *
Argentina
Brasil
Bolívia
Chile
Colômbia
Costa
do Marfim
Costa Rica
Equador
Filipinas
Iugoslávia
Jamaica
México
Nigéria
Peru
Uruguai
Venezuela
*Países que
tiveram graves dificuldades com as obrigações de pagamentos
de juros e do valor principal da dívida externa.
A
dívida cresceu muito
Boa parte
do dinheiro emprestado para promover o desenvolvimento das
nações latino-americanas foi utilizada em obras de
infra-estrutura:Construção de usinas hidrelétricas,
rodovias, siderúrgicas, estradas de ferro, edifícios
públicos, etc.
É
o caso do Brasil, que investiu grade parte dos recursos
obtidos na rodovia Transamazônica e na ferrovia de Asso, por
exemplo. Em 1990, na Transamazônica encontrava-se em estado
de completa destruição, e a ferrovia do Asso, construída a
um custo de cerca de 2,8 bilhões de dólares, tinha túneis e
viadutos abandonados, devido a alterações em seu traçado.
A
partir da década de 70, o valor da dívida desses países
aumentou consideravelmente .
Os países endividados acabaram fazendo novos para pagar as
parcelas da dívida ou apenas os juros que vão se acumulando.
Em1989, por exemplo, 28 bilhões de dólares foram
transferidos da América Latina aos países desenvolvidos,
como pagamento da dívida.
1-Explosão demográfica
Os anos 50 marcaram o
início de maior aceleração populacional. O crescimento
vegetativo da população latino-americana era moderado, havia
o chamado Equilíbrio Primitivo, isto significa, altas
taxas de mortalidade compensando a elevada mortalidade. Isso
estava associado a uma economia pouco desenvolvida, de tal
modo que havia um equilíbrio entre a população e os recursos
econômicos.
Essa situação se alterou bruscamente em meados dos anos 50 e
na década de 60. Os países latino-americanos passaram a
receber dos países desenvolvidos uma expressiva ajuda no
campo sanitário, tanto diretamente como através de
organismos internacionais, como a ONU.
Grandes laboratórios farmacêuticos estrangeiros
instalaram-se em vários países da América Latina, desta
forma poderiam produzir medicamentos a preços baixos, ao
contrário dos medicamentos que eram importados.
Com as conquistas médicas e sanitárias na América Latina
houve uma melhora considerável nos padrões de saúde publica.
Com a diminuição da mortalidade e a manutenção de taxas
elevadas de mortalidade levaram a uma verdadeira Explosão
demográfica . Ela atingiu o apogeu em meados da década
de 1960, quando o crescimento da população da América Latina
alcançou uma taxa anual de 3,3%.
Segundo estudiosos, o forte crescimento demográficos e uma
expansão relativamente baixa dos recursos disponíveis para a
população seriam a raiz do subdesenvolvimento.
A
pobreza resultante da explosão demográfica seria responsável
pela manutenção da alta natalidade, que por sua vez
aceleraria o crescimento da população.
Transição
demográfica e subdesenvolvimento
Diante de tantos problemas, alguns países adotaram práticas
de controle de natalidade, isto é, puseram em prática
medidas para reduzir o número de filhos por casal.
O
declínio do crescimento natural da população começou a
ocorrer de forma intrusa em alguns países, a partir da
década de 70. Os efeitos do crescimento econômico de alguns
países subdesenvolvidos em todo o mundo, sobretudo a
urbanização, contribuíram para a redução da taxa de
fecundade.
Hoje em dia dizemos que muitos países do mundo
subdesenvolvidos estão passando pelo processo de transição
demográfica.
Apesar do crescimento populacional mais baixo, esses países
continuaram a apresentar as demais condições de
subdesenvolvimento citadas anteriormente.
|
Desemprego na América Latina |
|
|
|
Países 1990 1995
1999 2000(1)
|
|
Argentina 7,5 17,5
14,3 15,4 |
|
Brasil 4,3 4,6 7,6
7,1 |
|
Chile 7,4
6,6 9,7 9,4
|
|
Colômbia 10,5 8,8
19,4 20,4 |
|
México 2,8 6,2
2,5 2 |
|
Panamá 20,0 16,4 11,6
— |
|
Perú 8,3 7,9 8,6
— |
|
Uruguai 9,2 10,8
11,8 12 |
|
Venezuela 11,0 10,3 15,3
14,6 |
A questão central não é o desequilíbrio entre um forte
crescimento da população e uma pequena expansão dos recursos
econômicos, mas fundamentalmente a desigual destruição
desses recursos.
Países exportadores de
produtos primários e industrializados:
com a
estrada da capital externa e das multinacionais,
principalmente a partir da década de 50, alguns países
alcançaram maior crescimento industrial. Os países latino –
americanos são :
O Brasil, o
México e a Argentina .
México:
Devido ao processo de industrialização, que teve início logo
após a Segunda guerra mundial, e às reformas em sua economia
nos últimos anos na década de 80, o México é um dos países
latino – americanos que vem apresentando rápido crescimento
econômico.
·
População:
Com 83 milhões de habitantes (1990), os Estados Unidos
mexicanos (nome oficial) é o segundo país mais populoso da
América Latina, sendo superado apenas pelo Brasil.
·
Economia:
A abundância de prata, petróleo e outros minerais, aliado à
expansão de produção de energia elétrica, das industrias
petroquímicas, siderúrgicas, automobilísticas, favoreceu a
construção de mais rápido crescimento do terceiro mundo.
·
Agricultura:
Por volta de 1910 a maior parte das terras agrícolas
mexicanas estava dividida em cerca de 9000 latifúndios.
Após a
revolução mexicana, teve início o processo de reforma
agrária (1934) democrática entre os camponeses . Os grandes
latifúndios confiscados foram divididos em pequenas
propriedades dominadas aldeias comunitárias. Nessas aldeias,
cada família cultiva um a pequena parte da terra ou trabalha
coletivamente, recebendo assistência financeira e técnica do
governo. apesar disso, o espaço agrícola do país não é
totalmente aproveitado, sendo necessário importar alimentos.
Argentina:
Durante a década de 40 até o início dos os anos 50, os
argentinos gozaram de um elevado padrão de vida, comparado
inclusive ao das nações mais desenvolvidas do globo. Na
década de 60, viram esse padrão cair. Os problemas internos,
como na administração pública corrupção e o aumento sensível
de sua dívida externa, quase agravou nos anos 70 e 80,
chegando a aproximadamente 60 bilhões de dólares em 1990.
·
População:
Com 32 milhões de
habitantes, a Argentina possui a terceira maior população da
América latina. Na sua composição étnica predominam os
brancos de origem européia (97%) , principalmente espanhóis
e italianos.
·
Agropecuária:
O território argentino subdivide-se em quatro regiões :
Pampo,
Chanco, Patagônia e região Andiano
.
No Pampo
encontra-se intensa atividade
agrícola, sendo uma das mais desenvolvidas do globo, ao lado
de uma excelente criação de bovinos e ovinos.
América Latina
Línguas oficiais
Existem países no continente americano
que, embora tenham como língua oficial o inglês ou o
holandês, devem ser considerados pertencentes à América
latina. È o caso da República da Guiana, de Trindade e
Tobago, de Antiga e do Suriname.
Em virtude de suas características, esses
países se assemelham mais aos países da América Latina.
Entre essas características, destacam-se seu passado
colonial e o tipo de colonização neles implantado – A
colonização de exportação.
Esse tipo de colonização, caracterizou-se
pela exportação de tudo que a terra pudesse oferecer para o
enriquecimento do colonizador, pela introdução do negro
africano para servir como mão – de – obra escrava e pela
grande propriedade rural – o latifúndio, como uma
agricultura comercial destinada exportação. Os países latino
americanos ainda não se libertaram de outro tipo de
dominação (econômica, cultural e política) exercida pelos
países desenvolvidos e por suas classes dominantes. Essa
dominação não deixa de ser um tipo de colonialismo.
A
fragmentação da América latina
Embora
existiam alguns territórios coloniais na América, como a
Guiana francesa (América do sul) e diversas ilhas do
Caribe (América central), e vários países só
tenham se tornado independência mais recentemente, como:
Belize,
Jamaica ou Bahamas (América central), o fato é que a maioria
dos países latino-americanos tornaram-se independentes já na
primeira metade do século passado.
A
formação dos países americanos
A partir do
século XVIII e XIX, o que se na América é ao declínio da
ocupação européia, pois esse correspondente exatamente ao
momento em que a maior parte d