Política
A política tem um
significado muito intrigante, onde tem um sinônimo de
corrupção e os comandantes e eleitos do século XX e XXI
procuram sempre benefícios próprios, não todos, mas a
maioria. Os regimes da política, ou seja, do governo não se
importa muito com as Leis Naturais e os governantes procuram
sempre usufruir com interesses pessoais.
Mas um conceito que
pode ser definido é que são princípios doutrinários aos
quais caracterizamos a estrutura constitucional do Estado,
como também nos negócios públicos haver sistemas de regras
aos quais todos respeitam.
Atualmente, a
democracia é a forma de governo atuante, esse regime
significa governo do povo. Isso se dá pelo aspecto de que é
a vontade da maioria que prevalece, onde entra-se em
consenso.
No geral, será
abordado os mais diversos assuntos na história da política
no Brasil e no Mundo, com os mais variados conceitos.
A ORIGEM DA POLÍTICA
Alguns são os
significados e teorias de política.
-
Um
conhecido dicionário traz as seguintes definições para o
verbete "política":
-
Princípio doutrinário que caracteriza a estrutura
constitucional do Estado.
-
Sistema
de regras respeitantes à direção dos negócios públicos.
-
Maneira
hábil de agir, astúcia, ardil, artifício, esperteza.
A última definição
é, sem dúvida, a que melhor caracteriza a política em nossa
época. Aliás, o termo "politiqueiro", definido nos
dicionários como "aquele que em política se utiliza de
processos menos corretos", e também "indivíduo intrigante,
mexeriqueiro", apareceu pela primeira vez no ano de 1899,
como que num prenúncio do que seria a política no século XX.
Sinônimo ainda de
corrupção e atuação em benefício próprio, a política atual é
mais um dos frutos podres que a humanidade tem de deglutir
agora no Juízo, um efeito decorrente da atuação errada de
povos inteiros, um carma coletivo.
Nenhum dos regimes
de governo atualmente em vigor está de acordo com as Leis
naturais e, por isso, não há possibilidades de que possam
subsistir no Juízo. O colapso recente do comunismo em escala
mundial, que em pouquíssimo tempo virou pó, é apenas mais um
dos muitos efeitos do Juízo Final, o qual atua em todos
os aspectos da vida humana e elimina tudo quanto é errado,
doentio e nocivo.
Em épocas passadas,
quando a humanidade ainda estava ligada à Luz, os regimes de
governo também eram diferentes. Na Caldéia, em Sabá e no
Império Inca vigoravam a verdadeira arte de governar, em
consonância com as Leis da Criação. Poder-se-ia chamar esses
regimes de autocracias, porém com diferenças fundamentais em
relação ao conceito que se tem hoje desta forma de governo.
Em primeiro lugar, a
autocracia daqueles tempos não era o "regime do mais forte",
e sim o "regime do mais sábio". E mais sábio era aquele que
melhor compreendia as Leis da vida e que mais desenvolvido
se encontrava espiritualmente. Os dirigentes eram pessoas
que já nasciam predestinadas a governar. Traziam em si um
sentido incorruptível da verdadeira justiça e, com a sua
visão mais ampla que os demais, estavam aptos a reconhecer
de que forma deveriam conduzir o povo, para que este
alcançasse seu máximo desenvolvimento espiritual e terreno.
Uma maneira de governar que o ser humano de hoje sequer
consegue imaginar, preferindo taxá-la de fantasia…
Não há atualmente
sobre a Terra nenhum resquício de regime de governo que
sequer se aproxime da forma correta de outrora. Na
realidade, nenhum povo hoje merece ser governado assim, mas,
ao contrário, apenas por essa classe degenerada de políticos
que mais parece um câncer mundial, interessada apenas em
proveitos e vantagens pessoais. No entanto, isso é também um
efeito retroativo da própria atuação do povo, muito mais
interessado em direitos do que em deveres, e propenso a ser
seduzido por um palavreado vazio em épocas de campanha
eleitoral. Cada povo tem, literalmente, o governo que
merece.
O regime de governo
considerado hoje como o mais aperfeiçoado é a democracia,
que significa "governo do povo". É o regime onde a vontade
da maioria é soberana. Pressupõe, portanto, que a maioria
conheça melhor do que a minoria a diretriz correta a ser
dada ao país e ao próprio povo.
A democracia não
leva em conta, porém, uma circunstância muito simples: a
profunda decadência espiritual da quase totalidade da
humanidade. Assim, a vontade da maioria das pessoas hoje
dirige-se predominantemente para baixo, para o que é do mal,
das trevas, como uma decorrência natural do desligamento
voluntário da Luz. Nunca a vontade da maioria de indolentes
seres humanos exigirá alguma ação governamental que estimule
o progresso espiritual. Essa massa inerte só vai querer
saber sempre de vantagens, nunca de obrigações.
Nas campanhas
eleitorais, os políticos fazem várias promessas de
atendimento aos anseios dessa maioria. Eles mentem de
antemão descaradamente, sabendo que se trata de promessas
que jamais serão cumpridas, seja por total desinteresse ou
por serem mesmo inexeqüíveis. Os raríssimos políticos
sinceros, que com grande esforço conseguem atender algumas
dessas reivindicações, percebem, desolados, que
materializados seus projetos eleitorais, o resultado prático
é quase nulo. A urbanização de favelas, por exemplo, em nada
reduz os índices de violência e criminalidade nas
metrópoles; escolas, postos de saúde e cabines telefônicas
estão invariavelmente sujeitos a atos de vandalismo pelos
que deveriam cuidar desse patrimônio.
A primeira forma de
regime democrático surgiu na Grécia antiga, em Atenas, no
ano 508 a.C. Platão, que era ateniense, foi um crítico
severo da democracia. Naquela época, quem tinha o dom da
oratória dominava a cena política, independentemente das
idéias defendidas. O poder ficava centralizado na
"Assembléia dos Cidadãos", cujos representantes eram
escolhidos por sorteio para um mandato de um ano. Relatos da
época informam que o comparecimento à Assembléia era
freqüentemente escasso, já que muitos dos integrantes
preferiam ocupar-se de seus negócios particulares…
Interessante como essa característica tão marcante da
democracia permaneceu inalterada até a nossa época.
Na época do
surgimento da democracia, a humanidade há muito já não sabia
o que era um regime de governo correto. E daí para frente
não foi diferente. Do Império Romano até o século XVIII
predominaram os regimes absolutistas, em que os respectivos
reis se atribuíam "origem divina". Essa idéia tão pouco
modesta conseguiu sobreviver até o nosso século por
intermédio do imperador do Japão, que era tido por si e
pelos súditos como um "ser de origem divina".
Os regimes
democráticos espalharam-se pelo mundo na segunda metade do
nosso século. No mundo ocidental a propaganda democrática
pregava que este era o regime de governo das pessoas de bem,
em contraposição ao totalitarismo dos regimes de força, em
especial os do mundo comunista. Apesar dos esforços de ambos
os lados em proclamar as vantagens de suas diferenças, a
mais destacada característica da democracia e do
totalitarismo sempre foi uma só: corrupção.
Para o dirigente
poder governar num regime democrático ele tem de fazer
concessões, pois sem isso não terá a necessária base
parlamentar de apoio. Esse apoio, porém, tem um preço:
nomeação de políticos e apadrinhados para cargos públicos,
tráfico de influência, negócios escusos com empresas
públicas, etc.
A tragédia do
destino humano espelha-se numa forma particularmente
sinistra na política do século XX. Em seu livro com o
sugestivo título de O Fim da Democracia, Jean-Marie Guéhenno
faz algumas observações corretas sobre a política (em meio a
outros tantos conceitos errôneos): "As palavras
democracia, política, liberdade definem o nosso horizonte
mental, mas não temos mais certeza de reconhecer seu
verdadeiro sentido, e a nossa adesão depende muito mais de
reflexos do que da reflexão.(…).
Há 20 anos, a
sociedade civil brasileira, através dos partidos políticos
de oposição, organizações sindicais, movimentos sociais e
uma enorme gama de forças políticas, protagonizou o maior
movimento de massas da história do Brasil, a campanha cívica
pelo restabelecimento das eleições diretas para Presidente
da República.
CONCLUSÃO
Vemos a diferença de
governar, ou seja, a diferença de política da antiguidade
para os dias de hoje, onde na Idade Média ou mesmo antes se
via reis que comandavam os povos. Na Bíblia mesmo cita os
vários povos que foram governados por reis. Houve fases mais
na frente que já se tinha predestinados os governantes,
filhos de reis ou mesmo da família dos governantes.
Atualmente vê-se a
forma de governar que é democracia, onde todos têm direito
de opinar e votar nos candidatos estabelecidos. Dessa forma
se apresentam de dois ou mais candidatos e o povo decide nas
urnas em quem votar. Nem sempre claro sai a melhor escolha,
mas a tendência é de que prevalece o gosto da maioria da
população de determinada região ou povo, seja município,
estado ou país.
Essa forma de
regime, a Democracia não significa que sempre terá os
melhores governantes, ou mesmo que a justiça, a lei entre
outras leis naturais serão rigorosamente cumpridas, ao
contrário, há governantes que muitas vezes por influencia,
sujeiras cometem corrupção, muitas vezes por comprar votos,
burlar urnas entre outras formas de corrupções. Temos um
exemplo no Brasil de empechemant que foi o ex-presidente
Fernando Collor.
BIBLIOGRAFIA
Sites:
* www.cade.com.br
* www.google.com.br
* www.politica.com
* Outras fontes na Internet.