1.200
a.C. - 1.000 a.C.
"México:
civilização olmeca (1200-300 a.C.)"
Olmecas,
povo mexicano que originou a mais antiga civilização
(1500-900 a.C.) da Mesoamérica, situada nos atuais estados
de Veracruz e Tabasco. A civilização olmeca deixou
estabelecidos padrões de cultura que influenciaram os séculos
posteriores. Considerada cultura madre do México,
destacam-se as colossais cabeças com mais de 25 t de peso.
"Mercadores
fenícios dominam o Mediterrâneo (1200-332 a.C.)"
"Grécia:
período arcaico (1200-500 a.C.)"
"Oriente
Médio: Império Assírio (c. 1200-609 a.C.)"
Assíria
(antigo Ashur, Ashshur ou Assur), antigo país da Ásia,
localizado ao norte da Mesopotâmia, a partir da fronteira norte
do atual Iraque. Suas conquistas se estenderam aos vales dos rios
Tigre e Eufrates. A parte ocidental do país era uma estepe
adequada apenas a uma população nômade. Entretanto, a parte
oriental era apropriada para a agricultura, com colinas cheias de
bosques e férteis vales banhados por pequenos rios. A leste da
Síria se encontram os montes Zagros; ao norte, um escalão de
platôs conduz ao maciço armênio; a oeste se estende a
planície da Mesopotâmia. Ao sul se encontrava o país conhecido
primeiro como Sumer, depois Sumer e Acad e, mais tarde,
Babilônia. Mesopotâmia é o nome que os antigos gregos deram a
toda a região em que surgiram esses países, incluindo a
Assíria. As cidades mais importantes da Assíria, todas situadas
no território do atual Iraque, eram Assur, atualmente Sharqat;
Nínive, da qual os únicos vestígios que indicam sua
localização são dois grandes tells (colinas formadas sobre
ruínas), Quyunyik e Nabi Yunas; Calach, hoje Nimrud, e Dur
Sharrukin, atualmente Jursabad (Jorsabad). A literatura assíria
era praticamente idêntica à babilônica, e os reis assírios
mais cultos, principalmente Assurbanipal, se gabavam de armazenar
em suas bibliotecas cópias de documentos literários
babilônicos. A vida social ou familiar, os costumes matrimoniais
e as leis de propriedade também eram muito parecidas. E as
práticas e crenças religiosas, muito semelhantes às da
Babilônia, inclusive o deus nacional assírio, Assur, foi
substituído pelo deus babilônio Marduk. A principal
contribuição cultural assíria ocorreu no campo da arte e da
arquitetura. Segundo os descobrimentos arqueológicos, a Assíria
foi habitada desde o início da era paleolítica. Apesar disso, a
vida sedentária não teve origem nessa região, até cerca de
6500 a.C. O fim do Império Assírio ocorreu no ano de
612 a.C., quando o exército, comandado por seu último rei,
Assur-Uballit II (612-609 a.C.), foi derrotado pelos medas
em Harran. Ao longo de sua história, o poder da Assíria
dependeu quase que inteiramente de sua força militar. O rei era
o comandante-em-chefe do exército e dirigia suas campanhas.
Embora em teoria fosse monarca absoluto, na realidade os nobres e
cortesãos que o rodeavam, assim como os governadores que nomeava
para administrar as terras conquistadas, tomavam frequentemente
decisões em seu nome. As ambições e intrigas foram uma ameaça
constante para a vida do governante assírio. Essa debilidade
central na organização e na administração do Império
Assírio foi responsável por sua desintegração e colapso.
"Alfabeto
grego (c. 1050 a.C.)"
<fim
do trabalho>