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  Matérias :: História :: Linha do tempo

  Autoria: Cola da Web


1.400 a.C. - 1.200 a.C.

"Akhenaton (1350-1334 a.C.)"

Akhenaton ou Amenófis IV, faraó egípcio (1350?-1334 a.C.), também chamado Neferkheperure, Aknaton ou Amenhotep IV. Akhenaton era filho de Amenófis III e da imperatriz Tiy e marido de Nefertiti, cuja beleza é conhecida através de esculturas da época. Akhenaton foi o último soberano da XVIII dinastia do Império Novo e se destacou por identificar-se com Aton, ou Aten, deus solar, aceitando-o como único criador do universo. Alguns eruditos consideram-no o primeiro monoteísta. Depois de instituir a nova religião, mudou seu nome de Amenófis IV para Akhenaton, que significa “Aton está satisfeito”. Mudou a capital de Tebas para Akhenaton, na atual localização de Tell al-Amama, dedicando-a a Aton, e ordenou a destruição de todos os resquícios da religião politeísta de seus ancestrais. Essa revolução religiosa determinou transformações no trabalho dos artistas egípcios e, também, no desenvolvimento de uma nova literatura religiosa. Entretanto, essas mudanças não continuaram após a morte de Akhenaton. Seu genro, Tutankhamen, restaurou a antiga religião politeísta e a arte egípcia uma vez mais foi sacralizada.

"Karnak (c. 1220 a.C.)"

Karnak (antiga Hermonthis), cidade do leste do Egito, às margens do rio Nilo. Está localizada sobre a metade setentrional da antiga Tebas. A metade meridional da cidade é ocupada por Luxor. Karnak é famosa pelas ruínas de um grupo de templos construídos quando Tebas era o centro da religião egípcia. O templo mais notável é o do deus Amon.

"Cânticos vedas (1200 a.C.)"

Vedas (em sânscrito “conhecimento”), os escritos sagrados mais antigos do hinduísmo ou cada um dos livros que formam o conjunto. Estes escritos literários antigos consistem de quatro conjuntos de hinos, incluindo formulações poéticas e fórmulas cerimoniais. São conhecidas como Rig-Veda, Sama-Veda, Yajur-Veda e Atharva-Veda. Também são chamadas de as samhitas (que significa “coleção”). As quatro coleções de vedas foram compostas em védico, uma forma antiga do sânscrito. Acredita-se que as passagens mais antigas foram escritas por estudiosos procedentes, em sua maioria, dos arianos que invadiram a Índia entre os anos 1300 e 1000 a.C. No entanto, as coleções de vedas, tal como as conhecemos hoje, datam, provavelmente, do século III a.C. Antes de serem escritas, sábios chamados rishi as transmitiram oralmente, transformando-as e elaborando-as durante este processo. Desta maneira, preservaram grande parte do material ariano original e da cultura dravidiana da Índia, distinguidas, claramente, no texto. As três primeiras samhitas consistem num apanhado de instruções para condução de rituais do período védico, oficiadas por três tipos de sacerdotes que comandavam as cerimônias de sacrifícios. Rig-Veda contém mais de mil hinos (em sânscrito, rig), compostos em várias métricas poéticas e ordenados em dez livros. Sama-Veda revela passagens em verso tomados, em sua maioria, do Rig-Veda. Yajur-Veda são duas revisões compostas parte em verso e parte em prosa com o mesmo material, ordenado de forma diferente. Também contém fórmulas para os sacrifícios (em sânscrito, yaja significa “sacrifício”). Já Atharva-Veda parte do qual a tradição atribui a um rishi chamado Atharvan, é composto por uma ampla variedade de hinos, encantamentos e palavras mágicas.

 

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