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  Matérias :: História :: Linha do tempo

  Autoria: Cola da Web


2.500 a.C. - 2.000 a.C.

"Egito: Império Médio (2134-1668 a.C.)"

"Poema de Gilgamesh (c. 2000 a.C.)"

Gilgamesh, importante obra literária suméria, escrita em caracteres cuneiformes sobre doze tablilhas ou pedras grandes de argila em torno de 2000 a.C. Este poema heróico recebe o nome de seu herói, Gilgamesh, um despótico rei da Babilônia que governou a cidade de Uruk (atual Warka, no Iraque).

"Melancia (2000 a.C.)"

"Sorvete (c. 2000 a.C.)"

"Grécia: civilização micênica (c. 2000-1100 a.C.)"

Micenas, antiga cidade na planície da Argólia, na Grécia denominou a cultura que se desenvolveu no continente grego durante a Idade do Bronze. Outros centros importantes da cultura micênica foram Tirinto e Pilos. Homero chamou aqueus aos micênicos na Iliada e na Odisséia, que possivelmente se identificaram com os povos indo-europeus que chegaram à Grécia por volta do ano 2000 a.C.

"Ásia Menor: império hitita (c. 2000-1200 a.C.)"

Hititas (em hebreu, Hittim), antigo povo da Ásia Menor e Oriente Médio, que habitou a terra de Hatti no planalto central, atual Anatólia (Turquia) e algumas regiões do norte da Síria. Os hititas, cuja origem é desconhecida, falavam uma das línguas indo-européias. Invadiram a região, que começou a ser conhecida como Hatti por volta de 1900 a.C., e impuseram seu idioma, cultura e domínio sobre os habitantes originais, que falavam uma língua consolidada que não pertencia ao tronco indo-europeu. A primeira cidade fundada pelos hititas foi Nesa, próxima à atual Kayseri, na Turquia. Pouco depois de 1800 a.C. conquistaram a cidade de Hattusa, perto da moderna Bogazköy. A história hitita é conhecida, apenas, até o século XVII a.C., quando o líder Labarna (que reinou aproximadamente de 1680-1650 a.C.), ou Tabarna, fundou o denominado Antigo Reino Hitita, tornando Hattusa capital. Labarna conquistou praticamente toda a Anatólia central e estendeu seus domínios até o mar Mediterrâneo. Seus sucessores expandiram as conquistas hititas até o norte da Síria. Mursilis I (que reinou aproximadamente de 1620-1590 a.C.) conquistou o que atualmente é Alepo, na Síria, e destruiu a Babilônia por volta de 1595 a.C. Depois do assassinato de Mursilis houve um período de lutas internas e ameaças externas que terminaram durante o reinado de Telipinus I (que reinou aproximadamente de 1525-1500 a.C.). Para assegurar a estabilidade do reino, o monarca promulgou uma estrita lei de sucessão e adotou medidas contundentes para suprimir a violência. O rei hitita atuava como sumo sacerdote, chefe militar e juiz principal da terra. O reino era administrado por governantes provinciais que eram substitutos do rei. Os êxitos mais relevantes da civilização hitita se encontram no campo da legislação e da administração da justiça. Os códigos civis dos hititas revelam uma grande influência babilônica, embora seu sistema judicial seja muito mais severo do que o dos babilônios. A economia hitita estava baseada na agricultura e suas técnicas metalúrgicas eram avançadas para a época; provavelmente foi o primeiro povo a utilizar o ferro. Os hititas veneravam numerosas divindades locais. A mitologia hitita, assim como a religião, supõe uma combinação de elementos que refletem a diversidade de cultos dentro do reino. São de especial interesse alguns poemas épicos que contêm mitos, originalmente hurritas, com motivos babilônicos. Os estudiosos encontraram influência suméria, babilônica, assíria, hurrita, luvita e outras estrangeiras no panteão hitita. A arte e a arquitetura dos hititas foram influenciadas por praticamente todas as culturas contemporâneas do antigo Oriente Médio e, acima de todas, pela cultura babilônica. Apesar disso, os hititas alcançaram certa independência de estilo que torna sua arte distinta. Os materiais de seus edifícios normalmente eram a pedra e o tijolo, embora também usassem colunas de madeira. Os numerosos palácios, templos e fortificações foram com freqüência decorados com relevos estilizados e intrincados, talhados nos muros, portas e entradas.

"Dinastia Hia (c. 2000 a.C.)"

"Mesopotâmia: Império Babilônico (c. 2000-1531 a.C.)"

Babilônia (império) (em babilônio: Bâbili, “porta de Deus” persa antigo, abirush), antigo reino da Mesopotâmia, conhecido originalmente como Sumer e depois como Sumer e Acad, entre os rios Tigre e Eufrates, ao sul da atual Bagdá, Iraque. A civilização babilônica, que existiu do século XVIII ao VI a.C., era, como a suméria que a precedeu, de caráter urbano, embora baseada mais na agricultura do que na indústria. O país era constituído por 12 cidades, cercadas de povoados e aldeias. No alto da estrutura política estava o rei, monarca absoluto que exercia o poder legislativo, judicial e executivo. Abaixo dele havia um grupo de governadores e administradores selecionados. Os prefeitos e conselhos de anciãos da cidade eram encarregados da administração local. Os babilônios modificaram e transformaram sua herança suméria para adequá-la a sua própria cultura e maneira de ser e influenciaram os países vizinhos, especialmente o reino da Assíria, que adotou praticamente por completo a cultura babilônica. As escavações arqueológicas realizadas permitiram que fossem encontradas importantes obras de literatura. Uma das mais valiosas é a magnífica coleção de leis (século XVIII a.C.) denominada Código de Hamurabi, que, junto com outros documentos e cartas pertencentes a diferentes períodos, proporcionam um amplo quadro da estrutura social e da organização econômica do império da Babilônia. Mais de 1200 anos se passaram desde o glorioso reinado de Hamurabi até a conquista da Babilônia pelos persas. Durante esse longo período, a estrutura social e a organização econômica, a arte e a arquitetura, a ciência e a literatura, o sistema judicial e as crenças religiosas babilônicas, sofreram considerável mudança. Baseados na cultura do Sumer, os feitos culturais da Babilônia deixaram uma profunda impressão no mundo antigo e particularmente nos hebreus e gregos. A influência babilônica é evidente nas obras de poetas gregos como Homero e Hesíodo, na geometria do matemático grego Euclides, na astronomia, astrologia, heráldica e na Bíblia.

 

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