Estresse, Sedentarismo e Má Alimentação
Este trabalho
tem como principal objetivo mostrar os principais fatores
de risco
para a saúde com os quais convivemos.
São eles, o estresse, o sedentarismo e a má alimentação,
que chegam a níveis altíssimos na nossa sociedade
contemporânea, com sua mecanização, suas
responsabilidades e a industrialização dos
alimentos, facilitando a vida das pessoas e aumentando cada
vez mais os índices de morte relacionados a estes
fatores. Veremos a seguir como podemos lutar contra esses
fatores, quais são seus problemas e suas causas.
Estresse
"Estresse" é a denominação
dada a um conjunto de reações orgânicas
e psíquicas de adaptação que o organismo
emite quando é exposto a qualquer estímulo
que o excite, irrite, amedronte ou o faça muito feliz.
Apesar de estarmos acostumados em nosso dia - a - dia a associar
a palavra "Estresse" somente a situações
que tenham conotações negativas, consideramos
importante realçar que também são entendidas
como "Estresse" reações relacionadas
a situações prazerosas e com retorno agradável
para o indivíduo. Isto é, nem sempre o agente
disparador de um processo de estresse é um acontecimento
ruim. Uma paixão, um emprego novo tão desejado,
uma aprovação ou uma promoção
também podem gerar alterações no equilíbrio
interno do organismo.
"
Estresse", em princípio, não é uma
doença. É apenas a preparação
do organismo para lidar com as situações que
se apresentam, sendo então uma resposta do mesmo a
um determinado estímulo, a qual varia de pessoa para
pessoa. O prolongamento ou a exacerbação de
uma situação específica é que,
de acordo com as características do indivíduo
naquele momento, podem gerar alterações indesejáveis.
A organização mundial de Saúde afirma
que o "Estresse" é uma "epidemia global".
Vivemos um tempo de enormes exigências de atualização.
Somos constantemente chamados a lidar com novas informações.
O Ser Humano cada vez mais se vê diante de inúmeras
situações às quais precisa adaptar-se.
Como por exemplo diante de demandas e pressões externas
vindas da família, do meio social, do trabalho/escola
ou do meio ambiente. Outros fatores aos quais precisa adaptar-se
são, entre outras, as responsabilidades, obrigações,
auto- crítica, dificuldades fisiológicas e
psicológicas.
A vulnerabilidade individual e a capacidade de adaptação
são muito importantes na ocorrência e na gravidade
das reações ao processo de "Estresse".
O desenvolvimento do processo de "Estresse" depende
tanto da personalidade do indivíduo quanto do estado
de saúde em que este se encontra (equilíbrio
orgânico e mental), por isso nem todos desenvolvem
o mesmo tipo de resposta diante dos mesmos estímulos.
Estilo de vida, experiências passadas, atitudes, crenças,
valores, doenças e predisposição genética
são fatores importantes no desenvolvimento do processo
de estresse. O risco de um estímulo estressor gerar
uma doença é aumentado se estiverem associadas
exaustão física ou fatores orgânicos.
Hans Selye (médico) transpôs o conceito de "Estresse" da
física para a medicina e biologia e o dividiu didaticamente
em 3 fases interdependentes. Com este conceito ele deu uma
nova interpretação aos distúrbios psicossomáticos.
O processo de estresse, segundo Hans Selye acontece da seguinte
forma:
O indivíduo depara-se com um(a) estímulo (condição)
estressor(a), como por exemplo: nova paixão; emprego
novo tão desejado; aprovação; promoção;
beijo; falta de tempo para lazer; trânsito caótico;
contas a pagar; salário congelado; intensa competição;
ameaça de um predador; mudança súbita,
brusca e ameaçadora na posição social
e/ou nas relações do indivíduo; ameaça
a segurança ou integridade física e emocional
da própria pessoa ou de pessoa por ela amada; vida
afetiva em desequilíbrio; conflito prolongado; guerra;
acidente; assalto; seqüestro; estupro; catástrofe
natural; injeções de proteínas estranhas
ao organismo; frio intenso; anestesia, cirurgia.
Diante de um(a) ou mais dos(as) estímulos (condições)
citados(as), o indivíduo entra na 1ª Fase descrita
por Selye, denominada fase de Alarme. Nesta fase o organismo
entra em estado de alerta para se proteger do perigo percebido
e dá prioridade aos órgãos de defesa,
ataque ou fuga.
As reações corporais desenvolvidas nesta fase
são: dilatação das pupilas; estimulação
do coração (palpitação), a noradrenalina,
produzida nas glândulas supra-renais acelera os batimentos
cardíacos e provoca uma alta de pressão arterial,
o que permite uma melhor circulação do oxigênio;
a respiração se altera (tornando-se ofegante)
e os brônquios se dilatam para poderem receber maior
quantidade de oxigênio; aumento na possibilidade de
coagulação do sangue (para assim poder fechar
possíveis ferimentos); o fígado libera o açúcar
armazenado para que este seja usado pelos músculos;
redistribuição da reserva sangüínea
da pele e das vísceras para os músculos e cérebro;
frieza nas mãos e pés; tensão nos músculos;
inibição da digestão (inibição
da produção de fluidos digestivos, inibição
dos movimentos peristálticos do percurso gastrointestinal);
Inibição da produção de saliva
(boca seca).
Caso o indivíduo consiga lidar com o estímulo
estressor, eliminando-o ou aprendendo a lidar com o mesmo,
o organismo volta a sua situação básica
de equilíbrio interno (homeostase) e continua sua
vida normal. Mas, se ao contrário, o estímulo
persistir sendo entendido como estressor e o indivíduo
não tenha encontrado uma forma de se reequilibrar,
vai ocorrer uma evolução para as outras duas
fases do processo de estresse.
Na 2ª Fase, denominada fase de Resistência, Intermediária
ou "Estresse" contínuo, persiste o desgaste
necessário a manutenção do estado de
alerta. O organismo continua sendo provido com fontes de
energia rapidamente mobilizadas, aumentando a potencialidade
para outras ações no caso de novos perigos
imediatos serem acrescentados ao seu quadro de "Estresse" contínuo.
O organismo continua a buscar ajustar-se a situação
em que se encontra.
Toda essa mobilização de energia traz algumas
conseqüências como: redução da resistência
do organismo em relação a infecções;
sensação de desgaste, provocando cansaço
e lapsos de memória; supressão de várias
funções corporais relacionadas com o comportamento
sexual, reprodutor e com o crescimento. Exemplos: queda na
produção de espermatozóides; redução
de testosterona; atraso ou supressão total da puberdade;
diminuição do apetite sexual; impotência;
desequilíbrio ou supressão do ciclo menstrual;
falha na ovulação ou falha no óvulo
fertilizado ao dirigir-se para o útero; aumento do
número de abortos espontâneos; dificuldades
na amamentação.
Com a persistência de estímulos estressores,
o indivíduo entra na 3ª Fase, denominada fase
de Exaustão ou esgotamento, onde há uma queda
na imunidade e o surgimento da maioria das doenças,
como por exemplo: dores vagas; taquicardia; alergias; psoríase;
caspa e seborréia; hipertensão; diabete; herpes;
graves infecções; problemas respiratórios
(asma, rinite, tuberculose pulmonar); intoxicações;
distúrbios gastrointestinais (úlcera, gastrite,
diarréia, náuseas); alteração
de peso; depressão; ansiedade; fobias; hiperatividade;
hipervigilância; alterações no sono (insônia,
pesadelos, sono em excesso); sintomas cognitivos como dificuldade
de aprendizagem, lapsos de memória, dificuldade de
concentração; bruxismo o que pode ocasionar
a perda de dentes; envelhecimento; distúrbios no comportamento
sexual e reprodutivo;
Algumas vezes diante de uma situação muito
intensa ou extrema para a pessoa, ela desenvolve um quadro
denominado "Estresse" Agudo, onde o organismo mostra-se
incapaz de lidar com os estímulos e tem reações
que geralmente o afastam da realidade. Normalmente este quadro
se inicia algum tempo (horas, minutos) após a ocorrência
do estímulo, desaparecendo dentro de horas ou dias.
O "Estresse Agudo" se caracteriza por: atordoamento
inicial; estreitamento do campo de consciência; diminuição
da atenção; incapacidade de compreender estímulos;
desorientação; retraimento da situação
circundante (estupor dissociativo); agitação
e hiperatividade; sinais autonômicos de ansiedade de
Pânico; amnésia parcial ou completa para o episódio.
A ATIVIDADE FISICA E A QUALIDADE DE VIDA
Um dos quatro pilares
do que é conhecido como o treinamento
em controle do stress é justamente a atividade física
e este treinamento é todo baseado em pesquisas científicas.
O stress é um fato com o qual nos deparamos desde
a infância até a idade adulta. Não dá para
fugir dele ou ignorá-lo, pois, em certos momentos,
ele não nos deixa escapar. Uma vez que não é possível
evitá-lo completamente, o melhor é dominá-lo,
pois nada pode afetar mais dramaticamente a nossa qualidade
de vida do que a tensão emocional exagerada.
Existem medidas de controle do stress a longo prazo e a curto
prazo. As primeiras lidam diretamente com as causas do stress
e com a nossa resistência. As outras têm a ver
com uma redução imediata da tensão física
e mental. Uma das maneiras mais eficazes que existem para
reduzir este tipo de tensão é a atividade física.
Por que o exercício físico é recomendado
para quem deseja manter o seu nível de stress sob
controle?
As pesquisas indicam que o exercício físico,
mantido sem interrupção por 30 minutos, é capaz
de levar nosso corpo a produzir uma substancia chamada beta-endorfina,
que dá uma sensação de conforto, prazer,
alegria e bem-estar. Além disto, a beta-endorfina
anestesia o organismo, fazendo as dores desaparecerem no
momento. É por isto que muitas vezes um jogador que
se acidenta consegue continuar jogando.
O exercício físico também alivia dois
dos piores males da sociedade moderna: a depressão
e a ansiedade. Quando a pessoa está sentindo que as
coisas estão sem graça e que o mundo é sem
sentido, deve tentar entrar em um programa de exercícios
físicos por três ou mais vezes por semana. Isto
deve aliviar bastante. Porém, deve-se ter uma noção
clara das limitações de qualquer técnica
que se aprenda a usar. O exercício físico sozinho
não mantém os ganhos para sempre. É importante
tentar descobrir a causa e, se possível, tentar retirá-la
de sua vida. Se isto não for possível, muitas
vezes uma terapia ajuda a se encontrar meios internos para
se lidar com aquilo que é inevitável.
Um dos resultados de se utilizar técnicas de manejo
do stress, entre elas o exercício físico, é a
melhora que se obtém em nossa qualidade de vida. A
saúde melhora, nos sentimos de bem com o mundo e,
consequentemente, a vida social e afetiva também melhoram.
Além disto, até a qualidade de vida na área
profissional vem a melhorar, pois a pessoa fica menos tensa
e mais aberta para os desafios do trabalho.
Má alimentação
Sabe-se que a mudança do estilo de vida e o sedentarismo
vem causando o aumento de indivíduos obesos e, como
conseqüência, o aparecimento de doenças
cardiovasculares, hipertensão, diabetes, câncer
e também osteoporose.
Em vista deste quadro, cientistas estão cada vez mais
desenvolvendo estudos nesta área, resultando no aparecimento
de medicamentos e dietas em busca de soluções.
A alimentação é uma necessidade vital.
Uma vez que se observe certas recomendações,
ela atuará como fator preventivo e promotor de saúde.
Ao preferir uma refeição balanceada com vitaminas,
sais minerais, proteínas, hidrato de carbono, gorduras
e fibras, você estará criando condições
para um melhor desempenho físico. Aderir portanto
a princípios de vida mais saudáveis, torna-se
fundamental para quem acredita que "prevenir é melhor
que remediar".
Com isso alguns conselhos podem ser tomados como regra no
dia a dia. São eles:
- Manter o peso, com
dietas de calorias adequadas e exercícios.
- Diminuir alimentos que são componentes efetivos
na obesidade como: açúcar e gorduras.
- Ter apenas três refeições por dia,
com intervalo mínimo de 5 horas entre elas.
- Mastigar bem os alimentos.
- Não usar mais que 3 ou 4 variedades de alimentos
em cada refeição.
- Não manter todo o dia o mesmo tipo de alimento,
mas variar a qualidade de um dia para o outro ou de uma refeição
para outra.
- Não comer ou comer bem pouco quando não se
tem tempo ou está nervoso e irritado.
- Não deitar após as refeições.
- Não tomar líquidos após as refeições.
Sedentarismo
O sedentarismo é definido como a falta ou a grande
diminuição da atividade física. Na realidade,
o conceito não é associado necessariamente à falta
de uma atividade esportiva. Do ponto de vista da Medicina
Moderna, o sedentário é o indivíduo
que gasta poucas calorias por semana com atividades ocupacionais.
Segundo um trabalho realizado com ex-alunos da Universidade
de Harvard, o gasto calórico semanal define se o indivíduo é sedentário
ou ativo. Para deixar de fazer parte do grupo dos sedentários
o indivíduo precisa gastar no mínimo 2.200
calorias por semana em atividades físicas.
A vida sedentária provoca literalmente o desuso dos
sistemas funcionais. O aparelho locomotor e os demais órgãos
e sistemas solicitados durante as diferentes formas de atividade
física entram em um processo de regressão funcional,
caracterizando, no caso dos músculos esqueléticos,
um fenômeno associado à atrofia das fibras musculares, à perda
da flexibilidade articular, além do comprometimento
funcional de vários órgãos.
O sedentarismo é a principal causa do aumento da incidência
de várias doenças. Hipertensão arterial,
diabetes, obesidade, ansiedade, aumento do colesterol, infarto
do miocárdio são alguns dos exemplos das doenças às
quais o indivíduo sedentário se expõe.
O sedentarismo é considerado o principal fator de
risco para a morte súbita, estando na maioria das
vezes associado direta ou indiretamente às causas
ou ao agravamento da grande maioria das doenças.
Para atingir o mínimo de atividade física semanal,
existem várias propostas que podem ser adotadas de
acordo com as possibilidades ou conveniências de cada
um:
•
Praticar atividades esportivas como andar, correr, pedalar,
nadar, fazer ginástica, exercícios com pesos
ou jogar bola é uma proposta válida para evitar
o sedentarismo e importante para melhorar a qualidade de
vida. Recomenda-se a realização de exercícios
físicos de intensidade moderada durante 40 a 60 minutos
de 3 a 5 vezes por semana;
•
Exercer as atividades físicas necessárias à vida
cotidiana de maneira consciente.
Quais são as alternativas às atividades físicas
esportivas?
A vida nos grandes centros urbanos com a sua automatização
progressiva, além de induzir o indivíduo a
gastar menos energia, geralmente impõe grandes dificuldades
para ele encontrar tempo e locais disponíveis para
a prática das atividades físicas espontâneas.
A própria falta de segurança urbana acaba sendo
um obstáculo para quem pretende fazer atividades físicas.
Diante dessas limitações, tornar-se ativo pode
ser uma tarefa mais difícil, porém não
de todo impossível.
As alternativas disponíveis muitas vezes estão
ao alcance do cidadão porém passam desapercebidas.
Aumentar o gasto calórico semanal pode se tornar possível,
simplesmente reagindo aos confortos da vida moderna. Subir
2 ou 3 andares de escada ao chegar em casa ou no trabalho,
dispensar o interfone e o controle remoto, estacionar o automóvel
intencionalmente num local mais distante, dispensar a escada
rolante no shopping-center, são algumas alternativas
que podem compor uma mudança de hábitos.
Segundo trabalhos científicos recentes, praticar atividades
físicas por um período mínimo de 30
minutos diariamente, contínuos ou acumulados, é a
dose suficiente para prevenir doenças e melhorar a
qualidade de vida.
Quais são as contra-indicações para
fazer exercícios?
A liberação plena para a prática de
atividades físicas, particularmente as atividades
competitivas e de maior intensidade, deve partir do médico.
Nesses casos, um exame médico e eventualmente um teste
ergométrico podem e devem ser recomendados. Indivíduos
portadores de hipertensão, diabetes, coronariopatias,
doenças vasculares etc. devem ser adequadamente avaliados
pelo clínico não somente quanto à liberação
para a prática de exercícios, como também
quanto à indicação do exercício
adequado como parte do tratamento da doença. Quando
se trata de praticar exercícios moderados como a caminhada,
raramente existirá uma contra-indicação
médica, com exceção de casos de limitação
funcional grave.
Quais são as recomendações básicas
para fazer exercícios com segurança?
A principal recomendação é seguir o
bom senso e praticar exercícios como um hábito
de vida e não como quem toma um remédio amargo.
A principal orientação é fazer exercícios
com prazer, sentindo bem-estar antes, durante e principalmente
depois da atividade física. Qualquer desconforto sentido
durante ou depois de exercícios deve ser adequadamente
avaliado por um profissional da especialidade. O exercício
não precisa e não deve ser exaustivo se o propósito
for a saúde.
Praticando exercícios com maior segurança
e efetividade:
•
Usar roupas adequadas: A função da roupa durante
o exercício é proporcionar proteção
e conforto térmico. Agasalhos que provocam aumento
excessivo da sudorese devem ser evitados porque provocam
desconforto e desidratação, não exercendo
nenhum efeito positivo sobre a perda de peso.
•
Hidratar-se adequadamente: Deve-se ingerir líquidos
antes, durante e depois de exercícios. A perda excessiva
de líquidos e a desidratação constituem
a principal causa de mal-estar durante o exercício.
•
Sentir bem-estar: Escolha a modalidade e sobretudo a intensidade
de exercício que traga prazer e boa tolerância.
Ao fazer exercícios prolongados ajuste a intensidade
que permita sua comunicação verbal sem que
a respiração ofegante prejudique sua fala.
Esta é uma forma prática de ajustar uma intensidade
adequada.
•
Consulte seu médico: Qualquer dúvida ou desconforto
procure orientação profissional. Realizar uma
avaliação física para elaboração
de um programa de treinamento será uma atitude de
grande utilidade prática. A atividade física
regular e realizada com prazer é um recurso insubstituível
na promoção de saúde e qualidade de
vida.
EXERCÍCIO PARA MANUTENÇÃO DA SAÚDE
CATEGORIA: ALONGAMENTO
OBJETIVO: QUALIDADE DE VIDA E AUXÍLIO NO PROCESSO
DE ATIVIDADES FÍSICAS
MATERIAL: CD, APARELHO DE SOM
DESENVOLVIMENTO:
POSIÇÃO INICIAL: EM PÉ, COM AS PERNAS
LIGEIRAMENTE AFASTADAS, ALONGAR OS BRAÇOS, ELEVANDO-OS Á FRENTE
E ACIMA DA CABEÇA.
NESTA MESMA POSIÇÃO, FLEXIONAR O TRONCO, ESTENDER
A MÃO E BRAÇOS INDO EM DIREÇÃO
AO CHÃO.
FLEXIONAR LATERALMENTE O TRONCO PARA A DIREITA E ESQUERDA.
ROTACIONAR O QUADRIL PARA A DIREITA E ESQUERDA.
CONCLUSÃO
Conclui-se que, este trabalho
foi eficiente na demonstração
dos principais riscos que sofre a sociedade moderna, com
seus altos índices de problemas causados pelo estresse,
sedentarismo e má alimentação. Sendo
claro no que diz respeito à área da Educação
Física, principalmente no que diz respeito aos benefícios
causados e visíveis dos exercícios físicos
no tratamento destes fatores de risco.