... Página inicial- FAQ / Ajuda- Add Favoritos


  Bibliotecas
  Biografias autores
  Dicas de estudo
  Dicionários
  Exercícios Prontos
  Mapas
  Personalidades
  Saiba fazer
  Sites de buscas
  Tradutores
  Universidades
  Vestibular
  Administração
  Artes
  Astronomia
  Biologia
  Contabilidade
  Corpo humano
  Direito
  Diversos
  Economia
  Educação física
  Engenharia
  Filosofia
  Física
  Geografia
  História
  Informática
  Inglês
  Matemática
  Medicina
  Português
  Psicologia
  Química
  Religião
  Sociologia
  Completos
  Resumos


BUSCA

 


Publicidade


Recomende


Sobre o site

Contato
-----------------------
Créditos
----------------------- Na mídia
----------------------- Objetivos
----------------------- Parceiros
----------------------- P. de privacidade
-----------------------
Publicidade


  Matérias :: Geografia :: Países

 
  Autoria: Cola da Web


 


Bélgica

Monarquia constitucional a noroeste da Europa. Limita-se ao norte com a Holanda e o mar do Norte, a leste com a Alemanha e Luxemburgo e ao sul e sudoeste com a França. Tem uma extensão de 30.528 km2. Bruxelas é a capital e a cidade mais importante.

Território e recursos:

O país tem três regiões fisiográficas principais: a planície costeira formada por dunas e pôlderes, o planalto central atravessado por inúmeros rios e as terras altas das Ardenas. Ao longo da costa do Norte existe uma área de terrenos protegidos por diques, construídos entre os séculos XIII e XV. Os rios principais são o Schelde e o Meuse, que nascem na França e são navegáveis na passagem pela Bélgica.

O clima perto do mar é úmido e temperado. No interior, longe do mar, é mais rigoroso. As chuvas atingem por ano a média de 699 mm e a temperatura média é de 8,3 ºC. Os bosques mais importantes são os de carvalho, faia e olmo. A área foi reflorestada com pinheirais.

População e governo:

A população é composta por dois grupos étnicos. Os flamengos, de origem germânica, que habitam a metade norte da Bélgica, denominada Flandres e que falam flamengo ou holandês, e os valões, de origem celta, que falam francês e habitam a metade sul, denominada Valônia. Há uma minoria de alemães que habitam o leste do país.

A Bélgica tinha uma população em 1993, de 10.100.631 habitantes e uma densidade de 330 hab/ km2, sendo uma das mais altas da Europa. As principais cidades são: Bruxelas, Antuérpia e Gand.

Cerca de 90% da população é católica, apesar do culto estar em declínio. Outras religiões são o protestantismo e o judaísmo.

Em 1963, uma lei estabeleceu três línguas oficiais: o flamengo no norte, o francês no sul e o alemão na zona oriental. Na cidade e nos arredores de Bruxelas o francês e o flamengo são reconhecidos oficialmente.

A Bélgica é uma monarquia constitucional. O atual soberano é o rei Alberto II. A Constituição Belga foi proclamada em 1831, com posteriores modificações visando a formação de um Estado federal. O monarca designa os ministros e os juizes. O parlamento é composto pelo Senado e pela Câmara dos Representantes.

Economia:

A Bélgica é uma das nações européias mais industrializadas. Seu produto interno bruto, em 1994, era de 227,9 bilhões de dólares, equivalente a 19.000 dólares de renda per capita.

A Bélgica não é totalmente auto-suficiente em produtos agrícolas, entretanto é na pecuária. A terra é explorada de forma intensiva. O gado e os cultivos de consumo diário são as principais atividades.

Historicamente foi o carvão o principal recurso do país, mas atualmente suas reservas se esgotaram e a produção caiu a partir de 1980. Muitas minas fecharam. A Bélgica está entre os maiores produtores de ferro e de aço. A indústria pesada baseia-se na produção de aço, carvão, produtos químicos e petróleo, controladas por seis trustes. A indústria têxtil, que data da Idade Média, produz algodão, lã, linho, e tecidos sintéticos e sua indústria química é líder mundial. Outras indústrias importantes são a naval e a de construção de equipamentos ferroviários. A lapidação de diamantes é uma das mais importantes do mundo.

A moeda nacional é o franco belga.

História:

Uma semana após ter sido deflagrada a I Guerra Mundial, as tropas alemãs atravessaram a fronteira da Bélgica, ignorando sua neutralidade. O governo resistiu à invasão e solicitou ajuda da França, Grã-Bretanha e Rússia. Um milhão de belgas fugiram do país e mais de 80 mil morreram. A ofensiva dos aliados de setembro de 1918 libertou a costa do país. Pelo Tratado de Versalhes de 1919, a Bélgica incorporou 989,3 km2 de território e 64.500 habitantes.

Apesar dos enormes prejuízos causados pela guerra, a Bélgica alcançou uma notável recuperação. O voto para os homens foi introduzido no país, a neutralidade foi abandonada e, em 1920, foi assinada uma aliança militar com a França.

Em 1936, Bélgica voltou à neutralidade, sendo atacada pela segunda vez pela Alemanha, em maio de 1940. As tropas francesas e britânicas ajudaram-na mas foram derrotadas devido à superioridade das forças invasoras. Leopoldo III rendeu-se e foi preso. O gabinete belga, exilado em Paris, se negou a reconhecer a derrota, destituindo o rei dos seus direitos de governo. Após a queda da França, o governo belga que estava no exílio transferiu-se para Londres. Em 1944, retornou à Bélgica após a desocupação alemã e o Parlamento elegeu o príncipe Carlos como presidente.

A Bélgica ficou politicamente desorganizada por causa do enfrentamento entre o partido Social Cristão (católicos) e a coalizão de liberais, socialistas e comunistas, e a questão do regresso do rei Leopoldo. Em 1945, o Parlamento concordou em deixar Leopoldo fora do poder. A Bélgica voltou a recuperar sua anterior posição entre as grandes nações mercantis do mundo.

Em 1950, foi convocado um plebiscito sobre o retorno do rei Leopoldo. Após obter a resposta afirmativa de 57,6% dos votantes, vários conflitos ocorreram, organizados pela oposição. Leopoldo concordou então em passar o poder para seu filho, o príncipe Balduíno.

A Bélgica foi membro constituinte, em 1952, da Comunidade Européia do Carvão e do Aço e contribuiu para a fundação, em 1957, da Comunidade Econômica Européia (hoje União Européia).

Em 1960, a Bélgica proclamou a independência da colônia do Congo Belga (Zaire, atual República Democrática do Congo). Em 1962, os administradores belgas da ONU, encarregados do território de Ruanda - Urundi, conseguiram a independência de Ruanda e Burundi.

A rivalidade entre flamengos e valões gerou freqüentes distúrbios durante a década de 1960, provocando a queda de vários governos nos anos seguintes. Na década de 1980, os social - cristãos, formaram governos e, em 1989, o Parlamento aprovou um programa para transferir o poder às três regiões etnolingüísticas. A Bélgica ratificou o Tratado de Maastricht sobre a União Européia em 1992. Em maio de 1993, a Bélgica tornou-se um país federal. Quando o rei Balduíno morreu sem deixar descendentes, foi sucedido por seu irmão Alberto II, em 1993.

 
   

<-Anterior

Página 1
Próxima->

 

Cola da Web.: É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, exceto em trabalhos escolares.