Holanda: país das bicicletas
A Holanda é conhecida como o país dos moinhos
de vento, das tulipas, dos sapatinhos de madeira. Mas quem tem
a oportunidade de conhecer a Holanda, descobre que aqui é
também o país das bicicletas. Duvido que em outro lugar esse
meio de transporte seja tão popular. Para se ter uma idéia, em
Amsterdam o estacionamento de bicicletas da Estação Central
comporta 8 mil delas!
Nas ruas, o trânsito está todo adaptado para o
tráfego das bicicletas, com ciclovias e até sinaleiras
especiais. Pessoas de todas as idades são adeptas desse meio
de transporte, tanto homens quanto mulheres. Não se vê muitas
crianças andando de bicicleta sozinhas nas ruas, a não ser em
parques, mas jovens e até idosos, sim. As mulheres andam de
saias e salto alto e alguns homens andam até de terno. Eles
têm uma prática incrível, mesmo com sacolas de compras os
holandeses conseguem se equilibrar bem no veículo.
Para o pedestre é necessário atenção em dobro.
Antes de atravessar a rua, é necessário cuidar dos carros, dos
ônibus, trans (ou trens, que são uma espécie de bonde), além
das bicicletas. Sim, pois a bicicleta têm preferência ao
pedestre. Quando um transeunte vai atravessar a rua e não vê
uma bicicleta, o ciclista toca uma espécie de sininho para
alertar o pedestre. Chega a ser engraçada a confusão de sons.
As sinaleiras tocam um som diferente quando o sinal está
aberto, para alertar os cegos. Os trans tocam um som de aviso
quando estão prestes a passar, e ainda há o barulho dos sinos
das bicicletas. O mesmo acontece com as sinaleiras: para
pedestres, para carros, para bicicletas e um sinal de
advertência quando vai passar um tram.
Realmente a bicicleta é um meio de locomoção
muito vantajoso. Além de ser econômico, se comparado a carros
ou motocicletas (uma nova custa entre 200 e 400 euros e uma
usada de 50 a 150 euros), não necessita de gastos com
combustível, não é poluente, não congestiona a cidade e não
acarreta problemas para estacionar.
Mas se a bicicleta tem tantas vantagens, por
que não é popular no Brasil?
Primeiro, com poucas exceções, as cidades
brasileiras não são planas. Imagine como seria andar de
bicicleta todos os dias em Porto Alegre, por exemplo. Para
começar, uma lombinha da Ramiro, a ladeira da Lucas, ou que
tal encarar um morro Santo Antônio… não tem ciclista que
agüente. Na Holanda não existem morros ou elevações. Tudo é
completamente plano, o que facilita e muito a multiplicação
desse meio de transporte.
Segundo motivo, falta estrutura e educação. Em
Porto Alegre já é perigoso andar de motocicleta, imagina de
bicicleta! Sem ciclovias, as bicicletas acabam atrapalhando o
trânsito, e os ciclistas correm o perigo de serem atropelados.
E terceiro, o problema da violência. Na
Holanda, o roubo de bicicletas é muito comum e existe um
verdadeiro mercado de bicicletas roubadas que são vendidas por
10, 20 euros, Mas a diferença é que aqui o ciclista apenas
perde sua bicicleta, que geralmente não encontra mais no
estacionamento; mas quase inexistem agressões e assaltos. Já
no Brasil, infelizmente, uma bicicleta pode custar uma vida.
Até eu entrei na onda holandesa depois de
ganhar uma bicicleta de presente de aniversário do meu
namorado. Acabei experimentando, da forma mais romântica, esse
lado divertido da cultura local. E como é bom reviver os
tempos em que eu andava de bicicleta no Parcão e na Redenção,
em Porto Alegre. Todos os fins-de-semana lá ia eu com minha
Monark rosa e branca com cestinha. Eu adorava aquele ventinho
no rosto. Agora, além de poder andar com segurança aqui na
Holanda, posso desfrutar de uma paisagem diferente e
aproveitar para fazer um exercício. No meu caminho para o
trabalho, atravesso a ponte Erasmus, de onde se tem uma vista
ímpar de Rotterdam, com seu rio, barcos e, ao longe, seu
enorme porto.
Quando se viaja, é preciso experienciar todos
os aspectos da cultura local, enxergar a vida através dos
olhos daquele povo. Somente assim aprendemos e refletimos
sobre a nossa própria maneira de pensar e percebemos o quanto
a cultura em que vivemos é capaz de nos influenciar.
Holanda-
A Ousadia da Liberdade
A Holanda mais uma vez surpreende o mundo. Além
de, há alguns anos, ter liberado comedidamente o consumo de
drogas em certas cidades grandes, e legalizado o casamento
homossexual, o parlamento em Haia aprovou a eutanásia, a morte
consentida do paciente terminal. Se muitos sentem-se chocados
pela liberalidade daquele país, é bom ressaltar que essas
atitudes complacentes e tolerantes não vêm de agora, mas estão
entrelaçadas com os últimos quatro séculos da história dos
batavos.
A
República das Províncias Unidas
"Os governante das cidades (Amsterdã), souberam
naturalmente pôr em prática a recomendação de Spinoza de
organizar uma sociedade em que a maioria dos homens imaginam
que vivem como entendem, e eles os contiveram não pelos
horrores de uma tirania teológico-política, mas apelando ao
seu amor à liberdade e ao seu desejo de adquirir dinheiro e
honras."
H. Méchoulan - Dinheiro e Liberdade, 1990
Que ninguém se assombre com as coisas que
ocorrem na Holanda de hoje. Lá tudo se ousa, não só o direito
de poder drogar-se, o de casar-se com o sexo que melhor
aprouver, como o mais recente, o de consentir-se que nos matem
no instante em que a vida, no seu estertor, tornou-se-nos
insuportável. Coisas da Holanda, diz-se. Desde o nascer
daquele pequeno país, nos tumultos das guerras religiosas do
século XVI, quando chamou-se de República das Províncias
Unidas (formada por sete províncias e várias cidades
independentes), os holandeses optaram por prestigiar a
liberdade. Enquanto os reis e os padres se associavam no
restante da Europa para oprimir, reprimir, ou assustar com as
penas do inferno os seus súditos e fiéis, as gentes dos
Países-Baixos seguiram o oposto. Rebelando-se contra o império
espanhol de Felipe II, que queria lhes enfiar goela abaixo o
Tribunal do Santo Ofício da Inquisição, apostaram na harmonia
e no bom convívio dos contrários. Enquanto a nobreza da
vizinhança ainda enaltecia o cavaleiro de espada e escudo,
fanfarrão e briguento, os holandeses admiravam o mercador
hábil nos dinheiros e na conquista das praças, dado ao cálculo
e não à bravata.
Estrutura Original da Holanda- O Tratado de Tolerância
Para atrair os que pensavam como eles,
acertaram no Tratado de Tolerância da União de Utrecht,
acordado em 1581, que ninguém que lá vivesse ou que lá
chegasse em busca da poorterschap, o direito de cidadania,
seria importunado por motivos religiosos. Quer seguissem
Lutero ou Calvino, quer carregassem a Torá, fossem católicos
fugidos do bispo ou anabatistas acusados de heresia, não
importava, todos teriam guarita. Não queimariam nem bruxas nem
filósofos. Foi assim, que naquela terra desolada do Mar do
Norte, no grande pântano gelado que era a Holanda do século
XVI, a liberdade, no seu sentido mais lato e profundo, sentou
pé na Europa. No momento em que na Ibéria, na época da União
das Coroas, se afastava a possibilidade de unir-se por canais
o rio Tejo ao Manzanares, visto tal obra ferir a vontade de
Deus, na Holanda, a população inteira, desafiadora, empunhava
a pá e empilhava pedras nos diques para dominar, metro a
metro, a braveza do mar que a assolava. Se na Ibéria
expulsavam os judeus como raça maldita, marrana, na Holanda,
eles serviam como modelos para as figuras sagradas das
pinturas de Rembrandt.
O
Mercador como Modelo
Enquanto em Portugal e na Espanha, de monges e
de soldados, todos aferravam-se ao princípio da honra e de que
lidar com títulos e promissórias eram coisas baixas, indignas
de um povo cristão, os homens de Roterdã e de Amsterdã,
libertos de toda e qualquer autoridade conciliar ou dogmática,
lançavam-se pelos mares a roer-lhes o império. Amparados pelas
Companhias das Índias Orientais (1602) e depois as Ocidentais
(1621), eles põem um pé nas Índias Orientais, outro nas
Antilhas, outro no nordeste do Brasil, outro ainda em Angola,
montando assim a sua poderosa talassocracia mercantil. Por
todos os lados esses calvinistas furiosos e cobiçosos
afugentam os católicos à canhonadas (o que levou o Padre
Vieira a compor em 1640, aquele soberbo e conhecido sermão, o
pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal, desesperado com as
glórias dos heréticos holandeses). Lembrando-se ainda que
coube a Hugo Grocius, o grande tratadista do Mare Liberum, de
1609, implodir juridicamente com o Tratado de Tordesilhas (que
desde o século XV transformara os oceanos num lago ibérico),
abrindo, sob os olhos do direito internacional, as águas do
mundo a quem mais ousasse.
Liberdade de Imprensa e Pensamento
Foi lá, a partir de Amsterdã, onde por primeiro
garantiu-se a liberdade de imprensa e onde editaram-se as
principais obras dos Iluministas, para infelizmente serem
censuradas ou queimadas na França dos Luíses (A Enciclopédia,
de Diderot, o grande instrumento da revolução intelectual do
século XVIII, foi impressa inteiramente na Holanda a partir de
1751). Como também somente no clima rude, mas inquiridor da
Holanda que o filósofo Baruch Spinoza pôde concluir a sua
leitura crítica dos Evangelhos e de outros livros sagrados,
publicando-a em 1670 com o título de Tratado
Teológico-Político (se bem que logo condenada pelo sínodo da
Igreja Reformada e banido em 1674), oferecendo o caminho para
a defesa da liberdade de culto e do estado secular que iria
inspirar o liberalismo político no século seguinte. Tudo isso
fez daquele pequeno país o paraíso da editoração do
livre-pensamento, contribuindo para que a Holanda no século
XVII, sozinha, imprimisse mais livros do que todos os demais
países europeus juntos.
O
Testemunho de Descartes
Nada melhor do que o testemunho do filósofo Descartes, que lá
se fixara desde 1628, para atestar o fabuloso que era viver
nos Países Baixos naquela época (*). Em carta ao seu amigo
Balzac, datada de maio de 1631, escreveu: "que outro lugar
poderia haver no resto do mundo em que todas as comodidades da
vida, e todas as curiosidades que podem ser desejadas sejam
tão fáceis de serem encontradas senão como aqui? Em que outro
país se pode gozar de uma de uma liberdade tão completa, se
pode dormir com menos inquietude, em que outro país há sempre
exércitos prontos para nos proteger, onde os envenenamentos,
as traições, calúnias sejam menos conhecidos, e onde tenha
restado mais do que um pouco de inocência de nossos
ancestrais?"
Portanto, nada de espantar-se com que nos chega de lá agora,
nada de sustos. Coisas da Holanda!
(*) Um dos motivos que afirmaram a decisão de
Descartes deixar Paris em definitivo para ir viver nos Países
Baixos foi o impacto que o julgamento de Galileu causou na
época, acusado de heresia pelo Tribunal da Inquisição em Roma,
em 1633, por sustentar que a Terra se movia.
Países Baixos
Koninkrijk
der Nederlanden
Reino dos Países Baixos
Conhecido de modo extra-oficial como Holanda,
limita-se ao norte e a oeste com o mar do Norte, a leste com a
Alemanha e ao sul com a Bélgica. Com Luxemburgo e Bélgica
formam o Benelux. As Antilhas Holandesas e Aruba também fazem
parte do país que tem 41.526 km2 dos quais 6.500 km2 são de
terra avançada sobre o mar. A capital é Amsterdã.
Território e recursos:
Grande parte do norte e do oeste do país
encontra-se abaixo do nível do mar, chamada Holanda inferior.
A leste e ao sul encontra-se a Holanda superior, onde poucas
vezes a altitude ultrapassa 50m. As comportas, diques, canais
e moinhos de vento fazem parte de um sistema de drenagem da
época medieval. Sem um sistema de drenagem sistemático, a
metade do país se inundaria.
A linha costeira do mar do Norte é formada por
dunas. No sudoeste, os estuários dos rios formam deltas com
inúmeras ilhas e canais. Através do Plano Delta, lagos de água
doce foram criados e algumas ilhas foram unidas. No norte, o
mar dividiu as dunas criando as ilhas Frísias ocidentais e por
detrás uma zona alagadiça chamada de Waddenzee. Muito além das
dunas existe uma área abaixo do nível do mar, protegida por
diques, que se mantém seca graças ao contínuo bombeamento
mecânico. O antigo Zuiderzee, originariamente um estuário do
rio Reno e posteriormente um mar interior, está sendo
recuperado e uma parte se transformou num lago de água doce
chamado Ijsselmeer.
Os principais rios são o Reno e seus afluentes
como o Waal e o Lek, o Maas (um braço do Meuse) e o Schelde.
Quase todos os grandes lagos naturais foram secos.O clima é
marítimo temperado. A temperatura média em janeiro atinge 1,7
ºC e em julho 17,2 ºC. As precipitações médias anuais são de
760 mm.A paisagem natural foi alterada pelo homem e as áreas
de vegetação natural são muito limitadas. Os animais de maior
porte desapareceram mas os bosques de carvalho, faia, freixo e
pinheiro estão protegidos.
População e governo
Os holandeses são, na sua maioria, descendentes
dos francos, frísios e saxões. A recente imigração foi
importante: asiáticos, turcos, marroquinos, habitantes de
países europeus mediterrâneos e residentes do Suriname e das
Antilhas Holandesas.
Em 1994, sua população era de 15.385.000
habitantes, com uma densidade de 453 hab/km2 é uma das maiores
do mundo. As principais cidades são: Amsterdã, a capital do
país Roterdã e Haia.O idioma oficial é o holandês; em
Friesland também se fala a língua frísia. Os católicos
constituem 33% da população holandesa e os protestantes 23%.
Cerca de 39% da população não pratica qualquer religião.A
Holanda é uma monarquia constitucional e hereditária com um
sistema de governo parlamentar. A Constituição de 1814 foi
revista diversas vezes.
Economia:
Os Países
Baixos (Holanda em Portugal) são a parte européia do
Reino
dos Países Baixos, uma
monarquia constitucional membro da
União
Européia. Localizado no noroeste da
Europa,
limita a norte e a oeste com o
Mar do
Norte, a leste com a
Alemanha e a sul com a
Bélgica.
Os Países Baixos são freqüentemente chamados Holanda. De
origem, a palavra Holanda referiu para a área ocupada pelas
duas principais províncias:
Holanda
do Norte e
Holanda
do Sul. Hoje, é um pars pro toto comum nos países
de
língua
portuguesa usar Holanda para o país inteiro, o que
não deixa de ser um erro.
A Holanda do
Norte (neerlandês:
Noord-Holland) é uma província dos
Países
Baixos, situada no
Noroeste do país. A capital provincial é a cidade
de
Haarlem,
e a cidade mais importante,
Amesterdão, a capital do país, também fica aí
situada.
Outras
cidades:
Hilversum,
Alkmaar,
Zaandam
e
Hoorn.
A Holanda do
Sul (neerlandês:
Zuid-Holland) é uma província dos
Países
Baixos, situada no
oeste
do país, na costa do
Mar do
Norte. É uma das províncias neerlandesas mais
povoadas e industrializadas.
O país é um
dos mais densamente povoados do mundo; surpreendentemente,
está também entre os de altitude média mais baixa (um quarto
do território fica abaixo do nível do mar). Os neerlandeses
são conhecidos por seus
diques,
suas
tulipas,
seus
moinhos,
seus
tamancos e sua tolerância social. Suas políticas
liberais são freqüentemente mencionadas e usadas como (bons ou
maus) exemplos nos demais países.
O
Tribunal Internacional de Justiça e a
Corte
Penal Internacional têm suas sedes na
Haia;
embora
Amsterdã (pt.
Amsterdão) seja a capital constitucional, é aquela
cidade que sedia o governo, a residência real e a maior parte
das embaixadas.
INDUSTRIA
Cerca de 42% da população ativa estão empregados na indústria.
A princípio, os capitais foram aplicados na modernização das
tradicionais indústrias naval, alimentícia, têxtil e do papel.
Mais tarde foram desviados para indústrias que exigem pouca
matéria prima, como a de eletricidade e a de fibras
sintéticas. O desenvolvimento das indústrias de base começou
com a explosão das jazidas de carvão do Limburgo e das salinas
do E e NE, que permitiram o desenvolvimento da produção de
coque, produtos químicos, ferro e aço. A descoberta de grandes
reservas de gás natural, em 1948, representou um importante
passo na industrialização do país, que praticamente não dispõe
de fonte de energia hidrelétrica. Apesar de não possuir
minérios, os Baixos Países conseguiram instalar sua indústria
metalúrgica com a matéria prima importada, mantendo
importantes setores, como de construção de navios, maquinaria,
aparelhos domésticos e veículos automotores. O setor têxtil é
bastante desenvolvido (algodão, lã, rayon) e concentra-se em
Amsterdam.
COMÉRCIO
O comércio é a terceira grande fonte do país. A situação
privilegiada dos portos de Rotterdam e Amsterdam contribuiu
para tornar a Holanda um importante entreposto do comércio
internacional. O país importa principalmente linhaça,
amendoim, milho, trigo, minerais, peles, borracha e madeira,
que procedem predominantemente da Bélgica, República Federal
da Alemanha, EUA e Reino Unido. E exporta laticínios,
hortaliças, flores, toucinho, óleos, coque, fertilizantes,
papel, produtos de madeira, têxteis, navios, equipamentos
elétricos para a Alemanha, Bélgica, Reino Unido, EUA, França e
Itália.
TRANSPORTE
No começo da década de 1970, cerca de metade das ferrovias
estava eletrificada. Apesar das dificuldades que a superfície
recortada de rios oferece, o sistema rodoviário do país está
bem desenvolvido e liga as principais cidades. A necessidade
de drenar as terras levou à construção de canais que, unidos
aos rios, perfazem c. 5.000km de vias navegáveis, dos quais c.
3000km com capacidade para barcos de mais de 1.000t. A frota
mercante fluvial é uma das maiores da Europa. Os principais
portos do país são de Rotterdam, Amsterdam, Delfzijl e
Harlingen. A companhia Real Holandesa de Aviação (K.L.M.)
mantém linhas regulares para quase todo o mundo.
AGRICULTURA
O lugar da agricultura tem-se tornado menos proeminente com o
decorrer dos anos, tendo-se dado uma sensível diminuição das
superfícies destinadas a um certo número de colheita, tal como
é o caso da aveia e do centeio. Por outro lado, houve desde
1970 um forte aumento da cultura de milho de corte, o qual se
destina a ser utilizado para criação de animais. A superfície
que lhe é destinada representa hoje em dia 23% do total da
superfície destinada à lavoura. De modo geral aumentaram
também as receitas provenientes do trigo, das beterrabas e das
batatas; por um lado em consequência de se tornar maior a
superfície destinada a sua cultura e, por outro lado, devido a
ter progredido o rendimento por hectare. Isso tem sido
possível graças a um melhoramento geral; à utilização de
espécies mais produtivas e mais resistentes; melhores técnicas
de adubação e outras medidas semelhantes.
A redistribuição dos terrenos disponíveis desempenhou um
importante papel na melhoria da produtividade da agricultura.
Através da fusão de terrenos que se achavam demasiado longe
uns dos outros, ou cuja superfície era demasiado pequena, e
também ainda com a remoção de obstáculos tais como canais ou
taludes, veio tornar-se possível a mecanização em grande
escala. Mas pouco a pouco também se vai ganhando consciência
de que os chamados obstáculos agrícolas representam por vezes
um grande valor relativamente à paisagem e aos aspectos
recreativos.
HORTICULTURA
A evolução da horticultura nos últimos anos tem-se
caracterizado, principalmente, por um considerável aumento da
cultura em estufas. Por tradição as culturas tradicionais
sempre foram a alface, o pepino e o tomate. A sua importância,
porém, diminuiu constantemente, a passo que cresce a da
chamada horticultura ornamental, sobretudo a das flores. Essa
é uma das razões porque a Holanda se tornou conhecida como a
"florista da Europa Ocidental". Os bolbos continuam também a
ocupar um lugar importante na horticultura. No que respeita a
fruta, o seu cultivo, embora ainda em volume razoável, tem-se
tornado relativamente menos importante. Para o cultivo em
estufa o fator determinante para o rendimento é na verdade, a
energia utilizada. Por isso se presta enorme atenção a tudo
que possa significar uma economia de energia. Procura
conseguir-se com isso, por um lado, através do melhoramento de
plantas que necessitem de menos calor e, por outro lado,
através de desenvolvimentos técnicos nas estufas e nas
instalações de aquecimento. Na horticultura em estufa são
tomadas medidas para lutar contra as pragas de insetos
daninhos. Graças ao fato de esse tipo de horticultura se
realizar em circunstâncias facilmente controláveis, o setor
acha-se numa situação avançada no que se refere à luta contra
os parasitas, utilizando os inimigos naturais destes, os quais
se tornam o complemento dos métodos mais tradicionais dos
pesticidas químicos.
PECUÁRIA
De forma global a pecuária holandesa pode-se dividir em dois
tipos: ligada ao solo ou independente dele. Dadas as
favoráveis condições naturais para a existência de terras de
pastagem, a forma tradicional para produção de lacticínios é a
da pecuária ligada ao solo. Isso, porém, não significa que
essa forma de atividade agrícola se processe ainda de maneira
tradicional. A mecanização, a criação orientada para a
qualidade (muitas vezes através da utilização da inseminação
artificial) e a alimentação animal cuidadosamente doseada,
levaram a que no decorrer das últimas décadas se conseguisse
um forte aumento do rendimento. O volume da produção de leite
tem-se tornado cada vez maior, o que, juntamente com a
restante produção da CEE, levou à existência de tão grandes
excedentes que se tornou necessário recorrer a medidas
restritivas.
No que respeita a pecuária intensiva e independente do solo, a
produção de carne constitui o seu principal objetivo. Muita da
carne de vitela e de porto destina-se a exportação. A
avicultura, por sua vez, pode praticamente considerar-se
independente do solo. A independência da produção em relação
ao solo é uma das causas preponderantes da existência no país
de excessivas quantidades de estrume. Com a forte tendência
para a intensificação da produção, foi-se pouco a pouco
constatando que uma excelente produção não significa
automaticamente um excelente bem-estar para os animais. Por
isso se realizam em grande escala pesquisas e experiências
relativas a novas formas de empresas de produção, nas quais é
atribuída maior atenção ao bem estar animal.
PESCA
Classificada segundo as espécies pescadas e os tipos de navios
utilizados, a pesca holandesa pode ser dividida em:
A pesca do arenque, cavala e do chamado "peixe redondo" (
bacalhau, etc.), a qual é praticada por navios arrastões nas
zonas centrais e setentrionais do Mar do Norte, e ao largo das
Ilhas Britânicas e da Irlanda;
A pesca do chamado "peixe chato" (o linguado, a solha e outros
) feita por navios do tipo "cutter" nas zonas centrais e
meridionais do Mar do Norte e durante algumas semanas cada
ano, os mares da Irlanda;
A pesca do camarão, efetuada por "cutters "de menor tonelagem
ao longo das costas holandesas, dinamarquesas e alemães ;
A pesca de moluscos ( mexilhões, ostras e amêijoas) que é
feita por embarcações especiais no Mar de Wadden e nos braços
de mar do Escalda Oriental.
Em consequência do aumento , durante os últimos anos, da
capacidade de
pesca por parte da maioria dos países com atividades
pesqueiras, ocorreu uma baixa do povoamento de certas espécies
piscícolas, como é o caso de algumas que, por exemplo o
arenque e o linguado, são particularmente importantes para a
Holanda. Isso conduziu a uma degradação dos resultados da
indústria pesqueira, tornando-se necessário que a nível
internacional, dentro da C.E.E., fossem tomadas medidas para
evitar não somente o desaparecimento das espécies piscícolas,
mas da própria pesca. Atualmente cada país apenas tem direito
a pescar por ano uma determinada quantidade de peixe, sendo
este especificado segundo os tipos mais importantes. Além da
pesca marítima e da pesca no litoral, na Holanda é ainda
praticada profissionalmente a pesca fluvial ( sobretudo na
Lago Ijssel ).
SISTEMA MONETÁRIO
A unidade monetária dos Países Baixos é o florim ( fl.). Há
moedas de 5 cêntimos (em bronze) e de 10 cêntimos , 25
cêntimos , 1 florim , 2,50 florins ( todas de níquel), e uma
moeda de 5 florins ( todas de níquel ), e uma moeda de 5
florins (dourada) . As moedas são cunhadas pela Real Casa da
Moeda, em Utrecht, e todas possuem a esfígie da Rainha . Após
a sua subida ao trono em 30 de abril de 1980, como sucessora
de sua mãe a Rainha Juliana, foram sendo gradualmente postas a
circular novas moedas, embora as antigas continuem a ser
válidas. Existem também notas de 5, 10, 25, 50, 100, 250 e
1000 florins, as quais são emitidas pelo banco central, o
Nederlandsche Bank . Graças a um sistema de marcas em alto
relevo ( pontos e triângulos ) , e portanto sensíveis ao tato,
as notas holandesas podem igualmente ser reconhecidas pelos
invisuais . O florim holandês faz parte do Sistema Monetário
Europeu ( EMS) , o qual começou a funcionar em 1979 e utiliza
um sistema de câmbio relativamente estável no que respeita os
vários monetários dos estados membros da Comunidade Européia .
A política do governo neerlandês orienta-se para que seja
mantido relativamente estável o câmbio entre o florim holandês
e o marco alemão.
BANCOS
A Holanda possui uma moderna organização bancária, na qual,
como já antes foi assinalado, o Nederlandsche Bank desempenha
as funções de banco emissor . Os grandes bancos do país , da
mesma forma que as grandes companhias de seguros, orientam
fortemente as suas atividades para o exterior.
CULTURA
País da descontração, da liberdade de pensamento, da
tolerância religiosa, a Holanda é um dos menores países do
mundo, mas um dos mais ricos culturalmente, possui cerca de
1000 museus, o maior número num mesmo país, também quase 1200
bibliotecas públicas e imensos arquivos no Estado e
instituições mantém o interesse pela cultura holandesa viva.
Destacam-se o museu nacional Rijksmuseum, o mais famoso e o
Van Gogh , ambos em Amsterdam, além do Mauritshuis, em Haia,
Frans Hals em Haarlem, e o Boymans-van, Beuningen, em Roterdam.
Outro traço de evolução dos neerlandeses é a sua capacidade de
cultivar a herança do passado, sobretudo no aspecto
arquitetônico - nada menos que 55 mil dos seus edifícios são
considerados monumentos histórico de especial valor. A
população cultiva um modo de vida altamente moderna e até
futurista, aberto a todas as tendências vertentes.
Nas cidades de Edan, Monickendam, Marken e Volendam
encontra-se a Holanda antiga, onde existem casas típicas com
jardinzinhos na frente, homens e mulheres vestidos à caráter,
todos de tamancos e os velhos de cachimbos sentados nos bancos
das praças vendo o tempo passar.
Já em Alkmaar e Golda, são as duas cidades remanescentes
"cidades do queijo", que ainda apresentam, ao ar livre, todas
as sextas-feiras de abril a setembro, o espetáculo
concorridíssimo da pesagem do produto, numa competição
disputada.
HISTÓRIA
A
presença antiga do homem nesta região é atestada por
monumentos megalíticos (dólmens)
e túmulos da
idade do bronze
e por campos de urnas funerárias da
idade do ferro.
Na época da ocupação
romana,
que se mantém até ao
século IV,
a região dos Países Baixos era povoada por tribos célticas e
germânicas. Os Saxões estabelecem-se a leste dos futuros
Países Baixos e os Francos ocupam os territórios meridionais.
A cristianização só se completa no final do
século VIII,
com a submissão destes povos a
Carlos Magno.
A administração carolíngia permite o desenvolvimento da
actividade económica, enquanto nasce uma indústria têxtil.
No
reinado de
Carlos
V, Sacro Imperador Romano e rei de
Espanha,
a região era parte das
Dezessete Províncias dos Países Baixos, abrangendo
a maior parte do que hoje é a
Bélgica.
À proclamação da independência (União
de Utrecht,
1579;
abjuração da soberania espanhola,
1581),
no reinado de
Filipe
II, seguiu-se a
guerra
de independência. A assinatura, sob
Filipe
IV, do
Tratado
de Münster pôs fim à
Guerra
dos Oitenta Anos. O império espanhol reconheceu a
República Holandesa dos Países Baixos Unidos, governados pela
casa de Orange-Nassau e os Estados Generais, que anteriormente
foram uma província do império espanhol. Os Países Baixos
tornaram-se assim a primeira nação européia a assumir uma
forma de governo republicana.
Ainda que o novo Estado exercesse autonomia apenas sobre as
províncias do norte, a
República das Sete Províncias Unidas dos Países Baixos
desenvolveu-se e tornou-se uma das mais importantes potências
navais e econômicas do
século
XVII. Neste período, conhecido como a
Idade
de Ouro neerlandesa, os Países Baixos estenderam
suas redes comerciais por todo o planeta, estabelecendo
colônias em lugares tão distantes quanto
Java
e o nordeste brasileiro (Brasil
neerlandês).
Eclipsada pela ascensão
britânica durante o
século
XVIII, a região foi mais tarde incorporada ao
império
francês
sob
Napoleão Bonaparte. Após o
Congresso de Viena (1815),
o Reino dos Países Baixos foi criado, incluindo os atuais
Bélgica
e
Luxemburgo. A Bélgica conseguiu sua independência
em
1830;
o Luxemburgo, que seguia regras sucessórias distintas, seguiu
seu próprio caminho após a morte do rei
Guilherme III. Já no
século
XIX, os Países Baixos industrializaram-se mais
lentamente do que os países vizinhos.
Permaneceu neutro e teve sua neutralidade respeitada na
Primeira Guerra Mundial, mas na
Segunda
Guerra Mundial o país foi ocupado pela
Alemanha nazista em maio de
1940,
sendo libertado somente em
1945.
No pós-guerra, a economia reergueu-se, e o país ingressou em
organizações como o
Benelux,
a
Comunidade Económica Europeia e a
Organização do Tratado do Atlântico Norte.
Sediando, em
Maastricht, a assinatura do Tratado da
União
Européia, o país foi um de seus membros fundadores,
e aderiu ao
euro
em
1999,
com as moedas e cédulas circulando a partir de
2002.
Geografia
Um
aspecto notável do país é o fato de ser extremamente plano.
Aproximadamente metade do território fica a menos de 1 metro
acima do nível do mar, e boa parte das terras estão de fato
abaixo do nível do mar. O ponto mais alto,
Vaalserberg, na fronteira sudeste, localiza-se a
uma altitude de 321 m. Muitas áreas baixas estão protegidas
por diques e barragens.Partes dos Países Baixos, inclusive
quase toda a moderna província da
Flevolândia, foram conquistadas ao mar - estas
áreas são conhecidas como
pôlderes. O país é cheio de canais e o transporte
fluvial se torna um dos principais meios de expotarção e
importação.
A
localização geográfica da Holanda eh bastante favorável em
relação à Europa. Do aeroporto de Schipol, em Amsterdã, é
possível chegar em Berlim, Londres ou Paris com apenas uma
hora de vôo.
O
país é dividido em duas partes principais pelos rios
Reno
(Rijn),
Waal
e
Mosa
(Maas). Há muitos
dialetos falados a norte e sul desses grandes rios.
Os
ventos predominantes no país são de sudoeste, o que causa um
clima marítimo moderado, com verões agradáveis e invernos
suaves.
NOME
OFICIAL: REINO DOS PAÍSES BAIXOS
Compõe-se de três territórios: os Países Baixos na Europa
Ocidental, as Antilhas Holandesas e Aruba na região do Caribe.
· Capital: AMSTERDÃ.
· Sede de Governo: HAIA.
· Territórios Ultramarinos: 02
· Principal Porto: ROTTERDÃ.
· Principal Aeroporto: AMSTERDÃ, “AIRPORT SCHIPHOL”.
DIVISÃO TERRITORIAL:
AO NORTE E AO OESTE = MAR DO NORTE.
AO LESTE = ALEMANHA.
AO SUL = BÉLGICA.
A Holanda está localizada no delta dos cinco principais rios
do Noroeste da Europa. A região é banhada pelo MAR DO NORTE e
conta com a proteção de uma gigantesca infra-estrutura de
dunas e diques.
ÁREA TERRITORIAL E POPULACIONAL:
“TAMANHO NÃO É DOCUMENTO”!
Com aproximadamente 41.864 km2 e 16 milhões de habitantes. A
Holanda é um dos menores países e o mais densamente povoado do
mundo. Sua densidade geográfica chega a 459 habitantes por Km2.
A maior concentração demográfica encontra-se em RANDSTAD, um
grupo de cidades na zona Ocidental do país: Amsterdã, Haia,
Rotterdã e Utrecht.
POR QUE PAÍSES BAIXOS?
As muitas pontes, diques, moinhos e instalações de bombeamento
constituem uma paisagem única nesse país.
A Holanda é um país muito plano e baixo, do qual cerca de um
quarto de seu território se encontra abaixo do nível do mar,
chegando a algumas regiões atingir até 6,7metros. Daí vem à
designação NEDERLAND “terra baixa”, ou Países Baixos.
Atualmente, os Países Baixos estão protegidos não só por
barragens, mas também por dunas e diques. Os holandeses têm de
estar sempre atentos ao estado do mar. Quando necessário, eles
elevam os diques, caso contrário, grande parte do país pode
ficar inunda
HIDROGRAFIA:
RIO RENO: Logo após penetrar na Holanda, reparte-se entre
o Waal e o Baixo Reno, que mais adiante se denomina Lek. Em
Arnhem, recebe o rio Ijssel, que corre na direção do Zuider
Zee. Um terceiro grande rio, o Mosa, corre inicialmente para o
Norte, volta-se depois para o Oeste e desemboca no Sul do Waal.
Um dos meios mais simples de controlar e aproveitar a água é
construir um dique.
DIQUE: Construção sólida de uma parede (terra, pedra,
concreto, aço ou madeira) para represar água corrente. EX: Uma
barragem para usina hidrelétrica é um dique. São construídos
com camadas alternadas de pedras soltas, barro e certo tipo de
arbustos, permitindo assim, um certo grau de elasticidade,
suportando melhor o embate das ondas bravias do MAR DO NORTE.
PÔLDER: Área baixa tomada do mar ou de um lago por meios
artificiais e mantida seca através do bombeamento. Os pôlderes,
áreas drenadas situadas abaixo do nível do mar, constituem
hoje, aproximadamente 40% da área do país.
O REINO QUE VENCEU AS ÁGUAS!
Os holandeses tomaram porções de terra ao mar através da
construção de diques, isolando trechos do litoral, em seguida
bombeando a água do mar represada. As terras drenadas foram
então transformadas em campos férteis, mantidas pelo
bombeamento constante executado antigamente por moinhos de
vento e atualmente por potentes bombas elétricas.
Há um século existiam dez mil moinhos de vento espalhados pelo
país e hoje são apenas mil. Um círculo de novecentos moinhos
também protege Amsterdã das enchentes.
Os holandeses tomaram porções de terra ao mar através da
construção de diques, isolando trechos do litoral, em seguida
bombeando a água do mar represada. As terras drenadas foram
então transformadas em campos férteis, mantidas pelo
bombeamento constante executado antigamente por moinhos de
vento e atualmente por potentes bombas elétricas.
Há um século existiam dez mil moinhos de vento espalhados pelo
país e hoje são apenas mil. Um círculo de novecentos moinhos
também protege Amsterdã das enchentes.
OBRAS DO PROJETO DELTA:
Após as grandes inundações de 1.953 conjugaram-se todos os
esforços para proteger a Holanda contra novas inundações. As
obras do projeto Delta concluídas em 1.997, estancaram grandes
braços do mar no Sudoeste do Holanda.
Estes enormes diques foram construídos de modo a que tanto o
meio-ambiente, como a navegação, como a pesca sofresse o
mínimo possível de conseqüências com este estancamento de
água.
WATTERCHAPPEN:
O território holandês está dividido no chamado watterchappen,
organismos que cuidam da gestão das águas. Dentro de uma
determinada área esses organismos são responsáveis pela
irrigação, drenagem, dessecagem , purificação da águas e a
manutenção dos rios e canais da Holanda.
SOLO :
No Sul e no Leste, onde as paisagens de bosques e mata se
alternam, o solo é composto principalmente de areia e
cascalhos.
No Oeste e no Norte, predominam a argila e a turfa. A paisagem
nesta região é entrecortada por numerosos rios e canais, é
essencialmente composta de pôlderes (áreas que foram drenadas
artificialmente e protegidas contra inundações pela construção
de diques).
CLIMA:
A Holanda possui um clima marítimo temperado, com temperatura
média de 1,7o C em janeiro e de 17o C em julho.
A pluviosidade é distribuída regularmente por todo o ano,
excedendo 700mm.
ORGANIZAÇÃO
POLÍTICA
A Holanda é uma monarquia constitucional com um sistema
parlamentar no qual o governo é formado pela rainha (
soberano) e pelos ministros . Por razões históricas, a sede do
governo encontra-se em Haia, mas a capital é Amsterdam.
O governo nacional tem sede em Haia, embora a capital seja
Amsterdam, pois os Exércitos Franceses invasores capturaram
Amsterdam em 1755 e instalaram a Capital e os holandeses
restabeleceram em Haia em 1814.
Desde o século XVI que o sistema estatal está intimamente
ligado à casa de Oranje - Nassau , com o seu progenitor o
príncipe Guilherme de Oranje ( 1533 - 1584) . A Rainha Beatrix