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  Matérias :: Português :: Literatura

  Autoria: Paulo Fernando Pessanha
 

Autores Brasileiros

Introdução

   Este trabalho tem como objetivo relatar um pouco sobre o assunto chamado "Autores Brasileiros", mostrando separadamente cada autor brasileiro.
   Tentaremos mostrar claramente, com a melhor das intenções como foi a vida e quais são as obras de cada autor, e também através da realização deste trabalho procuraremos tirar o maior aproveito para o nosso aprendizado buscando e tentando colher mais informações úteis que sejam satisfatórias para que através da pesquisa possamos aprender um pouco da literatura brasileira.


Joaquim Maria Machado de Assis.

    Machado de Assis está na época do Realismo (Segunda Metade do Século XIX), sendo do Realismo no Brasil, escreve Romances Realistas.
   Nasceu no Rio de Janeiro em 1839 e aí morreu em 1908. Filho de um mulato e de uma lavadeira portuguesa, atingiu o posto mais alto na literatura brasileira e é hoje considerado o grande escritor nacional. Trabalhou como tipógrafo na Imprensa Nacional e como revisor e colaborador do Correio Mercantil. Casou-se com Carolina Xavier de Novais, com quem iniciou sua fase madura e genial. Ocupou cargos importantes no Ministério da Agricultura e Viação. Fundou a Academia Brasileira de Letras e foi seu primeiro presidente. Sua origem humilde, a timidez, a epilepsia, a gagueira, nada o impediu de ascender à mais alta posição da intelectualidade brasileira.
   Sua produção, quer em verso, quer em prosa, está à altura de qualquer obra internacional da época. Autodidata e pobre, Machado de Assis, pelo seu próprio esforço e perseverança, atingiu as culminâncias da arte literária, aprendeu vários idiomas e familiarizou-se com as obras-primas da literatura universal.
   Seu estilo sóbrio, equilibrado, correto, nobre, é repassado de humor finíssimo e revela um pessimismo tranqüilo, uma descrença sem desespero, tudo com maturidade. O homem discreto, observador e conhecedor da alma humana, revela em suas obras profunda sondagem psicológica.
   Os estudiosos costumam dividir a obra de Machado de Assis em duas fases:

   Primeira fase:
   Na prosa: Ressurreição, A Mão e a Luva, Helena, Iaiá Garcia, Contos Fluminenses, Histórias da Meia-Noite.
   Na poesia: Crisálidas, Falenas, Americanas.
   No teatro: Os Deuses de Casaca, O Protocolo, Queda que as Mulheres Têm para os Tolos, Quase Ministro, Caminho da Porta.
   Estas são obras ditas românticas.

   Segunda fase:
   Na prosa: Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba, Dom Casmurro, E saú e Jacó, Memorial de Aires.

   
   Memórias Póstumas de Brás Cubas.

   Marca a fase madura de Machado de Assis e o início do Realismo(Segunda metade do século XIX) entre nós. Em 1857, Flaubert já publicara em Paris Madame Bovary ¾ obra denúncia dos valores burgueses. Em 1867, no mesmo ano em que Marx publica o Capital, Zola publica Thérèze Raquin ¾ obra que retrata o homem sob a visão patológica. A influência sobre o Brasil não tardou. Coube a Machado de Assis, em 1881, publicar a primeira obra nacional à moda dos pensadores franceses. Memórias Póstumas de Brás Cubas narra a história de Brás Cubas ¾ defunto autor ¾ que depois de morto resolve escrever suas memórias. A visão da vida é negativa, pessimista.    Quase tudo na obra é a negação, a miséria, a desgraça, descritas num humor sutil, com grandes mergulhos psicológicos. Parece que a vida se reduz a uma grande negação, nada dignifica o viver, nem os amores com Marcela ¾ jovem prostituta ¾ nem os amores com Eugênia ¾ jovem aleijada. Torna-se amante de Virgínia ¾ esposa de Lobo Neves. Conhece Eulária, que morre vítima de uma epidemia. No fim do livro, com Brás Cubas sentindo-se sozinho e abatido, aparece Quincas Borba, o filósofo louco. Brás Cubas tentara a celebridade com o emplasto "Brás Cubas"; tentara a fama com a política; mas morre cercado de poucos amigos e de Virgínia.


   Quincas Borba.

   Rubião recebe em Minas uma herança de Quincas Borba com a recomendação para que cuide de seu cachorro, também chamado Quincas Borba. Rubião vem para o Rio a apaixona-se por Sofia ¾ esposa de Cristiano Palha. Palha suporta o ciúme, pois depende economicamente de Rubião. Este é abandonado por todos quando perde a fortuna e a razão. Morre acompanhado de seu cão. No último capítulo, Machado repete o ensinamento científico do final do século: nada há de providencial.

   Dom Casmurro.

    Visão pessimista do casamento e da vida. Bentinho é destinado à vida sacerdotal. Ama Capitu. Sai do seminário e casa-se com ela. Nasce-lhe o filho Ezequiel. Bentinho julga-se traído e vê o filho cada vez mais parecido com Escobar. Tenta assassinar o filho;interna-o no colégio. A vida do casal desaba. Capitu morre, bem como seu filho Ezequiel. Bentinho, mergulhado na tristeza e solidão (daí Dom Casmurro) conta a história de sua vida (o romance).

Memorial de Aires.

   Última obra de Machado de Assis, publicada no mesmo ano de sua morte. Diário escrito pelo Conselheiro Aires, relatando suas memórias.


Afonso Henriques de Lima Barreto.

   Lima Barreto participa da época do Simbolismo (Fim do Século XIX ao começo do Século XX), sendo uns dos Autores do Pré-Modernismo, seja em Portugal ou no Brasil (prosa).
   Escritor brasileiro, nascido em 1881 e falecido em 1922 no Rio de Janeiro. De origem humilde, mestiço, não conseguiu, pela pobreza e condições modestas, completar o curso de engenharia iniciado, passando a funcionário da Secretaria da Guerra. Construiu, a partir de então, uma obra de romancista que figura entre as mais significativas das letras brasileiras. Seu livro de estréia. Recordações do Escrivão Isaías Caminha (1909), romance à clef, teve grande êxito, o que deveu à circunstância de retratar a vida de um grande jornal da época, satirizando certos personagens, de identidade evidente, e que ocupavam os primeiros postos da imprensa ou das letras. Esse livro foi uma amostra do que constituiria a característica da obra do romancista, utilizada como válvula de escape a um temperamento de inconformado.
   A crítica social foi, assim, o núcleo dessa obra, de acordo com os cânones da estética naturalista, praticando, como mostrou Eugênio Gomes, a literatura em função do jornalismo e do panfleto, extravasando as suas amarguras, revoltas e decepções. Daí decorre um prejuízo para a obra romancesca, não completamente realizada, quaisquer que sejam as qualidades inegáveis que se têm de reconhecer nela. Além do primeiro, escreveu os romances Triste Fim de Policarpo Quaresma (1915), Numa e a Ninfa (1915) , Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá (1919), Clara dos Anjos (1948),além dos contos reunidos no volume Histórias e Sonhos (1920), e da colaboração para a imprensa em artigos excelentes, enfeixados no livro Bagatelas (1923).
   O mesmo talento e o mesmo ingrediente humano e pessoal entraram na confecção dessas obras: uma herança neurótica, os ressentimentos, os desregramentos, a dipsomania, o recalque contra a sociedade que o desdenhou, o instinto revolucionário e de reforma social. A mistura de invectiva, ironia, sátira, pessimismo, vai reencontrar-se em:
   Vida e Morte de M. J. Gonzaga de Sá,
   Livro feito de conversas entre o personagem e um interlocutor, através de perambulações pelas ruas,satirizando os ridículos dos doutores burocratas.

   
    Triste Fim de Policarpo Quaresma

   É a história de um burocrata humilde, através da qual ele traça o quadro da "alta sociedade suburbana", que põe em contraste com a dos bairros aristocráticos.

   Numa e a Ninfa

   É uma sátira à vida política da época, com tipos e costumes retratados segundo a luneta deformadora do romanticista.


   Clara dos Anjos

   Iniciado desde 1904 e submetido a várias transformações, é uma tentativa de fixar a vida suburbana carioca.

   Em todos os seus romances, e em muitos dos seus contos (alguns dos quais, como "O Homem que sabia Javanês", colocam-se entre as obras-primas do conto brasileiro), Lima Barreto especializou-se na pintura dos humildes, a gente do povo, a classe dos burocratas espezinhados, mestiços, suburbanos, com uma ternura e um senso de fraternidade que o colocam entre os maiores ficcionistas de veia popular e social do Brasil. A valorização crítica de sua obra romanesca deveu-se sobretudo aos escritores inspirados na estética modernista, em reação contra os cânones da chamada arte pela arte. Mesmo sem aceitar essa formulação polêmica, há que reconhecer o valor de sua contribuição.



Mário Raul de Morais Andrade.

   Mário de Andrade está na época da Primeira Fase do Modernismo ( Século XX, até 1930), sendo uns dos Autores da Primeira Fase do Modernismo Brasileiro.
   Nasceu em São Paulo em 1893, e aí morreu em 1945. Formou-se no Conservatório Dramático Musical, onde foi professor de História da Música. Foi o mentor intelectual da "Semana" e líder incontestável dos jovens da época. Participou das revistas Klaxon e Estética. Foi um apaixonado da literatura, casando-se com a música, folclore e artes plásticas.
   Influenciado pela Primeira Guerra Mundial, escreve Há uma Gota de Sangue em Cada Poema em 1917. Em 1922, lança o famoso livro de poesias, marco inicial do Modernismo brasileiro: Paulicéia Desvairada. É aí que Mário de Andrade diz ter fundado o desvairismo naquele seu "Prefácio Interessantíssimo", onde esboça os rumos da arte moderna. "Donde infiro que o belo artístico será tanto mais artístico, tanto mais subjetivo, quanto mais se afastar do belo natural".
   Publicou, em 1925, A Escrava que não é Isaura (ensaio), onde retoma os mesmos princípios do livro anterior, expondo didaticamente as receitas de técnicas poéticas para a arte moderna. Losango Caqui (poesia), de 1926, reúne "sensações, idéias, alucinações, brincadeiras, liricamente anotadas".
   Em 1927, aparece Clã do Jabuti (poesia), repleto de folclore nacional, mitos indígenas, africanos e sertanejos.    É uma volta ao primitivismo brasileiro.
   O primeiro romance aparece em 1927: Amar, Verbo Intransitivo ¾ Filisberto Sousa Costa, um burguês bem situado na vida econômica, contrata os serviços de uma governanta alemã, Fraulein, para dar iniciação sexual ao filho Carlos, primogênito da família.
   Em 1928, aparece Macunaíma, o herói sem nenhum caráter, rapsódia. O livro é um acervo de lendas, superstições e crendices de todo o Brasil. Macunaíma é o herói que encarna antropologicamente o homem latino-americano.
   Esse "herói" sem nenhum caráter nasce na selva amazônica, vem a São Paulo em busca do talismã que o gigante Venceslau Pietro Pietra havia furtado, e acaba virando estrela da Constelação da Ursa Maior. Livro de caráter épico, lírico e cômico, Macunaíma é o modo de ser brasileiro: luxurioso, ávido, preguiçoso e sonhador.
   Em 1930 aparece Remate de Males, obra poética, onde Mário se afasta um pouco do desvairismo inicial. Nos contos de Belazarte, de 1934, o autor presta sua contribuição à análise psicológica e social das relações familiares.
   Em Lira Paulistana (poesia), publicado em 1946, Mário faz uma integração poética da cidade de São Paulo com seu destino:

Água do meu Tietê,
Onde me queres levar?
¾ Rio que entras pela terra
E que me afastas do mar...

   O gênio de Mário de Andrade não ficou só nas artes. Como homem dinâmico que foi, organizou e dirigiu o    Departamento Municipal de Cultura de São Paulo. Constroem-se parques e bibliotecas infantis; criam-se a biblioteca pública, a biblioteca circulante e a biblioteca ambulante.
   Edifica-se a Biblioteca Municipal (hoje Biblioteca Mário de Andrade). Mário readige o ante-projeto para a criação do Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, restaura o Forte de Bertioga, funda a Sociedade de Etnologia e Folclore, organiza o Congresso de Língua Nacional Cantada e o coral Paulistano. Tudo isso em apenas três anos, enquanto dirigiu o Departamento de Cultura da Prefeitura de São Paulo. Incompatível com a ditadura de Vargas, pede demissão.


Aníbal Monteiro Machado.

   Escritor Brasileiro nascido em 1894 em Sabará, Minas Gerais, e falecido em 1964 no Rio de Janeiro. Diplomado pela Faculdade de Direito de Belo Horizonte (1917), foi professor de História no Ginásio Mineiro e de Literatura no Colégio Pedro II. Ligou-se ao Modernismo, tornando-se um de seus líderes principais. Sua obra, embora reduzida, é muito importante, sobretudo pelo ineditismo da concepção estilístico-formal, onde se fundem o discurso lógico da prosa e o lirismo da fabulação poética. Nela destacam-se os aforismos, contos, ensaios poemáticos e poemas em prosa de Cadernos de João (1958), as novelas de Novelas Reunidas (1959) e o romance póstumo João Ternura (1965).

João Guimarães Rosa.

   Guimarães Rosa está na Terceira Fase do Modernismo (década de 1940 a nossos dias), sendo uns dos autores da Ficção da Terceira Fase do Modernismo Brasileiro.
   Nasceu em Minas Gerais em 1908 e faleceu no Rio de Janeiro em 1967,
   Formou-se médico e exerceu a profissão no interior de Minas. Em 1934 ingressou na carreira diplomática, servindo em Hamburgo. Trabalhou ainda pelo Ministério do Exterior em Bogotá e Paris.
   Como chefe do serviço de demarcação de fronteiras, resolveu casos delicados: Picos da Neblina e Sete Quedas. Morreu de enfarte aos 59 anos de idade, na mesma semana em que fora eleito membro da Academia Brasileira de Letras.
   Obras: Sagarana (contos), Corpo de Baile (ciclo novelesco), Grande Sertão: Veredas (romance), Primeiras Estórias, Tutaméia: Terceiras Estórias, Estas Estórias (contos, essas três obras).
   O romance Grande Sertão: Veredas constitui a obra-prima de Guimarães Rosa. Toda a história nos é contada por Riobaldo, ex-jagunço do norte de Minas. Agora pacato fazendeiro, vive de lembranças às margens do São Francisco. À medida que vai rememorando seu passado, vai questionando os valores da própria vida. Preocupa-se seriamente com o Bem e o Mal e com a existência do Diabo. Se o Diabo existe, Riobaldo está perdido, pois fizera um pacto com o Diabo, com o propósito de vencer seu inimigo Hermógenes. Tem um companheiro de armas chamado Diadorim, a quem ama extremamente. Este amor o perturba. Contudo, tudo se esclarece quando Diadorim morre em duelo, matando Hermógenes: Diadorim não era homem, era mulher; uma filha de Joca Ramiro, disfarçada de jagunço.
   A obsessão central é o pacto demoníaco. O compadre Quelemém, teólogo sertanejo, procura demonstrar a inexistência de Satanás: "O Diabo vige no Homem", "O que não existe", "O que não é mais finge ser".
   Sertão é o universo, o mundo, o panteísmo, o conjunto maior.
   Veredas é o habitável, o nosso mundo. Entre eles, os dois pontos.
   Quem sabe separando-os? Quem sabe unindo-os?
   O que mais facina no testo rosiano é sua elaboração e construção de um novo idioma. É o sonho realizado de José de Alencar e Mário de Andrade; o primeiro sugere, o segundo executa e o terceiro consagra. Não é sem razão que Grande Sertão: Veredas já foi classificado como obra épica, lírica e dramática. Épica porque fala do sertão; o sertão é maior que o continente; o sertão é o mundo inteiro. Lírica porque revela o interior, o eu em conflito com o todo; o sertão é dentro da gente; o sertão é a gente mesmo. Dramática porque questiona o conflito entre o Bem e o Mal, Deus e o Diabo, o Amor e o Ódio. Riobaldo ¾ epicamente ¾ lembra Enéias de Vergílio ¾ que cumpre fielmente o seu destino, e para cumpri-lo não vacila em ser um novo Fausto, vendendo a alma para o Diabo. No plano lírico, Riobaldo é outro D. Quixote, idealista, o poeta que confunde o real com o irreal. No plano dramático Riobaldo é Hamlet, porque descobre suas veredas e suas verdades, crescendo espiritualmente, à medida que se autoconhece.
   O tema do amor aparece poeticamente em Grande Sertão: Veredas.
Riobaldo conhece três tipos de amor: ama Otacília, Nhorinhá e Diadorim. Otacília é lembrança, saudade, passado, amor espiritual. Nhorinhá ¾ prostituta ¾ encarna o amor sensual, carnal, erótico. Por Diadorim, Riobaldo devota um amor primitivo, confuso. Riobaldo se confessa apaixonado pelo companheiro: "Mas eu gostava dele, dia mais dia, mais gostava. Diga o senhor: como um feitiço? Isso. Feito coisa-feita".
Riobaldo confessa ter estabelecido, apesar da dificuldade de cumprir, um pacto de amor com o companheiro.
   Aquele encantamento que Riobaldo vê em Diadorim é revelado no final da narrativa. Diadorim luta com o jagunço Hermógenes; assassino-o; dos ferimentos vem a falecer também. Morto revela-se tal qual era de fato: uma moça transvestida de homem.

Clarice Lispector.

   Clarice Lispector está na Terceira Fase do Modernismo (década de 1940 a nossos dias), sendo uma dos autores da Ficção da Terceira Fase do Modernismo Brasileiro.
   Nasceu em 1926 na Ucrânia (URSS). Vem para o Brasil no mesmo ano de nascimento, fixando residência no Rio de Janeiro. Aos 17 anos de idade, cursando a Faculdade de Direito, escreve o seu primeiro romance ¾ Perto do Coração Selvagem. Este romance lhe confere o Prêmio Graça Aranha. Em 1946 publica o Lustre.
Publicou ainda: Maçã no Escuro, A Cidade Sitiada, Alguns Contos, Laços de Família, A Legião Estrangeira, Água Viva, A Paixão Segundo G. H.
   Clarice tem um estilo peculiar: sua linguagem é metafórica, há profunda invasão do inconsciente e seus textos são excessivamente herméticos, isto é, de difícil penetração.
   Clarice é uma escritora hermética voltada para a alma dos personagens. O tempo da narrativa é psicológico, não há praticamente ação externa: o mergulho na alma humana é uma tentativa de refletir sobre
a existência à moda de James Joyce na Irlanda, Virgínia Woolf na Inglaterra e Vergílio Ferreira em Portugal.


Conclusão

    No decorrer da realização deste trabalho as intenções de alcançar sua perfeição foram as melhores possíveis.
Através dele pudemos entender e compreender a importância que cada autor tem dentro do País.
   Aprendemos também da grande importância que precisamos passar por várias etapas para chegar a um resultado que nos faça compreender o que precisamos fazer para melhor entender a literatura dos Autores Brasileiros.

 

 

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