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Dom Casmurro
Dados sobre o autor e a Obra:
Autor:
Machado de Assis
Título da Obra:
Dom Casmurro
Editora:
Ática
Edição:
32
Sobre o Autor:
Ele nasceu em 21 de junho
de 1839.
No ano de 1899 no dia 31 de dezembro no RJ. Numa passagem
ano novo. Numa virada do século. Reforçam-se as crenças nas
mudanças e também cristaliza-se o medo do desconhecido. Era
Joaquim Maria Machado de Assis mas era conhecido como
Machado de Assis, isso em 1899.
A vida dele era normal, não era rico mas se vivia
confortavelmente, trabalhava bastante, era respeitado e
famoso. Quando criança era pobre, neto de escravos
alforriados, nascido no morro e desde de cedo sentiu as
primeiras manifestações da epilepsia. Na época o RJ era
diferente do que conhecemos hoje, e possuía iluminação a gás
mas só no centro, e a cidade não cheirava bem com águas
podres, e com um transporte muito precário para uma
população de 300 mil habitantes e metade era escravos.
Numa sociedade marcada pela divisões sociais muito
rígidas, como já era na época aqui no Brasil na época de
Machado de Assis. E seu destino já estava marcado pela raça
e até pela possibilidade ou não de freqüentar escolas.
Joaquim Maria era menino de subúrbio e a vida intelectual do
subúrbio era muito diferente da vida intelectual da corte.
Era isso que atraía Machado de Assis.
No dia 6 de janeiro de 1855, a Marmota Fluminense, jornal
de notícias, variedades e etc. Publicou o poema "A
Palmeira". Era apenas o começo para a estréia literária de
Joaquim Maria Machado de Assis. O jornal que foi publicado o
poema era o ponto de encontro dos escritores da época. E foi
ganhando e protetores como Paula Brito e sua carreira foi
crescendo. Logo Machado de Assis era membro da redação da
Marmota Fluminense. E outro jornais passaram a publicar seus
trabalhos. Machado de Assis, homem da cidade, cada vez se
distanciava mais de Joaquim Maria, Menino de subúrbio.
Nas roupas, na postura, na
expressão. E os meios literários da Corte se tornava-se
pouso a pouco, terreno mais conhecido para ele. E ele se
tornava mais conhecido nesse terreno. Machado de Assis
surpreendia por um estilo sutilmente irônico e logo ia se
tornar marca registrada de sua obra. Machados de Assis
cronista escreveu para diversos jornais, mas não se vá
imaginar que no Brasil da época era possível viver de
escrever, e para sobreviver aceitou um emprego público que
lhe garantia o sustento. Durante 40 anos Machado escreveu
suas crônicas. Utilizando-se de histórias do dia a dia, o
escritor ia refletindo sobre a História que se desenhava à
sua volta. E com o decorrer do tempo Machados de Assis
trabalhou e vários lugares e escreveu vários livros. Machado
de
Assis morre já velho com
infecção intestinal e já estava com a vista fraca, morreu às
3 h e 20 min da madrugada do dia 29 de setembro de 1908.
Personagens:
Principais:
Bentinho:
Personagem , narrado em 1a pessoa, garoto que se torna homem
desenrolar do conto. Bentinho, também protagonista, que
ocupa uma postura de anti-herói. Não pretendia ser padre
como determinara sua mãe, mas tencionava casar-se com
Capitu, sua amiga de infância. Um fato interessante é que os
planos, para não entrar no seminário, eram sempre elaborados
por Capitu.
Capitu: "criatura
de 14 anos, alta, forte e cheia, apertada em um vestido de
chita, meio desbotado. Os cabelos grossos, feitos em duas
tranças, com as pontas atadas uma à outra, à moda do tempo,
... morena, olhos claros e grandes, nariz reto e comprido,
tinha a boca fina e o queixo largo ... calçava sapatos de
duraque, rasos e velhos, a que ela mesma dera alguns
pontos". Personagem que tem o poder de surpreender : "Fiquei
aturdido. Capitu gostava tanto de minha mãe, e minha mãe
dela, que eu não podia entender tamanha explosão". Segundo
José Dias, Capitu possuía "olhos de cigana oblíqua e
dissimulada", mas para Bentinho os olhos pareciam "olhos de
ressaca"; "Traziam não sei que fluido misterioso e
energético, uma força que arrastava para dentro, com a vaga
que se retira da praia, nos dias de ressaca"..
Secundários:
Dona Glória: Mãe de
Bentinho, que desejava fazer do filho um padre, devido a uma
antiga promessa, mas, ao mesmo tempo, desejava tê-lo perto
de si, retardando a sua decisão de mandá-lo para o
Seminário. Portanto, no início encontra-se como opositora,
tornando-se depois, adjuvante. As suas qualidades físicas e
espirituais...
Tio Cosme: Irmão de
Dona Glória, advogado, viúvo, "tinha escritório na antiga
Rua das Violas, perto do júri... trabalhava no crime"; "Era
gordo e pesado, tinha a respiração curta e os olhos
dorminhocos". Ocupa uma posição neutra : não se opunha ao
plano de Bentinho, mas também não intervinha como adjuvante.
Prima Justina:
Prima de Dona Glória. Parece opor-se por ser muito egoísta,
ciumenta e intrigante. Viúva, e segundo as palavras do
narrador : "vivia conosco por favor de minha mãe, e também
por interesse", "dizia francamente a Pedro o mal que pensava
de Paulo, e a Paulo o que pensava de Pedro".
José Dias:
Agregado, "amava os superlativos", "ria largo, se era
preciso, de um grande riso sem vontade, mas comunicativo ...
nos lances graves, gravíssimo", "como o tempo adquiriu curta
autoridade na família, certa audiência, ao menos; não
abusava, e sabia opinar obedecendo", "as cortesias que
fizesse vinham antes do cálculo que da índole". Tenta, no
início, persuadir Dona Glória à mandar Bentinho para o
Seminário, passando-se, depois, para adjuvante.
Pedro de Albuquerque Santiago:
Falecido, pai de Bentinho. A respeito do pai o narrador
coloca : "Não me lembro nada dele, a não ser vagamente que
era alto e usava cabeleira grande; o retrato mostra uns
olhos redondos, que me acompanham para todos os lados..."
Sr. Pádua e Dona Fortunata:
Pais de Capitu. O primeiro, "era empregado em repartição
dependente do Ministério da Guerra" e a mãe "alta, forte,
cheia, como a filha, a mesma cabeça, os mesmos olhos
claros". Jamais opuseram-se à amizade de Capitu e Bentinho.
Padre Cabral:
Personagem que encontra a solução para o caso de Bentinho;
se a mãe do menino sustentasse um outro, que quisesse ser
padre, no Seminário, estaria cumprida a promessa.
Escobar: Amigo de
Bentinho, seminarista, "era um rapaz esbelto, olhos claros,
um pouco fugitivos, como as mãos, ... como tudo". Se torna
comerciante. Casa-se com a melhor amiga de Capitu: Sinhá
Sancha.
Sancha:
Companheira de Colégio de Capitu, que mais tarde casa-se com
Escobar.
Ezequiel: Filho de
Capitu e Bentinho (Será ?). Nascido depois de muito tempo de
tentativas de ter um filho. Tem o primeiro nome de Escobar
(idéia de Bentinho, em colocar o mesmo). Vai para a Europa
com a mãe, sendo que mais tarde, já moço, volta ao Brasil
para rever o pai. Morre na Ásia.
Mensagem:
A obra é um conto, não
sendo educativo em si. Mais tem partes comparativas com
Deuses greco-romanos e a passagens do "OTELO" de Shakspeare,
tendo aí a conclusão que Machado de Assis não fez só um
conto, fez uma obra com conteúdo cultural. Mais a mensagem
que o grupo concluiu, foi no sentido de lição de moral é de
"Que as vezes não confie no seu melhor amigo e nem em uma
companheira de Infância", isto sendo sobre o caso
Capitu-Escobar.
Através das descrições que
se faz das personagens, percebe-se um fato comum: os olhos,
tão bem explorados por Machado de Assis, como nos exemplos
"Olhos de cigana oblíqua e dissimulada", "olhos de ressaca",
"olhos dorminhocos", "olhos redondos, que me acompanham para
todos os lados". Na verdade, esses elementos físicos, muitas
vezes, destacam o estado interior; tem-se um retrato íntimo
das personagens. Em "olhos redondos" percebe-se uma
característica física, mas, logo após, verifica-se um
importante traço psicológico: "...que me acompanham para
todos os lados"; que me observam, me estudam.
Estilo e Ambiente:
Foi uma obra no estilo
literário Realismo Brasileiro. Que se passava em uma classe
média-alta no final do Século Passado, se passando no Rio de
Janeiro. Portanto as palavras ditas regionais não se
sucederam, somente palavras usadas na época, em desuso
atualmente, chamaram a atenção mais não houve a necessidade
do uso de dicionários para se ler a obra, porque além de ter
o vocabulário, as palavras não eram tão desconhecidas.
Tempo Narrativo:
O autor conta a vida de um
garoto no final do Século Passado.
Narração:
Brilhantemente narrado em 1ª
pessoa, deixando a dúvida se estes acontecimentos
aconteceram ou não na vida do autor.
Resumo do Livro:
No começo ele foi ele diz porque foi apelidado de Dom
Casmurro, o (Casmurro) porque o povo achava ele um homem
calado e metido consigo. E (DOM) veio por ironia para
atribuir-lhe o brilho da nobreza
O pai dele estava numa antiga fazenda em Itaguaí e o
Bentinho (Dom Casmurro) onde acabava de nascer, quando o seu
pai estava mal de saúde e na obra do acaso apareceu um
médico homeopata chamado José Dias e o curou e não quis
receber remuneração e então o pai de Bentinho propôs que
José Dias ficasse ali vivendo com eles, com um pequeno
ordenado. Ele foi embora mais dizendo que voltava dali à
alguns meses, voltou em 2 semanas e aceitou viver na casa
tendo a serventia de médico da casa. O pai dele foi eleito
deputado e foram para o Rio de Janeiro com a família, José
Dias veio também tendo o seu quarto no fundo da chácara.
Seu pai voltou a ficar doente com uma febre alta, nisso
José Dias confessou-se que não era médico, mais a medicina
homeopata o agradava e era um ciência em crescimento. Seu
pai logo depois acabou morrendo. Mesmo assim a mãe de
Bentinho pediu para José Dias que ficasse. Sua Mãe que se
chamava
Daí conta a história que depois de perder seu primeiro
filho Dona Glória fez uma promessa que se o nascesse um
filho, ela faria um padre em agradecimento à Deus.
Capitu, que era sua vizinha, e bentinho, ainda novos
brincavam de fazer missa dividindo a hóstia, etc. Ele
começou a gostar de Capitu sem ela saber. Ele descobriu que
ela também gostava dele quando leu no muro o nome "Bento e
Capitolina" rabiscados com um prego.
Bentinho por varias razões prometia que ia rezar mil
Padre-Nossos e mil Ave-Marias como promessa. E os desejos se
realizavam e as promessa se acumulavam, não cumprindo
nenhumas.
Ele faz tudo o que a mãe, até cocheiro de ônibus ele
seria, menos padre mesmo sendo uma carreira bonita não era
para ele essa vocação.
Bentinho começou a se encontrar nas escondidas com Capitu
correndo até o perigo de serem vistos juntos se beijando.
Sua mãe já estava decidia que Bentinho iria entra no
seminário com o padre Cabral e que ele iria ver a família
aos sábados e aos feriados. Então estava decidido ele iria
para o seminário no primeiro ou no segundo mês do ano que
vem, que só faltava 3 meses para ir para o seminário. Capitu
ficou triste de saber que ele iria e ficou com medo que
acaba-se o amor entre eles. Ainda faltava um tempo, para ele
se despedir para ir embora e eles já faziam juramento um
para o outro que quando ele voltar iriam se casar e por
qualquer motivo de doença ou alguma coisa desse tipo ele
voltaria a qualquer hora.
Bentinho tentou junto com Capitu varias idéias
mirabolantes para fugir do seminário até pedir ao Imperador
para falar para a mãe dele esquecer da Idéia. Mais nunca deu
certo. Falou com José Dias para convencer sua mãe, de poucos
em poucos. Isso alegrou José Dias que viajaria com Bentinho
para a Europa para estudar nas melhores escolas do mundo.
Mais foi tudo em vão, ele teve que ir logo para o seminário.
Meses depois foi para o seminário de S. José. O padre
Cabral falou que se dentro de dois anos ele não tiver
vocação para isso poderá escolher outra coisa.
Todo mundo que estava de acordo com que ele fosse para o
seminário agradeceu ao padre em ter convencido Bentinho, e
que qualquer problema estava a disposição.
Bentinho foi para o
seminário mas com ressentimento de arrependimento. Ele só
estava pensando em sair de lá. Mais se passou alguns meses e
ele queria que escapar de lá antes de completar o prazo do
Padre Cabral. Estava louco para ir para casa até que
arranjou um sábado que desse para ele ir até casa.
Capitu estava mesmo apaixonada por Bentinho e seus planos
era esperar ele sair do seminário para se casar. Bentinho
estava preocupado porque foram buscar ele no seminário e ele
logo pensou que seria alguma coisa de ruim e não deu outra
sua mãe ficou doente estava por um fio entre a vida e a
morte, e para Bentinho isso era péssimo porque era sua mãe,
mas por outro lado era bom que com a morte da mãe ele sairia
do seminário, mais iria ficar cheio de remorso. Mas até ai
correu tudo bem sua mãe acabou melhorando.
Bentinho conheceu Escobar, um amigo que encontrou no
seminário e era o único que ele podia contar seus segredos,
fora Capitu que estava apaixonada por ele mais estava longe
dele.
Bentinho não agüentava mais ficar no seminário ele teria
que sair dali de qualquer jeito estava lhe tornando
impossível ficar só pensando em Capitu e as coisas que
pudera fazer lá fora.
Bentinho foi para casa e perguntou aonde que estava
Capitu e sua mãe falou que ela tinha ido dormir na casa de
Sinhazinha Sancha Gurgel que é sua amiga e mora na rua dos
Inválidos. A Prima Justina insinuou que ela foi para lá para
namorar, deixando
Bentinho louco de ciúme.
Viu que Capitu estava demorando Bentinho esperou dar onze
horas e correu para à rua dos Inválidos. Lá quando chegou
viu o velho Gurgel preocupado com o estado de saúde de sua
filha Sancha. Entrando viu Capitu cuidando da febre de
Sancha. O velho Gurgel até comentou como Capitu parecia com
sua falecida mulher e como ela ainda seria uma boa mãe.
Vendo que Capitu não estava flertando com outros garotos,
Bentinho ficou mais sossegado.
Assim foi passando o tempo, com intermináveis semanas no
seminário e com fins-de-semana de descanso em casa. Escobar
foi até a casa de Bentinho algumas vezes.
Teve uma hora que Bentinho não agüentou conversou com
Capitu sobre fugir do seminário. Com idéias de mandar José
Dias até o papa para cancelar a promessa. Mais
Capitu acabou com essa idéia.
E mandou pensar bem antes de cometer qualquer loucura.
Então Bentinho foi pedir a opinião de Escobar sobre a
idéia do papa. Então Escobar teve a grande idéia que
conseguiu tirar Bentinho do seminário. A Idéia que Escobar
teve foi levar a promessa ao pé da letra "Se Tiver um filho,
farei um padre", na promessa diz que "fará um padre", não
especificando que seria seu filho.
Esse argumento serviu para Dona Glória, que pegou um
órfão para ordena-lo padre.
Assim depois de um tempo
ambos saíram do seminário.
O livro pula a época que não houve nada de importante e
vai para logo depois quando houve o casamento de Bentinho +
Capitu e Escobar + Sancha Gurgel.
O tempo passou todos relativamente felizes, Bentinho se
formou em Direito e Escobar estava no ramo do comércio.
Tempo depois Escobar teve uma filha que chamou de Capitu.
Depois de muitas tentativas falhadas, Capitu e Bentinho,
não conseguiram ter um filho. Capitu até chamou Escobar para
acertar as contas para que se logo tivessem o filho já
teriam tudo pronto.
Meses depois conseguiram finalmente ter um filho que
respectivamente o chamaram de Ezequiel que era o primeiro
nome de Escobar, como se fosse uma homenagem trocada. Depois
disso com laço de união das famílias, até planejavam uma
viajem para a Europa, com as duas famílias.
Mais no dia seguinte em una trágica manhã, Bentinho
sentou-se na sua sala para estudar os processos que usaria
no seu trabalho notou a fotografia de Escobar que tinha em
casa e notou um estranha semelhança entre Escobar e seu
filho, mais foi interrompido quando um escravo bateu na
porta e que deu a notícia que Escobar teria morrido afogado
na praia. Assim Bentinho esqueceu sua desconfiança e foi ver
o corpo na praia.
Logo ocorreu o enterro, Bentinho fez até um discurso
sobre o morto tão bom que queriam publica-lo. Mais sua
dúvida continuava sobre a semelhança entre o falecido e seu
filho.
O tempo passou e sua desconfiança foi aumentando. Depois
de fazer alguns cálculos de tempo, teve quase certeza
daqueles encontros de Escobar e Capitu quando eles tinham
que fazer aquelas contas. E também porque as semelhanças
também estavam aumentando.
O sentimento de Traição era horrível e Bentinho até
tentou se suicidar, mais notou que apesar de Ezequiel
poderia se um filho bastardo, lembrou que havia ainda o
sentimento amoroso entre pai e filho. Isso fez Bentinho
esquecer da tentativa de suicídio e partir para uma
separação amigável com Capitu.
Viajou com sua família para a Suíça, voltando depois,
deixando os lá para que o filho tivesse boa educação. Assim
depois de um bom tempo Capitu lá morreu e Ezequiel voltou
para contar as novidades para o pai.
Assim Ezequiel voltou já grande e formado em arqueologia,
agora idêntico a Escobar.
Contou que sua mãe foi
enterrada na Suíça e que ele já estava de partida para o
Oriente Médio para fazer um estudo sobre as pirâmides.
Algum tempo depois recebeu a notícia que Ezequiel morrera
lá de febre tifóide e foi enterrado em terreno sagrado.
Acabando aí, o autor enfatiza a idéia que seu conto não
passo de uma História de Subúrbio. Coisas que acontecem todo
dia, que faz parte do cotidiano da humanidade.
Conclusão:
A obra não foi de todo bom, nem ruim. É
apenas um conto que se fosse escrito atualmente poderia ser
considerado um conto nada original. A história de um rapaz
fugindo da vocação de padre imposta pela mão e um triângulo
amoroso, são temas comuns em programas de televisão, que
talvez tenham se inspirado na obra, ou talvez não. Mais
assim mesmo a obra tem um conteúdo nada mal porque mostra a
sociedade brasileira no século passado.
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