|
Álcoois
Na presença de bases fortes,
os álcoois atuam como doadores. Os álcoois são geralmente
ácidos ligeiramente mais fracos do que a água, com valores
de pKa entre 16 e 18. Os álcoois são compostos versáteis, e
podem ser usados como material de partida para a preparação
de uma grande variedade de compostos.
Oxidação de álcoois a compostos carbônicos.
A oxidação de álcoois pode dar
origem a um aldeído, uma cetona, ou um ácido carboxílico,
dependendo do álcool, do agente oxidante e das condições da
reação. Normalmente usam-se compostos de Cr (VI) como
oxidantes. A reação de um álcool primário com ácido crômico
(preparado por acidificação de soluções de cromato, CrO42-,
ou dicromato, Cr2O72-) dá
origem principalmente ao ácido carboxílico correspondente:

Para se oxidar um álcool
primário apenas até ao estado de aldeído não se pode usar
ácido crômico, pois este é um oxidante muito forte. Em vez
deste, usam-se outras espécies de Cr (VI) (por exemplo
clorocromato de piridínio - PCC - ou dicromato de piridínio
- PDC) em solução anidra.

Os álcoois secundários são
oxidados a cetonas pelos mesmos reagentes que oxidam os
álcoois primários:

Os álcoois terciários, por não
possuírem hidrogênio ligado ao carbono hidroxilado, não são
facilmente oxidados.
Os álcoois podem ser classificados
de duas maneiras:
De acordo com o número de
hidroxilas:
·
1 hidroxila -
monoálcool ou monol
·
2 hidroxilas -
diálcool ou diol (também chamado glicol)
·
3 hidroxilas -
triálcool ou triol
Várias hidroxilas - poliálcool
ou poliol
Quanto à posição da hidroxila:
·
OH em carbono
primário - álcool primário
·
OH em carbono
secundário - álcool secundário
·
OH em carbono
terciário - álcool terciário.
Propriedades físicas
As moléculas dos álcoois, por
possuírem o grupo polar OH, pode-se dizer, são ligadas entre
si pelos mesmos tipos de forças intermoleculares que agregam
as moléculas de água umas às outras - as ligações de
hidrogênio. Por essa razão é possível misturar as duas
substâncias. Isso, no entanto, verifica-se apenas nos
álcoois mais simples (metanol, etanol e propanol). Nesses
álcoois, que são líquidos incolores voláteis e de cheiro
característico, o grupo OH constitui importante porção da
molécula. Com o aumento da cadeia carbônica, todavia, o
grupo OH começa a perder importância, pois a maior parte da
molécula é um hidrocarboneto. Os álcoois então se tornam
mais viscosos, menos voláteis e menos solúveis em água, até
chegarmos em álcoois de massa molecular tão elevada que são
sólidos e insolúveis em água. A viscosidade e a solubilidade
dos álcoois em água também aumenta se o número de hidroxilas
aumentar. Quanto maior o número de grupos OH, mais intensas
serão as interações intermoleculares e maior serão os pontos
de fusão e ebulição dos álcoois.
O etanol, em especial, quando
misturado com a água na proporção de 95% de álcool e 5% de
água, forma com esta uma mistura azeotrópica ou azeótropo.
Isto significa que não é possível concentrar o álcool além
de 95% através da destilação fracionada. Esta mistura
comporta-se como um composto puro, sendo praticamente
impossível separar os dois componentes. O álcool puro,
chamado álcool absoluto, é muito mais caro e utiliza-se
apenas quando estritamente necessário. O etanol a 95% em
água tem PE = 78,15o C, inferior aos pontos de ebulição de
seus componentes (etanol = 78,3o C e água = 100o C). Os
azeótropos que possuem PE superior aos de seus componentes
são chamados misturas de ponto de ebulição máximo.
Se o álcool a 95% não se pode
concentrar mais por destilação, como é que se obtém o álcool
etílico a 100% que também se encontra à venda e que se
conhece por álcool absoluto? Tirando partido da existência
de outra mistura azeotrópica. Esta, porém, com três
componentes (azeótropo ternário). A mistura do 7,5% de água,
18,5% de etanol e 74% de benzeno é azeotrópica e tem ponto
de ebulição 64,9o C (mistura de ponto de ebulição mínimo).
Vejamos o que acontece se destilarmos uma mistura que
contenha, por exemplo, 150 g de etanol a 95% (142,5 g de
álcool e 7,5 g de água) e 74 g de benzeno. O primeiro
material a destilar é o azeótropo ternário; onde destilarão
100 g, o que corresponde a 7,5 g de água, 18,5 g do álcool e
74 g do benzeno. Quer dizer, toda a água e todo o benzeno,
mas apenas parte do álcool destilarão; permanecendo 124 g do
álcool puro anidro. Na prática, é comum juntar-se um pouco
mais de benzeno do que o estritamente necessário. O excesso
é removido, depois da destilação da mistura ternária, como
azeótropo binário com álcool (PE = 68,3o C). O caso do
álcool etílico demonstra que os azeótropos embora, por
vezes, bastante inconvenientes podem freqüentemente ser
utilizados com vantagem prática. Para certos fins especiais
tem de se remover mesmo o mais leve vestígio de água que
possa ainda existir no álcool absoluto comercial.
Consegue-se isto por tratamento do álcool com magnésio
metálico; a água é transformada em Mg (OH)2 insolúvel, e o
álcool é então destilado.
Métodos de obtenção
Normalmente, os álcoois não
parecem livres na natureza. Entretanto, eles são muito
abundantes na forma de ésteres, tanto no reino vegetal
quanto no reino animal. Além disso, o álcool etílico é
obtido em grande escala por processos de fermentação de
açúcares.
Os principais métodos de
obtenção dos álcoois são:
1.
Hidratação de alcenos
2.
Hidratação de cicloalcenos
3.
Oxidação branda de alcenos
4.
Hidratação de epóxidos
5.
Reação de aldeídos ou cetonas
com reagente de Grignard
6.
Reação de éteres com HX
7.
Hidrólise de ésteres
Propriedades químicas
O grupo OH dos álcoois é a sua
parte mais reativa, e estes compostos podem reagir de duas
maneiras: rompendo a ligação O-H ou rompendo a ligação C-OH.
Neste último caso, sendo o grupo OH um péssimo abandonador,
ou seja, difícil de se retirar de uma molécula, geralmente
utiliza-se protonar o grupamento, para facilitar a sua
saída. Estudando o comportamento químico dos álcoois,
pode-se conhecer muito do comportamento químico do grupo
hidroxila em outros compostos.
Os álcoois funcionam como
substâncias anfóteras, isto é, comportam-se às vezes como
ácido e às vezes como base, ambos muito fracos. Isso vai
depender principalmente da natureza do outro reagente. A
acidicidade dos álcoois se deve ao fato de existir um
hidrogênio ligado a um átomo muito eletronegativo, o
oxigênio. O caráter ácido dos álcoois segue a seguinte ordem
de intensidade: álcool primário > álcool secundário >álcool
terciário. Isso ocorre por causa do efeito indutivo +I do
grupo alquilo. Quanto mais radicais existirem, maior será a
densidade eletrônica no oxigênio, e mais fortemente ligado
estará o hidrogênio.
As principais reações dos
álcoois são:
1.
Desidratação
2.
Eliminação em dióis
3.
Eliminação em álcoois cíclicos
4.
Reação com HX diluído
5.
Reação com HI concentrado
6.
Reação com cloreto de tionila
7.
Reação com haletos de fósforo
8.
Reação com ácidos (Esterificação)
9.
Reação com aldeídos ou cetonas
10.
Reação com cloretos de ácidos
Aplicações dos álcoois
Os álcoois mais simples são
muito usados, dentre outras coisas, como:
·
Solventes na
indústria e no laboratório
·
Componentes de
misturas "anti-freeze” - para baixar o ponto de
solidificação
·
Matéria-prima de
inúmeras reações para obtenção de outros compostos orgânicos
·
Combustível
·
Componente de
bebidas (etanol)
Um diálcool (glicol) muito
importante é o etileno-glicol (CH2OH - CH2OH), preparado
pela oxidação do etileno por perácido. É muito usado como:
·
Umectante
·
"Anti-freeze" -
para baixar o ponto de congelamento da água de radiadores em
países frios
·
Fluido em
breques hidráulicos
·
Matéria-prima de
plásticos e fibras (poliésteres)
A glicerina (CH2OH - CHOH -
CH2OH) é um triálcool de grande aplicação. Dentre os
principais usos estão:
·
Solventes
·
Tintas
·
Plastificantes
·
Lubrificantes
·
Agente adoçante
·
Componente de
cosméticos
Metanol ou álcool metílico
Líquido muito inflamável.
Ponto inflamável 4ºC (crisol
fechado).
Líquido incolor, com cheiro,
completamente miscível com a água.
Volátil. Ponto de ebulição
65ºC.
Os vapores são invisíveis e
mais densos que o ar e formam com ele mesclas explosivas
entre uns 6% e 36,5% em volume de vapor de metanol. Cuidado
com os recipientes vazios que contenham resíduos.O
aquecimento do recipiente origina um aumento da pressão.
¡Perigo de estourar e explodir!
Os vapores são invisíveis e
mais densos em relação ao ar .No contato com este firmam
misturas explosivas.que variam de 6% até 36,5% em volume de
vapor do metanol. Tomar conta dos recipientes vazios que
contenham resíduos dentro.
Quando o recipiente esquentar
produz incremento de pressão. ¡Perigo de estalido e
explosão!
Toxicidade
O metanol é tóxico tanto em
estado líquido ou em estado de vapor. Pode ingressar ao
organismo pelo nariz, boca ou pele (especialmente através de
cortes ou ferimentos) e é rapidamente absorvido pelas vias
sangüíneas do corpo.
Ingestão: A ingestão direta
produz a resposta mais rápida, sendo 50 a 100 ml usualmente
uma dose mortal, porém 25 a 50 ml são freqüentemente mortais
se o paciente não é tratado imediatamente. A tolerância
individual varia amplamente. Deve- se tomar todas as
precauções para evitar que o metanol não seja ingerido por
erro e deve ser estritamente proibido sorver com a boca.
Inalação: Altas concentrações
de vapores de metanol podem produzir envenenamento agudo
depois de breves exposições. Considera-se que 200 ppm de
vapor de metanol em volume (0,25 mg/litro a 25ºC e 1 atm) é
o limite máximo permitido na atmosfera para um trabalho de 8
horas diárias, 40 horas semanais.
Contato com a pele: O efeito
imediato do metanol na pele é a perda da oleosidade e o
ressecamento, típicos também de outros solventes. Contudo o
metanol pode também ser absorvido pela pele e causar os
efeitos tóxicos e letais descritos anteriormente.
Exposição aos olhos: Os
efeitos imediatos do metanol são similares aos de outros
solventes, sendo recomendado que se lave rapidamente.
Através de contato direto, inalado ou ingerido, o metanol
causa visão turva, uma extrema sensibilidade à luz
(fotofobia) e inflamação (conjuntivite). Exposições severas
podem destruir o nervo ótico, levando à cegueira e causar
lesões oculares. Algumas vezes os sintomas oculares podem
desaparecer inicialmente, porém retornam causando cegueira.
Etanol ou álcool etílico
Líquido incolor, com cheiro,
completamente miscível com a água. Volátil. Ponto de
ebulição 81ºC. Os vapores são invisíveis e mais densos que o
ar e formam com ele mesclas explosivas. Cuidado com os
recipientes vazios que contenham resíduos.O aquecimento do
recipiente origina um aumento da pressão.¡Perigo de estourar
e explodir!O líquido e seus vapores produzem irritação nos
olhos, pele ou vias respiratórias. Os vapores em altas
concentrações podem originar náuseas.
O etanol ou álcool etílico,
apresenta duas funções principais : "commodity chemical" e
indústria de bebidas alcoólicas.
Após a água, o álcool é o
solvente mais comum, além de representar a matéria-prima de
maior uso no laboratório e na indústria química. Na
biossíntese do etanol é empregado linhagens selecionadas de
Saccharomyces cerevisae, que realizam a fermentação
alcoólica, a partir de um carboidrato fermentável. É muito
importante que a cultura de levedura possua um crescimento
vigoroso e uma elevada tolerância ao etanol, apresentando
assim a fermentação um grande rendimento final. O etanol é
inibidor a altas concentrações, e a tolerância das leveduras
é um ponto crítico para uma produção elevada deste
metabólito primário. A tolerância ao etanol varia
consideravelmente de acordo com as linhagens de leveduras.
De modo geral, o crescimento cessa quando a produção atinge
5% de etanol (v/v), e a taxa de produção é reduzida a zero,
na concentração de 6 a 10% de etanol (v/v).
O etanol pode ser produzido a
partir de qualquer carboidrato fermentável pela levedura:
sacarose, sucos de frutas, milho, melaço, beterrabas,
batatas, malte, cevada, aveia, centeio, arroz sorgo etc,
(necessário hidrolisar os carboidratos complexos em açúcares
simples fermentáveis, pelo uso de enzimas da cevada ou
fúngicas, ou ainda pelo tratamento térmico do material
acidificado).
Material celulósico, como
madeira e resíduos da fabricação da pasta de papel podem ser
utilizados. Por causa da grande quantidade de resíduos de
material celulósico disponível, a fermentação direta desses
materiais quando hidrolisados por enzimas celulolíticas pode
ser de grande importância econômica.
Culturas mistas de Clostridium
thermocellum e C. thermosaccharolyticum podem ser usadas.
Hemiceluloses e celuloses são hidrolisadas em
monossacarídeos (hexoses e pentoses) por essas bactérias e
os monossacarídeos são fermentados diretamente a etanol.
O processo de produção de
etanol:
A
produção de etanol é iniciada aerobicamente para produzir o
máximo de biomassa.
O
etanol é produzido em três etapas principais:
·
Preparação da
solução nutriente;
·
Fermentação;
·
Destilação do
etanol.
A química toxicológica
Etanol (EtOH).
A toxicidade pelo etanol mostra-se relacionada à dose, mas a
tolerância varia amplamente entre os indivíduos. Níveis
sangüíneos maiores do que 100 mg/dl definem, em termos
legais, o estado de intoxicação e estão tipicamente
associados com ataxia; com 200 mg/dl, os pacientes estão
sonolentos e confusos. Com níveis acima de 400 mg/dl
geralmente há depressão respiratória, sendo possível à
morte.Estudos laboratoriais devem incluir nível de
eletrólitos, glicose, osmolalidade sérica e nível de EtOH no
sangue. O nível de EtOH no sangue pode ser rapidamente
estimado pelo cálculo do intervalo de osmolalidade (osmolalidade
medida menos a osmolalidade calculada). O nível de álcool no
sangue em miligramas/decilitro dividido por 4,3 é igual ao
intervalo de osmolalidade, na ausência de outras toxinas de
baixo peso molecular.
Nível de álcool no sangue =
4,3 (osmolalidade medida – osmolalidade calculada)
Álcool isopropílico (AIP).
O álcool para uso externo é o AIP de 70%. Ele é mais tóxico
do que o EtOH em qualquer nível sangüíneo (50 mg/dl =
intoxicação, 100-200 mg/dl = estupor e coma). Depressão
respiratória e hipotensão ocorrem quando os níveis
sangüíneos são altos. Náusea, vômitos e dor abdominal
ocorrem freqüentemente; também pode ocorrer hipoglicemia. A
avaliação laboratorial comumente revela cetose sem acidose
(o AIP é metabolizado até acetona). Acidose metabólica
encontra-se geralmente relacionada com hipotensão associada.
A concentração de AIP no sangue pode ser medida diretamente
ou ser estimada da mesma maneira como o EtOH,
substituindo-se o denominador 5,9 por 4,3.
Metanol (MeOH):
É encontrado em líquido para
limpar pára-brisas e em anticongelantes. O esterno contém
tanto EtOH quanto MeOH, e o EtOH presente pode retardar as
manifestações de toxicidade pelo MeOH. A toxicidade pelo
MeOH é devida à sua conversão por desidrogenase alcoólica a
formaldeído e ácido fórmico. EtOH retarda esse metabolismo,
competindo com essa enzima. O paciente pode ter sintomas
iniciais de letargia e confusão, seguidos por uma aparente
"ressaca". Os sintomas tóxicos consistem de enxaqueca,
sintomas visuais, náusea, vômitos, dor abdominal, taquipnéia
e insuficiência respiratória. Coma e convulsões podem
ocorrer em casos graves.O exame revela caracteristicamente
um paciente com desconforto, que pode estar muito
taquipnéico e com acuidade visual diminuída; hiperemia de
disco óptico pode ser de difícil apreciação. Estudos
laboratoriais devem incluir CBC, eletrólitos, BUN,
creatinina, amilase, nível de EtOH, nível de MeOH, e GSAs,
que irão revelar uma acidose metabólica com gap aniônico
grave. A faixa de ingesta tóxica é de 15-400 ml. Em geral, o
pH e o estado ácido-básico são melhores previsores da
toxicidade do que o nível absoluto. O nível de MeOH em mg/dl
pode ser estimado da mesma forma como o do EtOH,
substituindo-se o denominador 2,6 por 4,3.
Danos causados ao organismo de
quem consome muita bebida alcoólica
Para muitos brasileiros, festa é sinônimo de
cerveja. Diversão, sinônimo de porre. Em alguns lugares
criam-se festas de adoração à bebida alcoólica, tal como a
oktoberfest em Blumenau. No supermercado, qualquer criança
pode sair com litros de uma substância tóxica e
entorpecente:
etanol, a droga legal.
Na
produção de bebidas, tal como whiskey e vodka, as impurezas
é que dão o sabor diferencial.
Substratos de batatas, milho, trigo
e outras plantas podem ser usados
na produção do etanol por
fermentação. Uma enzima, a
diastase (ou maltase),
converte o amido em açúcares e,
então, a enzima se converte-os
em álcool.
O etanol produzido por fermentação
chega no máximo a 14% na solução:
acima desta concentração, o etanol
destrói a enzimae a fermentação pára.
O etanol pode ser concentrado por destilação,
mas ocorre a formação de um azeótropo (mistura de ponto de
ebulição constante) a 96% de etanol em água. Portanto, o
etanol puro não pode ser obtido por destilação. A indústria
utiliza agentes desidratantes ou prepara o etanol
sinteticamente, a partir de acetaldeído, que é feito através
do acetileno.
Quando uma bebida alcoólica é
ingerida, o etanol é absorvido no intestino delgado e
distribuído pelo corpo - sendo que mais etanol é encontrado
no sangue e no cérebro do que nos músculos e tecidos
adiposos. O etanol é uma substância tóxica, e o organismo
inicia o processo de excreção desta substância tão logo ela
é consumida. Cerca de 90% é processado no fígado - a enzima
álcool desidrogenase converte etanol em acetaldeído, que
também é uma substância tóxica (responsável pela
enxaqueca!). O aldeído é convertido a acetato, pela enzima
aldeído desidroxigenase.
|