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IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA
A Igreja Adventista do Sétimo Dia é uma das igrejas cristãs
que mais crescem hoje no mundo, acrescentando pelo batismo
um novo membro a cada 50 segundos e organizando cinco novas
congregações a cada dia. O número de membros da igreja em
todo mundo ultrapassou a 8 milhões no meio de 1994 com uma
média de 1.792 pessoas sendo acrescentadas a cada dia, um
sinal de sólido crescimento. A igreja começou nos Estados
Unidos, e hoje, nove em cada dez membros residem em outros
lugares - espalhados por 209 países do mundo.
Mais de 2.200 membros estavam ligados ao fórum em março de
1995, e 300 estão se unindo a cada mês. Os membros da Igreja
podem se comunicar diretamente com os pastores e líderes da
Igreja, e os usuários podem receber arquivos de notícias
sobre a Igreja, informações, materiais de inspiração e dados
estatísticos. Em 1994, Adventist News Network (ANN), o órgão
oficial de imprensa da sede mundial foi organizado; e
Adventist Communication Network (ACN) começou a transmitir
via satélite para 800 Igrejas nos Estados Unidos. ACN
produziu a Net’95, uma série de conferências de cinco
semanas, ao vivo com o evangelista Mark Finley, para mais de
60.000 espectadores. Adventist World Radio (AWR) continuou
sua expansão em 1994 adquirindo novos transmissores e
transmitindo em mais idiomas. Hoje, com seus 15
transmissores em sete localidades internacionais, a AWR
transmite 1.000 horas por semana em 37 idiomas. Em 1995, a
Igreja Adventista do Sétimo Dia entrou no mundo da Internet
com uma página Web fornecendo informações sobre a Igreja.
O Nome
Existem duas crenças importantes associadas ao nome
Adventista do Sétimo Dia. Nós somos pessoas que acreditam
ardentemente na proximidade da segunda vinda de Jesus Cristo
- por isso, somos Adventistas. A segunda parte do nosso nome
- Sétimo Dia - se refere ao dia Bíblico de adoração, o
sétimo dia da semana, o Sábado.
Declaração da Missão dos Adventistas do Sétimo Dia
A missão da igreja Adventista do Sétimo dia é proclamar para
todas as pessoas o evangelho eterno dentro do contexto das
três mensagens angélicas de Apocalipse 14:6-12, levando-as a
aceitar Jesus como Salvador pessoal, a unir-se à Sua igreja
e alimentá-las a fim de estarem preparadas para Seu próximo
retorno.
Nosso Método
Nós buscamos alcançar esta missão, sob a direção do Espírito
Santo, através da:
Pregação:
Aceitando o comissionamento de Cristo (Mateus 28:18-20),
proclamamos para todo o mundo a mensagem de um Deus de amor,
completamente revelado no ministério reconciliador de Seu
Filho e Sua morte expiatória. Reconhecendo que a Bíblia é a
Revelação infalível da vontade de Deus, apresentamos sua
mensagem completa, inclusive a segunda vinda de Cristo e a
contínua autoridade da lei dos dez mandamentos com seu
lembrete sobre o sétimo dia, o Sábado.
Ensino:
Reconhecendo que o desenvolvimento da mente e caráter são
essenciais para o plano da redenção, promovemos o
relaciomento e o crescimento de um discernimento maduro com
Deus, Sua Palavra e o universo criado.
Cura:
Confirmando a ênfase Bíblica no bem-estar completo do
indivíduo, damos prioridade a conservação da saúde e a cura
do doente e através de nosso ministério para com os pobres e
oprimidos, cooperamos com o Criador em Seu trabalho
compassivo de restauração.
Nossa Visão:
Em harmonia com as grandes profecias das Escrituras,
antevemos o clímax do plano de Deus, a restauração de toda a
Sua criação para completa sintonia com Sua perfeita vontade
e justiça.
Quem são os Adventistas
A Igreja Adventista do Sétimo Dia é uma das igrejas cristãs
que mais crescem no mundo hoje, acrescentando diariamente um
novo membro pelo batismo a cada 50 segundos e organizando
cinco novas congregações a cada dia.
Fé
Os Adventistas baseiam sua fé em Jesus, o Filho de Deus,
irmão de todos, Salvador do mundo, e em Sua palavra, a
Bíblia.
A Bíblia
Embora tenha sido escrita por autores humanos guiados por
Deus, os fundamentos de fé e verdades essenciais têm sido
preservados em Sua palavra. A Bíblia revela o caráter de
Deus e Sua vontade para o comportamento dos homens e
mulheres de hoje, e em toda história do mundo.
Criação
Embora Ele seja o criador do universo, Cristo criou este
planeta em sete dias, incluindo o primeiro homem e mulher, o
meio-ambiente, e um dia da semana para a celebração e
adoração a Deus. Esta história é contada cronologicamente no
começo da Bíblia, mas referências de apoio por toda Bíblia
proporcionam harmonia em toda Palavra de Deus.
O Sábado
A celebração no sétimo dia foi criada por Jesus para honrar
o término de seu trabalho e trazer alegria para os humanos.
Jesus continuou a adorar e celebrar o sétimo dia Sábado
durante Sua vida na Terra, observando assim o quarto dos dez
mandamentos, o qual começa, "Lembra-te." Os adventistas
focalizam suas atividades sabáticas no companheirismo, na
comunhão e na adoração a Deus.
Batismo
Aqueles que escolhem dedicar suas vidas a Deus e aceitam o
Seu poder perdoador seguem o exemplo de Jesus que foi
submergido na água como uma expressão pública de fé na
supremacia de Deus sobre suas vidas.
O Evangelho
Deus o Pai enviou Seu Filho, Jesus, que nasceu de uma
virgem, cresceu até a maturidade ensinando e curando Seu
próximo, sofreu e deu a vida numa cruz, foi sepultado e
ressuscitou da morte ao chamado de Seu Pai. Ele voltou ao
céu, aonde Ele prepara um lar para aqueles que aceitam Sua
generosa dádiva. Por causa de Sua vida sem pecado, morte
pelos pecados humanos, e Sua incrível ressurreição, Jesus
abriu um caminho para homens e mulheres viverem com Ele
eternamente.
O Segundo Advento
O cumprimento das profecias e sinais registrados nas
Escrituras indicam que Jesus breve cumprirá Sua promessa de
retornar para aqueles que O têm aceitado como Salvador e
Senhor de suas vidas.
Vida após a Morte
A sepultura é um lugar de inconsciência, descrito na Bíblia
como se as pessoas estivessem dormindo.
Quando Jesus voltar, haverá uma grande ressurreição daqueles
que morreram desde o começo da humanidade. Exatamente como
Ele soprou vida para dentro do primeiro homem e mulher, Ele
irá acordar as pessoas que dormem com nova vida.
Profecia
As profecias Bíblicas revelam o plano de Deus para o futuro,
fornecem significado para hoje e esperança para as pessoas
que têm escolhido servir a Deus. O futuro é sempre brilhante
para os que esperam a segunda vinda de Jesus.
Compromissos
Todos os relacionamentos são importantes - com Deus, no
casamento, na família, em toda a comunidade, ao redor do
mundo e com o meio ambiente.
Saúde
Porque a Bíblia descreve pessoas como sendo "o templo de
Deus", os Adventistas praticam um estilo de vida temperante
e saudável. Eles ensinam que não devemos abusar do corpo ou
participar de qualquer coisa prejudicial a saúde física,
mental ou emocional. Eles se abstêm do álcool, tabaco e
outras drogas prejudiciais. Muitos Adventistas do Sétimo Dia
são vegetarianos, acreditando que carnes e mariscos devam
ser omitidos da dieta ideal.
Missão
A missão da Igreja Adventista do Sétimo dia é proclamar para
todas as pessoas o evangelho eterno dentro do contexto das
três menssagens angélicas de Apocalipse 14:6-12, levando-as
a aceitar Jesus como Salvador pessoal e unir-se à Sua
igreja, e alimentando-as no preparo para Seu próximo
retorno. Isto é realizado através da pregação, ensino e
ministério de cura. A Igreja está alcançando a população da
Terra ainda não atingida através de um programa mundial de
Missão Global.
Comunidade Global
Voluntários ajudam pessoas em sua vizinhança e em
comunidades pelo mundo através de centros comunitários,
auxílio em áreas de catástrofes, e em projetos humanitários
e educacionais de curto prazo por todo o globo. Os membros
da igreja mantêm organizações como ADRA (Adventist
Development and Relief Agency International), a qual fornece
necessidades básicas como água, alimento, vestuário, e
cuidados médicos para as pessoas e comunidades do mundo em
necessidade. A Igreja tem uma variedade de programas para
ajudar pessoas de qualquer crença que têm o desejo de
superar distúrbios alimentares, cigarro, alcolismo, e
dependência de narcóticos. Ela fornece vida familiar, cursos
de serviços sociais e acampamentos para jovens.
Educação
Dentro do vasto sistema de educação da igreja, escolas como
a Universidade de Loma Linda de Medicina, um hospital-escola
em Loma Linda, California, continua sendo o primeiro em
transplantes de coração em crianças. Em 1990, Loma Linda
inaugurou a primeira aplicação médica do acelerador de
prótons para focalizar um raio de radiação em tumores
malígnos sem perigo de prejudicar os tecidos saudáveis.
Comunicação
Os Adventistas do Sétimo Dia comunicam esperança focalizando
na qualidade de vida que é completa em Cristo. A comunicação
apoia os objetivos de missão global da Igreja, e a família
mundial de crentes se comunica através de uma variedade de
métodos de mídia e impressão. A Igreja facilita a
comunicação on-line através do SDA’s On-line forum no
Serviço de Informação CompuServe, o qual oferece um rico
banco de dados para usuários de computador e prepara
programações e informações para rádio, televisão e
transmissões via satélite.
Herança
O nome Adventista do Sétimo Dia realça duas das
características distintas da denominação. Desde que o mundo
começou, homens e mulheres têm observado o sétimo dia
Sábado, e defensores da segunda vinda de Jesus são também
bem conhecidos na história. Os Adventistas do Sétimo Dia
traçam sua origem a um reavivamento espiritual na metade do
século 19 baseado em um estudo renovado das profecias
Bíblicas entre diversos grupos cristãos. A Igreja Adventista
do Sétimo Dia foi oficialmente organizada em 1863 em Battle
Creek, Michigan, EUA.
Crenças Fundamentais
Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como seu único
credo e mantêm certas crenças fundamentais como sendo o
ensino das Escrituras Sagradas. Estas crenças, da maneira
como são apresentadas aqui, constituem a compreensão e a
expressão do ensino das Escrituras por parte da Igreja. Pode
haver revisões destas declarações numa assembléia da
Associação Geral, quando a Igreja é levada pelo Espírito
Santo a uma compreensão mais completa da verdade bíblica ou
encontra melhor linguagem para expressar os ensinos da Santa
Palavra de Deus.
As Escrituras Sagradas
As Escrituras Sagradas, o Velho e Novo Testamentos, são a
Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por
intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram
ao serem movidos pelo Espírito Santo. Nesta Palavra, Deus
transmitiu ao homem o conhecimento necessário para a
salvação. As Escrituras Sagradas são a infalível revelação
de Sua vontade. Constituem o padrão do caráter, a prova da
experiência, o autorizado revelador de doutrinas e o
registro fidedigno dos atos de Deus na História. (II S.
Pedro 1:20 e 21; II Timóteo 3:16 e 17; Sal. 119:105; Prov.
30:5 e 6; Isa. 8:20; S. João 10:35; 17:17; I Tess. 2:13; Heb.
4:12).
A Trindade
Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de
três pessoas co-eternas. Deus é imortal, onipotente,
onisciente, acima de tudo e sempre presente. Ele é infinito
e está além da compreensão humana, mas é conhecido por meio
de Sua auto-revelação. Para sempre é digno de culto,
adoração e serviço por parte de toda a criação. (Deut. 6:4;
29:29; S. Mat. 28:19; II Cor. 13:13; Efés. 4:4-6; I S. Ped.
1:2; I Tim. 1:17; Apoc. 14:6 e 7).
O Pai
Deus, o Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor
e o Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo,
compassivo e clemente, tardio em irar-Se, e grande em
constante amor e fidelidade. As qualidades e os poderes
manifestados no Filho e no Espírito Santo também constituem
as revelações do Pai. (Gên. 1:1; Apoc. 4:11; I Cor. 15:28;
S. João 4:8; I Tim. 1:17; Êxo. 34:6 e 7; S. João 14:9).
O Filho
Deus, o Filho Eterno, encarnou-se em Jesus Cristo. Por meio
dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de
Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo.
Sendo para sempre verdadeiramente Deus, Ele tornou-se também
verdadeiramente Deus, Ele tornou-Se também verdadeiramente
homem, Jesus, o Cristo. Foi concebido do Espírito Santo e
nasceu da virgem Maria.
Viveu, e experimentou a tentação como ser humano, mas
exemplificou perfeitamente a justiça e o amor de Deus. Por
Seus milagres manifestou o poder de Deus e atestou que era o
Messias prometido por Deus.
Sofreu e morreu voluntariamente na cruz por nossos pecados e
em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu
para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá
outra vez, em glória, para o livramento final de Seu povo e
a restauração de todas as coisas. (S. João 1:1-3 e 14; 5:22;
Col. 1:15-19; S. João 10:30; 14:9; Rom. 5:18; 6:23; II Cor.
5:17-21; S. Luc. 1:35; Filip. 2:5-11; I Cor. 15:3 e 4; Heb.
2:9-18; 4:15; 7:25; 8:1 e 2; 9:28; S. João 14:1-3; I S. Ped.
2:21; Apoc. 22:20).
O Espírito Santo
Deus, o Espírito Eterno, desempenhou uma parte ativa com o
Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os
escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo.
Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram
sensíveis são renovados e transformados por Ele, à imagem de
Deus. Enviado pelo Pai e pelo Filho para estar sempre com
Seus filhos, Ele concede dons espirituais à Igreja, a
habilita a dar testemunho de Cristo e, em harmonia com as
Escrituras, guia-a em toda a verdade. (Gên. 1:1 e 2; S. Luc.
1:35; II Ped. 1:21; S. Luc. 4:18; Atos 10:38; II Cor. 3:18;
Efés. 4:11 e 12; Atos 1:8; S. João 14:16-18 e 26; 15:26 e
27; 16:7-13; Rom. 1:1-4).
A Criação
Deus é o Criador de todas as coisas e revelou nas Escrituras
o relato autêntico de Sua atividade criadora.
"Em seis dias fez o Senhor os céus e a Terra" e tudo que tem
vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira
semana. Assim Ele estabeleceu o sábado como perpétuo
monumento comemorativo de Sua esmerada obra criadora. O
primeiro homem e a primeira mulher foram formados à imagem
de Deus como obra-prima da Criação, foi-lhes dado domínio
sobre o mundo e atribuiu-se-lhes a responsabilidade de
cuidar dele. Quando o mundo foi concluído, ele era "muito
bom", proclamando a glória de Deus. (Gên. 1; 2; Êxo.
20:8-11; Sal. 19:1-6; 33:6 e 9; 104; Heb. 11:3; S. João
1:1-3; Col. 1:16 e 17).
A Natureza do Homem
O homem e a mulher foram formados à imagem de Deus com
individualidade, o poder e a liberdade de pensar e agir.
Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é
uma unidade indivisível de corpo, mente e alma, e dependente
de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais. Quando os
nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, eles negaram sua
dependência dEle e caíram de sua elevada posição abaixo de
Deus. A imagem de Deus, neles, foi desfigurada, e
tornaram-se sujeitos à morte. Seus descendentes partilharam
dessa natureza caída e de suas conseqüências. Eles nascem
com fraquezas e tendências para o mal. Mas Deus, em Cristo,
reconciliou consigo o mundo e por meio de Seu Espírito
restaura nos mortais penitentes a imagem de seu Criador.
Criados para a glória de Deus, eles são chamados para amá-Lo
e uns aos outros, e para cuidar de seu ambiente. (Gên.
1:26-28; 2:7; Sal. 8:4-8: Atos 17:24-28; Gên. 3; Salm. 51:5;
Rom. 5:12-17; II Cor. 5:19 e 20).
O Grande Conflito
Toda a humanidade está agora volvida num grande conflito
entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de Deus, Sua lei e
Sua soberania sobre o Universo. Este conflito originou-se no
Céu quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha,
por exaltação própria tornou-se Satanás, o adversário de
Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele
introduziu o espírito de rebelião neste mundo, ao induzir
Adão e Eva em pecado. Este pecado humano resultou na
deformação da imagem de Deus na humanidade, no transtorno do
mundo criado e em sua conseqüente devastação por ocasião do
dilúvio mundial.
Observado por toda a criação, este mundo tornou-se palco do
conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado
o Deus de amor. Para ajudar Seu povo nesse conflito, Cristo
envia o Espírito Santo e os anjos leais, para os guiar,
proteger e amparar no caminho da salvação.
(Apoc. 12:4-9; Isa. 14:12- 14; Ezeq.
28:12-18; Gên. 6-8; II Ped. 3:6; Rom. 1:19-32; 5:19-21;
8:19-22; Heb. 1:4-14; I Cor. 4:9).
A Vida, a Morte e a Ressurreição de Cristo
Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus,
e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o
único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que
aceitam esta expiação pela fé possam ter vida eterna, e toda
a criação compreenda melhor o infinito e santo amor do
Criador.
Esta expiação perfeita vindica a justiça da lei de Deus e a
benignidade de Seu caráter; pois ela não somente condena o
nosso pecado, mas também garante o nosso perdão. A morte de
Cristo é substituinte e expiatória, reconciliadora e
transformadora. A ressurreição de Cristo proclama a vitória
de Deus sobre as forças do mal, e assegura a vitória final
sobre o pecado e a morte para os que aceitam a expiação. Ela
proclama a soberania de Jesus Cristo, diante do qual se
dobrará todo joelho, no Céu e na Terra. (S. João 3:16; Isa.
53; II Cor. 5:14, 15 e 19-21; Rom. 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4;
Filip. 2:6-11; I S. João 2:2; 4:10; Col. 2:15).
A Experiência da Salvação
Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo,
que não conheceu pecado, Se tornasse pecado por nós, para
que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo
Espírito Santo, sentimos nossa necessidade, reconheçamos
nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas
transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como
Substituto e Exemplo. Esta fé que aceita a salvação advém do
divino poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio
de Cristo somos justificados, adotados como filhos e filhas
de Deus e libertados do domínio do pecado. Por meio do
Espírito, nascemos de novo e somos santificados; o Espírito
renova nossa mente, escreve a lei de Deus, a lei de amor, em
nosso coração, e recebemos o poder para levar uma vida
santa. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da
natureza divina e temos a certeza de salvação agora e no
Juízo. (Sal. 27:1; Isa. 12:2; Jonas 2:9; S. João 3:16; II
Cor. 5:17-21: Gál. 1:4; 2:19 e 20; 3:13; 4:4-7; Rom.
3:24-26; 4:25; 5:6-10; 8:1-4, 14, 15, 26 e 27; 10:7; I Cor.
2:5; 15:3 e 4; I S. João 1:9; 2:1 e 2; Efés. 2:5-10;
3:16-19; Gál. 3:26; S. João 3:3-8; S. Mat. 18:3; I S. Ped.
1:23, 2:21; Heb. 8:7-12).
A Igreja
A Igreja é a comunidade de crentes que confessam a Jesus
Cristo com Senhor e Salvador. Em continuidade do povo de
Deus nos tempos do Velho Testamento, somos chamados para
fora deste mundo; e nos unimos para prestar culto para
comunhão, para instrução na Palavra, para a celebração da
Ceia do Senhor, para serviço a toda humanidade e para a
proclamação mundial do evangelho. A igreja recebe sua
autoridade de Cristo, o qual é a Palavra encarnada, e das
Escrituras, que são a Palavras escrita. A Igreja é a família
de Deus; adotados por Ele como filhos, seus membros vivem
com base no novo concerto. A Igreja é o corpo de Cristo, uma
comunidade de fé, da qual o próprio Cristo é a Cabeça.
A Igreja é a Noiva pela qual Cristo morreu para que pudesse
santificá-la e purificá-la. Em Sua volta triunfal, Ele a
apresentará a Si mesmo Igreja gloriosa, os fiéis de todos os
séculos, a aquisição de Seu sangue, sem mácula, nem ruga,
porém santa, sem defeito. (Gên. 12:3; Atos 7:38; S. Mat.
21:43; 16:13-20; S. João 20:21 e 22; Atos 1:8; Rom. 8:15-17;
I Cor. 12:13-27; Efés. 1:15 e 23; 2:12; 3:8-11 e 15;
4:11-15).
O Remanescente e Sua Missão
A Igreja universal se compõe de todos os que verdadeiramente
crêem em Cristo; mas, nos últimos dias, um tempo de ampla
apostasia, um remanescente tem sido chamado para fora a fim
de guardar os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Este
remanescente anuncia a chegada da hora do Juízo, proclama a
salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de Seu
segundo advento. Esta proclamação é simbolizada pelos três
anjos do Apocalipse 14; coincide com a obra do julgamento no
Céu e resulta numa obra de arrependimento e reforma na
Terra. Todo crente é convidado a ter uma parte pessoal neste
testemunho mundial. (S. Mar. 16:15; S. Mat. 28:18-20; 24:14;
II Cor. 5:10; Apoc. 12:17; 14:6-12; 18:1-4; Efés. 5:22-27;
Apoc. 21:1-14).
Unidade no Corpo de Cristo
A Igreja é um corpo com muitos membros, chamados de nação,
tribo, língua e povo. Em Cristo somos uma nova criação;
distinções de raça, cultura e nacionalidade, e diferenças
entre altos e baixos, ricos e pobres, homens e mulheres, não
deve ser motivo de dissenções entre nós. Todos somos iguais
em Cristo, o qual por um só Espírito nos uniu numa comunhão
com Ele e uns com os outros; devemos servir e ser servidos
sem parcialidade ou restrição. Mediante a revelação de Jesus
Cristo nas Escrituras partilhamos a mesma fé e esperança e
estendemos um só testemunho para todos. Esta unidade
encontra sua fonte na unidade do Deus triúno, que nos adotou
como Seus filhos. (Sal. 133:1; I Cor. 12:12-14; Atos 17:26 e
27; II Cor. 5:16 e 17; Gál. 3:27-29; Col. 3:10-15; Efés.
4:1-6; S. João 17:20-23; S. Tiago 2:2-9; I S. João 5:1).
O Batismo
Pelo batismo confessamos nossa fé na morte e ressurreição de
Jesus Cristo, e atestamos nossa morte para o pecado e nosso
propósito de andar em novidade de vida. Assim reconhecemos a
Cristo como Senhor e Salvador, tornamo-nos Seu povo e somos
aceitos como membros por Sua Igreja. O batismo é um símbolo
de nossa união com Cristo, do perdão de nossos pecados e de
nosso recebimento do Espírito Santo. É por imersão na água e
depende de uma afirmação da fé em Jesus e da evidência de
arrependimento do pecado. Segue-se à instrução na Escrituras
Sagradas e à aceitação de seus ensinos. (S. Mat. 3:13-16;
28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Rom. 6:1-6: Gál.
3:27; I Cor. 12:13; Col. 2:21 e 13; I S. Ped. 3:21).
A Ceia do Senhor
A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e
do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle, nosso
Salvador e Senhor. Nessa experiência de comunhão, Cristo
está presente para encontrar-Se com Seu povo e fortalecê-lo.
Participando da Ceia, proclamamos alegremente a morte do
nosso Senhor até que Ele volte. A preparação envolve o exame
de consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre
instituiu a cerimônia do lava-pés para representar renovada
purificação, para expressar a disposição de servir um ao
outro em humildade semelhante à de Cristo e para unir nossos
corações em amor. O Serviço da Comunhão é franqueado a todos
os crentes cristãos. (S. Mat. 26:17-30; I Cor. 11:23-30;
10:16 e 17; S. João 6:48-63; Apoc. 3:20; S. João 13:1-17).
Dons e Ministérios Espirituais
Deus concede a todos os membros de Sua Igreja, em todas as
épocas, dons espirituais que cada membro deve empregar em
amoroso ministério para o bem comum da Igreja e da
humanidade. Sendo outorgados pela atuação do Espírito Santo,
o qual distribui a cada membro como Lhe apraz, os dons
provêem todas as aptidões e ministérios de que a Igreja
necessita para cumprir suas funções divinamente ordenadas.
De acordo com as Escrituras, esses dons abrangem tais
ministérios como a fé, a cura, profecia, proclamação,
ensino, administração, reconciliação, compaixão, e serviço
abnegado e caridade para ajuda e animação das pessoas.
Alguns membros são chamados por Deus e dotados pela Espírito
para funções reconhecidas pela Igreja em ministérios
pastorais, evangelísticos, apostólicos e de ensino
especialmente necessários para habilitar os membros para o
serviço, edificar a Igreja com vistas à maturidade
espiritual e promover a unidade da fé e do conhecimento de
Deus. Quando os membros utilizam esses dons espirituais como
fiéis despenseiros da multiforme graça de Deus, a Igreja é
protegida contra a influência demolidora de falsas
doutrinas, tem um crescimento que provém de Deus e é
edificada na fé e no amos. (Rom. 12:4-8; I Cor. 12:9-11, 27
e 28; Efés. 4:8 e 11-16; II Cor. 5:14-21; Atos 6:1-7; I Tim.
2:1-3; I S. Ped. 4:10 e 11; Col. 2:19; S. Mat. 25:31-36).
O Dom de Profecia
Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma
característica da Igreja remanescente e foi manifestado no
ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor,
seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade
e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à
Igreja.
Eles também tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual
deve ser provado todo o ensino e experiência. (Joel 2:28 e
29; Atos 2:14-21; Heb. 1:1-3; Apoc. 12-17; 19:10).
A Lei de Deus
Os grandes princípios da lei de Deus são incorporados nos
Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo.
Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca
da conduta e das relações humanas, e são obrigatórias a
todas as pessoas, em todas as épocas. Estes preceitos
constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma
no julgamento de Deus. Por meio da atuação do Espírito
Santo, eles apontam para o pecado e despertam o senso da
necessidade de um Salvador. A Salvação é inteiramente pela
graça, e não pelas obras, mas seu fruto é a obediência aos
mandamentos. Essa obediência desenvolve o caráter cristão e
resulta numa sensação de bem-estar. É uma evidência de nosso
amor ao Senhor e de nossa solicitude por nossos semelhantes.
A obediência da fé demonstra o poder de Cristo para
transformar vidas, e fortalece, portanto, o testemunho
cristão. (Êxo. 20:1-17; S,. Mat. 5:17; Deut. 28:1-14; Sal.
19:7-13; S. João 14:15; Rom. 8:1-4; I S. João 5:3; S. Mat.
22:36-40; Efés. 2:8).
O Sábado
O bondoso Criador, após os seis dias da Criação, descansou
no sétimo dia e instituiu o sábado para todas as pessoas,
como memorial da Criação. O quarto mandamento da lei de Deus
requer a observância deste sábado do sétimo dia como dia de
descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e
a prática de Jesus, o Senhor do sábado. O sábado é um dia de
deleitosa comunhão com Deus e uns com os outros.
É um símbolo de nossa redenção em Cristo, um sinal de nossa
santificação, uma prova de nossa lealdade e um antegozo de
nosso futuro eterno no reino de Deus. O sábado é um sinal
perpétuo do eterno concerto de Deus com Seu povo. A
prazerosa observância deste tempo sagrado duma tarde a outra
tarde, do por-do-sol ao por-do-sol, é uma celebração dos
atos criadores e redentores de Deus. (Gên. 2:1-3; Êxo.
20:8-11; 31:12-17; S. Luc. 4:16; Heb. 4:1- 11; Deut.
5:12-15; Isa. 56: 5 e 6; 58:13 e 14; Lev. 23:32; S. Mar.
2:27 e 28).
Mordomia
Somos despenseiros de Deus, responsáveis a Ele pelo uso
apropriado do tempo e das oportunidades, posses, e das
bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o
nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da
parte de Deus por meio do fiel serviço a Ele e a nossos
semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas para a
proclamação de Seu evangelho e para a manutenção e o
crescimento de Sua Igreja. A mordomia é um privilégio que
Deus nos concede para o desenvolvimento no amor e para a
vitória sobre o egoísmo e a cobiça. O mordomo se regozija
nas bênçãos que advêm aos outros como resultado de sua
fidelidade (Gên. 1:26-28; 2:15; Ageu 1:3-11; Mal. 3:8-12; S.
Mat. 23:23; I Cor. 9:9-14).
Conduta Cristã
Somos chamados para ser um povo piedoso que pensa, sente e
age de acordo com os princípios do Céu.
Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor,
nós só nos envolvemos naquelas coisas que produziram em
nossa vida pureza, saúde, e alegria semelhantes às de
Cristo. Isto significa que nossas diversões e
entretenimentos devem corresponder aos mais altos padrões de
gosto e beleza cristãos.
Embora reconheçamos diferenças culturais, nosso vestuário
deve ser simples, modesto e de bom gosto, apropriado àqueles
cuja verdadeira beleza não consiste no adorno exterior, mas
no ornamento imperecível de um espírito manso e tranqüilo.
Significa também que, sendo o nosso corpo o templo do
Espírito Santo, devemos cuidar dele inteligentemente. Junto
com adequado exercício e repouso, devemos adotar alimentação
mais saudável possível e abster-nos dos alimentos imundos
identificados nas Escrituras. Visto que as bebidas
alcóolicas, o fumo e o uso irresponsável de medicamentos e
narcóticos são prejudiciais a nosso corpo, também devemos
abster-nos dessas coisas. Em vez disso, devemos empenhar-nos
em tudo que submeta nossos pensamentos e nosso corpo à
disciplina de Cristo, o qual deseja nossa integridade,
alegria e bem-estar. (I S. João 2:6; Efés. 5:1-13; Rom. 12:1
e 2; I Cor. 6:19 e 20; 10:31; I Tim. 2:9 e 10; Lev. 11:1-47;
II Cor. 7:1; I S. Ped. 3:1-4; II Cor. 10:5; Filip. 4:8).
Casamento e Família
O casamento foi divinamente estabelecido no Éden e
confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e
uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o
compromisso matrimonial é com Deus bem como com o cônjuge, e
só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma
fé.
Mútuo amor, honra, respeito e responsabilidade constituem a
estrutura dessa relação, a qual deve refletir o amor, a
santidade, a intimidade e a constância da relação entre
Cristo e Sua Igreja. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou
que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa
de fornicação, e casar-se com outro, comete adultério.
Conquanto algumas relações de família fiquem aquém do ideal,
os consortes que se dedicam inteiramente um ao outro, em
Cristo, podem alcançar amorosa unidade por meio da
orientação do Espírito e a instrução da Igreja. Deus abençoa
a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a
alcança completa maturidade. Os pais devem educar os seus
filhos a amar o Senhor e a obedecer-Lhe. Por seu exemplo e
suas palavras, que Cristo é um disciplinador amoroso, sempre
terno e solícito, desejando que eles se tornem membros de
Seu corpo, a família de Deus.
Crescente intimidade familiar é um dos característicos da
mensagem final do evangelho. (Gên. 2:18-25; Deut. 6:5-9; S.
João 2:1-11; Efés. 5:21-33; S. Mat. 5:31 e 32; 19:3-9; Prov.
22:6; Efés. 6:1-4; Mal. 4:5 e 6; S. Mar. 10:11 e 12; S. Luc.
16:18; I Cor 7:10 e 11).
O Ministério de Cristo no Santuário Celestial
Há um santuário no Céu, o verdadeiro tabernáculo que o
Senhor erigiu, não o homem. Nele Cristo ministra em nosso
favor, tornando acessíveis aos crente os benefícios de Seu
sacrifício expiatório, oferecido uma vez por todas, na cruz.
Ele foi empossado como nosso grade Sumo-sacerdote e começou
Seu ministério intercessório por ocasião de Sua ascensão. Em
1844, no fim do período profético dos 2300 dias, Ele iniciou
a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. É uma
obra de juízo investigativo, a qual faz parte da eliminação
final de todo o pecado, prefigurada pela purificação do
antigo santuário hebraico no Dia da Expiação. Nesse serviço
típico, o santuário era purificado com o sangue do
sacrifício de animais vivos, mas as coisas celestiais são
purificadas com o perfeito sacrifício do sangue de Jesus. O
juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre
os mortos dorme em Cristo, sendo, portanto, nEle,
considerado digno de ter parte na primeira ressurreição.
Também torna manifesta quem, dentro vivos permanece em
Cristo, guardando os mandamentos e a fé de Jesus, estando,
portanto, nEle, preparado para a transladação ao Seu reino
eterno. Esse julgamento vindica a justiça de Deus em salvar
os que crêem em Jesus. Declara que os que permanecem leais a
Deus, receberão o reino. A terminação do ministério de
Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres
humanos, antes do Segundo Advento. (Heb. 1:3; 8:1-5;
9:11-28; Dan. 7:9-27; 8:13 e 14; 9:24- 27; Núm. 14:34; Ezeq.
4:6; Mal. 3:1; Lev. 16; Apoc. 14:12; 20:12; 22:12).
A Segunda Vinda de Cristo
A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja, o
grande ponto culminante do evangelho. A vinda do Salvador
será literal, pessoal, visível e universal. Quando Ele
voltar, os justos falecidos serão ressuscitados e,
juntamente com os justos que estiverem vivos, serão
glorificados e levados para o Céu, mas os ímpios irão
morrer. O cumprimento quase completo da maioria dos aspectos
da profecia, bem como a condição atual do mundo, indica que
a vinda de Cristo é iminente. O tempo exato desse
acontecimento não foi revelado, e somos portanto exortados a
estar preparados em todo o tempo. (Tito 2:13; S. João
14:1-3; Atos 1:9- 11; I Tess. 4:16 e 17; I Cor. 15:51-54; II
Tess. 2:8; S. Mat 24; S. Mar. 13; S. Luc. 21; II Tim. 3:1-
5; Joel 3:9-16; Heb. 9:28).
Morte e Ressurreição
O salário do pecado é a morte. Mas Deus, o único que é
imortal, concederá vida eterna a Seus remidos.
Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas
as pessoas. Quando Cristo, que é a nossa vida, se
manifestar, os justos ressuscitados e os justos vivos serão
glorificados e arrebatados para o encontro de seu Senhor. A
segunda ressurreição, a ressurreição dos ímpios ocorrerá
1000 anos mais tarde. (I Tim. 6:15 e 16; Rom. 6;23; I Cor.
15:51-54; Ecles. 9:5 e 6; Sal. 146:4; I Tess. 4:13-17; Rom.
8:35-39; S. João 5:28 e 29; Apoc. 20:1-10; S. João 5:24).
O Milênio e o Fim do Pecado
O milênio é o reinado de mil anos de Cristo de Seus santos,
no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreições. Durante
esse tempo serão julgados os ímpios mortos; a Terra estará
completamente desolada, sem habitantes humanos com vida, mas
ocupada por Satanás e seus anjos. No fim desse período,
Cristo com Seus santos e a Cidade Santa descerão do Céu à
Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com
Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas o fogo de Deus
os consumirá e purificará a Terra. O universo ficará assim
eternamente livre do pecado e dos pecadores. (Apoc. 20; Zac.
14:1-4; Jer. 4:23-26; I Cor. 6; II S. Ped. 2:4; Ezeq. 28:18;
II Tess. 1:7-9; Apoc. 19:17, 18 e 21).
A Nova Terra
Na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar
eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida,
amor, alegria, e aprendizado eternos, em Sua presença. Pois
aqui o próprio Deus habitará com o Seu povo, e o sofrimento
e a morte terão passado. O grande conflito estará terminado
e não mais existirá pecado. Todas as coisas, animadas e
inanimadas, declaram que Deus é amor; e Ele reinará para
todo o sempre. Amém. (II S. Ped. 3:13; Gên. 17:1-8; Isa. 35;
65:17-25; S. Mat. 5:5; Apoc. 21:1-7; 22:1-5; 11:15).
Estrutura e Administração da Igreja
A Igreja Adventista do Sétimo Dia está organizada em uma
forma representativa de governo. Isto significa que a
autoridade na Igreja repousa sobre o membro, que delega a
responsabilidade executiva a oficiais e entidades
representativas para dirigirem a Igreja. Esta forma de
governo reconhece também a igualdade da ordenação de todo o
ministério. Há quatro níveis constituintes que levam desde o
crente individual até à organização mundial da obra da
Igreja:
I.A igreja local, que é um corpo unido de crentes
individuais.
II.A Associação ou Missão local, que é um corpo unido de
igrejas num estado, província ou território local.
III.A União-Associação ou União-Missão, que é um corpo unido
de associações ou missões dentro de um território maior.
IV.A Associação Geral, a maior unidade de organização, que
engloba todas as uniões em todas as partes do mundo. As
Divisões são seções da Associação Geral, com
responsabilidade administrativa apontada para uma
determinada área geográfica.
Dentro desses quatro níveis de constituição opera uma
variedade de instituições. Em sua missão mundial os
Adventistas se preocupam com o indivíduo em seu todo e tem
desenvolvido instituições educacionais, de saúde, de
publicações, entre outras. As diversas unidades da Igreja
mundial, quer sejam elas congregações, associações,
instituições de saúde e publicações, escolas e outras
organizações, todas encontram sua unidade organizacional na
Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia na qual
encontram representatividade.
A Associação Geral é a mais alta organização na
administração de nossa obra mundial, criando muitas vezes
organizações subordinadas para promover interesses
específicos em várias regiões do mundo; compreende-se pois,
que todas as organizações e instituições subordinadas em
todo o mundo, reconheçam a Associação Geral em assembléia, e
a Comissão Executiva no intervalo das assembléias, como a
mais alta autoridade, abaixo de Deus, entre nós. Quando
surgem diferenças nas organizações e instituições, ou entre
as mesmas, é apropriado apelar para a organização que se
lhes segue em superioridade, até alcançar a Associação Geral
em assembléia, ou no concílio anual da Comissão Executiva.
No ínterim entre essas assembléias, a Comissão Executiva
constituirá o corpo de autoridade final em todas as questões
em que se possa desenvolver uma divergência de ponto de
vista, e a decisão dessa Comissão controlará esses pontos
controvertidos; essa decisão, porém, poderá ser revista numa
assembléia da Associação Geral ou num concílio anual da
Comissão Executiva.
Fonte:
E-Deus.org
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