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Guerra do Golfo

Ao final da guerra contra o Irã (1980-1988), o Iraque acumulava uma grande dívida externa. A queda dos preços do petróleo no mercado internacional agravou ainda mais a situação do Iraque.

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Em agosto de 1990, ocorre a invasão do Kuwait pelo Iraque e tem início o processo que conduziria à Guerra do Golfo, em janeiro e fevereiro de 1991.

Saddam Hussein, líder iraquiano, visava com isso se promover tanto no plano interno como externo e justificou a invasão em agosto de 1990:

• O Kuwait era uma “antiga” província do Iraque, segundo Hussein;
• O Iraque era importante potência bélica e pretendia mostrar ao mundo seu poderio;
• Disputa por poços petrolíferos na fronteira Iraque-Kwait;
• Aumentar as saídas para o Golfo Pérsico, conquistando o litoral do Kuwait.

Saddam Hussein não contava, porém, com a rápida reação internacional. A ONU deu um ultimato ao ditador iraquiano para que desocupasse o Kuwait até janeiro de 1991.

Encerrado o prazo dado pela ONU para a desocupação do Kuwait, os EUA iniciaram a operação “Tempestade no Deserto”.

O cerco ao Iraque foi intenso e os bombardeios contra a capital iraquiana, Bagdá, como também a outras cidades foram avassaladores, utilizando armamentos de alta tecnologia.

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Saddam convocou a “jihad” (guerra santa) contra o Ocidente e atacou o território de Israel, com precários mísseis. Israel não reagiu.

Depois de seis semanas de conflito (janeiro/fevereiro de 1991), tropas iraquianas deixaram o Kuwait, após incendiar suas instalações petrolíferas.

O Kuwait se transformou num desastre ambiental. A nuvem negra de cerca de 50 poços de petróleo em chamas e o gigantesco derramamento de óleo no litoral produziram uma profunda degradação do ar, dos recursos marinhos e do solo. A enorme mancha de petróleo na costa do país era uma ameaça constante para pássaros e outros animais.

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