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Hormônio Luteinizante (LH)

Este teste, usualmente solicitado para mulheres como parte da pesquisa de anovulação e infertilidade, é uma análise quantitativa de hormônios luteinizantes plasmáticos (LH) ou níveis de hormônio estimulante de célula intersticial.

Em mulheres, a secreção cíclica de LH (com hormônio folículo-estimulante – FSH) causa a ovulação e transforma o folículo ovariano no corpo lúteo, o qual, por sua vez, secreta progesterona. Em razão da flutuação durante o ciclo nos níveis de LH, amostras sangüíneas múltiplas são mais confiáveis do que uma amostra única.

Objetivos

Detectar ovulação.

Avaliar infertilidade feminina ou masculina.

Avaliar amenorréia.

Monitorar terapia dirigida à indução de ovulação.

Preparo do paciente

Jejum de 4 horas.

Valores de referência

Método: Ensaio imunofluorométrico.

Sexo feminino:

Fase folicular: até 12 Ul/l.

Pico ovulatório: 15 a 50 Ul/l.

Fase lútea: até 15 Ul/l.

Menopausa: acima de 15 Ul/l.

Sexo masculino (adultos): até 14 Ul/l.

Achados anormais

Em mulheres, a ausência de um pico de ciclo médio da secreção de LH pode indicar anovulação. Níveis diminuídos ou baixo-normais podem indicar hipogonadotropismo; estes achados são comumente associados com amenorréia. Altos níveis de LH podem indicar ausência congênita de ovários ou falha ovariana, associada com síndrome de Stein Leventhal (doença policística ovariana), síndrome de Turner (disgenesia ovariana), menopausa ou acromegalia em estágio inicial. Pode resultar infertilidade tanto de disfunção gonadal primária como secundária.

Exames correlatos

Hormônio folículo-estimulante (FSH), estradiol e progesterona.

Autoria: Vitor Eli Garcia

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