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Classicismo

Classicismo é a doutrina estética que dá ênfase à ordem, ao equilíbrio e à simplicidade. Os antigos gregos foram os primeiros grandes clássicos. Posteriormente, os romanos, os franceses, os inglesese e outros povos produziram movimentos clássicos. Cada grupo desenvolveu suas próprias características particulares, mas todos refletiam idéias comuns sobre a arte, o homem, o mundo.

O Classicismo confere maior importância às faculdades intelectuais do que às emocionais na criação da obra de arte, porque busca a expressão de valores universais acima dos particularismos individuais ou nacionais.Inspirando-se no modelo da Antiguidade clássica greco-romana e no Renascentismo italiano, estabeleceu princípios ou normas, como a harmonia das proporções, a simplicidade e equilíbrio da composição e a idealização da realidade.recusa, portanto,a emotividade e exuberância decorativa do barroco.


Classicismo

No período compreendido entre 1450 e 1600 surgiu na Europa, principalmente na Itália, um movimento chamado Renascimento, que foi o responsável por uma radical transformação do homem no que diz respeito à religião, à filosofia, ao amor, à política, enfim, à maneira de encarar a vida.

Foi em Florença, terra natal de Dante e Giotto, que um grupo de artistas se dispôs a criar uma nova arte e a romper com as idéias do passado. Florença é considerada, portanto, o berço do Renascimento. O Renascimento tem três significados que o definem: a antigüidade, a humanidade e a universalidade.

A antigüidade redescobriu as obras literárias, históricas e filosóficas da civilização greco-romana, tendo o Renascimento traduzido, restaurado e explicado grande parte de obras literárias da Antigüidade Clássica. Mas afinal, renascer o quê? Renascer o modo de pensar, o modelo político, as formas estéticas, a mitologia, a maneira de viver. Renasceram as normas ditadas por Aristóteles e Horácio; imitou-se Virgílio. Buscou-se o belo na nobreza, que ditava o conceito de beleza. Julgavam os renascentistas terem os gregos e romanos atingido o auge da civilização – era importante restaurá-la. A humanidade valorizou o homem, transformando-o em centro do universo. A estátua de David, de Michelangelo, não seria possível na Idade Média – gigantesco, musculoso e nu, retratando a grandeza do homem renascentista. A universalidade incorporou o mar entre os elementos medievais, que só conheciam a terra e o céu. O Renascimento descobriu o mar e lhe deu primazia. O homem renascentista desbravou os oceanos, lutou com as tempestades em alto-mar, conquistou “mares nunca dantes navegados” e voltou ao ponto de partida. 

O classicismo foi, no plano literário, o retrato vivo da Renascença. Os escritores clássicos do Renascimento seguiram de perto a literatura da Antigüidade, cujos modelos foram imitados ou adaptados à realidade da época. Como conseqüência, suas obras revelaram, na estrutura formal, a rigidez das normas de composição de acordo com os padrões consagrados pela tradição greco-latina. Em seu conteúdo, mostravam o paganismo, o ideal platônico de amor e outras marcas específicas da tradição antiga. As notas medievais quinhentistas contêm um impulso que se tornou presente, explicitamente ou não, ao longo de toda a literatura portuguesa, cruzando os séculos. 

Seus lirismos tradicionais, caracterizados por ser antimetafísico, popular, sentimental e individualista, irá dialogar com as novas modas e sobreviverá. A própria força da terra portuguesa, chamando os escritores para o seu convívio, explica a permanência desse remoto lirismo através dos séculos.A definição do novo ideário estético em Portugal deu-se em 1527, com o regresso de Sá de Miranda da Itália, trazendo uma valiosa bagagem doutrinária. Sua influência foi decisiva na produção e promoção do novo gosto literário.


I- Contexto Histórico

No início do século XIV, inúmeros fatores conjugados e articulados criaram as condições para o início da nova arte. No plano econômico, o renascimento comercial reativou o intercâmbio cultural entre o Ocidente e o Oriente. No plano social, a urbanização gerou as condições de uma nova cultura, sendo as cidades o pólo de irradiação do Renascimento. A ascensão social e econômica da burguesia propiciou apoio e financiamento ao desenvolvimento cultural.

O aperfeiçoamento da imprensa por Gutenberg (Johann Gensfleish), teve especial importância no século XVI, embora não seja considerado um fator direto do Renascimento, pois seus efeitos só começaram a ser efetivamente sentidos no último século do movimento renascentista.Em 1455, foi publicado o primeiro livro europeu impresso com tipos móveis.

A obra, que era uma tradução latina da Bíblia, levou mais de dois anos para ficar pronta e ficou conhecida como a Bíblia de Gutenberg, com uma tiragem de quase duzentos exemplares.Em Portugal, verificou-se o fim do monopólio do clero em relação à cultura. D. João II, que reinou de 1521 a 1557, criou a Universidade de Coimbra e o Colégio das Artes, também em Coimbra, onde introduziu o ensino do latim, do grego, da matemática, da lógica e da filosofia.Os filhos dos burgueses começaram a freqüentar as universidades, tomando contato com uma cultura desligada dos velhos conceitos medievais. A nova realidade econômica gerada pela decadência do feudalismo e o fortalecimento da burguesia exigiram uma nova cultura, mais liberal, antropocêntrica e identificada com o mercantilismo.

O momento histórico vivido pela dinastia de Avis, com a centralização do poder, as Grandes Navegações e o comércio, foi propício aos novos conceitos veiculados na Itália.

“Os portugueses dos séculos XV e XVI provaram pela experiência e pela dedução científica: que o oceano Atlântico era navegável e estava livre de monstros; que o mundo equatorial era habitável e habitado; que era possível navegar sistematicamente longe da costa e conseguir perfeita orientação pelo Sol e pelas estrelas; que a África tinha uma ponta meridional e que existia um caminho marítimo para a Índia; que as pseudo-Índias descobertas por Colombo, eram, na realidade, um novo continente separando a Europa da Ásia oriental e que as três Américas formavam um bloco territorial contínuo; que a América do Sul tinha um ponto meridional como a África e que existia um outro caminho marítimo para a Índia por ocidente; que os três oceanos comunicavam entre si; que a Terra era redonda e circunavegável”.


II- Características

busca do homem universal – passaram o mundo, o homem e a vida a serem vistos sob o prisma da razão. O homem renascentista procurou entender a harmonia do universo e suas noções de Beleza, Bem e Verdade, sempre baseando seus conceitos no equilíbrio entre a razão e a emoção. Estavam longe de aceitar a "arte pela arte", ao modo parnasiano do século XIX, mas apresentavam um alto objetivo ético: o do aperfeiçoamento do homem na contemplação das paixões humanas postas em arte - a catarse grega.

valores greco-latinos – os renascentistas adotaram a mitologia pagã, própria dos antigos, recorrendo a entidades mitológicas para pedir inspiração, simbolizar emoções e exemplificar comportamentos. Consideravam que os antigos haviam atingido a perfeição formal, desejando os artistas da Renascença reproduzi-la e perpetuá-la.

busca do homem universal – passaram o mundo, o homem e a vida a serem vistos sob o prisma da razão. O homem renascentista procurou entender a harmonia do universo e suas noções de Beleza, Bem e Verdade, sempre baseando seus conceitos no equilíbrio entre a razão e a emoção.
Estavam longe de aceitar a "arte pela arte", ao modo parnasiano do século XIX, mas apresentavam um alto objetivo ético: o do aperfeiçoamento do homem na contemplação das paixões humanas postas em arte - a catarse grega.

valores greco-latinos – os renascentistas adotaram a mitologia pagã, própria dos antigos, recorrendo a entidades mitológicas para pedir inspiração, simbolizar emoções e exemplificar comportamentos. Consideravam que os antigos haviam atingido a perfeição formal, desejando os artistas da Renascença reproduzi-la e perpetuá-la.

novas medidas e formatos – surgiram novas formas de composição, como o soneto, o verso decassílabo e a oitava rima, que foram introduzidas em Portugal por Sá de Miranda.

consciência da Nação – no Renascimento português, além da consciência do homem como um ser universal, surgiu uma forte consciência de Nação, devido às grandes navegações, que transformaram o povo em heróico.


III-Prosa

A produção em prosa desse período literário foi bastante limitada. Merece destaque a novela Menina e Moça, cuja autoria é atribuída a Bernardim Ribeiro. Bem diferente das novelas medievais, apresenta um diálogo triste e sentimental entre duas personagens. Nessa novela, pode-se perceber o sentimentalismo, o bucolismo e o interesse pela natureza que, tempos depois, seriam retomados por outras escolas literárias.


IV-Historiografia

A exemplo de Camões, numa espécie de psicose coletiva, muitos espíritos de escol se enfileiraram na apologia da pátria, a historiografia, por seu caráter de refletir a comoção coletiva, se entregou ao mesmo trabalho de construir um organismo que fosse a expressão daquele estado de coisas.

O principal representante da historiografia renascentista foi João de Barros (v. biografia), que reservou o melhor de seu talento para conceber uma História de Portugal monumental, completa e dentro dos novos moldes da época.

Literatura de viagens

A impressão deslumbrante deixada pelas descobertas de novas esferas e paisagens suscitaram o desejo de fixá-las para transmiti-las ao mundo.

Nasceram, então, os relatos de viagens, roteiros, diários ou equivalentes. Os principais representantes desse novo modelo literário são Bernardo Gomes de Brito, Jerônimo Corte-Real, Francisco Álvares e Fernão Cardim.


V- Poesia

Ao lado das novas formas e dos versos decassílabos e dos sonetos, pode-se observar a permanência dos versos redondilhos e de certas formas medievais integradas à tradição do lirismo medieval, tais como a glosa e o vilancete.

A epopéia, nos moldes greco-latinos, foi consagrada no classicismo Lusitano, através de Camões, com Os Lusíadas, que consagrou a aspiração suprema da alma coletiva de Portugal, marcada pelo justo sentimento de orgulho despertado pelos descobrimentos.


VI-Camões

“Chamar-te gênio é justo, mas é pouco.
Chamar-te herói, é não te conhecer.
Poeta dum império que era louco,
Foste louco a cantar e louco a combater”.
(Miguel Torga)

Luís Vaz de Camões foi e ainda é grande por sua poesia, dentro e fora dos quadros literários. Na realidade, o classicismo português se abre e se fecha com um poeta: Sá de Miranda e Camões que, numa visão de conjunto foi o grande poeta. Os demais podem ser considerados como poetas menores, presos às propostas renascentistas e ofuscados pelo brilho camoniano.

No prólogo dOs Lusíadas, Camões apela para a arte e o talento, assim dizendo: “Cantando espalharei por toda a parte, / Se a tanto me ajudar engenho e arte”, tendo o conhecimento de que ambos devem estar associados de maneira indissolúvel, para o alcance do intento poético. Sua grandeza está não apenas na perfeição com que criou uma obra de cunho pessoal, mas também no fato de ter sintetizado numa obra harmoniosa todos os elementos formais e temáticos que andavam dispersos ou parcialmente trabalhados por seus antecessores. Podemos citar o exemplo do soneto, que desde Sá de Miranda vinha sendo cultivado em Portugal e que encontrou em Camões um artífice e criador máximo. De certa forma, Camões seria clássico mesmo que não existisse o classicismo.


VII- A Lírica Camoniana

Considerado o maior poeta lírico português de todos os tempos, sua poesia lírica é marcada por uma dualidade: ora revela textos de nítida herança tradicional portuguesa, ora sua poesia se enquadra na medida nova renascentista. Podemos notar, ainda, a fusão dessas características em outros textos.

Seus sonetos foram produzidos em medida nova. Suas poesias escritas em medida velha compreendiam redondilhas tanto maiores como menores, a maior parte delas estruturadas a partir de um mote, isto é, umas sugestões iniciais, que era desenvolvida pelo poema nas estrofes seguintes, sob o título de volta.

Em Camões, a herança das cantigas trovadorescas aparece principalmente nas redondilhas. O mar, as fontes e a natureza surgem em diálogos, lembrando as cantigas de amigo, apenas não se colocando no lugar da mulher e, sim, falando sobre ela.

Percebe-se, em alguns textos da lírica camoniana, a influência da filosofia platônica, sobre o mundo sensível e o mundo inteligível, principalmente em alguns sonetos como nas redondilhas de Babel e Sião.

Um dos temas mais ricos da lírica de Camões é o Amor, ora visto como idéia (neoplatonismo), ora como manifestação de carnalidade. Nesse Amor como idéia ou essência, nota-se uma nítida influência da poesia de Petrarca e Dante, sendo a mulher amada retratada de forma ideal, como um ser superior e perfeito. Em outros momentos, talvez em função de sua vida atribulada, Camões não canta mais o amor espiritualizado, mas um amor terreno, carnal, erótico. Pela impossibilidade de obter uma síntese desses dois amores, nota-se, às vezes, o uso abusivo de antíteses.

O desconcerto do mundo foi um dos temas que mais preocuparam o poeta português, manifestando-se em poemas sobre as injustiças, a recompensa aos maus e o castigo aos bons; sobre a ambição e a inútil tentativa de acumular bens que acabam no nada da morte; sobre os sofrimentos constantes que aniquilam prováveis conquistas; enfim, sobre o conflito violento entre o ser e o dever ser. Convocando saber, experiência, imaginação, memória, razão e sensibilidade, o autor sondava o sombrio mundo do Eu, da mulher, da pátria, da vida e de Deus. O poeta mergulhou em verdadeiro labirinto de "escavação" do Eu, marcada por estágios de angústia crescente.


VIII- A Epopéia Camoniana

Os Lusíadas, que narra a aventura marítima de Vasco da Gama, é a grande epopéia do povo lusitano. Publicada em 1572, é considerada o maior poema épico escrito em língua portuguesa, não por conter oito mil e oitocentos e dezesseis verbos decassílabos distribuídos em 1102 estrofes de oito versos cada, mas pelo seu valor poético e histórico. Obedecendo com rigor às regras da Antigüidade clássica apresentam em suas estrofes os aspectos formais (métrica, ritmo e rima) com extrema regularidade, demonstrando o engenho e a arte do poeta. Todas as estrofes apresentam o esquema conhecido como oitava-rima, com três rimas cruzadas seguidas de uma emparelhada (AB AB AB CC). A palavra lusíadas significa “lusitanos”, e Camões foi buscá-la numa epístola de André de Resende. Os Lusíadas são os próprios lusos, tanto em sua alma como em sua ação. O herói da epopéia é o próprio povo português e não apenas Vasco da Gama, como pode parecer à uma leitura superficial da obra. Ao cantar “as armas e os barões assinalados” que navegaram “por mares nunca dantes navegados”, Camões engloba todo o povo lusitano navegador, que enfrentou a morte pelos mares desconhecidos. Pode-se afirmar, então, que o poema épico apresenta um herói coletivo.

O poeta deixou expresso o tema da epopéia já nas duas primeiras estrofes: a glória do povo navegador português, que conquistou as Índias e edificou o Império Português no Oriente, bem como a memória dos reis portugueses, que tentaram ampliar o Império. Portanto, Camões cantou as conquistas de Portugal, a glória de seus navegadores e os reis do passado. Cantou, enfim, a História de Portugal. 

Numa época de profundo antropocentrismo, é fortemente marcado o significado de um poema que fixou um dos raros momentos em que o homem experimentou com êxito a magnitude de sua força física e moral, num embate de proporções cósmicas. Daí decorre ser Camões um dos maiores, senão o maior, dos poetas de todos os tempos, pela representação universal de seu pensamento, fruto de um singular poder de transfiguração poética, típica do visionário e do eleito.


IX-Autores

Além de Camões e Sá de Miranda, sem sombra de dúvida os maiores expoentes do classicismo português, outros poetas renascentistas foram incluídos no Cancioneiro Geral, organizado por Garcia de Resende: Antonio Ferreira, Bernardim Ribeiro.


X- CLACISSISMO (ou) RENASCIMENTO

O humanismo já tinha revelado uma nova posição do homem diante das novas realidades sócio econômicas ocorridas nos séculos XV e XVI, quando surgiu a nova classe social denominada burguesia. Essa concepção vai se solidificar no Renascimento, nome que designa o período das grandes transformações culturais, políticas e econômicas, ocorridas nos séculos XVI e XVII.

Essas transformações trouxeram profundas mudanças para toda a sociedade da época, o estabelecimento definitivo do capitalismo, criou novas relações de trabalho, firmou o comércio e este passou a ter grande importância, introduziu novos valores, tais como o dinheiro e a vida nas cidades, que não existiam no período medieval, várias invenções e melhoramentos técnicos foram criados em função da crescente procura de mercadorias.

Houve uma crise religiosa pois, a Igreja teve que enfrentar os protestantes liderados por Martinho Lutero, que contava com o apoio da burguesia.

Essa foi também a época dos grandes descobrimentos, que levaram o homem a encarar o Universo e o próprio homem de maneira diferente daquela pregada pela Igreja.

Foi inventada a imprensa, que possibilitou uma maior circulação de escritos e portanto de cultura.

Copérnico formulou a teoria do heliocentrismo que propunha o Sol como centro do Universo e Galileu comprovou o duplo movimento da Terra. Todos esses fatores levaram a velha ordem feudal a um desgaste e conseqüente desmoronamento, sendo necessária uma nova organização nos planos político, econômico e social.

As produções artísticas desse período refletem essas profundas mudanças


Conclusão

Tendência artística e literária que resgata formas e valores greco-romanos da Antiguidade Clássica, especialmente a cultura grega entre os séculos VI a.C. e IV a.C. Esta retomada acontece várias vezes ao longo da história ocidental, inclusive na Idade Média. Porém, é mais intensa do século XIV ao XVI na Itália. Nas Artes Plásticas , na Literatura e no Teatro, o classicismo coincide com o Renascimento. Na música adquire certas características próprias e manifesta-se, posteriormente, a partir de meados do século XVIII. Após o barroco e o rococó, no século XVIII, a tendência se repete, com o nome de neoclassicismo.

O classicismo é profundamente influenciado pelos ideais humanistas, que colocam o homem como o centro do Universo. Reproduz o mundo real, de forma verossímil, mas moldando-o segundo o que é considerado ideal. É importante que as obras sejam harmônicas e reflitam determinados princípios, como ordem, lógica, equilíbrio, simetria, contenção, objetividade, refinamento e decoro. A razão tem mais importância do que a emoção.As adaptações aos ideais e aos problemas dos novos tempos fazem com que o classicismo não seja mera imitação da Antiguidade. Na época renascentista, por exemplo, a alta burguesia italiana em ascensão, na disputa de luxo e poder com a nobreza, identifica-se com os valores laicos da arte greco-romana.


Bibliografia

Classicismo:
 www.geocities.com/alcalina.geo/39litera/classe.htm
Classicismo:
www.universal.pt/scripts/hlp/hlp.exe/artigo?cod=6_195
Classicismo:
www.literaturanet.hpg.ig.com.br/classicismo.htm
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www.unb.br/il/tel/Graduacao/romantismo/ classicismo
Classicismo:
 www.tg3.com.br/camoes
Classicismo:
www.terravista.pt/aguaalto/4589

Autoria: Tábata Colares

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