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Ciclo da Água

A massa líquida está em constante movimento entre os continentes, os oceanos e a atmosfera, formando o ciclo da água. A evaporação das massas líquidas e a evapotranspiração da vegetação transferem umidade para a atmosfera, a qual se condensa, forma nuvens e volta para a superfície em forma de neve, chuva, granizo ou neblina. Parte dessa água infiltra-se no solo e alimenta os lençóis subterrâneos, que, por sua vez, dão origem a nascentes ou olhos-d’água, retomando o ciclo novamente.

Mais abundante componente da matéria viva, a água precisa ser necessariamente reciclada para a garantia de vida do planeta, a superfície terrestre é recoberta de 75% de água. De toda essa água que recobre a terra, cerca de 97% pertencem aos ecossistemas marinhos. Do restante, apenas 1% está disponível na superfície (52% em lagos, 38% retidos no solo, 8% na atmosfera, 1% nos organismos vivos e 1% em rios).

O ciclo da água ocorre graças à energia solar que permite a mudança de estado físico. A água se evapora das superfícies aquáticas e terrestres, formando as nuvens. Condensa-se e se precipita na forma de chuva, neve ou granizo.

Explicação do ciclo da água

No solo, a água pode atravessar os diversos horizontes (camadas) atraída pelas forças da gravidade, e atingir o lençol freático, de onde chega até um rio ou riacho. Parte da água precipitada pode ser retida pelo solo e absorvida pelas plantas, através do seu sistema radicular.

Nos vegetais pode ocorrer a perda de água através da transpiração, gutação ou transferência alimentar à cadeia dos consumidores.

Os animais, por sua vez, participam do ciclo, ingerindo água diretamente ou indiretamente através dos alimentos. O processo de eliminação é variável, podendo ocorrer da urina, fezes, respiração, suor etc. E aí ocorre a evaporação de toda a parte líquida, formando as nuvens e a precipitação e… começa tudo de novo, formando um ciclo interminável.

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