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Equilíbrio Mundial, Bipolaridade e Multipolaridade

O Equilíbrio mundial se define pela presença de uma ou mais potências, como aconteceu no século XIX: a Inglaterra dominava a maior parte do planeta com suas colônias espalhadas pelo mundo, era quem fornecia a maior parte dos produtos industrializados para todo o mundo, era a monopolaridade.

A bipolaridade surgia como resultado do aparecimento e expansão do capitalismo e explosão da Primeira e Segunda guerras mundiais, quando ouve um declínio da Europa, surgia Estados Unidos e URSS como grandes potências.

Já a multipolaridade surge na década de 90, após a dissolução da URSS, o Japão surgia como potência emergente, e forma com os Estados Unidos e MCE (Mercado Comum Europeu) a ordem multipolar.

Ao longo das décadas surgem novas potências, que se formam e passam a ser essenciais na economia mundial.

A Ordem Monopolar

Inglaterra: o domínio de um quinto do planeta

De 1837 a 1901, a Inglaterra viveu sob o reinado da rainha Vitória, período em que atingiu o apogeu de sua política industrial e colonialista. Tornou-se a grande "oficina do mundo", abastecendo os mercados mundiais com seus produtos industrializados.

Na África, os ingleses conquistaram uma vasta região, que incluía África do Sul, Orange, Rodésia, Tanganica, Quênia, Uganda e Sudão, além de manterem influência sobre o Egito.

A Ordem Bipolar

A Primeira Guerra Mundial

A Primeira Guerra Mundial teve seu período de 1914 à 1918 e suas principais causas foram:

  • Disputas colonialistas;
  • Revanchismo da França em relação a Alemanha;
  • Rivalidades econômicas entre Alemanha e França, e Alemanha e Inglaterra;
  • Disputa pela a hegemonia balcânica entre Rússia e Áustria - Hungria;
  • Pan-eslavismo sérvio e bósnio entre a dominação austro-húngara.

Com a tentativa de equilibrar a política européia com acordos de mútua cooperação entre as potências imperialistas, surge a Política das Alianças, com a Tríplice Aliança formada em 1882 pela Alemanha, Itália e Áustria – Hungria, e a Tríplice Entente, formada em 1907 pela Inglaterra, França e Rússia.

O estopim do conflito foi após o assassinato do herdeiro do império austro – húngaro em Serajevo, capital da Bósnia, detonando declarações de guerra entre os membros das alianças.

O término se deu com a aceitação de 14 pontos sugeridos pelo presidente dos Estados Unidos, conhecido como "A Paz de Wilson" ou "Paz sem vencedor".

Então é criado o Tratado de Versalhes (1919), no qual a Alemanha é considerada a única culpada, por isso paga alta indenização de guerra e é desmilitarizada.

As conseqüências trazidas pela guerra foram:

Hegemonia norte – americana.

Alimentou os revanchismos nacionalistas, dando origem a movimentos como nazi – fascismo, que eclodiam na Segunda Guerra Mundial.

A supremacia mundial dos EUA

A decadência da Europa veio beneficiar os Estados Unidos, que despontaram, nos anos do pós-guerra, como a mais poderosa potência mundial.

Um dos fatores que colaboraram para a ascensão econômica dos Estados Unidos foi a sua posição de neutralidade durante boa parte da Primeira Guerra Mundial. Puderam desenvolver a produção agrícola e industrial, fornecendo seus produtos às potências européias envolvidas no conflito. Além disso, os Estados Unidos aproveitaram para suprir também outros mercados mundiais, na Ásia e na América Latina, enquanto as potências européias estavam compenetradas no esforço de guerra.

Terminada a guerra, a Europa arrasada tornou-se um grande mercado dependente de exportações americanas. Possuindo aproximadamente a metade de todo o ouro que circulava nos mercados financeiros mundiais, os Estados Unidos projetavam-se como a maior potência financeira do pós-guerra.

A fase de euforia econômica dos Estados Unidos durou até 1929. Nesse ano, o país foi abalado por grave crise econômica de repercussão mundial.

A Revolução Russa

A Revolução Russa aconteceu em 1917 pelos seguintes motivos:

  • Crise econômica (industrialização tardia);
  • Miséria popular;
  • Czarismo;
  • Aparecimento de uma oposição radical, o PSD, de orientação socialista;
  • Opressão violenta aos opressores do Czar.

As fases são:

  • Revolução dos Mencheviques, liderada por Kerensky. Não realiza grandes mudanças e as greves continuam.
  • A Rússia não sai da guerra mesmo em derrotas.
  • A oposição dá o golpe e toma o poder.
  • Revolução dos Bolcheviques, onde é aplicada as Teses de Abril de Lênin: Paz, a Rússia sai da guerra; Pão, distribuição de produção; e Terra, reforma agrária.
  • A Rússia enfrenta até 1921 uma guerra civil contra os czaristas.
  • É criada a nova política econômica de Lênin.
  • É a volta a uma economia de mercado para criar os meios de produção. Lema: "Um passo para trás para dar dois à frente". Não se concluiu devido à morte de Lênin (1924).
  • Houve disputa pelo poder por Trotsky e Stalin, pois o 1º queria expandir para consolidar e o 2º queria a consolidação para expandir.
  • Stalin isola Trotsky e seus seguidores até o exílio, tomando o poder e governando a URSS até 1953.
  • Planos Quinqüenais: Stalin planifica a economia soviética priorizando um setor a cada cinco anos.

Criação da União Soviética

Terminada a guerra civil, a Rússia estava completamente arrasada, com graves problemas para recuperar sua produção agrícola e industrial.

Visando promover a reconstrução do país, Lenin criou, em fevereiro de 1921, a Comissão Estatal de Planificação Econômica (GOSPLAN), encarregada da coordenação geral da economia do país.

Pouco tempo depois, em março de 1921, adotou-se um conjunto de medidas conhecidas como Nova Política Econômica (NEP), que promoveu, basicamente, certo retorno a formas econômicas capitalistas.

Entre as medidas tomadas pela NEP destacam-se: liberdade de comércio interno, liberdade de salário aos trabalhadores, autorização para o funcionamento de empresas particulares e permissão de entrada de capitais estrangeiros para a reconstrução do país.

A fundação da URSS

Em dezembro de 1922, foi organizado um congresso geral de todos os soviets, ocorrendo a fundação da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). O governo da União, cujo órgão máximo era o Soviete Supremo (Legislativo), passou a ser integrado por representantes das diversas repúblicas.

Competia ao Soviete Supremo eleger um comitê executivo (Presidium), dirigido por um presidente a quem se reservava a função de chefe de Estado. Competiam ao governo da União as grandes tarefas relativas ao comércio exterior, política internacional, planificação global da economia, defesa nacional etc.

A Segunda Guerra Mundial

A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) envolveu povos de praticamente toda a região do globo, embora os principais choques armados tenham sido travados na Europa, no norte da África e no Extremo Oriente.

Utilizando nova estratégia militar, os alemães, depois de dominar a Polônia, conquistaram rapidamente a Dinamarca, Holanda, Bélgica, Noruega e França.

Percebendo a derrota militar francesa, a Itália entrou na guerra ao lado alemão.

Na Europa Ocidental, restava apenas a Inglaterra como grande adversária do nazismo.

Aos poucos foram se organizando movimentos de resistência nos países europeus ocupados pelo nazismo. No ano de 1941, ocorreram dois fatos decisivos que mudaram profundamente os rumos da guerra:

A entrada da União Soviética no conflito ¾ rompendo acordos anteriores, Hitler decidiu invadir a União Soviética (22 de junho).

A entrada dos Estados Unidos no conflito ¾ os japoneses invadiram a base militar dos Estados Unidos de Pearl Harbor, no oceano Pacífico (8 de dezembro).

Os Estados Unidos foi o que mais lucrou com a guerra e se tornaram a única grande potência do capitalismo, já que a Inglaterra e o Japão, que era uma potência européia se encontravam em ruínas. Os EUA tomam a seu cargo a defesa ou a proteção do mundo ocidental frente a ameaça socialista. E a União Soviética assumia o papel de país líder no recém - constituído mundo socialista.

A Guerra Fria

Divisão do mundo em dois blocos de influência: capitalista, liderado pelos Estados Unidos, e socialista, liderado pela União Soviética.

O conflito entre os dois blocos de influência é canalizado para outras várias, devido ao equilíbrio nuclear e à impossibilidade de uma guerra direta. Ocorre então a corrida armamentista, nuclear, tecnológica e espacial; a espionagem militar e industrial; as guerras no terceiro mundo com facções rivais apoiadas cada uma por uma das potências (exemplo: as guerras da Coréia, Vietnã, Cuba, Nicarágua e Afeganistão).

No plano militar é criada a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) que visa à cooperação entre países capitalistas, para evitar o avanço comunista.

Em resposta, é criada o pacto de Varsóvia, com as mesmas funções, só que do lado socialista. O símbolo desse período foi o Muro de Berlim (1960), que dividia a cidade em capitalista e socialista.

É dentro deste contexto que nasce a chamada "guerra fria". Seu período "clássico" foi o final dos anos 40 e a década de 1950.

A Guerra do Vietnã

A Guerra do Vietnã pode ser analisada sob a perspectiva da descolonização afroasiática, como uma guerra de libertação nacional e, também, sob a perspectiva da guerra fria.

De fato, de acordo com a Conferência de Genebra (1954) o país foi dividido em duas partes: o Vietnã do Norte (capital Hanoi), de orientação socialista e o Vietnã do Sul (capital Saigon), de orientação capitalista.

Ainda de acordo com a conferência de Genebra (1954), deveriam ser realizadas, em 1956, eleições gerais visando a unificação do país. Muito provavelmente, Ho Chi Minh, líder da libertação nacional e figura respeitada em todo o país, seria o vencedor. Tal situação não interessava aos Estados Unidos, pois Ho Chi Minh era líder do Vietnã do Norte e socialista.

É dentro deste contexto que se inicia a escalada militar norte-americana no país, gerando uma guerra extremamente cruel que se arrastou pela década de 1960 e início dos anos 70.

Derrotados militarmente e condenados moralmente pela opinião pública norte-americana e internacional, em 1973 os Estados Unidos aceitaram o armistício, abandonando o Vietnã. Este, agora unificado, torna-se socialista.

Islamismo

O Irã, foi durante várias décadas governado por um governo modernizado e autoritário, apoiado pelos Estados Unidos. Esse governo tentou destruir os valores tradicionais do islamismo e implantar no país novos valores, aqueles do ocidente.

Só que a ocidentalização desse país foi muito rápido para um povo apegado aos valores religiosos do islamismo, foi uma ocidentalização ou uma modernização incentivada pelos enormes ganhos, gerados pelo petróleo, principal recurso econômico do Irã.

Em 1979, com tudo, o governo autoritário, foi deposto após uma revolução liderada por religiosos de oposição. O novo governo fortemente islâmico fez tudo voltar para trás, implantando os valores tradicionais como obrigatórios.

Já um novo caminho diferente daqueles usados na guerra fria, que foi uma opção diferente do capitalismo norte-americano e do socialismo soviético. Justamente isso preocupou na época as duas super potências, que procuraram ambas desestabilizar o novo regime do Irã.

Logo em 1980, o Iraque, país vizinho, invadiu o Irã com apoio de armamentos norte-americanos também como armamentos soviéticos. O Iraque, que pretendia conquistar mais terras e campos de petróleo, imaginava que a revolução de 70 no Irã teria enfraquecido o poderio militar nesse país e seria uma presa fácil, só que houve uma maciça reação popular no Irã liderado por religiosos que incentivaram o povo a lutar na guerra santa contra o invasor. Essa guerra foi déficit para ambos lados e fez com que o Iraque se retirasse das terras do Irã com um pequeno ganho de terra, que em 1991 foram devolvidas.

A tentativa de desestabilizar o Irã deveram ao fato desse regime ser original, novo, diferente daquilo que era normal até 1979, mas o Irã apesar de seus erros e excessos no fanatismo religioso, mostrou ao mundo que a bipolaridade de caminhos para o futuro era falso. Onde o povo pode construir seu caminho com base na sua cultura.


Conflitos no Oriente

Conflito árabe - israelense

Os judeus viviam espalhados pelo mundo até meados do século XX. Os líderes do movimento sionista, judeus ortodoxos, começaram a adquirir terras na Palestina, desde o final do século XIX. Nestas terras fundaram colônias agrícolas, mas com o objetivo de estabelecer um Estado judeu independente. No período da Segunda Guerra Mundial, milhares de judeus fugiam da perseguição nazista, para a Palestina, em 29 de novembro de 1947. Fazia parte da decisão da ONU, a criação de um Estado árabe palestino naquela região. Mas esse Estado não se desenvolveu, foi esmagado pelo expansionismo dos judeus.

O líder judeu David Ben Gurion proclamou a criação do Estado de Israel, milhares de judeus que estavam espalhados pelo mundo foram para Israel. A população árabe palestina, que era a maioria na região, entrou em choque com os judeus. Os árabes palestinos já discordavam, desde o início, da resolução da ONU. Os judeus começaram a praticar terrorismo através do Irgun, expulsando os árabes palestinos com muita violência, obrigando-os a se refugiar em países árabes vizinhos. Dessa maneira, iniciaram os conflitos entre árabes e judeus. Apoiados pelos Estados Unidos, os judeus aproveitaram os confrontos armados para ampliar seu território.

Os principais conflitos árabes - israelenses foram:

1948 - 1949: Ocupação da Galiléia e do Deserto de Neguev pelos israelenses.

1956: Conquista da Península do Sinai, por Israel.

1967: Guerra dos Seis Dias, os israelenses fizeram um ataque fulminante ao Egito, à Jordânia e a Síria, conquistaram toda a Península do Sinai e as Colinas de Golan.

1973: Os árabes desencadearam uma nova guerra no dia do Yom Kippur (Dia do Perdão, uma das principais festas religiosas dos judeus). A guerra do Yom Kippur foi marcada pela retomada síria das Colinas de Golan e pela ocupação dos campos petrolíferos de Balagin pelo Egito. Atualmente, o principal motivo de tensão no Oriente Médio é o problema palestino. Os palestinos vivem espalhados por vários países árabes e tentam por todos os meios defender o direito de possuir uma pátria. Em 1964, os palestinos fundaram a OLP ¾ Organização para a Libertação da palestina, que tem como principal líder Yasser Arafat.

Conflito Irã - Iraque

Em setembro de 1980, iniciou a guerra entre o Irã, dirigido pelo aiatolá Khomeini, e o Iraque, governado por Saddam Hussein. Entre as causas principais estavam as divergências entre os dois países sobre questões territoriais, religiosas e políticas. Durante os oito anos de guerra, vários tipos de armas foram usadas, o Iraque usou armas químicas, o chamado "gás dos nervos", que atinge o sistema nervoso e provoca a morte por asfixia. A vitória final foi do Iraque.

Invasão do Kweit pelo Iraque

O Iraque invadiu o Kweit no dia 02 de agosto de 1990, com o objetivo de tornar o Kweit uma província iraquiana.

São apontadas três causas principais:

A questão da delimitação das fronteiras;

Questão de dívidas de guerra;

A principal causa, foi a acusação feita por Saddam Hussein, de que o Kweit estava praticando uma superextração de petróleo, levando à queda do preço no mercado internacional.

Os soldados iraquianos ocuparam o Kweit. Os Estados Unidos juntamente com a Arábia Saudita e outros países, formaram a "Força Aliada". A ONU tentou negociar a paz no Golfo, mas não conseguiu que Saddam desocupasse o Kweit. O Iraque recebeu um ultimao para desocupar o Kweit até o dia 15 de janeiro de 1991, como não demonstrou nenhuma intenção de sair, as Forças Aliadas começaram a bombardear Bagdá, em 17 de janeiro de 1991.

O presidente soviético Mikhail Gorbachev apresentou um plano de paz para acabar com a guerra no Golfo Pérsico. Saddam Hussein aceitou todas as exigências que formaram o plano de paz. Mas, George Bush não aceitou o plano. A ONU apresentou mais uma proposta de paz, que foi aceita por Saddam Hussein. O Iraque retirou as suas tropas do Kweit, começou a libertação dos prisioneiros de guerra e anulou o seu decreto de anexação do Kweit.

A Ordem Multipolar

Decadência do Socialismo e Multipolaridade

Nos anos 80 a bipolaridade já se encontrava bastante arruinada por uma série de mudanças, já se encontrava em vias de se tornar superada.

A economia planificada dos países de socialismo real dava mostra de insuficiência de sérios problemas de não conseguir acompanhar intensa modernização do ocidente nos países de terceiro mundo. Muitos países desse bloco como a Hungria, desde meados dos anos 70 que tentaram dinamizar sua economia com a introdução gradual dos mercados no lugar dos planos centralizados. A economia soviética crescia num ritmo lento, mesmo que isso fosse escondida ou maquiada pelas estatísticas otimistas e falsas que o governo divulgava a cada ano. Enquanto, do lado do capitalismo crescia num ritmo lento em comparação ao Japão, Alemanha, Itália, França e outros países. Após a 2ª Guerra Mundial, a produção econômica anual dos Estados Unidos era bem maior do que os países da Europa Ocidental. Nos anos 80, a produção da Europa tinha ultrapassado a norte - americana e caminhava para representar o dobro desta.

E a economia japonesa que representava menos de 10% da norte - americana em 1960, já atingiu 55% desse total em 1985, ou seja, o mundo capitalista deixava de ter um grande e único centro - econômico, comercial e tecnológico, e passava cada vez mais a ter três, os EUA, a Europa, em especial o MCE (Mercado Comum Europeu) e o Japão, assim a ordem bipolar se encontrava abalada ou desafiada desde o final dos anos 70, mas foi nos anos 80, principalmente no fim desta década que as mudanças mais importantes ocorreram, que essa ordem mundial viu-se definitivamente abalada e em crise. O desenvolvimento desigual das nações nas últimas décadas e a crise do mundo socialista, os dois grandes motivos que levaram ao fim a velha ordem bipolar e ao nascimento da nova ordem mundial, a multipolaridade.

 Autoria: Jefrei Ramos



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