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Invasão do Império Romano

A partir do século III, o território dos Romanos começou a ser invadido pacificamente ou a força. Os povos invasores eram de origem Germânica, dentre todos eles se destacavam: os anglos, os saxões, os francos, os lombardos, os suevos, os burgúndios, os vândalos, e os ostrogodos.

Os Romanos chamavam esses povos de Bárbaros, porque eram totalmente diferentes deles. Mas graças a essas diferenças surgiu uma nova estrutura social. Nela estão tanto elementos da cultura Romana quanto dos povos Germânicos. Essa sociedade durou pelo menos mil anos.

Os Romanos passaram a viver pacificamente com os povos invasores, onde havia trocas comerciais  e o exército Romano pôde contar com o grande apoio dos povos invasores.

Os primeiros grupos que invadiram o território Romano entraram de forma pacífica em busca de riqueza e clima pacífico. Para os Romanos aceitarem a oferta de recebê-los, eles se ofereciam para serem soldados ou agricultores.

Mas no século IV isso acabou e houve guerras que acabaram por destruir a unidade do Império Romano. A causa dessa guerra foi a chegada dos hunos a Europa. Depois de se estabelecerem no território Romano, os povos invasores organizaram suas sociedades, cada um em seu território.

O Império Bizantino

Na Europa Ocidental o Império Romano não resistiu a invasão dos povos Germânicos, mas, no Oriente o Império conseguiu sobreviver até o século XV. Durante esse tempo ele perdeu uma boa parte do seu território e de seu costume. Por sua vez, recebeu influência dos assírios, judeus, armênios, egípcios e persas.

O Império Romano do Oriente é conhecido como Império Bizantino, que é marcado por sua religião ( O cristianismo ). No século IV, graças a crise do Império, o Imperador Constantino decidiu transferir a capital para o Oriente, ele escolheu Bizâncio, antiga colônia grega.

Bizâncio era situada na costa ocidental do estreito de Bósforo, entre o mar Negro e o mar de Mármara. Foi construída em 657 a.C e foi muitas vezes invadida no passado.

Durante quase seis anos essa cidade foi reformada e decorada, foi inaugurada em 11 de maio de 330. Ela deveria se chamar “Nova Roma”, porém, em homenagem ao Imperador Constantino, ela recebeu o nome de “Constantinopla”.

Muitas pessoas foram morar em Constantinopla, e para aumentar a segurança da cidade o Imperador mandou construir 20 quilômetros de Muralhas Tríplices. Após a morte do Imperador, o Império foi invadido pelos Europeus.

O Império Islâmico

O Mundo Árabe é muito familiar a nós, nos hábitos alimentícios, como a alface, a cana-de-açúcar e o café e na literatura, em obras como: As mil e uma noites.

A principal paisagem da península Arábica é o deserto. Esse cenário era ocupado por diversos povos de origem semita até o século VII. Alguns desses povos habitavam o Deserto e outros a região litorânea.

Os povos que habitavam o deserto tinham vida ocupada e sobrevivem da criação de animais, como: Ovelhas, cabras e camelos. Os povos que habitavam o litoral eram sedentários e viviam do comércio.

A Arábia, até o século VI não tinha unidade política, mas em 630, Maomé organizou o islamismo, e a Arábia passou a possuir unidade política. Em torno da religião os árabes construíram um estado único.

Quando Maomé morreu, em 632, iniciou-se um movimento para expandir o Islamismo, pregando guerra santa contra os fiéis, em pouco tempo eles conquistaram: a Síria, a Pérsia, o Turquestão, o Egito e a África do norte.

Em 711, conquistaram quase toda a península Ibérica e foram derrotados pelos francos em 732.

Autoria: Bruno Gruber

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